Minha mulher, o ajudante e eu. Perdi meu cabaço.



A história real aconteceu comigo e minha mulher a bem pouco tempo.
Só estou escrevendo incentivado por minha esposa. Os nomes foram mudados.

Minha mulher Clô 66 anos, eu Ronildo 66 anos, somos casados a 43 anos. Nos conhecemos no colégio. Namoramos e casámos com 23 anos. Tirei o cabaço dela quando ela completou 18 aninhos. Já o cuzinho, ela me deu antes. Ela adora dar a bundinha. Até hoje ela rebola sua bunda gostosa na minha vara. Gostamos bem de trepar. Claro que com o passar do tempo trepamos com menos frequência. De uns anos para cá Clô começou a lamber meu cuzinho. Confesso que fiquei bem cismado, mas com o passar do tempo fui aceitando e até gostando. Acontece que foi evoluindo para um dedinho, depois dois dedinhos e ela até passa gel no meu buraco. Depois ela pede para eu torar o cuzinho dela. A coisa mais estranha é que ela nunca me pediu e nem comentou a respeito de ela me enrabar com seus dedos. A gente trepa e pronto. Clô adora que eu goze no seu cuzinho e na sua boca. Depois que aposentamos, compramos um pequeno sítio no interior e mudamos para lá. Plantamos milhos, feijão e uma grande horta. Passamos os dias na lida do sítio. Não temos hora e nem lugar para trepar, quando dá vontade ela abaixa a calcinha e me dá gostoso. As casas dos outros sítios ficam longe da nossa. Mesmo metendo bem menos do que mentíamos, ainda temos uma boa frequência.
Há um mês precisei de ajuda para limpar o milharal, fui até o centro da cidade e me indicaram um senhor que era muito responsável e que estava para se mudar da cidade. Segundo me falaram ele havia ficado viúvo e desgostoso, iria voltar para o nordeste. Havia 3 meses que sua esposa havia morrido. O nome do senhor era Glauber. Ele estava fazendo uns trabalhos para juntar dinheiro. Ele até já havia vendido sua casa.
Glauber era um homem forte, moreno, alto e com feições bonitas, embora castigado pelo sol.
Conversei com ele e combinamos que em 3 dias ele iria até o meu sítio. Falei com Clô do sujeito. Ela quis saber se ele era de confiança. Eu disse que todos haviam dito que sim.
No dia que ele chegou em casa eu mostrei o serviço e logo começamos a trabalhar. Minha mulher nos ajudava. Clô gostava de ficar em casa sem sutiã. Ela gostava de trabalhar com calça legging e blusa soltinha. Acontece que sem sutiã seus seios grandes ficavam balançando. Tudo correu bem no primeiro dia.
A noite Clô me disse que o Glauber era um homem simpático, educado e muito calado.
Glauber ia de moto para o sítio, trabalhava até às 16hs e ia embora.
No terceiro dia eu precisei ir à cidade para comprar mais ferramentas. Ao chegar notei um certo nervosismo em Clô. Perguntei se havia acontecido algo e ela disse que não. Estava apenas sentindo muito calor.
À noite eu estava tomando banho, ela entrou no banheiro, ficou nua e começou a me chupar. Chupou até eu gozar na boca dela. Ela continuou a passar sua bunda grande no meu pau. Ela me virou de quatro e chupou meu cuzinho. Ela enfiou um dedo até sentir meu pau duro feito rocha. Ela me virou e sentou no meu pau. Depois se posicionou e sentou com seu cuzinho. Eu adorava foder seu cu. Ela - Adoro dar meu cu para você.
Pela primeira vez ela falou algo sobre o meu cu.
Ela - Você tem um cu gostoso. Já sonhei com você dando ele.
Eu comendo a bunda dela disse: "Que loucura mulher."
Ela - Loucura não, tesão! Você rebola gostoso nos meus dedos. Quero ver você rebolar num cacete grosso como o do Glauber.
Eu parei de meter e quase gritando perguntei: "Do Glauber? Como sabe que ele tem um cacete grosso Clô?"
Ela - Foi um acidente. Fui levar água para ele e tropecei na enxada, a jarra de água caiu sobre minha blusa. Como não uso sutiã e a blusa era bege, com a água gelada os bicos dos meus seios ficaram enormes e ele viu. Ele me deu a mão para eu levantar e eu vi de perto a ereção que ele estava tendo. Amor, o pau dele é grande e grosso. Pelo menos foi o que eu deduzi. Vim aqui para dentro e toquei uma siririca. Ainda bem que você chegou logo.
Fiz uma pergunta que não deveria ter feito: "Ficou com tesão no Glauber?"
Ela, sem nenhum constrangimento, disse: "Sim, muito tesão. Imaginei aquele pauzão me fodendo. E por incrível que pareça gozei muito pensando nele te comendo. Meu sonho! Amor, não fique nervosinho, atualmente gozo com seu pau no meu rabo pensando ser um outro macho. Nunca te traí, mas agora estou doida para dar para outro."
Eu insisti: "Está pensando em me trair?"
Ela - Não, estou pensando em dar para vocês dois. Ninguém ficaria sabendo, ele vai para longe em pouco tempo. Talvez seja nossa única oportunidade.
Eu - Você está louca?
Ela - Aos 66 anos eu estou louca de tesão. Você também, seu pau não murchou dentro do meu cu. Ao contrário, ele cresceu. Vamos arrumar um jeito de realizar meu desejo. Depois eu vou arrumar uma mulher para você foder ela e eu chupar uma buceta.
Eu ao invés de brigar com ela eu gozei no cu dela.
No outro dia logo cedo o Glauber tocou a buzina da moto. Metemos tanto durante a noite que perdemos hora. O convidei para tomar café conosco. Ele relutou dizendo que já havia tomado. Eu insisti e ele entrou para tomar apenas um suco.
Enquanto eu estava me servindo e ao Glauber, Clô aparece na cozinha ainda vestida de camisola. Seus seios enormes apareciam através do fino tecido. Dava para ver sua calcinha preta. Claramente ela fez de propósito. Glauber viu e logo desviou o olhar. Ele remexeu na cadeira e virou o copo de suco de uma vez, levantou, agradeceu e foi para direção da roça. Infelizmente vi o que minha mulher havia dito. Ele tinha uma ereção enorme.
Eu - Você ficou maluca de vir aqui com esta camisola?
Ela - Fiz de propósito, viu o tamanho do pau dele? Amor, resolve, aproveita e participa ou eu vou dar para ele sem sua presença.
Ela riu e saiu rebolando para o banheiro. Fui atrás dela e ela estava sentada no vaso com dois dedos na sua xoxota. Eu a levantei, a beijei e meti nela em pé no banheiro. Ela pediu para eu arregaçar ela e me chamava de Glauber.
Fui para a roça ajudar o Glauber. Ele não me encarava e pela mancha na calça ele havia gozado.
Fui até dentro de casa e disse para a Clô o que eu vi.
Ela - Coitado, está viúvo, talvez ainda não deu uma trepada. Imagina o tanto de porra que este homem tem guardada.
Eu - Quer mesmo levar isso para frente?
Ela - Sim.
Voltei e continuei a trabalhar. Comecei a imaginar minha mulher dando para aquele homem na minha frente. Senti muito tesão.
O que me incomodava era a história de eu dar para ele. Claro que não aguentaria, a única coisa que entra no meu cu são os dedos e a língua de Clô.
Eu - Glauber, gostava muito de sua esposa?
Ele - Muito. Ela me completava.
Eu - Ainda não arrumou uma namorada?
Ele - Não, vou embora para o Nordeste e lá eu vejo o que quero para minha vida. Tenho 60 anos e não sei se quero começar outro casamento.
Eu - Ainda não transou desde que sua mulher faleceu?
Ele - Não. Aqui sou muito conhecido e não quero arrumar problemas. Me viro sozinho.
Fui lá dentro e contei para Clô.
Ela - Após a lida, chama ele para tomar um café conosco.
Assim fiz. Ele quis negar, mas acabou aceitando.
Quando entramos a mesa estava posta. Ele pediu licença para lavar às mãos. Lavou e tomamos o café. Durante o café minha mulher se debruçou para servi-lo deixando ele ver seus seios através do imenso decote de sua blusa. Ela usava um short curto aparecendo a polpinha. Ele estava incomodado.
Ela - Por que ao invés de ir embora você não dorme aqui, tem um quarto sobrando.
Ele - Não senhora, prefiro dormir em casa mesmo.
Ela - Janta conosco, preparamos um jantar gostoso para nós e podemos ficar conversando. Ficamos tão sozinhos aqui. Seria bom ter uma companhia. Principalmente de um homem interessante.
Ele não sabia o que falar.
Ele - Dona Clô, acho melhor não. Não quero incomodar. Preciso tomar um banho.
Ela - Vou providenciar uma toalha para você. E enquanto toma banho eu vou lavar suas roupas.
Ele - E até ela secar? Não, obrigado pelo convite dona Clô.
Ela - Calma, vou arrumar um calção e uma camiseta do Ronildo para você. Você só é um pouquinho mais avantajado que meu marido, não é amor?
Eu - Se está falando eu acredito. Fique aqui Glauber, vai ser uma noite deliciosa.
Ele - Está bom. Vou ficar. Mas não quero ser inconveniente.
Clô - Que bom, inconveniência nenhuma, ao contrário, vai ser muito conveniente.
Ela levantou, foi até ele e acariciou o rosto dele. Antes que ele reagisse, ela deu um selinho nele.
Ele - Dona Clô o seu marido está de acordo com isso.
Eu - Por mim tudo bem.
Ele - Tudo bem para você ela dar para mim?
Eu - Ela quer muito, o que posso fazer?
Ela - Desde ontem eu só penso nisso. Vai tomar o seu banho que eu levo a toalha e o calção, embora prefiro que fique sem.
Ele sorriu, levantou, deu um tapa na bunda dela e foi para o banheiro.
Eu - Agora não tem mais volta né amor?
Ela - Não. Minha buceta está escorrendo. Preciso dar para vocês dois.
Glauber saiu do banho usando meu calção e com uma ereção enorme.
Clô foi até ele e o abraçou. Ele começou a beijá-la e acariciar o bumbum de minha mulher.
Ele - Senhor Ronildo, vai deixar eu foder sua mulher?
Eu - Ela quer, só preciso que você seja discreto e não fale com ninguém.
Ele - Pode deixar que eu guardo segredo. Dona Clô é muito gostosa. Tem meses que eu não como uma mulher.
Ela - Você é um homem de sorte. Até hoje só dei para meu marido.
Ele - Sou mesmo. Meu pau é grande vai aguentar?
Ela - Farei tudo para aguentar.
Ele - Olha, eu adoro comer um cuzinho.
Ela - E eu adoro dar minha bunda.
Ela falando comigo: "Tudo bem amor, posso dar para este homem gostoso?"
Eu - Pode amor.
Ela ajoelhou e tirou a rola dele para fora. Era uma rola descomunal. Muito grossa, muito grande e muito dura. O pau dele dava pequenos trancos indo cada vez mais para cima. A cabeça do pau dele estava exposta, era enorme e já escorria líquido dela. Minha mulher olhou para mim como se me pedisse autorização para chupar aquela rola. Eu apenas balancei a cabeça afirmativamente. Ela começou a lamber o líquido que escorria da cabeça do pau do Glauber com a ponta da língua. Ela segurava o pau com sua pequena mão. Ela lambia aquela rola como se fosse um sorvete. Glauber acariciava a cabeça de minha esposa. Ela tentou abocanhar a cabeçona e não conseguia. Ela abriu o que pode sua boca e conseguiu engolir a cabeça da monstruosa rola.
Ela tirou a rola de sua boca e disse: "Que pau lindo e grande. Nesta altura da minha vida já não esperava conhecer uma rola dessa. Quero ela toda dentro de mim. Quantas veias, que maravilha de pau."
Disse e voltou a mamar a rola do Glauber. Ele começou a fazer leves movimentos como se estivesse metendo na boquinha dela.
Eu sentei no sofá e tirei meu pau para fora do calção e comecei a me masturbar. Eu estava sentindo muito tesão olhando minha mulher mamando em outro homem.
Ela levantou, tirou sua blusa e deu seus seios para Glauber mamar. Ele abaixou e começou a mamar os peitos dela.
Ele - Desde o primeiro dia eu quis mamar nesses peitos.
Ela - Mama, mama, eles são todos seus. Adoro ter meus peitos mamados. Ronildo me faz gozar só mamando neles. Vamos para o quarto. Vem conosco amor. Traga uma cadeira.
Fui levando uma cadeira. Ela tirou seu short e sua calcinha e deitou na cama. Glauber deitou ao lado dela e começou a mamar na minha mulher. Ele parecia encantado com os seios dela. Ele levou uma das mãos até a xoxota dela e acariciou.
Ele - Que buceta lisa e molhada. Parece que quer mesmo minha rola dentro.
Ela - Quero, quero muito receber essa rolona dentro de mim. Quero gozar nesse cacete. Quero que meu marido veja a mulher dele dando pra outro macho. Afinal fui só dele.
Ele - Senhor Ronildo, nesta idade quer ser corno?
Eu - Não tinha planejado isso para mim. Mas Clô quer conhecer outra rola.
Clô - Tenho outro desejo, mas parece que Ronildo não vai querer.
Glauber - Que desejo é esse minha gostosa?
Ela - Queria ver uma rola entrar no rabo do Ronildo.
Ele - Coitado, além de chifrudo, que fazê-lo de veadinho. Ele não tem bunda para aguentar minha rola.
Ela - Ele rebola tão gostoso nos meus dedos. Amor vira para ele ver sua bundinha. Ela é gostosa sim.
Não sei o que deu em mim que me levantei e virei a bunda para eles.
Ele - É, tem uma bunda bonita. Mas prefiro comer a sua minha puta.
Ela - Eu sei gostoso, mas poderia tentar. Isso se ele deixar. Olha como ele não para de acariciar a rola dele.
Eu ainda de costas, senti alguém se aproximar de mim e me abraçar pelas costas. Logo senti que era Glauber. Seu enorme cacete roçava no meu rego. Ele me abraçava forte e mordeu minha nuca. Senti meu corpo estremecer e arrepiar. Nunca havia sentido aquilo na minha vida. Desejei que ele continuasse a morder minha nuca. Ele desceu uma das mãos e segurou no meu pau. Senti que ia gozar na mão dele.
Ele - É minha puta, o seu marido quer ser minha putinha. A rola dele vai explodir se eu morder ele mais uma vez. Quer gozar meu veadinho?
Eu não respondi, minha respiração estava acelerada. Só pensava como aos 66 anos eu ia ser mulherzinha de outro macho. Estava confuso.
Ele abaixou um pouco e encaixou aquela enorme rola no meu rego. Com uma das mãos segurou seu pau e passou sobre o meu cuzinho.
Arrepiei e esperei o pior.
Ele brincava com a cabeça de sua rola no meu cuzinho e acariciava o meu pau. Eu como uma mulher entregue apenas rebolava e acariciava a mão que ele segurava o meu pau.
Ele - Quer gozar veadinho?
Eu - Hum hum.
Ele - Goza, depois que eu comer sua mulher eu te como. Se aguentar. Goza.
Não sei de onde minha mulher apareceu e colocou sua boca na cabeça do meu pau. Ele empurrou sua pica contra meu cuzinho. Não ia entrar naquela posição, mas senti muito tesão no cuzinho. A cabeça estava forçando a entrada. Ele deu duas bombadas e me punhetou. Eu jorrei a maior quantidade de porra que eu nunca havia gozado na boca de Clô.
Jatos de minha porra esguichavam na boca de minha mulher. Ele se afastou e deu um tapa no meu bumbum. Minha mulher se levantou e dividiu minha porra comigo em um longo beijo.
Ela me sentou na cadeira e disse: "Descansa amor. Olhe sua mulher virar puta desse macho."
Ela foi até o banheiro, lavou a boca e voltou para a cama. Glauber estava deitado com o monstruoso pau apontando para cima. Vendo-o assim, tive certeza que nunca aguentaria dar para ele. Clô foi até ele e caiu de boca na rola do Glauber. Ela beijava, chupava, lambia, mas tudo com muita dificuldade de engolir aquela rola. Ela passou por cima dele e segurou o enorme pau colocando-o na entrada de sua xoxota. Eu fiquei vendo entrar mm por mm do cacete dele na xoxota de minha mulher. Ela mesmo estando com a xoxota melada teve dificuldade. Milímetro por milímetro a cabeça foi sumindo dentro dela. A pele de sua xoxota ia se distendendo até agasalhar aquela imensa tora. Tudo acontecia muito lentamente. Ela gemia.
Murmurava para ela mesma: "Que rola enorme, vou aguentar, vou aguentar."
Depois disse para mim: "Olha amor, olha como é difícil dar para este monstro."
Ele acariciava os seios dela. Ela conseguiu desaparecer com o pau dele em sua xoxota. Ela começou a subir e a descer seu corpo. O pau dele aparecia todo melado e depois desaparecia. No início bem devagar, depois com mais força e rapidez. Ela gritava e berrava rebolando na enorme vara do Glauber.
Ela: Que macho gostoso. Me faz de sua puta. Quero que goze na minha buceta. Me enche com sua porra. Estou quase gozando, caralho que pica grossa.
A cada vez ela deixava o pau dele ainda mais melado. Ele a segurava pela cintura e ajudava na metida. Ele tirava o corpo do colchão empurrando seu pau para dentro da buceta de minha mulher.
Ela - Vou gozar amor, vou gozar, estou gozando no pau dele.
Ela gritou e estremeceu embalada por aquela rola descomunal. Ela gozou muito, mas muito mesmo. Seu tronco caiu sobre o peito de seu macho. Ele a abraçou e a beijou. Ela falava palavras obscenas para ele e ainda se esfregava nele. O pau dele estava mais da metade dentro dela. Meu pau já estava duro. Eu acariciava minha rola. Ele levantou, colocou ela de quatro e começou a meter na xoxota dela. Ela rapidamente começou a rebolar. Ele batia sem dó na bunda dela. Eu nunca tinha batido nela com tanta força.
Ela - Bate, bate com mais força na sua puta. Hoje quero ser puta.
Ele - Rebola vadia, vai ser minha puta quando eu estourar seu rabo.
Falava e batia nela.
Ele - Vem cá Ronildo, da sua rola para essa puta mamar.
Levantei e coloquei minha rola na boca de minha mulher. Ela me mamava com força e vontade.
Ele - Tá gostando de ver sua mulherzinha dando para outro?
Eu - Sim.
Ele - Gostou de ser corno?
Eu - Sim.
Ele - Vai ser meu veadinho?
Eu - Não vou aguentar.
Ele - Fica de quatro do lado dela.
Eu tirei o pau da boca da minha mulher e fiquei na mesma posição dela.
Ele - Vou só sentir o seu cuzinho virgem, fique tranquilo senhor Ronildo.
Ele tirou o pau da buceta da minha mulher. Mandou-a chupar o meu cu. Mandou-a enfiar um depois dois dedos. A vadia fez e ainda passou um creme no meu buraquinho. Sentia uma mão dele me segurando pela cintura e com a outra ele passava sua rola no meu rabo. Ele só empurrava um pouquinho e tirava. Estava brincando com meu cuzinho. Clô começou a chupar meu pau.
Ele estava brincando e empurrando. Senti a enorme cabeça bem alojada no meu cuzinho. Eu estava morrendo de tesão, mas estava em pânico. Senti suas mãos me segurarem. Comecei a pedir para ele não empurrar. Pedir não, implorar.
Ele - Calma, rebola na minha rola.
Eu rebolava.
Escutei a voz de minha mulher me pedir para relaxar. Disse que eu ia gostar. Pronto, senti ele empurrar. Tentei sair, mas ele era um homem muito forte. Senti a cabeça alojada dentro da entrada do meu cu. Eu queria, mas sabia que não ia aguentar.
Ele - Seja meu veadinho. Ninguém vai saber. Em alguns dias vou embora e nunca mais vão me ver. Seu cuzinho é muito apertadinho. Relaxa. Vai vadia, chupa a rola dele. Assim que entrar ele vai gozar.
Clô voltou a me mamar. Senti a maior dor da minha vida e com certeza algo havia estourado. A cabeça entrou. Senti sangue escorrendo. Dei um grito que deve ter ecoado ao longe. Ejaculei na boca de minha mulher. Lágrimas saiam dos meus olhos. Era um ardido e dor que ainda não tinha sentido.
Ao longe escutei minha mulher: "Foi o que senti a muitos anos quando estourou meu cuzinho. Relaxa. Daqui a pouco ele empurra um pouquinho."
Não sabia mais o que estava ouvindo. Ele falava que meu cu era delicioso ou coisa parecida. Ele aliviou a pressão e depois empurrou mais. Eu gritei. Ele empurrou mais. Eu gritava.
Ele ficou quieto e logo depois empurrou. Senti tudo ser empurrado dentro de mim. Meu corpo estava doendo. Eu estava arrepiado. Sentia ele pondo e tirando. Quando ele tirou de uma vez eu caí para frente.
Ele - Pronto, perdeu suas pregas. Na próxima vai gostar. Vou te deixar descansar.
Ele foi até o banheiro lavar seu pau. Imagino que mais do que o sangue havia sujado o pau dele. Minha mulher acariciava meu rosto e me beijava com sua boca cheia de minha porra. Ele voltou e ficou acariciando minha bunda com muito carinho.
Ele - Minha querida o leva para se lavar. Aproveite para se preparar, agora é sua vez de tomar no rabo.
Ela me levou para o banheiro e me lavou todinho. Ela lavou minha bunda com muito cuidado. Eu sentia minha bunda arder muito e ainda doía. Eu não olhava para Clô, estava com vergonha.
Ela - Não fica assim amor. Depois vamos aproveitar as lembranças destes momentos. Você ainda é meu marido. Adoro dar para você e vou continuar dando. Vou cuidar do seu cuzinho para amanhã você dar gostoso.
Eu não falava nada. Ela me beijava e me acariciava. Ela pegou a duchinha e foi fazer sua chuca, ela fazia e ia me ensinando. Dizia que era para eu aprender a fazer. Depois nos beijamos e ficamos abraçados. Ela disse que me amava e eu disse que a amava.
Saímos do quarto e ele estava alisando sua jeba.
Ele - Está melhor meu amigo?
Eu - Sim.
Ele - Que ótimo. Vem Clô, vem dar essa bunda gostosa para mim. Ensina para ele como é.
Ela ficou de quatro e ele chupou o cu dela, enfiou um, depois dois dedos no cuzinho dela. Passou gel no cu dela depois na cabeça do seu pau. Pincelou o rego dela e posicionou seu pau. Começou a empurrar, ela gemeu, gemeu muito, mas não gritava. Ele ia empurrando. A cabeça ia sumindo. Ele parava e depois empurrava. Ficou assim por muito tempo. Depois ele começou a tirar e por. A cada tirada ele empurrava mais, até quase sumir dois terços do seu pau. A puta rebolava. Ele socava.
Ela - Que pau enorme, me arregaça cachorro pauzudo. Arromba meu cu. Vem amor deita aqui que quero duas rolas.
Como ela ia aguentar? Era inacreditável.
Ele - Que putinha gulosa, quer levar duas varas.
Eu deitei, ela sentou no meu pau. Me beijou e estufou o rabo. Ele foi empurrando e eu senti o meu pau sendo esmagado.
Logo estávamos os três gemendo e metendo. Ela gritava e ele socava.
Ela falou que ia gozar e gozou muito. Eu gozei na sua buceta e ele no cu se minha esposa.
Ele deixou o buraco do rabo enorme. Minava porra de lá de dentro. Ele passava a mão na porra dele e espalhava na bunda dela.
Ele - Vem ver como está o buraco de sua mulher. Olha como vai ficar o seu.
Era inacreditável o que tinha acontecido. Estávamos os três exaustos. Tomamos um banho e Clô arrumou o quarto para ele dormir. No outro dia acordamos, tomamos café e fomos trabalhar. Não falamos nada sobre a noite passada. Eu ainda sentia meu rabo ardendo. Fizemos tudo que tínhamos que fazer. Ficou pouca coisa para acabar, mais uns dois dias o serviço dele ia acabar. Almoçamos em nossa casa e nada foi falado. Ao final do dia fomos tomar o café.
Clô - Vai ficar aqui conosco hoje né?
Ele - Vai querer que eu fique? E você amigo?
Eu - Parece que Clô quer. Por mim tudo bem.
Ela arrumou o banho dele e nós fomos para outro banheiro.
Tomamos o nosso banho e ela fez higiene em mim. Eu falei que não aguentaria, mas ela disse que era por precaução, vai que eu mudasse de ideia.
Antes mesmo do jantar estávamos na nossa cama. Ele e eu chupávamos minha mulher. Fizemos ela gozar. Ela começou a chupar o meu pau. Ele começou a acariciar minha bunda. Passava as mãos nas minhas nádegas e tocava no meu cuzinho com um dedo. Eu rebolei. Ele ajeitou atrás de mim e começou a beijar minha nuca e a apertar os meus mamilos.
Eu suspirava, estava entregue aos dois.
Ele - Deixa eu comer seu cuzinho. Não quero ir embora sem gozar dentro desse cuzinho gostoso. Deixa?
Eu apenas balancei a cabeça afirmativamente. Ele sem eu esperar me deu um beijo de língua. Era o primeiro beijo que eu dava em outro homem. Ele me puxou para a beirada da cama, puxou minhas pernas para cima de seus ombros. Antes minha mulher havia preparado meu cuzinho. Meu pau estava muito duro apontado para cima. Ele colocou seu enorme cacete na entrada do meu cu. Desta vez ele estava mais carinhoso. Parece que naquela posição eu sentia menos dor. Mesmo assim doía e ardia. Ele foi empurrando me segurando pelas coxas. Minha mulher chupava o meu pau. Depois de muita dor o pau dele estava dentro do meu cu. Eu estava gostando. Ele tirava e punha bem devagar. Eu rebolei e ele viu que podia empurrar tudo.
Ele - Tá gostando meu veadinho?
Eu - Hum hum.
Ele - Fala que está gostando de tomar no rabo, fala.
Eu - Estou gostando de dar o cu.
Ele acelerou a metida.
O pau dele entrava quase todo. Ele urrou e encheu meu rabo de porra. Senti ela bater dentro de mim. Eu gozei na boca de minha mulher que por sua vez tocava uma siririca.
Ele tirou o pau e para minha surpresa começou a chupar meu cu.
Minha mulher me beijava. Depois foi beijar ele. Os dois me chupavam.
Deitamos os três exaustos na cama. Meu cuzinho ardia.
Ele - Fique de boa. Vou contar um segredo para vocês. O que está acontecendo, aconteceu comigo e minha esposa. O fazendeiro, que era nosso patrão, comeu minha mulher e a mim também. Ele descobriu que eu e minha esposa comíamos a mulher dele. Ameaçou nos matar, em troca de não nos matar, ele comeu nós dois. Por isso viemos para cá. Amanhã você pode me comer.

Naquela noite trepamos com minha esposa. No outro dia depois de terminarmos o serviço, minha mulher estava fazendo um lanche para nós e eu estava apenas de calção já de banho tomado olhando as plantações quando senti ele me abraçar por trás. Ele beijou e mordeu minha nuca, me virou e me deu um beijo de língua.
Ele: Vem fazer amor comigo. Fomos para o quarto e ele continuou a me beijar e a acariciar meu pau. Eu também comecei a acariciar a rola dele. Ele se deitou para baixo e ficamos na posição 69. eu mamava na rola dele e ele na minha. Depois de um tempo ele ficou de quatro e me deu seu cu. Comi aquele cu com gosto.
Eu: Que cu gostoso.
Ele: Vai amor, goza no meu cu.
Depois de muito meter eu gozei no cu dele. Minha mulher que já estava conosco tomou a porra dele que ejaculava dentro da garganta dela.
Depois fodemos Clô e deitamos os três na cama.
No outro dia cedo ele iria embora.
Deitei de costas para ele e ofereci meu cu. Ele meteu aquela rolona de ladinho. Gozei feito uma putinha.

No fim da manhã ele foi embora, não sem antes comer os nossos rabos. Confesso que estamos com saudades dele.
Minha esposa agora usa um consolo de um bom tamanho para me comer e para fazermos uma DP nela.

Temos a esperança de Glauber voltar.

Foto 1 do Conto erotico: Minha mulher, o ajudante e eu. Perdi meu cabaço.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha mulher, o ajudante e eu. Perdi meu cabaço.

Codigo do conto:
275434

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
23/10/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
1