A ir ao cu da Amiga enfermeira da minha namorada



Vou fazer-vos uma confissão. A minha namorada era enfermeira, chamava-se Maria, mede 1,65 mt , tinha um peito médio bem firme e um rabo arrebitado de tanto ginásio. Bonita, de facto. A nossa vida sexual sempre foi ativa e boa — duas, três vezes por semana, sem queixas. Mas há histórias que começam noutro lado, e esta começou com a Verónica.

A Verónica era amiga de longa data da Maria, também enfermeira. Durante anos foi uma mulher um tanto gordinha , dessas que passam quase despercebidas nos jantares. Mas nos últimos dois anos emagreceu bastante, e o corpo que ficou por baixo era outro. Um 1,60 metro , mamas grandes — um pouco descaídas, confessava eu a mim mesmo — com mamilos que se notavam através de qualquer tecido fino, e um cu que fazia virar a cabeça mesmo de longe. Comecei a olhar para ela de uma forma diferente, sem o querer admitir.

Nos jantares de casais — eu e a Maria, ela e o namorado dela — reparava nos olhares dela. Não era coisa da minha cabeça. A Verónica olhava para mim quando ninguém estava atento, sustinha o olhar um segundo a mais, sorria com a boca mas não com os olhos, que ficavam presos nos meus. E nas conversas de mesa ela deixava escapar histórias do hospital — colegas, cantos, situações ambíguas — que faziam a Maria rir e o namorado dela abanar a cabeça. Eu percebia o que ela era. Gostava de saltar a cerca. E gostava que eu soubesse.

Um dia, com o namorado dela fora do país em trabalho, a Verónica mandou-me mensagem a perguntar se podia ir a casa dela dar uma olhada na máquina de lavar, que tinha qualquer problema. Respondi que sim, não havia problema. Fui num dia em que a Maria estava de turno.

Cheguei à porta e ela abriu de pijama. Um pijama curto, de algodão fino, cor-de-rosa. Perguntou se me importava que estivesse assim arranjada, e eu disse que não, claro que não. Mas o que os meus olhos registaram antes de eu entrar foi o seguinte: as mini cuecas marcavam-se no rego do cu e desenhavam a cona por baixo do tecido, e por cima não tinha sutiã nenhum. Os mamilos empurravam o algodão. Fingi não ver. Entrei, cumprimentei-a com um beijo na face e fui direito à máquina.

Enquanto mexia nas tubagens e no filtro, falámos do dia, do hospital, do calor que fazia. Conversa banal. Ela esteve sempre ali ao lado, encostada ao tampo da cozinha, a passar-me ferramentas que eu nem precisava. Quando consegui resolver o problema, levantei-me e dei por mim com a camisola ensopada — um cano tinha largado água. Ela foi buscar uma toalha e disse-me para tirar a t-shirt, que podia ficar só com o casaco.

Tirei a camisola. Ao levantar os braços, as calças de ginástica que trazia desceram um pouco e ficaram à mostra os pelos abaixo do umbigo. A Verónica olhou, não desviou o olhar, e disse: "Ui, que alguém precisa de fazer a depilação."

Fiquei sem jeito, pedi desculpa. E ela, sem pestanejar: "Desculpa nada, não tem mal. É para a minha amiga saber o caminho para o teu pau."

Eu soltei uma risada e respondi: "Pode não ser só para a minha amiga. Quer dizer, agora é."

Ela arreganhou os lábios: "Não me digas que deixas outras ver. Vê lá, António, há, há."

Fui buscar a cerveja que ela me tinha oferecido, dei um trago, e disse em tom de brincadeira, sem olhar diretamente para ela: "Oh, até pensei que querias depilar-me. Ou ver o resto dos pelos."

O silêncio durou dois segundos. Quando olhei para ela, os bicos dos mamilos estavam tesos, empinados contra o algodão do pijama, perfeitamente visíveis. Ela não se cobriu. Baixou os olhos para as minhas calças e disse, com a voz mais grave: "Olha que já estou há um mês sem foder. Se não fosses o namorado da minha melhor amiga, não recusava. Já notaste que às vezes procuro fora, não é?"

Não respondi com palavras. Puxei as calças para baixo, deixando o pau meio bomba à mostra, e disse: "Já está aqui. Queres matar essa necessidade?"

A Verónica olhou para o meu pau, engoliu em seco, e estendeu a mão. Começou a punhetar devagar, com os dedos a fechar-se à volta do pau, a pele a deslizar para trás e para a frente. Só dizia, num fio de voz: "Tu és tolo. Mas o teu pau é grosso. Não sei como a minha amiga aguenta isto no cu."

Nisto, meti-lhe a mão por dentro das calças do pijama. A cona estava molhada — os dedos escorregaram logo — e rapada, completamente lisa. Ela abriu as pernas um pouco mais e deixei dois dedos dentro enquanto ela continuava a punhetar.

Depois puxei-a pela nuca e beijei-a. A boca dela abriu-se logo, a língua procurou a minha, e o beijo tornou-se fundo, molhado, com os dentes a roçarem. Ela largou o meu pau, desceu para os joelhos no chão da cozinha e começou a chupar. Primeiro a glande, com a língua a dar voltas no fundo, depois desceu pelo tronco até às bolas. Meteu-as na boca, uma de cada vez, e dizia: "Bolas grandes, meu Deus. O meu namorado tem-nas mais pequenas."

Eu tinha a mão na cabeça dela, a empurrar devagar. Ela engolia o pau até ao fundo, depois saía, e voltava a entrar, com a saliva a escorrer pelo queixo.

Puxei-a para cima, levantei-a e sentei-a em cima do balcão da cozinha. Tirei-lhe as calças do pijama, fiquei com elas na mão e atirei-as para o lado. Abri as pernas dela e baixei a boca. A cona era grande, com os grandes lábios cheios, e o clitóris duro como uma pedra. Chupei devagar, com a língua a fazer círculos no clitóris, depois mais rápido. Ela agarrou-me os cabelos e empurrava a cona contra a minha boca. Virei-a um pouco e lambi-lhe o cu, com a língua a passar no anel, e ela estremeceu toda.

Comecei a meter-lhe na cona. O pau entrou todo de uma vez e ela deixou escapar um gemido longo. Fodi-a devagar no início, depois mais rápido, com o balcão a bater na parede. Ela disse que tinha diu, que podia vir dentro. Mas eu disse que queria comer-lhe o cu. Ela olhou para mim, mordeu o lábio, e disse: "Então come."

Virei-a de costas, com as mãos no balcão. Cuspi no cu e meti a glande primeiro. Ela agarrou na borda do balcão e empurrou para trás. O cu abriu e o pau entrou todo. Comecei a bombar forte, e ela berrava: "Come-me o cu, eu sou muita puta, preciso de leite!"

Fodi até não aguentar mais. Quando me vi, enchi-lhe o cu de leite, com o pau a pulsar dentro dela, e ela a apertar o cu à volta de mim. Saí devagar, e o leite escorreu pelo anel.

Ontem encontrámo-nos num convívio de amigos. Fingimos que nada tinha acontecido. Mas no meio da noite, quando a Maria foi à casa de banho, a Verónica aproximou-se e disse-me ao ouvido que já tinha sido comida no hospital por um colega enfermeiro, e que chegou a casa com o cu cheio do leite dele. O namorado quis foder e ela disse que tinha tido um dia difícil. Riu-se, e eu ri-me também. Aposto que ainda vamos repetir.

Foto 1 do Conto erotico: A ir ao cu da Amiga enfermeira da minha namorada


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claudinhaninfo Comentou em 27/10/2026

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A ir ao cu da Amiga enfermeira da minha namorada

Codigo do conto:
275703

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
27/10/2026

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4

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