Alguns metros da casa que morávamos, havia um bar...boteco.... Aonde os frequentadores eram sempre os mesmos. Sempre que eu voltava da escola, durante a tarde. Escutava assobios e elogios do tipo:
— Essa ai vai dar trabalho quando crescer!
— Oooohhh lá em casa!!!
— Pra ter uma dessa ai o cara tem que ter dinheiro!
Esses tipos de comentários sempre me arrancavam um sorrisinho. Sabia que era gostosa e que chamava atenção por onde passava. Meu uniforme escolar era uma camiseta cinza colada e eu sempre usava uma calça jeans que marcava minha bunda. Quando passava perto do bar, fazia questão de rebolar e empinar a bunda. Os homens babavam em mim..kkkk... Eu ainda não havia ido até lá até o dia que minha pediu ir comprar ovos. Era domingo de manhã, usava um shortinho jeans e camisetinha baby look rosa.
— Bom dia, Seu Moacir!
— Oi Ana...finalmente veio nos dar o ar da graça, né.
Eu já conhecia Seu Moacir de vista já que sempre o vira batendo papo com meu pai.
— Pois é.
Em volta, apenas dois coroas bebiam do lado de fora do boteco. Seu Moacir era um homem com seus 50 anos, separado e tentando reconstruir a vida. Pelo que eu sabia, fora pego pela esposa recebendo um boquete de uma novinha. Ela o largou e ele se mudou para aquele ponto.
— Preciso de uma cartela de ovos. O senhor tem?
Do outro lado do balcão, tive a impressão que ele apalpava a rola enquanto olhava para meus seios.
— Tenho bastante ovo pra você. Ovos graúdos, Aninha!HAHAHA
Balancei a cabeça e sorri.
— Vou querer uma cartela.
Ele saiu por detrás do balcão, veio ao meu lado.
— Por aqui!
Seu Moacir é um coroa moreno, quase negro..eu diria..e sabem o que dizem, né? Loirinha é tarada em negão! Senti os bicos dos meus seios ficarem duros quando ele se agachou para pegar uma cartela. Ele estava de calça moletom e vi perfeitamente o volume que se formara.
— Este aqui... está bom pra você? A perguntou se levantando. O coroa era um pouco mais alto do que eu, um pouco barrigudinho e pude ver o peitoral cabeludo que se destacava na camisa com alguns botões abertos.
— Que ovos grandes..hahaha
Ele deu uma piscadinha.
— Imagina o pintão que daria se um desses ovos fosse chocado. HAHAHA
Fomos até o balcão. Paguei e ele sorriu:
— Quando quiser mais ovo, pode me procurar. O que não falta é ovo aqui!
Passei a mão no cabelo que caia sobre minha camiseta e provoquei:
— E se eu quiser leite... tem também?
Ele se jogou sobre o balcão e me aproximei.
— Te dou ovo...te dou leite... tudo que quiser... só querer, gatinha!
Fiquei envergonhada com a insinuação.
— Tenha um bom dia, Seu Moacir!
Sai de lá, mas passei o dia pensando naquilo. Então, a tarde... por volta das cinco começou a chover. Minha mãe inventou de fazer bolo.
— Ana... estamos sem leite...vai lá no Seu Moacir e compra duas caixinhas!
A chuva estava forte, mas mesmo assim, sai correndo pela rua até o boteco que já estava quase sendo fechado.
— Calma..que pressa é essa?
— Ainnn Seu Moacir, que chuva gelada. Preciso de leite para fazer um bolo.
O boteco estava vazio e ele disse:
— Entra!
O coroa olhou para minha camiseta.
— Eu já ia fechar. Com o tempo assim, ninguém vem aqui. Mas, que bom que não fechei.
— Oi?!
— Nada..nada... o que quer mesmo?
— Duas caixinhas de leite.
Seu Moacir encarava minha camiseta e foi ai que entendi. Eu estava sem sutiã e como molhou, os bicos estavam bem nítidos.
O coroa saiu do balcão, a calça moletom marcando ainda mais a rola que naquela altura já estava dura.
— Fique aqui. Já volto!
Ele foi até uma estante no fundo do boteco e o segui. Vi quando ele olhou para as caixinhas.
— E agora? Leite integral... desnatado..esqueci de perguntar...
Vi que ele estava confuso e quando ia responder... ele falou baixinho:
— Se ela tivesse pedido leite de saco, ia botar ela pra ordenhar meu pau. Puta safada.
Aquelas palavras me deram raiva, mas gostei de saber o que ele pensava de mim. Se era assim que ele achava que eu era, iria mostrar a puta que sou. Dei meia volta, fui até a entrada e olhei para a rua. Um lado da porta já estava abaixado, o outro estava pela metade.
— O que está olhando?
Dei um pulinho. Atrás de mim, Seu Moacir olhou a rua. Senti a pressão na minha bunda e sabia que ele estava me encoxando.
— Só vendo se a chuva já está parando. Mas, nada....
Ele roçou na minha bunda e senti a pica dura. Abri um pouco as pernas e a rola se acomodou entre minhas coxas.
— Nunca vi o tempo assim, Ana... Vai demorar pra passar. Sua mãe vai ficar preocupada, né?
Mexi um pouco a bunda.
— Talvez, mas...quem me mandou ir atrás de leite foi ela..então...
O coroa gemeu baixinho quando empinei ainda mais a bunda e falei:
— Então... o que está achando dessa putinha safada?
Seu Moacir me puxou para dentro, saiu de trás de mim, abaixou a porta e me encarou.
— Deixa eu mamar nessas tetas..deixa?!
Tirei a camiseta, os bicos rosados ainda mais durinhos. Seu Moacir colocou as mãos neles e apalpou.
— Que coisa linda. Olha isso!
BLUP, BLUB. BLUP
— AINNN..UUUUUNNNNN...
Ele chupou e deu leves mordidas nos bicos. Sugava com vontade e ria.
— Vou é tirar leite dessa vaquinha rampeira. Vem aqui!
O segui e passamos pelo balcão. Havia uma pequena mesinha de madeira maciça e duas cadeiras.
— Tira o short, senta na mesa e abre as pernas.
Obedeci e ele sentou na cadeira.
— Se você soubesse o tanto que desejei essa buceta. Sou o coroa mais sortudo dessa cidade.
Ele segurou minhas pernas, colocou sobre os ombros e chupou minha bucetinha.
— OHHHH! Que linguada gostosaaaaa! Ainnnn!
A língua mole dele me deixaram toda derretida. Ele então, agarrou meus seios e apertou os bicos me fazendo ver estrelas.
— OHHNNN...ÃÃÃHNNN! SAFADOOOO!
Quando fiquei toda jogada sobre a mesa, o coroa se levantou, tirou a camiseta e vi sua barriga peluda e morena. Antes que ele abaixasse a calça, me levantei e sentei na cadeira.
— Deixa que eu faço isso!
Comecei a apertar a rola por cima da calça.
— Como é dura, Seu Moacir...NOSSSAAAA!
— Abaixa logo essa porra e me chupa, vagabunda!
O cacete grossinho, bem moreno da cabeça rosada...parecia um morango. Punhetei de leve com uma mão enquanto alisava o saco com a outra.
— Tá cheio de leite, hãnnn!
— Vai, gatinha! Se chupar gostoso vai ganhar meu leiteeeee....ohnnn..issuuuuuu!
A rola apontava para a esquerda e tive dificuldade pra mamar, mas me acostumei. Seu Moacir mexia o quadril fazendo o pau entrar e sair.
— OHNNNN! PORRAAAAA!
Bastou apenas alguns segundos e senti o gosto de porra na boca. Quando me afastei, recebi uma leitada no rosto.
— AOHNNN!! ISSSOOOO! ARGHHHH!
O pau pulsava, apertei o saco dele para esvaziar totalmente. Fiquei com a cara cheia de sêmen.
— Eita, Seu Moacir. Quanta porra?!?
— Poxa, Aninha. Pensei que fosse beber tudo.
Passei o dedo indicador pelo rosto e comecei a lamber a porra presa. Me levantei e sorri.
— É uma pena. Achei que iria durar mais.HAHAHA
Quando fui até o balcão para pegar minha roupa. Ele me agarrou por trás, beijou meu pescoço e mordeu minha orelha.
— E quem disse que acabou?
Ele afastou minhas pernas, encaixou a cabeça na minha buceta e parei ele.
— Sem camisinha é foda...hahaha..
— Aninha, depois que fiquei solteiro, nunca mais sai com ninguém. Pode ficar tranquila que...
— Eu não quero engravidar...de jeito maneira!
Ele riu.
— Se este é o problema... pode deixar... vou botar só no cuzinho!
PLAFT
Me deu um tapa na bunda.
— Você quer sentar ou prefere deixar que eu te enrabe, loirinha?
Aquele bruto iria me arrebentar se eu deixasse. Pedi para que ele se sentasse na cadeira e assim o fez. Me ajoelhei e cai de boca de novo.
— AOHNNNN..UIIIII! AINDA TÁ SENSÍVEL.
Segurei a pica com as duas mãos e suguei a cabeçona.
— OHNNNNNN...AINNNN!
Passei a língua na fenda da cabeça e senti salgadinho. O pré gozo saltou bem transparente.
— Agora sim... está no ponto certo pra fuder!
Me virei, posicionei a cabeça na entrada e fui forçando. Ele segurando minha cintura apenas esperou quando encaixei tudo.
— Que gostosoooo.. ainnnn! Ohnnnn! Tesãããoooo!
PLAFT, PLAFT, PLAFT
— Rebola na pica, cadela! VAIII! ASSIMMM! PUTAAAAAA!
Meu rabo estava sofrendo na pica, mas eu estava amando.
PLAU, PLAU, PLAU
— Como sonhei com este momento. Que cuzão guloso! OHNNNN!
PLOC, PLAU,PLOC, PLAU
Ficamos assim por alguns minutos. Me levantei, me virei e sentei de frente. Seu Moacir chupava meus seios que subiam e desciam conforme eu cavalgava.
— PULA..PULA..PULA..
PLAFT, PLAFT, PLOC, PLAU
Quando cansei, sai de cima, fui até o balcão e me apoiei ficando de 4. O coroa abriu minhas nádegas e chupou meu cuzinho, eu suspirava pensando em como minha mãe estaria brava por minha demora.
Só sai de meus pensamentos quando o piru foi bem fundo.
— Que rabão gostoso da disgraçaaaa..OHNNNN!
PLOC, PLAU, PLOC, PLAU
Estava fudendo como uma verdadeira meretriz. Fazia a alegria do coroa enquanto sentia meu rabinho sendo devorada com aquele cacete torto.
— Vou te deixar bem arrombada. Quando passar em frente ao bar rebolando, vou dizer pros caras que fui eu que te deixei daquele jeito..AHNNNN!
— METEEEE! ISSOOO! FODEEEE A PUTONAAAA..AINNN! EU QUEEROOO MAIIISSS! OHNNNNNNN
— Gosta, cachorra?! Gosta do pau do negão. Vou amar quando estiver batendo papo com seu pai sem ele saber que estourei o cu da filhinha mimada dele.HAHAHAH
— ISSOOOO..METEEE..AINNN! OHNNNN
Minhas pernas tremeram, estava gozando pelo cu. Quando dei os últimos espasmos, Seu Moacir me deixou. Senti um vazio no cuzinho.
— Olha o tamanho do rombo que fiz!
— Mete mais..seu Moacir..mete!
Ele se agachou, deitou no chão e disse:
— Agora é sua vez! Quem quicar no pau..anda!
Fiquei de frente pra ele, fui me agachando ainda desnorteada com a gozada que dei. Sem perceber, encaixei a pica na bucetinha. Já nem me importava mais. Entrou que foi uma delicia!
— UINNNN..Que bucetão quentinho!
PLAU, PLAU, PLAU
Comecei a cavalgar passando as mãos pelos seios enquanto o coroa apenas alisava minhas coxas.
— Isso que eu chamo de trepada.
— UINNNN..AINNNN!
Quando cansei, ele passou os braços por baixo das minhas coxas, me erguendo. Então, começou a meter subindo e descendo o quadril. Metia tão forte que eu quase cai por cima dele.
— UINNN! AINNN! CALMAAAA! CALMAAAA! OHNNNNN
— Puta que nem você, a gente tem que meter como uma britadeira...AHHHHNNN! OHNNNNN!
PLAU, PLAU, PLAU
Eu estava paradinha levando pirocada na buceta. Então, senti meu corpo formigando, a buceta contraindo e fechei os olhos.
— VOUUU GOZARRRRR ANINHAAAA..AHNNNN! OHNNNN! SUA BUCETA TÁ QUERENDO PORRRAAAA! OHNNNNN!
Gozamos ao mesmo tempo... só quem já trepou e gozou junto sabe o que senti.hahahah
Ele me beijou e ficamos abraçados depois que sai de cima dele. Ali, naquele boteco, estava com o cu ardendo, a buceta cheia e a cara cheirando a gozo. Mas, amei aquilo tudo.
A chuva cessou.
TOC, TOC
Bateram na porta do boteco. Nos levantamos rapidamente e nos vestimos.
— Já vai..já vai!
Quando dei sinal, Seu Moacir abriu a porta.
— O meu véio...vim tomar um goró! Eita....essa ai não é a filha do...
— Obrigada pelo leite, Seu Moacir. — falei saindo com a sacolinha na mão.
Quando passei pela porta, sai rebolando, as pernas bambas e ainda escutei Seu Moacir falando:
— Tá vendo, Zé. Como ela saiu daqui toda satisfeita com meu leite?!
— A bixinha tá andando até torto!
Fiquei puta da vida, mas continuei caminhando. Enfim, depois de um tempo, Seu Moacir precisou deixar o ponto. Para minha tristeza, fiquei sem ninguém pra me dar leite e ovos..hahahha...alguém ai gostaria de dar leitinho pra essa gatinha!?
Espero que tenham gostado do meu conto. Por favor, sempre que lerem, deixem um comentário. Dá trabalho pra escrever..kkkkk... até outro conto!




Muito bom