— Tá tudo bem? — perguntei baixo, só para quebrar o gelo.
Ele não respondeu com palavras. Apenas com a cabeça,
— Pode ser aqui mesmo?
ele todo apressado nem falou nada e foi logo pegando no meu pau e botou para fora mole mesmo e já colocou todo na boca ainda mole e começou a passar a língua de um lado para o outro enquanto meu pau foi ficando duro sem ele tirar da boca nem para respirar.
Nisso eu me virei um pouco e comecei a botar meu dedo no cu dele por cima da bermuda mesmo e, enquanto ele chupava meu pau até o final, eu ficava alisando o cu dele com o dedo e segurava a cabeça dele e ficava fudendo a boca dele com força enquanto as lágrimas saíam dos olhos dele, até que ele começou a gozar ali mesmo sem nem tocar no pau. Eu perguntei se ele tinha gozado mesmo e ele mostrou a cueca toda melada dizendo que queria tomar minha gala, então eu segurei a cabeça dele com força e comecei a fuder a garganta dele cada vez mais rápido até eu gozar e ele tomar tudo, deixando nós dois completamente ofegantes dentro do carro enquanto o silêncio daquela orla deserta parecia destacar ainda mais a nossa respiração acelerada e a adrenalina que corria nas veias após um momento tão intenso. Ele se recostou no banco com um sorriso de satisfação estampado no rosto, trocamos apenas alguns olhares cúmplices que dispensavam qualquer palavra, e eu saí do carro com a certeza de que aquele encontro rápido e clandestino em Cruz das Almas ficaria marcado na memória de nós dois por muito tempo
grind