O gordinho virgem

Quando bate um tesao vou ao Bate-papo UOL para uma gozada rapida. Entre as dezenas de nicks genéricos, um me deu o bote: "Gordinho Virgem". O interesse foi instantâneo. Pensei logo: "É hoje que eu arrombo esse cu virgem".
No chat, o papo rendeu. Ele era do interior, estava na casa do irmão e morria de medo de ser descoberto por ser de família conhecida. A curiosidade dele, no entanto, era maior que o medo. Trocamos fotos. Ele era alvo, peludo na medida e tinha aquele porte robusto que eu curto. O convite para o motel foi aceito sem hesitação. Fui buscá-lo com o pau já pulsando.
No trajeto, o nervosismo dele era nítido. "Nunca nem toquei em um pau", confessou. Pedi para ele relaxar, mas eu já estava decidido a não ter tanta paciência assim.
Assim que entramos no quarto. Libertei meu pau e ele travou, hipnotizado pela cena. Puxei a mão dele com força e a fechei em volta da minha rola. Ele começou a bater uma punheta desajeitada, sem ritmo, mas o calor da mão dele já me deixou louco.
Puxei a cabeça dele pela nuca e ordenei: "Chupa". Ele ficou de joelho e abriu a boca e veio com tudo, mas os dentes rasparam e eu avisei. "Calma, sem dente. Só língua e garganta". Ele foi aprendendo no susto. Quando tentei enfiar tudo, ele engasgou, os olhos lacrimejando. Deixei que ele trabalhasse só na cabeça, sentindo a saliva quente escorrer enquanto ele se perdia no meu pau.
A hora da verdade chegou. Mandei ele deitar na cama, na posição de frango assado. A cama era alta e eu fiquei em pé, vi aquele cu peludo, virgem, fechado a cadeado. O cu dele ficou na altura do meu pau,Tentei a primeira investida e a resistência foi total. Parecia uma parede. Encharquei os dedos de lubrificante, enfiei um, dois, tentei várias vezes e nada de entrar o meu pau no cu apertado
Virei ele de quatro, a bunda branca empinada pra mim. Encostei a cabeça do pau e empurrei com força e a cabecinha entrou. Ele soltou um grito abafado no travesseiro, o corpo todo tremendo. — Para, por favor! — ele implorou, quase chorando. Fiquei parado dentro dele, sentindo o cu dele pulsar em volta do meu pau, me apertando como se quisesse me expulsar
Esperei ele relaxar e comecei um vai e vem lento, torturante. Ele tentava controlar o ritmo com a mão, mas eu segurei os pulsos dele e assumi o comando. — Tá doendo? — sussurrei no ouvido dele. — Muito... mas não para. Eu quero isso!
Aquelas palavras foram o gatilho. O ritmo mudou. O barulho de pele batendo com pele começou a ecoar no quarto. — Vai com mais força! — ele gritou, agora entregue ao prazer. — Você quer que eu te arrombe, né? — provoquei. — Quero! Me arromba!
Comecei a dar estocadas brutais. Eu tirava quase todo o pau, sentindo a pressão do cul dele, e enfiava de uma vez até o talo. Ele gemia alto. O cu dele, antes travado, agora devorava meu pau a cada estocada. O suor colava nossos corpos e a batida era seca, violenta..
A pressão na base do meu pau chegou ao limite. O cu dele me apertava como uma luva de veludo, sugando cada centímetro. — Vou despejar tudo! — avisei, com a voz rouca, sentindo o gozo subir. — Na minha cara! Goza na minha cara agora! — ele urrou, virando o rosto para trás, os olhos vidrados de puro transe.
Saí de dentro do cu dele com um estalo úmido. Arranquei a camisinha com pressa e, enquanto ele ainda arfava de joelhos, descarreguei jatos quentes e grossos que marcaram o rosto e o peito dele. Ele fechou os olhos, recebendo o batismo daquela experiência, deixando o gozo escorrer pela pele branca.
Ficamos ali por alguns segundos, apenas o som das respirações pesadas preenchendo o quarto. Ele não correu de imediato. Ficou estático, processando o peso daquele arrombamento.
Quando ele finalmente se levantou, foi devagar, sentindo o corpo moído e o latejar lá embaixo. Olhou-se no espelho do motel, limpando o rosto com a mão, e deu um sorriso de canto, meio sem jeito, mas visivelmente orgulhoso. O menino que entrou ali cheio de medo tinha ficado para trás.
— Doeu como eu imaginei — ele disse, vestindo a camisa enquanto ainda tentava recuperar o equilíbrio — mas agora eu sei exatamente por que todo mundo gosta.
Levei-o de volta em silêncio, mas o clima no carro era outro. Antes de descer, ele me olhou nos olhos, com uma segurança que não tinha antes, e disse: — A gente se vê no próximo final de semana. Mas dessa vez, não precisa ter tanta paciência

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Comentários


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engmen Comentou em 29/10/2026

O marco inesquecível de se romper uma barreira, física, emocional e social, muda as pessoas. Ótimo conto.




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico grind

Nome do conto:
O gordinho virgem

Codigo do conto:
275804

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/10/2026

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