O EVANGÉLICO RECIFENSE EM BUSCA DA CURA GAY EM SAMPA


Meu nome é Gabriel, tenho 25 anos. Posso dizer que sou um rapaz bonito (se for falta de modéstia peço desculpas), Moreno (tipo árabe), cabelos lisos e curtos, sobrancelhas largas, cílios longos que contrastam com meus olhos, pernas grossas, jogo futsal (por sinal muito bem), malho bastante na academia, mas não sou musculoso (não gosto), mas sou todo durinho, braços, pernas, bunda a rola então sempre dura tem um bom cumprimento (longa), a espessura ideal para comer um cuzinho chega a ser fina e meia achatada e alarga progressivamente, a glande semi exposta vermelha, os testículos grandes assim sendo minha rola não provoca grandes dores, não uso barba, meu trabalho não permite trabalho que é do ramo de hotelaria, sou muito expansivo (nem sempre foi assim) gosto muito de conversar sou muito bom papo, 1,68 de altura e estou entre 62 a 68 Kg. Magro. Moro em São Paulo.
Me considero Bissexual. Não estou nem aí, transo com, homens e mulheres, jovens e velhos, como e dou, chupo cu e também rola tanto faz. Adoro quando sentam em minha rola como também, fico doido quando tenho o cuzinho lambido, então o que a pessoa estiver a fim de fazer eu faço com prazer e com consentimento sempre.
A preferência é ser ativo, como passivo tudo vai depender da maneira que é conduzindo a relação, NÃO DESCARTO SER PASSIVO NÃO, mas aviso para me comer tenho que ter meu cuzinho muito bem chupado não abro mão, abro bem o cu!!!!. O importante é que seja prazeroso pra ambos os lados.
Bom vamos ao relato recente que aconteceu em um domingo pela manhã.
Bom quem é de São Paulo sabe bem que a mudança de tempo anda meio maluca por aqui, muda repentinamente, aqui está bem característico de outono, manhãs e noite bem frias e durante o dia aquele solzinho que não esquenta muito. Então como eu tinha trabalhado no sábado e voltaria a trabalhar no domingo as 14:00hs até as 22hs (iria descansar na 2ª e 3ªfeira) acordei umas 9:30hs., tomei meu café e fui até a varandinha do meu AP observar como estava a cara do tempo, pois dentro de minha casa estava muito gelado. Notei que do outro lado da rua estava batendo um sol bem gostoso, e não estava ventando, resolvi descer e tomar um pouco de sol. Vesti um moletom folgado sem cueca com uma blusa do conjunto e fui me aquecer no sol.
Aquele sol quentinho batendo em meu corpo e meus pensamentos obscenos estava me provocando uma certa ereção a qual deixava minha jeba bem marcada em meu moletom, eu brincando de latejar minha rola fazendo pulsar e balançava o meu moletom.
Quando viro meu rosto em direção a uma praça vi na esquina um grupo de pessoas, homens e mulheres dividindo-se em duplas com seus livros em suas mãos. Como eles mesmos dizem estavam arrebatando ovelhas para sua igreja. Como a distância ainda era boa não viram nada que estava com a rola dura. Estava meio tranquilo. Mas notei que uma dupla masculina vinha em minha direção um homem aparentando uns 35 a 40 anos e um rapaz de no máximo 18 a 20 anos para menos sabem a roupa social envelhece um pouco.
Passaram por mim e o jovem me olhou sorrindo e balançado a cabeça como me cumprimentado e seu olhar foi direto pra minha rola. Também sorri e fiz um pequeno gesto com a mão também em cumprimento. Eles deram uns cinco ou seis passos a mais, cochichando qualquer coisa e o jovem volta em minha direção. Se aproximando de mim com seu olhar praticamente fixo em meu meninão e falando que gostaria de falar algumas palavras. (aqui vale a pena fazer uma pequena descrição dele)
Ele era um rapaz de descendência “afro descendente” (acho que é a maneira correta de falar). Um rapaz com uma pele mais para o dourado claro mostrava que tinha tomado muito sol, pois tinha um brilho lindo em sua pele, com um sorriso onde mostrava seus dentes separados e branquíssimo que deixava seu sorriso lindo, cabelos super baixo com um contorno em sua frente e também a marca de uma risca lateral. Seus lábios mais volumosos e nariz com base mais larga e narinas arredondadas. Com sua calça social com cinto apesar de ser magro suas coxas e a bunda como uma almofada natural bem saliente. Me trouxe na minha lembrança aquele garoto que trabalhou na novela “A cor do pecado” o Ray. (Sergio Malheiros).
(Ele) – Me permite falar algumas palavras com você?
(Eu) – Eu permito sim!! Tem que ser breve, pois tenho trabalho ainda hoje. Pode ser?
Ele começou o blá blá blá….. e olhava constantemente pra minha rola e para provoca-lo e como estava com aquela coceirinha no saco pois meu pêlos estavam crescendo, pois faço a depilação geral, sabe aquela que temos de dar um belisçãozinho com o indicador e o polegar apertando de leve o saco. Ele acompanhava minha ação e sorria o que me causava um tremendo tesão. Até que eu pegue descaradamente na rola dei uma ajeitada e comecei a pulsar a jeba pra ele parar de falar um pouco como não parava de falar fui obrigado a interromper.
(Eu) – Olha…. meu jovem o seu companheiro está meio impaciente e agitado pra você ir com ele. E você com seu olhar pra minha rola está me deixando com o maior tesão. Despacha seu companheiro que eu te convido pra tomar um copo d’agua em casa. Aceita? Ele fez um sinal para que o parceiro dele seguisse adiante e colocou a mão no ouvido querendo dizer pra telefonar depois.
(Eu) – Bom você vai subir comigo, e está claro pra você minhas intenções. Não é mesmo? Ele com seu sotaque muito gostoso de ouvir me deixou intrigado me lembra o sotaque do Lenine ou Alceu Valença, que acabei falando pra ele também.
(Ele) – São dois conterrâneos meus, somos de Recife. Você me convidou para tomar uma água é isso que ficou claro pra mim, com seu sorriso de safado.
(Eu) – Bom vamos pra lá então, sabe seu sorriso e sua boca me deixa com um tesão tremendo, não vejo a hora de dar uma chupada em seus lábios. Ele fazia uma carinha de vadia, assim que abri o portão do prédio deixei ele entra primeiro, quando passou por mim eu segurando o portão peguei em sua bundinha e disse:
(Eu) – Com uma bunda dessa que você deve fazer o seu Pastor e seus conterraneos muito felizes. Ele ficou meio assustado pelo que falei e meio engasgado respondeu.
(Ele) – Acho que vou me retirar, minha sede fica pra depois. E foi virando para ir embora eu segurei em seu braço e falei.
(Eu) – Você me desculpas, não vai embora não. Vamos subir para selar a paz entre a gente, mas sempre pregação. Combinado?
(Ele) – Se eu aceitar seu convite para selar a paz entre a gente, eu posso confiar em você? Segurando minha rola a meia bomba e ele olhando discaradamente para ela eu falei:
(Eu) – Com esse seu olhar direto pra minha rola. O que posso falar é “se a cabeça de baixo pensar mais alto. NÃO SEI!!!” que a cabeça de cima vai fazer. O que garanto com certeza que não vou fazer nada que você não queira fazer. Pode ser assim?
(Ele) – Não sei porque mais estou meio nervoso que minhas mãos estão suando. Estou achando que não deveria ter aceitado subir com você
(Eu) – Eu acho que você só está na dúvida, pois não está acreditando muito em você mesmo. Não é isso?
(Ele) – Eu sei que você pretende fazer comigo, é por isso que estou nervoso. Estou em São Paulo a quase 6 meses e nunca fiz nada disso aqui em SP, aliás é por isso que meus pais me enviaram para cá para eu ficar na casa do meu tio e parar com isso. Ele deu um sorriso meio nervosinho.
(Eu) – Parar com isso o quê!!!!!! Então estou certo você gosta de uma sacanagem. Né seu safado.
(Ele) – Eu vou voltar, não vou subir para seu apartamento. Peguei em seu braço e fui e, rumo da escada. Ele foi sem contestar.
Quando subimos 3 lance de escada, me dei conta que não havia ninguém nas escadas e ele insistia em desitir de subir. Nisto , ele falou :
(Ele) – Eu sei claramente o que você pretende comigo, só acho que não devo subir até seu apto, por 2 causas . A primeira “Eu vou voltar a casa zero e não cumprir pra que eu vim a SP. E a segunda eu não estou preparado e se acontecer algo mais a fundo, posso fazer uma sujeira. Então deixa eu te mamar aqui.
(Eu) - Lá no meu apê é melhor, não tem perigo de sermos pegos…
(Ele) - Aqui é melhor pra mim, pois aqui não vai mais afundo comigo falou, dando um sorriso safado.
Meu pau parecia uma estaca de duro.
Minha posição era dois degraus mais alto que ele, ele agarrou minha pica sobre meu moleton, desceu minhas calças somente a parte da frente, arrancou o meu pau que já babava. Ele caiu de boca suavemente, fazendo o prepúcio rolar com toque dos lábios, expondo a cabeça inteira do meu pau à sua língua quente.
Sua habilidade era com quem sabia o que estava fazendo, começou o vai e vem. Fiquei ali sendo mamado na escada do prédio com uma adrenalina muito alta. E fui falando praticamente murmurando
(Eu) - Mama, vai! Mama gostoso! Mama viadinho!. Eu falava baixo, com medo de ser pego em flagrante, a adrenalina tornava a mamada ainda mais gostosa.
Ele era rápido e guloso, enquanto o meu pau ia e vinha dentro da sua boca úmida, sua língua se revirava lá dentro, amplificando o efeito do boquete. Ele babava muito até puxou o elástico do meu moleton para proteger sua camisa e babava em meu moleton,
Pus a mão em sua nuca tentando coordenar a mamada a um ponto que segurei em suas orelhas com força e enterrei o meu pau em sua garganta, ele engasgava e sua saliva viscosa rolar pelo meu pau e saco e pintava molhanda meu moleton. Estava uma delícia eu movia meu ventre contra a boca dele, segurando suas orelhas fazendo sua cabeça vir de encontro a minha pélvis. Sentia a respiração pesada dele quando o seu nariz afundava na minha região pélvica.
Até que seu celular tocou, ele meio afobado atendeu, acho eu que ele pensou que eu já parar. Enquanto ele falava com seu parceiro que ainda estava na rua, e eu batia com minha rola melada em seu rosto, e ia enfiando em seu nariz no olho passava pela boca que até saiu lagrimas de seus olhos, olhando pra mim, praticamente implorava para parar. Eu não parei. Ai ele disse pro amigo que em um momentinho falava com ele e desligou, em seguida Ele sorriu e disse:
(Ele) – Que maldade você fez comigo, mas adorei como você batia com seu cacete na minha cara. Mas tenho que apressar.
Ele voltou a mamada, engolindo o meu pau até o talo e engasgando.
(Ele) - “Me bate”. Atendi seu pedido. Ele tirou minha rola da boca e falou:
(Ele) – Pode me bater mais forte.
(Eu) – Voce não sabe o que esta provocando não podemos fazer tanto barulho aqui. Quer ir para meu apto.? Ele só balançou a cabeça negativamente.
Com uma mão, agarrei os cabelos dele e fiz o viadinho engolir o meu pau, com a outra, dei um tapa com mais força, nem me importando se seríamos descobertos. Ele começou a mamar com mais tesão ainda.
(Eu) - Mama minha rola, puto, mama direito o putinho gosta de apanhar! É bom saber.” Senti o dente dele tocar a cabeça do meu pau. Dei outro tapa. Ele melhorou o boquete.
Segurei ele pelas orelhas e começei a ditar o ritmo que eu queria, ele caiu ajoelhado no degrau, completamente entregue. Ele engasgava, as lágrimas rolavam e eu socava na boca dele sem dó.
(Eu) - “Vou gozar,” E você vai beber tudinho!” Ele parou de mamar e falou:
(Ele) - Não cara, por favor, não faz isso comigo, não!” Por um segundo achei que ele estivesse pedindo de verdade.
(Eu) - Cala a boca e faz o que eu mando! Senão aí sim vai sujar sua roupa e forcei a mamada e ele relutou, mas eu impus a minha vontade e ele teve que aceitar.
Fiz ele mamar o mais rápido que eu pude e anunciei “Vou gozar, bebe tudo! Vou gozar, vou gozar…” o meu pau encaixou na garganta dele, garganta a baixo, e lá eu despejei os jatos de porra, obediente ele engoliu meio engasgado, os olhos vermelhos.
Depois que gozei ele quis parar, mas falei “Deixa o meu pau limpo, puto” Então ele mamou até que não tivesse mais nenhum resquício de porra.
Quando terminou, ele limpou a boca ns minhs calça de moleton, sorriu olhando pra mim e disse
(Ele) – Você não devia fazer isso comigo. E eu nem gozei!!!
(Eu) – Eu não costumo deixar ninguém na mão. Não!! Posso fazer voce gozar agora mesmo é só você deixar eu te mamar.Veja o quando você babou em meu moleton.
(Ele) – Meu Pastor está me esperando, fica para uma proxima vez. Quem sabe, trocamos contato e eu amarrrei minha blusa na cintura para cobrir o babado e o acompanhei até o portão. Subi para meu apto tomei um belo banho e fui para meu trabalho, pois entrava as 14:00 e saia as 22.
Quando eu retornei de meu trabalho já passava das 23:00 hs. E quase em frente ao meu prédio eu encontro com ele me esperando e falou que agora estava sem pressa era somente eu convida-lo para subir comigo. Advinha o que eu fiz……… É outro conto.

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico gabizonaleste

Nome do conto:
O EVANGÉLICO RECIFENSE EM BUSCA DA CURA GAY EM SAMPA

Codigo do conto:
275919

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
30/10/2026

Quant.de Votos:
2

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