O LEITE MATERNO DA CUNHADINHA

Cristo Deus, como a Laura estava gostosa naquela véspera de natal! Usava um vestido vermelho, justo no corpo, denunciando suas curvas, era longo até os pés, quase não via seu salto alto. Sua boca carnuda, vermelha, combinando com a roupa, seu decote quase explodindo aqueles volumosos peitos. Cabelos negros longos até as nádegas. Uma mulher provocante que tem noção da sua sensualidade. Mesmo pouco tempo depois de dar à luz, a gestação não tirou sua sensualidade — parece que até a deixou mais sexy. Tomava um drink à base de morangos e leite condensado, que a fazia passar a língua sobre os lábios a cada gole. Quando sorria, um sorriso largo e com dentes perfeitos brindava a todos.
A festa era na casa dos meus pais. Uma casa grande, com dois andares. Quartos no térreo e no segundo andar. Meu quarto ficava nos fundos, separado. Tinha umas 20 pessoas, entre família e amigos. Todos bem vestidos.
Meu irmão se aproximou com a filhinha recém nascida chorando e entregou à mãe — minha cunhada, Laura. Meu irmão já estava visivelmente alterado, todo bobo. Era um cara com barriga de chopp com seus 36 anos, um cara gente boa, mas, quando bebia ficava chato. Ele tentou roubar um beijo da esposa, que negou, virando o rosto, dizendo que iria borrar o batom. Arrumou minha sobrinha no colo e veio em minha direção. Seus olhos negros pousaram em mim, olhos grandes e vívidos, com um brilho sedutor. Quando chegou perto, seu cheiro era quente, ardente e fresco. Disse para ficar de olho no Carlos, meu irmão. Fiquei. Ela entrou no quarto da minha irmã com a bebê.
Laura era amante do meu irmão antes dele largar sua ex-mulher pra ficar com ela. Eu sabia, os meus pais e parentes só desconfiavam. A primeira vez que a vi foi em uma barzinho que fui com Carlos, dias depois que ele deixou sua ex-mulher e um filho de 6 anos. Ela nos encontrou lá, toda gostosa e cheia de intimidade com meu irmão. Eu desconfiava que ele traía Camila, sua ex, mas nunca vi nada, mas nessa noite tive certeza. Esse era o motivo — era Laura. Talvez no lugar dele eu faria o mesmo. Naquela mesma noite, quando ele foi ao banheiro, perguntei para Laura, que já estava bêbada, quanto tempo que ela conhecia meu irmão. Sem pensar e sob efeito do álcool, confessou que há uns dois anos. Dois anos. Dois anos chifrando Camila. Dois meses depois anunciou a gravidez. Provavelmente já estava grávida quando era amante do meu irmão. Certa vez, quando Carlos estava bêbado, mostrou para mim vídeos de uma morena tocando uma siririca, com a pepeca toda molhada, que chegava a escorrer. Toda pelada, sem mostrar o rosto, mas quando ela ficou de quatro, uma tatuagem de uma borboleta que seguia do cóccix até o pescoço, com rastros de borboletinhas. Era a mesma de Laura. Toda vez que eu estava perto dela, sentia uma lascívia, um desejo impuro. Sabia que era safada, e isso me excitava. Toda essa luxúria fazia parte do seu ser e de sua beleza, com seus 27 anos, tudo fazia com que ficasse ainda mais sexy. Sou 10 anos mais novo que meu irmão, mais bonito e sexy. Mas o que faltava em beleza para ele, compensava com sua conta bancária. Tinha uma empresa de caminhões que prestava serviços para a empresa Aurora transportando carnes.
Nessa noite, assim que passou da meia noite, começou a cair uma fina chuva lá fora. Quando a madrugada já vinha chegando, boa parte dos convidados já tinham ido embora. Ficou só os mais próximos. Bebíamos, dançávamos, cantávamos e Laura já estava naquele estado que a fazia esquecer que era mãe de família e minha cunhada. Chamou Carlos para dançar com ela, ele até tentou, mas estava sem condições nenhuma. Ele me puxou e jogou para os braços dela. Dançamos por breves minutos, mas pareceu uma eternidade. Seus braços em volta do meu pescoço, seus seios tocavam meu tórax, seu cheiro me enfeitiçando. Uma enorme vontade de agarrá-la, tomar seu corpo para mim e fugir para bem longe gritava no meu íntimo. Que mulher que era aquela, meus amigos. Talvez você me julgue mau-caráter, canalha ou coisa pior, mas se vocês estivessem no meu lugar, duvido que conseguiriam manter a santidade. Quando a carne grita, não tem como não ouvi-la. Sentamos. Laura pediu pra mim ir pegar sua bolsa que tinha esquecido no banheiro do quarto. Quando peguei sua bolsinha preta, estava aberta, uma tira de um tecido vermelho caia para fora da bolsa, quando puxei, seu sutiã vermelho estava todo visível. Olhei em volta, fechei a porta. Levei o tecido ao nariz e senti seu aroma impregnado com seu perfume. Inalei como se fosse o último suspiro da minha vida, como se inflando os pulmões com sua fragrância, Laura se tornaria parte de mim. Quando afastei o sutiã, vi manchas amareladas no tecido interno. Era seu leite. Passei a língua sobre as manchas e senti um leve gosto diferente. Lambi até a mancha ficar opaca. Meu pênis crescia. Tirei ele para fora e envolvi o sutiã sobre sua cabeça. Masturbei-me com o bojo apertando meus testículos, gozando sem sujar a peça íntima. Apertei até sair a última gota, isso não durou mais de 3 minutos. Lavei-me e voltei até Laura.
Já batia às 3h da manhã e os últimos que restaram já estavam se retirando. Laura puxou Carlos para ir para o quarto que minha mãe arrumou para eles, mas ele estava sem condições de andar sem ajuda. Praticamente carreguei ele até a cama e ali ficou, imóvel, apagado sem noção de nada. Laura disse que ele não acordaria tão cedo. Me agradeceu e colocou a bebê no carrinho ao lado da cama e perguntou se daria para só mais uma saideira. Descemos, peguei uma longneck para cada, sentamos no sofá , apenas nós dois. Ela estava sexy, com aquele cabelo todo bagunçado, mexendo os lábios e cantando uma música da katy Perry, não lembro qual. Fechava os olhos, jogava seus cabelos para trás e sorria, com sua língua no meio de seus dentes. Cristo, que mulher! Ficamos uns minutos ali, sem muito que dizer, apenas com a música tocando e Laura curtindo o momento. Só parou quando sentiu algo nos seios, quando olhei, uma mancha perto do bico surgiu. Ela soltou um “merda", colocou a mão no rosto e explicou que o leite materno vazava às vezes e era um saco. Tinha muito leite, a bebê não tomava tanto, era preciso usar uma bombinha para drenar.
— Parece que tô ordenhando uma vaca leiteira. — brincou ela.
— Coloca meu irmão de um lado e minha sobrinha do outro, ele é um bebezão mesmo. — eu disse e ela riu.
Fez uma careta:
— Seu irmão? Esquece! Ele nem chega perto, morre de nojo. Acha que não coloquei ele para mamar, tentei, quase vomitou. — Ela gargalhou. — E dói ficar com os peitos assim. Mamar alivia.
Laura remexeu nos seios, com uma expressão de dor e disse, olhando em meus olhos:
— Se você ficar me olhando assim, vou por você pra mamar. Vai parecer um bezerrinho.
— Se quiser, sabe onde moro.
Ela riu e me deu boa noite, indo para o quarto. Peguei mais uma cerveja e subi para meu quarto. Tomei lentamente a bebida, aproveitando cada gole. Sentado na cama, pensava em Laura. Tomei um banho e deitei. A chuva lá fora castigava a casa. Fechei os olhos e alisava meu membro, que ficava rígido aos poucos, quando um leve som surgiu no meio da barulheira da chuva, alguém na porta, uma batida leve. Me cobri. Perguntei quem era, e apenas com a luz do abajur ligado, surgiu Laura. Entrou, fechou a porta e ficou me encarando, com aqueles olhos negros pecaminosos. Disse um “oi". Perguntou se podia ficar aqui comigo, Carlos estava roncando muito.
Confesso que no momento nada passou pela minha cabeça, só saí do transe quando ela veio até mim, sentou no meu colo e tirou o roupão, deixando seus enormes peitos diante da minha boca. Seu perfume invadiu meus sentidos. Usava um sutiã roxo, todo rendado. Puxei seu corpo de encontro ao meu, seus seios perto do meu queixo. Alisei suas coxas, subindo pela cintura e parando no seu rosto, acariciando seus lábios, seus cabelos até puxar seu corpo e beijar sua boca carnuda. Beijávamos loucamente, como se fosse os últimos instantes de nossas vidas. Laura me deitou, lançou aquele olhar de safada, abriu o sutiã e seus peitos magníficos apareceram. Bicos grandes, amarronzados, seios enormes. Pediu que eu ficasse quieto, colocando mais um travesseiro atrás da minha cabeça e saindo de cima do meu colo. Inclinou sobre meu corpo, colocando seu peito esquerdo na minha boca, pedindo para eu mamar gostoso. Sua mão alisava meu pau, já todo babado. Laura dizia para eu sugar com força, sem morder. Obedecia. Mamava feito um filhote faminto, seu leite materno jorrando na minha boca. Era um gosto forte, amargo, mas sentia um tesão enorme com cada golada que saia dela. Laura estava em transe, gemendo manhosamente, toda dengosa. Quanto mais tesão ela sentia, mais pressão fazia no meu membro, o masturbando com força. Gemia mandando eu sugar o bico depois o peito com intensidade.
— Isso, mama gostoso! Aperta para tirar leitinho pra você.
Apertei o seios com as duas mãos, enquanto sugava seu bico, uma enorme quantidade de leite esguichou, escorrendo pelos cantos da minha boca.
— Não, não. Toma tudo.
Trocou de peito, fazendo eu mamar com intensidade o outro.
Jogou o corpo no meu colo, sem tirar minha boca de seu peito, senti seu interior quente e molhado, estava todo dentro dela. Que delícia! Ela sentava com pressão, olhando eu sugar seu leite, pedindo para eu não parar. Fechou os olhos, seus gemidos aumentaram, pedia para sugar com força até explodir em tesão, num orgasmo surreal e intenso. Tirou seu peito da minha boca e seu leite materno na minha cara. Gemia, dando o bico na minha boca e tirando.
Eu já estava quase explodindo de tanto prazer, senti que gozaria, não aguentava mais. Avisei, ela tirou meu pau de dentro, molhou os dedos com saliva. Sentou, mexia o quadril, minha glande tocou seu ânus, o membro entrava aos poucos até estar todo dentro dela. Sussurrando no meu ouvido para encher seu cuzinho de leite. Pedia para eu gozar gostoso nele. Laura sentava com intensidade, potência, gemendo falando palavrões, até jorrar todo meu líquido seminal no fundo dela. Me tremia todo, com o pênis pulsando e ejaculando. Quando eu gemia, ela colocou o peito novamente na minha boca, alisando meu rosto carinhosamente, perguntando se gozei gostoso no cuzinho dela. Mamei olhando nos seus olhos, no fundo dele, com sua boca carnuda sorrindo. Tirou o peito e beijou-me, um beijo carinhoso, quase um selinho.
— Feliz natal, cunhadinho. Gostou do presente?
— Muito — eu disse, quase sem fôlego.
Laura sorriu, saiu de cima, com os fluidos escorrendo na minha perna.
Dei minha cueca que estava ao lado. Ela limpou. Vestiu o sutiã e o roupão, arrumou o cabelo, abriu a porta, jogou um beijo com as mãos e saiu.
Lavei o pênis e voltei para a cama. Dormi sentindo seu cheiro, seus toques, o sabor de sua boca, o ânus apertando meu membro e seu leite jorrando na minha boca, seu sabor no meu paladar. Quando acordei, ela não estava mais em casa, todos já tinham partido. De Laura só ficou seu cheiro no meu quarto e as manchas de seu leite materno no meu travesseiro.
Um dia depois dessa noite mágica com Laura, liguei para Carlos em chamada de vídeo na esperança de vê-la mais uma vez, mas ela não estava.
Faz uns seis meses que não a vejo. Aquela noite com Laura me fez adquirir um tremendo tesão por grávidas e lactantes. Cheguei a conhecer uma garota de programa que tinha dado à luz recentemente. Saía com ela umas duas vezes por semana. Mamava em seus peitos feito um bezerro enquanto ela me masturbava. Gozava loucamente. Durou pouco tempo até seu leite materno secar. Perdi o interesse, o tesão evaporou junto com seu leite.
Hoje em dia vivo à procura de alguém que me dê uma noite como a que tive com Laura, a minha deusa lactante.

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Ficha do conto

Foto Perfil boccaccio
boccaccio

Nome do conto:
O LEITE MATERNO DA CUNHADINHA

Codigo do conto:
275928

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
30/10/2026

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