Os dias de trabalho seguiam cansativos, 10/11hrs de trampo 7 dias por semana, mas quase sempre valia a pena o último pedacinho da rotina, onde eu encontrava o moreno encaracolado, nem sempre eu conseguia fazê-lo sorrir, mas essa simples vitoria mas fazia rumar pra casa pleno de felicidade, conforme os "encontros" foram acontecendo, maia ele se soltava, ouvia minhas historias, ria das minhas loucuras e safadezas e vez ou outra contava suas próprias historias surpreendentes. No inicio a gente não conversava tanto, e principalmente não transava, o local onde ele morava era muito movimentado mesmo no horario que ele saia, raramente antes da meia noite.. mas logo se mudou para mesma rua, mas um local bem mais parado, e ali, as vezes, esqueciamos da vida conversando por horas, (ja teve dias que fui embora as 4hrs, so batendo bapo com aquele moreno de cabelos encaracolados e cabelos sedutor. Numa dessas noites, que ele estava especialmente emotivo e conversador, fomos para o banco de tras, o deitei em meu colo, e enquanto acariciava seus cachos, ouvia seus segredos mais íntimos e intrusivos, apos àquela verdadeira "confissão" silêncio... durante uns 15 minutos ficamos ali, suas costas em meu peito, sua cabeça em meu ombro, minha mão em seu cabelo... encostei meu queixo em seu pescoço para aproximar nossos rostos e ficamos ali, escutando a respiração um do outro, apos um tempo quietos notei sua respiração ficar mais pesada e então percebi que minha barba em seu pescoço além da minha respiração tão perto de seu cangote tava causando efeito que a ocasião não pedia, mas desejo quando vem, é tsunami, logo meus labios tocaram seus pescoço, e ele gemeu baixinho... segui beijando, mordendo seu cangote, seu corpo arrepiava, os gemidos se intensificaram, ele virou o rosto pra trás e em meu ouvido sussurrou: - eu te daria horrores, agora Beijei seus labios e invadi sua calça apertando a macia e lisa, minha lingua lhe explorava a boca, meu dedo explorava seu cuzinho que retesou ao primeiro toque mas que "se abriu" à entrada daquele dedo já conhecido, ele empinou permitindo o dedo lhe invadir totalmente, eu puxava seu cabelo, mordia seu pescoço e o enlouquecia com o dedo, até que, não aguentando mais de desejo, ele abriu minha calça e abocanhou meu pau enxarcado de precum, fui ao ceu e voltei possuído pelo desejo, e apesar de estarmos no meio da rua, parado no carro exatamente em frente a sua casa as 2:30h da madrugada, nenhum dos dois estava preocupado com o que acontecia do lado de fora, tirei minha roupa totalmente, ele tirou suas calças e sentou em meu colo, esfregando seu cuzinho ávido para sentir minha pica, puxei minha bolsinha tirei o lubrificante, bezuntei as arnas e mais uma vez ele sentou, devagar, mas sem parar, enterrou um rabo em chamas em meu pau duro como rocha, e rebolou, embora o espaço não permitisse livre movimentação ele se inclinou entre os bancos da frente, bunda empinada, descia, devagar, sentindo cada centimetro lhe preencher o reto e ativar os sensores de prazer... subia até quase expulsar o pau de dentro de si e voltava a sentar, enquanto olhava pra trás com olhar de gula... eu, espectador, admirava seu cu mastigar meu pau, sua bunda, redonda, macia, linda vibrar cada vez que batia em minha pelvis, suas costas retesada, e seu rosto com um meio sorriso de puro prazer compunha uma cena digna do erotismo pornografico de alta qualidade, agarrei sua bunda, firmei numa altura pouco acima da metade do meu pau, e penetrei rápido, forte, a tensão aumentava a cada segundo, o desejo nos enlouquecia, ele se virou de frente, posicionou os pés, cada um de um lado as minhas pernas, joguei meu corpo o mais pra fora do banco que o fundo daquele carro permitia, e ele se encaixou mais uma vez, subindo e descendo sem parar num bate estaca alucinante, barulhento e apaixonante... segurei seu pau extremamente duro e babado, e enquanto ele subia e descia "fodia" me mão, e logo veio uma onda incontrolável, seu corpo inteiro vibrava, seu ânus apertou meu pau, seus olhos fecharam e o orgasmo veio, forte, intenso, volumoso, em meu peito, em sua camisa, no banco do carro... ele se inclinou sobre mim e beijou-me, o abracei e o deitei no banco do carro, ainda dentro, de levinho bombava seu cuzinho maximizando as ondas de prazer que eletrizavam seu corpo, levantei suas pernas e meti rapido, meu orgasmo se aproximando, tirei o pau antes do primeiro jato atingir sua barriga e os seguintes lavarem seu pau e saco, enquanto eu urrava perdendo a alma no processo, deitei sobre ele, sem forças desejando que aquela noite não acabasse nunca mais.
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