No dia seguinte o sol nasceu quente de novo sobre a Praia do Saco. Eu acordei com o corpo ainda marcado pela memória da noite anterior: o gosto da buceta molhada de mamãe nos dedos, o peso da cabeça dela no meu colo, o jeito como ela tinha gemido baixo quando eu chupei o pescoço. Tomei banho frio para tentar controlar, mas o pau já estava meio duro só de lembrar.
Fomos para a praia cedo. Mamãe tirou os óculos de grau, prendeu o cabelo longo e passou protetor em todo mundo. Quando chegou a minha vez, ela se aproximou por trás, despejou o creme nas minhas costas e começou a espalhar devagar. As mãos dela eram firmes. Passou pelos ombros, desceu pela coluna e, quando viu as marcas vermelhas das unhas do dia anterior, se inclinou perto do meu ouvido e falou baixinho:
— Desculpa.
Em seguida passou a língua quente e molhada na minha orelha, bem devagar, fazendo um círculo. Eu me arrepiei inteiro. O pau subiu de uma vez dentro da sunga. Ela viu e deu um sorrisinho discreto antes de continuar passando o creme nos braços, como se nada tivesse acontecido.
Pouco tempo depois meu pai nos chamou para entrar no mar. Mamãe olhou para ele e falou com naturalidade:
— Vai com Poli (apelido da minha irmã, que se chama Poliana). Eu preciso que o Paulo me ajude a passar bronzeador nas costas e nas pernas. Alguém tem que ficar olhando as coisas.
Meu pai não desconfiou. Deixou a lata de cerveja que estava tomando perto da gente, chamou minha irmã e foram para a água. Assim que eles se afastaram, mamãe estendeu a toalha na areia, deitou-se de bruços e pediu:
— Passa protetor em mim, filho.
Eu me ajoelhei ao lado dela. Comecei pelas costas, espalhando o bronzeador com as duas mãos, descendo devagar pela coluna até a cintura. Depois passei para a bunda. O biquíni de baixo mal cobria o volume. Eu massageei as nádegas volumosas, sentindo a maciez e o peso. Ela soltou um suspiro baixo. Desci para as coxas grossas. Comecei de baixo para cima, e conforme eu subia abria mais as pernas. Eu aproveitei para massagear a parte interna, bem perto da buceta. Quanto mais eu subia e apertava, mais a respiração dela ficava ofegante.
Quando minhas mãos já estavam quase tocando o tecido do biquíni por baixo, ela falou baixo, sem virar o rosto:
— Vê se seu pai e sua irmã não estão olhando.
Olhei rápido ao redor. Como a praia era praticamente privativa, não tinha ninguém por perto — as pessoas mais próximas ficavam a uns oitocentos metros de distância. No mar, meu pai e minha irmã estavam longe, nadando. Voltei a mão e passei os dedos por cima do biquíni, sentindo o calor e a umidade que já começava a aparecer. Ela deu um gemidinho contido. Eu tentei enfiar um dedo pela lateral do tecido. Ela segurou minha mão e falou, ofegante:
— Huuum… faz isso não. Olha bem se eles não conseguem ver.
Eu olhei de novo. Meu pai e minha irmã já estavam voltando, mais perto do que eu tinha imaginado.
— Droga, eles já estão vindo — falei, tirando a mão.
Ela se levantou rápido, pegou a toalha e jogou em cima do meu colo para esconder a ereção. Quando eles chegaram, mamãe me chamou imediatamente para o mar. Entramos até a água chegar na altura do peito.
Lá ela se virou e falou:
— Vem me abraçar.
Eu a abracei por trás. Meu pau duro encostou na curva da bunda volumosa. Ela empinou e rebolou devagar, de um lado para o outro, pressionando contra mim.
— Tá gostando? — perguntou, a voz mais baixa.
— O que a senhora acha?
Ela continuou rebolando, sentindo o pau pulsar contra ela. Eu subi a mão pela barriga molhada até o biquíni de cima e enfiei a mão por baixo do tecido. Apalpei um dos seios grandes e pesados diretamente. O mamilo já estava duro. Apertei de leve e falei no ouvido dela:
— Parece que sim.
Ela rebolou mais forte e gemeu baixo. Eu continuei massageando o seio, sentindo o peso e a maciez natural. Ela não conseguia controlar os gemidos.
— Tá gostando? — perguntei.
— Huuum… tá gostoso… mas vamos mergulhar um pouco para disfarçar. Seu pai ou sua irmã podem estar olhando.
Ela se soltou, mergulhou e eu fui atrás. Mergulhei umas três vezes um pouco distante só para disfarçar, depois voltei e a abracei de novo por trás
.
— Voltei.
— Que bom… está gostando mesmo, né?
— Com certeza.
— Queria que estivesse só nós dois aqui — ela falou.
— Por quê?
— Deixa de ser sonso.
Eu desci a mão e comecei a massagear a buceta dela por cima do biquíni. Ela gemeu mais alto, contida:
— Aaaaiii… huuum… iiisss…
— Vai, mãe. Diz que quer me dar.
— Huuum… digo não.
— Então eu paro.
— Não, para não.
Ela segurou minha mão e pressionou contra a buceta molhada. Eu continuei. Depois afastei um pouco o tecido e passei o dedo direto na xoxota lisinha e quente. Ela gemeu descontrolada. Enfiei um dedo devagar, sentindo o calor e o aperto. Ela se contorceu:
— Aaai… aaai…
Paramos porque meu pai e minha irmã se aproximaram de novo. Tirei o dedo, lambi rápido e ela falou baixo, irritada:
— Aff, esse teu pai é um estraga-prazer.
Mas no fundo foi sorte. Meu pai disse que estava na hora de ir para casa tomar banho e almoçar. Tínhamos comprado peixe e camarão para fazer uma moqueca de peixe com bobó de camarão. Eu olhei para mamãe. Ela olhou para mim. Ficamos mais um pouco com minha irmã e meu pai no mar e depois saímos todos juntos e subimos a escadaria que dava no deck de madeira da casa.
Chegando em casa, minha mãe e minha irmã começaram a preparar o almoço enquanto eu e meu pai ficamos bebendo cerveja na varanda da casa, arrumando as coisas. Passamos a tarde com brincadeiras na piscina entre toda a família, jogamos vôlei, bebemos, jogamos dominó. Foi um ótimo dia com toda a família junta aproveitando a casa.
No final da tarde, meu pai foi tomar banho e dormir — já estava mais para lá do que para cá, bêbado. Minha irmã, desde o início da viagem, estava nitidamente mais focada no celular conversando com o namorado do que aproveitando a família, e foi ficar no quarto dela trancada. Já minha mãe deitou-se de bruços no sofá, ainda de biquíni. Vendo aquela cena, me agachei ao lado, passei a mão na bunda volumosa e desci até a buceta, perguntando baixinho no ouvido dela:
— Vai tomar banho não?
Ela ficou ofegante. Eu massageei por cima do tecido molhado. Ela falou:
— Me leva para o banho — com uma vozinha bem manhosa.
Eu a peguei no colo e a levei para o banheiro social da casa. No caminho ela beijava meu pescoço e massageava meu cabelo. No banheiro, já em pé, ela se virou de costas para mim apoiada na pia, afastou o cabelo e deixou o pescoço livre. Eu me aproximei por trás, beijei e chupei o pescoço enquanto fazia o movimento de foder, o pau duro esfregando na bunda dela por cima do biquíni.
— Temos que ir banhar — ela gemeu.
— Só mais um pouco.
Desci os beijos pelas costas até a bunda, dei duas mordidas leves e a virei de frente. Quando dei um beijo por cima do biquíni na buceta dela, ela fechou as pernas e falou, fugindo de mim:
— Vamos banhar...
Ela mordeu o lábio, ofegante. Eu sugeri ir primeiro, pensando na punheta que tocaria olhando para ela, mas ela falou:
— Vamos banhar juntinhos.
Fomos para o banheiro. Ela pediu para eu pegar as toalhas. Quando voltei, ela já estava no chuveiro, ainda de biquíni. Eu a abracei por trás e beijei o pescoço.
— Para… vamos banhar logo vai.
— Não, meu amor… vamos nos divertir um pouco.
Ela rebolou no meu pau. Eu pedi mais. Ela rebolou de novo e falou:
— Gostou?
— Amei.
— Então está bom. Vamos banhar agora.
Ela pegou o sabonete e começou a se ensaboar olhando para mim. Passou pelas pernas grossas, pela barriga, pelas costas. Depois enfiou a mão por baixo do sutiã e lavou os seios grandes, os mamilos duros. Desceu a mão até o biquíni de baixo e colocou a mão dentro, ensaboando a buceta enquanto olhava para o meu pau.
— Tem que deixá-la limpinha, né? — falou. — Gosta de uma buceta cheirosinha?
Eu não conseguia falar. Ela virou de costas, enfiou a mão no biquíni e lavou o cuzinho também.
— Aqui também tem que ficar cheiroso.
Eu a agarrei por trás, mas ela se soltou e me deu o sabonete.
— Vai se limpar. Eles já devem estar chegando.
Eu fiz o mesmo. Passei o sabonete pelo corpo todo e deixei o pau por último. Coloquei a mão dentro da sunga, lavei os ovos e depois o pau, olhando para ela. Ela mordia os lábios.
— Vou deixá-lo limpinho para você também — falei.
— Do jeito que eu gosto — ela respondeu.
Não resisti. Tirei o pau para fora. Os olhos dela arregalaram. Ela lambeu os lábios. Eu me aproximei, abracei ela e guiei o pau até a buceta, esfregando por cima do biquíni.
— Diga o que a senhora faz com limpinho assim.
Ela falou no meu ouvido, com aquela voz de tesão:
— Chupo ele todinho.
Eu continuei esfregando.
— E depois?
— Gosto que goze na minha boca, para eu engolir todo o leitinho… e depois dou uma chupada bem forte pra não deixar nadinha.
Eu me afastei um pouco, subi e desci a mão no pau e comecei uma punheta bem forte, e gozei na barriga dela. Uns três jatos de porra grossa e quente. Ela mordeu os lábios, espalhou a porra pela barriga com a mão e ligou o chuveiro, sorrindo.
— Beberia isso tudo? — perguntei, ainda ofegante.
— Vamos terminar o banho — ela respondeu sorrindo.
Ela terminou o banho primeiro e saiu. Eu logo depois me limpei e terminei meu banho também. Algum tempo depois meu pai despertou e chegou na casa (o quarto deles ficava em um chalé no terreno). O clima entre minha mãe e eu deu uma breve acalmada naquela noite, mas não totalmente.
À noite jantamos o resto do almoço. Mamãe estava na cozinha requentando a comida, meu pai na rede na varanda da casa e minha irmã ainda no quarto. Observando a situação, chamei minha mãe:
— Mãe!
Ela veio meio reclamando um pouco porque estava ocupada e se aproximou de mim. Eu a puxei pela cintura, ainda sentado.
— Quero ver se ela está cheirosinha essa buceta.
Subi a mão por baixo da canga que ela utilizava como saia. Ela me segurou, mas não me impediu de vez.
— Deixa de ser louco… se alguém aparecer…
— É rapidinho.
Ela soltou. Eu cheguei na calcinha, massageei por cima e depois enfiei um dedo na buceta dela só para verificar se estava molhada — e pasmem: estava deliciosamente encharcada. Ela gemeu baixinho e falou:
— Enfie outro dedinho também, rápido.
Enfiei os dois. Ela rebolou mais um pouco com meus dedos em sua buceta e saiu. Eu levei os dedos ao nariz e depois à boca, lambendo devagar olhando nos olhos dela. Ela ajeitou a saia e falou:
— Gostei da tua ousadia, guri. Rsrsrs.
Mais tarde, depois do jantar, meu pai chamou minha irmã para o quarto. Em seguida, convidou minha mãe e eu para tomarmos um sorvete na cidade. Quando já estávamos prestes a entrar no carro, disse que havia esquecido algo dentro de casa e pedi que minha mãe voltasse comigo para procurar. Meu pai e minha irmã permaneceram no carro, aguardando nossa volta. Assim que cruzamos a porta de entrada, eu a abracei e disse:
— Falta um lugar para saber se está cheiroso.
Ela pediu para trancar a porta da casa. Eu tranquei, subi a canga que ela usava e enfiei as mãos dentro da calcinha e apertei a bunda volumosa dela com força. Tentei chegar no cuzinho, mas pela posição era difícil. Ela empinou, abriu as nádegas com as próprias mãos e falou:
— Agora vai.
Eu cheguei fácil. Antes de enfiar, ela pegou minha mão, lambeu e lambuzou dois dedos. Depois empinou de novo, abriu a bunda e com a mão dela começou a dedilhar sua buceta também.
— Vai, meu amor.
Enfiei um dedo devagar no cuzinho apertado e quente. Comecei o vai-e-vem. Ela gemia no meu ouvido:
— Aaai, meu amor… me faz gozar…
Aumentei o ritmo. Minha irmã chegou batendo na porta, chamando a gente. Mamãe falou para ela que estávamos procurando meu boné e, no meu ouvido:
— Não para, por favor, Paulinho. Não para.
Continuei. Ela gemia baixinho, pedindo para não tirar o dedo do cuzinho. Minha irmã chamou de novo. Mamãe respondeu gritando que já íamos e, para mim:
— Não para… te quero dentro de mim… vou gozar…
Ela mordeu meu braço, que estava apoiado na parede ao lado da cabeça dela, e gozou forte, as pernas tremendas descompensadas, o corpo perdendo força. Eu a segurei. E ela me falou, ofegante, que precisávamos ir, que o gozo estava escorrendo pelas pernas. Antes de ir se limpar, passou o dedo no próprio gozo e colocou na minha boca.
— Prova um pouquinho… e agora estamos quites, rsrsrs. Obrigada, meu amor.
Eu chupei o dedo, sentindo o gosto dela, enquanto ela ia para o banheiro se arrumar.
Quando saímos, minha irmã estava na porta da casa, o carro estava ligado com meu pai esperando no banco do motorista. No caminho para a sorveteria, o cheiro dela ainda estava nos meus dedos. E eu já sabia que não ia parar por aí.

