Depois daquela gozada dela na sala da casa, com minha irmã ainda batendo na porta, antes de sairmos para a sorveteria, o clima entre minha mãe e eu ficou sexualmente maravilhoso, pesado de um jeito gostoso.
Antes de sairmos, minha mãe foi ao banheiro, e eu fui ao quarto arrumar algumas coisas. Troquei de camisa, passei perfume e encontrei um boné perdido na mala. Logo depois, fomos para o carro. No caminho, ela conversava e ria naturalmente, como se nada incomum tivesse acontecido. Às vezes, porém, eu tinha a impressão de que nossos olhares se cruzavam pelo retrovisor. Meu pai e minha irmã falavam da comida e de como aquele feriado na praia estava sendo especial para a família. Eu continuava distraído, pensando nos acontecimentos do dia, sem conseguir acompanhar a conversa.
Mais tarde, quando voltamos para casa, fiquei na sala ao lado da minha irmã, fingindo assistir à televisão. As imagens passavam na tela, mas minha atenção estava longe dali porque não conseguia me concentrar, só lembrava e pensava em tudo que aconteceu com minha mãe. Uma hora mais ou menos se passou e minha mãe passou por mim de shortinho curto e camiseta larga, quase um pijaminha para dormir, nitidamente sem sutiã. Os seios grandes e pesados se moviam livres por baixo do tecido. E só para mim falou baixinho, quase no meu ouvido:
— De madrugada vou para o seu quarto, deixe a porta destrancada.
Não acreditei no que ouvi, estava só querendo que as horas passassem. Entrei no meu quarto pensando na madrugada, meu pau duro pensando no que estava para acontecer. O tempo passou e já era quase 2h da manhã e eu estava cochilando, então ela aparece trancando a porta do meu quarto e já se deitando de lado na cama, olhando pra mim com aquele sorrisinho safado. Eu me deitei, ajeitei na cama, colei meu corpo no dela e enfiei a mão por baixo da camiseta. Os peitos estavam macios, quentes, pesados. Os mamilos já duros. Ela soltou um suspiro longo quando eu apertei um deles, sentindo o peso natural na palma da minha mão, e me falou:
— A gente tem que ser quietinho.
Passei a mão pelo short, desci até a calcinha e senti que ela já estava molhada. Deslizei dois dedos por dentro do shortinho e comecei a massagear o clitóris devagar, bem devagarinho, fazendo círculos leves. Ela empinou a buceta volumosa contra meu pau sob a cueca samba canção que eu utilizava e gemia no travesseiro pra não fazer barulho. Eu beijava o pescoço dela, chupava a orelha, falava putaria baixinho:
— Ontem você gozou com o meu dedo no cuzinho. Hoje quero sentir você gozando com meus dedos nessa buceta.
Ela rebolava, molhava minha mão inteira. Quando eu enfiei o dedo de verdade, ela mordeu o travesseiro. Eu fodi ela com os dedos bem devagar, sentindo o calor, o aperto, o jeito que ela se contraía em volta. De vez em quando eu tirava os dedos, levava à boca e chupava o gosto dela na frente dela. Mamãe me olhava com os olhos cerrados, mordendo os lábios, e só falava:
— Seu safado, seu filho de uma puta safado…
Eu tirei o short de uma vez. Fiquei de joelhos na cama, me posicionei de frente a ela, abri as pernas grossas e enfiei a cara. Chupei aquela buceta como se fosse a última da terra, passando a língua no clitóris em círculos lentos, depois deixava a língua rígida e enfiava a língua dentro, girava ela, logo em seguida a amolecia e lambia o clitóris com pressão sem tirar meus dedos de dentro da buceta dela. Chupava os lábios inchados. Ela se contorcia, puxava meu cabelo, gemia abafado. Eu chupei até ela ficar toda molinha. Quando senti que ela iria gozar, forcei a dedilhada mais forte até sentir o gosto dela encher minha boca. Ela nesse intervalo gozou umas duas vezes seguidas na minha boca. Quando senti que a terceira estava próxima e ela pedindo para parar e sem ar, parei e subi em direção à boca dela e beijei de língua, para ela sentir o sabor da buceta dela.
Enquanto fazia isso, tirei meu samba canção com ajuda dos pés e pernas, libertando meu pau duro pra caralho de sua prisão, latejando e babando o líquido pré-gozo. Eu esfreguei a cabeça na entrada dela, só a cabeça, sentindo o calor e a umidade. Mamãe olhou pra baixo, viu e falou com a voz embargada:
— Ainda não… ainda não, Paulinho. Se eles acordarem depois dos gemidos que dei agora…
Eu não forcei. Só fiquei ali, esfregando, sentindo a buceta dela se abrir um pouco, molhando a cabeça do meu pau. Depois desci de novo e continuei chupando até ela gozar a terceira vez na minha boca, tremendo, segurando minha cabeça com as duas mãos. Quando ela terminou, quis retribuir as gozadas e pediu para eu pôr o pau entre seus peitos grandes e pesados. Ela retirou a blusa, se posicionou e me chamou, apertou os peitos em volta dele, e eu fodi ali com força, sempre olhando no rosto dela. Ela dava leves lambidas na glande sem colocar o meu pau na boca dela, enquanto olhava diretamente em meus olhos e lambia os lábios.
— Goza nos meus peitos, goza meu amor — ela pediu.
Eu gozei. Bastante. Jatos quentes escorrendo pelos seios dela, pingando no rosto dela. Ela passou o dedo em toda a porra que podia, levou à boca e chupou, olhando nos meus olhos.
— Que leitinho gostoso meu amor, muito gostoso — falou.
Então me puxou para ela e beijou minha boca para sentir o gosto da minha porra também. Beijo molhado, com língua, com vontade. Me colocou de barriga pra cima na cama, desceu de joelhos beijando meu corpo e ali mesmo colocou meu pau ainda meia bomba na boca e sugou o resto de porra que ainda tinha nele.
Foi chupando devagarinho, até que ele ficou duro novamente, e meteu fundo na garganta, fazendo barulho de se engasgar. A língua dela fazia círculos na cabeça do pau, depois descia pelo comprimento inteiro. Eu segurava a cabeça dela, tentando não gemer alto. Quando eu estava perto de gozar novamente, ela parou, me puxou para a cama e se deitou do meu lado. Entendi o que ela queria: era o leitinho direto na boca. Começou a bater punheta com a boca chupando a cabeça até eu gozar de novo, dentro da boca dela.
Ela limpou com a camiseta, me beijou e foi embora para o quarto onde meu pai estava, mas antes de sair ela olhou nos meus olhos e falou:
— Amanhã — sussurrou. — Amanhã a gente continua.
Deitei e fiquei ouvindo o som das ondas do mar pela janela e o barulhinho do ar-condicionado ligado do quarto, imaginando o que viria no dia seguinte, com a casa só nossa.
No dia seguinte o sol estava forte mais um dia sobre a Praia do Saco. Papai e a minha irmã decidiram ir para um passeio de barco oferecido na cidade. Mas minha mamãe disse que estava com dor de cabeça e preferia ficar. Eu disse que ia ficar para cuidar dela. E eles dois foram.
A casa ficou só nossa.
Mal o carro saiu, ela me chamou no quarto dela. Dessa vez não teve conversa. Tirou os óculos, tirou a própria roupa na minha frente — a camiseta subiu e os seios grandes e pesados saltaram livres, o short desceu e a bunda volumosa apareceu inteira — e depois tirou a minha. Ficamos nus. Eu a empurrei pra cama, abri as pernas grossas dela e chupei de novo, mais agressivo. Enfiei dois dedos enquanto chupava o clitóris em círculos lentos e firmes. Ela gemia alto agora, sem medo. Quando estava bem molhada, eu subi, alinhei o pau e olhei nos olhos dela.
— Agora sim?
Ela assentiu, mordendo os lábios.
Entrei devagar. A buceta dela era apertada, quente, molhada pra caralho. Eu sentia cada centímetro entrando, o calor envolvendo a cabeça do pau, depois o comprimento. Ela arqueava as costas, soltava um gemido longo e profundo. Quando enfiei tudo, fiquei parado um segundo, só sentindo o aperto. Depois comecei a foder.
Devagar no começo. Depois mais forte. A cama batia na parede. Eu segurava as pernas dela abertas, olhava o pau entrando e saindo coberto com a lubrificação dela. Mamãe gemia meu nome, puxava meu cabelo, me beijava com vontade. Eu chupava os peitos grandes e pesados enquanto comia, mordia o pescoço, falava putaria:
— Essa buceta é minha agora. Gosta de levar pau do filho, né safada?
— Gosto… gosto pra caralho… mais forte…
Virei ela de quatro. Segurei a cintura e enfiei de uma vez. O barulho da pele batendo era alto. Eu batia forte, segurando o cabelo dela, olhando a bundona se mexendo a cada investida. De vez em quando eu parava fundo e rebolava, sentindo-a se contrair em volta do meu pau. Depois voltava a foder com força.
Ela gozou primeiro, apertando meu pau com a buceta e soltando um grito abafado no travesseiro. Eu continuei, sem parar, até sentir que ia gozar. Tirei, virei ela de novo e gozei mais uma vez na boca dela. Ela engoliu tudo, chupou o resto, limpou o pau com a língua, sempre me olhando nos olhos.
Ficamos deitados, suados, ofegantes um do lado do outro. Eu ainda passeava a mão pelo corpo dela, apertava o peito, descia até a buceta inchada e molhada. Ela abria as pernas e deixava.
— Ainda não acabou, temos que aproveitar que amanhã voltamos pra Aracaju — eu falei.
— Também quero mais, temos que aproveitar cada minuto — ela falou.
Levantei ela, levei para o banheiro, liguei o chuveiro. Lá dentro eu a empurrei contra a parede, levantei uma perna e enfiei de novo. Fodi em pé, sob a água, enquanto ela se segurava em mim. Depois a virei de costas, empinou a bunda e eu a comi mais. Dessa vez gozei dentro. Senti o pau pulsar e encher ela. Quando saí, a porra escorreu pelas coxas grossas dela misturada com a água. Eu a abracei por trás, o pau ainda meio duro encostando na bunda molhada, e fiquei ali, sentindo o corpo dela contra o meu, o cheiro de sexo e de sabonete, sabendo que o dia seguinte seria o último da gente naquele paraíso.

