Boa noite, Cinderelo: escravizado sexualmente e vendido a 20 reais para vários
Então, esse conto aconteceu quando eu tinha 22 anos e morava em São Paulo. Eu tinha acabado de chegar do interior e ainda estava meio deslumbrado com a cidade grande. Ainda não tinha amigos, mas isso não me impediu de sair. Pesquisei uma boate gay, peguei o metrô e fui até a Lapa. Queria dançar e encher a cara. "Eu economizo indo de ônibus e volto de táxi", pensei. Dançando, já pra lá de Bagdá, chegou um cara em mim. Ele era mais velho, e eu estava até gostando da putaria que ele falava no meu ouvido. Ele era negro, uns 47 anos, em forma. Aí ele passou a mão na minha bunda e, quando menos espero, colocou a mão dentro da minha calça e enfiou o dedo no meu cuzinho. Mano, eu não esperava. Doeu pra caralho; minha reação foi empurrá-lo e me afastar. Fui para a calçada respirar um pouco depois do susto. Estava meio desorientado, e aí parece que tudo ficou pior, porque quanto mais eu respirava, mais tonto eu ficava. Fiquei muito tonto mesmo, tudo estava girando. Até pensei que eu ia cair. Andei um pouco mais e, quando fui caindo, me joguei. Parece que eu não tinha controle de mim, estava meio grogue mesmo. Aí uma pessoa falou assim: “Calma, só vem comigo”. Me assustei, não tinha como sair correndo, não conseguia mais andar. Aí ele me colocou no carro que o cara que estava lá dentro da boate estava dirigindo. Fiquei um pouco nervoso, achei estranho, e aí apaguei. Quando acordei, estava num quartinho, virado de lado. Tinha uma bacia do lado de fora da cama e um senhor com uma mangueira injetando soro fisiológico na minha bunda e provocando que eu fizesse cocô. Era como se fosse uma chuca, uma solução aquosa. Eu ainda não conseguia me mexer direito. Fazia com que eu tivesse vontade de fazer cocô, e tudo caía na bacia. Por um instante, pensei que eles iam fazer alguma maldade comigo, do tipo vender meus órgãos. Meu coração ficou acelerado. O senhor percebeu e disse: “Calma garoto, a gente vai cuidar bem de você, é só você se comportar”. Apaguei de novo. Acordei com o mesmo cara me dando uma água com gosto estranho. Acho que tinha mais drogas; fiquei molenga e com o corpo todo sensível. Eu não conseguia levantar e sair. Estava na cama, consciente, mas sem poder me movimentar. Aí o homem da boate apareceu e disse: — E aí, putinho, acordou, Cinderela? Eu curti você lá e vi que seu buraquinho é quase virgem. Vou te explicar como funciona, pra você aproveitar… Tu caiu aqui, e a gente vai vender esse teu cuzinho. A gente começa com um preço mais caro, depois vamos abaixando quando desvalorizar, e aí, quando a gente lucrar, a gente te solta. E se tu pensar em dar parte, a gente vai te caçar. E olha que sabemos tudo a seu respeito, inclusive tenho todos os contatos do seu telefone… Não se preocupe com nada, respondemos ao WhatsApp da sua família dizendo que agora você está na casa de um amigo por uns meses. Tem putinho que ama, tem outros que viram saudade, você escolhe. Eu não acreditava no que estava acontecendo comigo, e sentia um sono terrível. Eu não conseguia nem falar, e o mais louco é que eu estava sentindo prazer. Não sei se pela droga que me deram, ou pelo que estava acontecendo. Voltei a dormir. Acordei sendo penetrado. Era um pênis grosso, só vi o detalhe da mão dele, que tinha uma aliança. Ele estava em cima de mim, e eu com a barriga pra baixo. Ele meteu por uns 5 minutos, depois virou de lado, deixando minha bunda para fora da cama. Colocou a camisa na minha cabeça e continuou metendo. Aí ele começou a falar: “Tá gostoso, Caíque? Tá gostando da rola do seu padrasto?”. (Detalhe: meu nome é Caio). Fiquei confuso e entendi que ele estava realizando a fantasia de comer o enteado. Aí ele gozou dentro do meu cuzinho e saiu. O senhor mais idoso entrou, limpou meu cu, espirrou Bom Ar no quarto, e eu apaguei. Acordei com dois caras que pareciam amigos, acho que tinham uns 37, 39 anos. Me colocaram deitado no colo de um, com a bunda pra cima. Os caras estavam com minha bunda aberta, segurando as duas bandas com as mãos, admirando meu cu. — Caralho, é rosinha. — Deixa eu sentir esse cu. Um deles enfiou o dedo e cheirou. — Caralho! Cheiro de porra, esse guri levou leite hoje. — Vai levar mais, eu quero meter, mano. Então me colocaram de bruços na cama, com um travesseiro embaixo do meu quadril, e me foderam. Confesso que ali eu estava sentindo muito prazer. Me foderam por uns 20 minutos e gozaram dentro. Aí eu dormi. Acordei com um idoso mamando meu pau. Estava duro, e ele mamava muito. Acabei gozando e voltei a dormir. Depois, acordei com uma dor no ânus. Tinha um negão de pau enorme me comendo. Quando ele viu que eu estava acordado, começou a me dar uns tapas na cara e a enfiar dois dedos na minha boca. Então ele disse: “Vou gozar dentro, tudo bem?”. Me segurou forte e gozou. Depois, dormiu em cima de mim e, após uns 30 minutos, acordou e meteu de novo; aí gozou. Depois disso eu dormi, e acho que já tinha se passado um dia. Então repetiram tudo: me deram banho, bebida, e fizeram a lavagem anal em mim. Eu estava tentando bolar um jeito de sair. O velho que fazia a lavagem anal me disse que aquele dia eu não ia esquecer mais, porque era o "dia de vintão": os caras vêm, têm 5 minutos para me foder e pagam vinte reais. Voltei a dormir, mas na minha mente era só o desejo de sair de lá. Não estava em pânico porque não conseguia ficar nervoso por causa da droga que me deram. Me colocaram nessas cadeiras de sexo, de modo que fiquei com a bunda pra cima, empinado. Então lá foram. Veio o primeiro cara, que cheirava a oficina de carro, me comeu com seu pau médio e foi embora. Veio o segundo, o terceiro… Às vezes eu dormia e não via quem me fodia. Acho que uns 15 caras me comeram, até que veio um que já chegou me fodendo e me reconheceu… Falou: “Ué, você aqui?”. Era o porteiro do prédio vizinho. Ele gozou e me perguntou se eu estava bem. Eu não conseguia falar direito, aí ele entendeu e perguntou: “Você quer sair daqui?”. Eu juntei toda a minha força e disse: “Sim”. Ele percebeu que eu estava dopado, saiu e pagou por mais 15 minutos. Voltou e forçou o vômito em mim. Eu vomitei muito líquido, então ele tirou um rebite da bolsa — aquela parada que eles usam para não dormir — e me deu pra tomar. Eu vesti uma roupa dele, e ele disse: “Olha, aqui tem vários quartos com garotões como você dando. Você deve ser o único drogado. Não quero te julgar, mas pra sair daqui, você vai vestir essa roupa. Eu vou sair primeiro. Caso você não consiga, eu chamo a polícia, mas veste essa roupa e sai na moral, como se fosse cliente. Lá embaixo, vou te esperar na porta no meu Monza preto, aí você entra e a gente sai”. Fiz tudo isso, ninguém percebeu que era eu. Entrei no carro e vazamos de lá. Ele entrou em casa comigo (o síndico tinha a cópia da chave do meu apê). Dormi um dia inteiro. No outro dia, ele apareceu e disse que a melhor solução era trocar a fechadura de casa e bloquear o telefone. Como eles não tinham minha senha, e sem o meu rosto não iam conseguir acessar, bastaria bloquear e trocar a fechadura da minha casa. E fazer um boletim de ocorrência dizendo que fui furtado. Assim eu me resguardava judicialmente, caso eles usassem meu telefone para fazer alguma coisa. Fui ao postinho, fiz todos os exames e tomei a medicação para evitar ISTs. Depois de um mês, me mudei de lá; ainda tinha muito medo. Mas o Seu Donizete, que me ajudou, ainda vem me visitar. Sempre deixo ele me foder como gratidão. Às vezes, quando vou dar pra alguém sem capa, depois dou pra ele, porque ele gosta de bater o leite de outro lá dentro. Sou muito grato a ele. E aprendi uma lição para a vida toda. Nota: O conto acima é uma obra inteiramente fictícia.
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