Escolhi um apartamento de andar alto na região do Itaim. Próximo a bares e restaurantes, local seguro. Fiz questão de um local com apenas uma cama, diminuiria, assim a chance de frustrar minha intenção em devora-la.
Ela chegou horas antes de mim.
Por mensagens fomos nos falando e ela foi acompanhando meu deslocamento. Já agendamos uma reserva num restaurante para um jantar e programamos ir para o Tatu-Bola, bar super legal da região.
Ela tinha tudo para estar pronta quando cheguei, mas... deixou a porta da suite aberta! Pelo som ouvi o barulho do chuveiro ligado... luz acesa apenas dentro do banheiro.
Me aproximei em silêncio e sem que ela percebesse, fiquei observando o seu corpo perfeito naquele banho.
Ela se ensaboava de forma que eu percebi que ela estava excitada e preparada exatamente para se exibir. Pegou a lamina de barbear e cuidadosamente começou a depilar as pernas.
Eu só conseguia ver até então o seu perfil. Em um movimento ela se posicionou de forma que vi aquela bunda linda, marquinha de biquini fio dental. Passou a depilar a virilha, atenta para nao se machucar... girou enxaguando o corpo e então vi, pela primeira vez, sua bucetinha, lisinha, branquinha, linda.
Meu pau ja estava sendo acariaciado por minhas mãos de forma automática e incontrolável. Entrei com uma mão por dentro da minha calça, tocando e acariciando minhas bolas e comecei a me masturbar lentamente sentindo o "frizz" da circulação sanguínea projetando um frêmito, tamanho o tesão que eu sentia.
Com medo de "queimar a largada", fiz algum som para que anunciasse que eu teria chegado.
Ela, de pronto, se ergueu e gritou:
- "Primo, estou no banho, não venha aqui não...!"
Mal sabia ela que eu ja estava observando sem que ela visse.
- "Tá bem, gostosa. Não posso ver nem um pouquinho?" - Estiquei a cabeça dando uma espiada banheiro à dentro...
- "Você me paga, seu cachorro... sai daqui!" Disse ela rindo.
Dei o espaço que ela queria e aguardei.
Deitado na cama, tirei meus sapatos, tirei o meu sinto, abri o ziper da calça já desabotoada e fiquei ainda me tocando por debaixo da cueca. Minha pica rígida e minha cabeça a mil por hora.
Imaginava aquelas coxas espremendo minhas orelhas, minha lingua lambendo aqueles lábios e espalhando a lubrificação entre seu grelinho e seu cuzinho. Imaginava minha pica invadindo sua boquinha forçando contra sua garganta até deixa-la engasgada. Imaginava as estocadas do meu pau naquela bucceta apertada, de quarto pra mim... até que...
-"seu safado... tá é se tocando já, é?!" Disse ela enrolada na toalha, sorrindo, cabelos molhados.
- "como foi de viagem, primo?" Continuou ela, vindo em minha direção, se ajoelhando perto de mim, me ajudando a baixar minha cueca. Sim, assim, bem rápida, objetiva e direta. Olhando em meus olhos.
Ela começou um boquete inesquecível. Elogiou meu pau, o tamanho, a cor, as veias, as bolas, e chupava enquanto conversava. Revezava chupadas molhadas com palavras, me deixando confuso, sem saber se eu gemia ou respondia.
A boca dela salivava e os olhos olhando os meus, brilhavam. Eu via a sua lingua percorrendo desde a base da minha pica, as bochechas dilatando quando ela forçava a cabeça do meu pau contra elas. Segurei seus cabelos, mas ela, dominadora, retirou minhas mãos, interrompeu aquele boquete perfeito, aliasando meu pau, olhou em meus olhos e disse:
- "aqui quem manda, por enquanto, sou eu..! Vai se arrumar porque já estamos atrasados...".
Segurei ela assim que ela se colocou de pé. Peguei pela nuca com os dedos entre seus cabelos e puxando com uma certa firmeza, lambi seus lábios em atitude de provocação. Mordisquei os labios inferiores de sua boca e agradeci pelo gesto de boas vindas com que ela me recebeu.
Assisti aquela delícia vestir uma calcinha minúscula, preta, de renda, fio dental, transparente na frente. Ela conseguiu vestir ainda em uso da toalha. Deixou a toalha escorregar até o chão, provacando minha curiosidade, escondendo os seios com os braços, mantendo-se de costas para mim. Eu, enquanto isso, tirava minha camisa social, botão por botão.
Notei ela observando os gominhos do meu abdomem, o elastico da minha cueca branca e como a malha da cueca moldava o Contorno do meu pau duro.
O tesão estava explícito. Corri para o banheiro para ficar pronto para a noite que teríamos.
Evitei gozar, claro. Não queria gastar nenhuma gotinha sozinho. Mas permaneci ereto de forma ininterrupta até o momento de chamar o uber.
Ela preferiu relaxar o assunto comentando de coisas triviais e conversando sobre o trabalho, sobre o meu divórcio, sobre os casos que ela vinha nutrindo com outros homens, e para minha surpresa, confidenciou que estava em uma experiencia lésbica recente muito interessante. Ela nao quis detalhar. Ela quis me provocar. Safada!
Me colocou imaginando o que seria o encontro da bucetinha dela com a boca de outra gostosa.
Eu entendo que a sedução envolva criar imagens na cabeça da pessoa que queremos conquistar. Ela estava conseguindo mexer profundamente com a minha imaginação. Nem parecia que tinha apenas 29 aninhos, tamanha a destreza em causar tesão…. Continua na parte 2