Paizinho, dá leitinho pra gente, dá, paizinho?!



    - Paizinho, dá leitinho pra gente, dá, paizinho?! – elas duas vieram se aproximando, de joelhos, feito gatinhas
    - Leitinho, é, pra vocês duas? – cada uma vestia uma fantasia de gatinha, orelhas felpudas, focinho de massinha, rabinho comprido atrás e tudo o mais.
    - É, paizinho, leitinho na boquinha de suas duas gatinhas esfomeadas. Você sabe, nós as gatinhas adoramos tomar leitinho morninho, não sabe?!
    - Pras duas de uma vez... sei... e o que mais voces querem?
    - Bem... você sabe o que nós duas queremos, não sabe?
    - Sei sim... o outro pai de vocês não deu cenoura grossa agora há pouco pra vocês, suas fominhas!
    - Deu, né, deu pras duas coelhinhas queridas dele ... e choramos muito com ela comendo a gente... uma cenourona! Você sabe muito bem! Mas... agora, somos nós, as gatinhas e precisamos de leitinho... gatas não comem cenoura...
    E ronronavam enquanto pediam leite.
    Me circulavam, se esfregavam no meu pescoço, nas pernas, sorriam felizes como duas gatas pidonas mesmo.
    Duas gatas lindas, corpos esguios, deliciosas as duas.
    Uma já subia em meu colo e me mordia o pescoço, a outra arranhava minha calça, tentando tirá-la.
    - Vai, paizinhooooo, leitinho na boquinha... pra gente crescer saudáveis e fortes.
    -. Pra dar leite a vocês alguma coisa aqui precisa crescer e ficar bem grandão mesmo e vocês precisam fazer muito carinho pra ele crescer e dar o leite que vocês estão pedindo.
    - A gente sabe muito bem disso, sim... a gente é especialista em fazer ele crescer até ficar gigantão! Dá ele pra gente fazer carinho, dá... – e me olhou com uma carinha dengosa que era impossível resistir – Por favor, deixa a gente fazer carinho nele, deeeeeeiiiiiiixa!
    O que aquelas garotas dengosas pediam chorando que eu não fazia sorrindo?!
    Mais que rapidamente, meu piru estava fora da calça... aliás, eu já estava sem calça e as duas mamavam gostosamente meu piru. Lambiam o saco, mordiscavam o pau inteiro e enfiavam a cabeça na boca, mamando forte, uma de cada vez. Eu não me aguentava de tanto prazer que sentia, se continuassem daquele jeito safado e gostoso, logo, logo... elas conseguiriam o presente que tanto desejavam.
    Eram duas garotas sensacionais, traços orientais fortes nas duas, pequenas, pernas bonitas, bundas sensacionais, seios pequenos e firmes, morena claras, bocas sensuais... duas garotas com fantasias de gatas, como gatas mamavam valentemente em meu pau na busca de um premio: leite de saco!
    - Puxa vida, já estão tarando baiat? Vocês são insaciáveis! Que garotas safadas!
    Era Yamagushi, marido de Mariko, quem falava aqui com fata e Mariko, as duas taradas que me mamavam com vontade o cacete duro, chupando o saco, batendo uma punheta fortíssima no meu caralho. Menos de três horaa atrás, era ele quem era dominado pela dupla de deusas taradas do sexo, ninfomaníacas...
    - ... ninfomaníacas não – dizia fata retirando o pau da boca pra falar – a gente é apenas foguenta demais, de mais a mais... – enfiava o pau na boca mais uma vez e mamava forte - ... sabe, a gente... – mais uma chupada valente no saco - ... a gente ama ser fodidinhas por vocês dois, nossos papais tarados...
    - Come a gente por tras, paizinho – pediu Mariko a Yamagushi, que, atrás das duas, olhava aquele espet+aaculo de corpos sedentos por picas, lindas, bundas empinadas, segurando meu cacete, abatendo com ele na cara se santas putinhas que elas tinham, um dengo irresistível nos seus rostos de gaiatas...
    - Gaiatas pode ser, isso mesmo, a gente é sirigaitinhas gaiatinhas e amamos vocês dois... amamos ser as trairas de vocês dois... e vão fizer que não gostam quando ficamos presas e espetadas nas varas de vocês não?
    Yamagushi, já posicionado, enfiava a piroca em fata, ela fazia uma cara de desespero que adoro ver, até parou de mamar meu pau pra ficar gemendo, a boceta recebendo e engolindo cacete, ela se abaixando de cara no tapete...
    - Socaa, paizinho, soca, soca, soca... não para, por favor, não para por nada... enfia...   en – fi – aaaaaaaaiiiiiii... ssssssssssssssssssssssssssssssssssssss... isso!
    Enquanto isso, Mariko continuava a mamar meu cajado com violência, até que eu não aguentei aquela boca sedenta e esporrei bem lá dentro, dei muito leite pra ela!
    - Delícia – dizia, enquanto limpava com sua língua de gata depravada, as gotas de porra que escorria pelos cantos da boca.
    - Sua tarada! Nem deixou uma gota pra mim! Assim, Yamagushi vai ter de me aleitar, estou sedenta de leite de pica! Vou tirar seu leitinho todo, paizinho, deixar você seco, seco, você deixa?!
    Claro que Yamagushi deixava.
    O que podemos negar a essas duas malandrinhas?
    - Agora, meu amorzinho, eu que quero ficar espetada na vara, feito essa safadinha no pau de Yamagushi... eu quero o seu... atoladinho no cuzinho! Ele está piscando, piscando, querendo rola!
    Colocaram-se no tapete, de gatinhas, uma de cara pra outra, dando selinhos entre si e nós, por trás, socando firme, logo fazendo aquelas maluquinhas chorar com o cabeção dos nossos paus muito bem socados em suas bocetas lisinhas e apertadas..

    Minutos, quase hora depois, elas gemiam, arfavam, deitadas de bruços, uma sobre a mesinha de centro e a outra no tapete...
    Até que, depois de uns suspiros profundos, fata diz: “Agora sim, dá pra esperar até a hora do almoço!”, e já eram nove e um quarto da manhã!

Foto 1 do Conto erotico: Paizinho, dá leitinho pra gente, dá, paizinho?!

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Comentários


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baiatsifata Comentou em 08/11/2026

Amamos este conto, afinal isto se passou com agente ande de nossa viagem pra Nova Zelandia.. Vocês transformaram nossa brincadeira na sala em Peleliu em um conto bem divertido. Parabéns. Votamos, claro!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Paizinho, dá leitinho pra gente, dá, paizinho?!

Codigo do conto:
276726

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
08/11/2026

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