Contos de uma gay novinha 04 - Substituto

Os dias depois do flagra foram estranhos, brinquei sozinho em casa, assisti desenhos, fui na casa de outras vizinhas, ou colher frutas ou conversar. Eu era muito dado às pessoas da rua e todos me recebiam de braços abertos. Alguns dias depois do ocorrido resolvi testar minha sorte e ir ver Seu Carlos, entrei em sua casa, chamei por seu nome, então ele saiu da sala, me cumprimentou mas logo já foi falando que não poderia brincar mais, percebi que parecia estar se recuperando de algum acidente. Foi então que Afonso saiu também de dentro da casa, na hora até me assustei, mas ele diferente do último encontro estava calmo, me pediu para ir com ele até sua casa pois queria conversar comigo. Relutante aceitei e fomos até sua casa, era um espaço mais simples, organizado, pois ele ficava pouco na cidade. Ele me pediu para sentar e me ofereceu suco, aceitei, mas estava muito nervoso, aquela típica sensação de criança que fez algo errado. Ele começou me questionando a quanto tempo eu “fazia aquele tipo de coisa” com o pai dele, eu fiquei em silência. Ele então falou que não iria brigar comigo, que eu poderia confiar e me abrir com ele. Então contei que já faziam meses que a gente “brincava”. Ele então começou a me explicar que esse tipo de brincadeira não era para criança, que era de adultos, eu então questionei ele dizendo que crianças é que brincam, os adultos fazem coisas reais, pois na minha concepção aquilo era uma brincadeira. Ele nervoso me disse que o pai dele não poderia ter me ensinado aquilo, perguntou se eu estava machucado e se eu tinha contado a alguém. Disse a ele que me machuquei algumas vezes, mas que agora gostava de fazer e me sentia bem, e que não havia contado para ninguém, porque era uma brincadeira secreta minha e de Seu Carlos. Nisso percebi que Afonso estava desconfortável. Comecei a observar as características dele. Ele era parecido com o pai, porém mais alto, os cabelos ainda loiros, pele mais clara, mais pelos e barba. Foi então que em um ímpeto de coragem e falta de noção (rs) eu perguntei se ele brincaria comigo no lugar do pai dele. Na hora ele travou por um momento, mas então me respondeu que como havia dito não era uma brincadeira de criança, eu então retruquei dizendo que ia sentir falta e que era minha brincadeira preferida, que eu adorava interpretar a mamãe. Ele ficou vermelho, mas percebi que algo se moveu em sua calça, como ele cuidava de uma chacará, estava de jeans justos, botina e camisa, eu me levantei e ajoelhei na sua frente pedindo para brincar ou se ele deixaria o pai dele continuar brincando. Ele tentou me levantar mas coloquei a mão em seu órgão que começou a crescer, esse pequeno momento tocando suas partes foi o suficiente para ele se desarmar, então comentei que o passarinho dele também parecia maior e se ele queria apertar meu botão. Ele ficou sem saber o que responder, em partes pela “inocência do questionamento” e em parte pela ousadia. No fim acabou cedendo e ficou parado enquanto eu fazia o que havia aprendido. Tirei minha roupa e virei mostrando meu botãozinho pra ele, que observou, pedi pra ele apertar, ele então passou a mão em minhas nádegas, apertou, massageou meu cuzinho. Ele então levantou, achei que ele ia encerrar a brincadeira, mas ele foi em direção a porta e a fechou e trancou. Então voltou e se sentou no sofá novamente. Perguntei se eu poderia ver seu pinto, ele então abriu sua calça e retirou para fora, estava totalmente duro, na hora fiquei impressionado pois era bem maior que o de seu pai, o maior que eu tinha visto até então (e realmente era grande, provavelmente uns 19/20 cm). Ele então falou que iria brincar comigo uma vez, se eu prometesse não brincar nunca mais com o pai dele. Ele já sabia que não poderia nos controlar pois não estava sempre presente, então apelou para uma promessa, que no meu caso surtiria efeito pela idade.
De pronto aceitei a proposta e me ajoelhei na sua frente já começando a mamá-lo.
Conseguia ouvir seus gemidos inesperados, ele colocou a mão na minha cabeça acariciando enquanto eu fazia minha parte. Fiquei alguns minutos assim, então me levantei e fiquei de quatro no sofá esperando que ele soubesse o que fazer, eu não sabia conduzir pois era novo e inexperiente. Ele então se levantou e começou a me alisar, depois a passar o pau na entrada do meu cuzinho, devido a nossa diferença de tamanho era fato que iria ser uma foda difícil, eu só não conseguia imaginar isso pois achava que iria sempre ser igual. Ele então começou a forçar a penetração mas a cabeça de seu pau não passava, ele tentou cuspir e lambuzar mais, mas não ia, ficou alguns minutos e eu já ansioso para sentir ser preenchido, então entrou, dei um pulo e novamente a pontada de dor que eu não sentia fazia tempos veio, respirei fundo e pedi pra ele esperar, ele impressionado aguardou e depois começou a adentrar, como sua rola era maior foi um pouco sofrido, mas entrou um pouco mais da metade, ele começou então os movimentos. Eu estava sofrendo de dor mas aguentei calado, pois poderia ser minha última chance de fazer aquilo. Alguns minutos depois eu já estava mais confortável e comecei a gemer, e ele começou a retribuir falando algumas coisas, como “Então a menininha gosta de levar vara?” ou “Quer engravidar é?” e os tipos toma, geme alto e etc. Pedi para mudar de posição e ele aceitou, então sentou no sofá e eu sentei em uma pika e fui descendo até onde dava, obviamente era o primeiro homem dotado que eu pegava e não aguentaria ainda mais levando em consideração o meu corpo na época. Enquanto eu rebolava acabei abraçando ele e dei um beijo, ele não retribuiu e ficou parado, mas insisti até ele retribuir, e pela primeira vez eu soube o que era um beijo de verdade, um beijo bom. Pois o pai dele me beijava mas era idoso, portanto uma boca mole estranha. Ficamos mais um bom tempo assim até que ele me deitou no sofá e deitou sobre mim, encaixando e me penetrando, falou que ia me mostrar o verdadeiro papai e mamãe. Entre beijos e carícias ele começou a ir mais forte até me inundar de leite, uma quantidade imensa que vazou toda no sofá. No fim depois de nos limparmos ele me pediu mais um minuto só pois queria falar algumas coisas. Aguardei ele se arrumar e sentarmos novamente. Então ele me disse que isso que havíamos feito não era uma brincadeira, o nome disso era sexo, e que os adultos que se gostavam faziam essa prática, então que eu não deveria fazer, mas ele entedia que seria difícil me controlar agora que eu havia começado. Então se eu mantivesse minha promessa de não falar para ninguém e de não ficar com o pai dele, ele pensaria se poderíamos repetir, não seria tão frequente como eu era acostumado mas ele tentaria vir para a cidade “brincar comigo” ou que até poderia me levar para a chácara dele de férias. Era curioso que a personalidade dele enquanto fazíamos o ato e enquanto conversávamos sério era muito diferente. Aceitei sua proposta e me despedi indo pra casa todo assado. Obviamente não cumpri minha promessa, ainda fiquei com o pai dele algumas vezes depois de muito insistir, pois o Seu Carlos não queria mais me ver. Mas não durou muito, pois comecei a sentir que a brincadeira com ele não era tão legal mais e sua mulher logo depois voltou também. Então estava eu perdido sem um propósito ou a adrenalina que sentia de ter o segredo e principalmente necessitado de “brincar”.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Contos de uma gay novinha 04 - Substituto

Codigo do conto:
246190

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
02/11/2025

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