Peguei papai arrombando a buceta da mamãe e me dei mal - Parte - VII

Peguei papai arrombando a buceta da mamãe e me dei mal - Parte VII

Fernanda cresceu, ficou adulta e continuou dando para o dog, e fazendo o jegue jorrar muita porra entre suas pernas, mas nunca tentou dar para o animal com mais de quarenta centímetros de pica com uma chapeleta do tamanho de uma sombrinha.

Confidência com a amiga íntima, que iniciou as irmãs e continuou por anos se satisfazendo com os pobres animais.

No início foi ela e depois as irmãs que sentiram suas bucetas sendo arrombadas pelo cão de estimação.

O que era só imaginação, fantasia e curiosidade, virou tara e acabou se transformando em um vício que não as deixavam sair da fazenda, sem antes serem juntas arrombadas pelo enorme cão e algumas vezes pelo jegue e o cavalo, quando iam desfrutar do prazer e gozo na baia.

Fernanda relata que queria sentir a chapeleta do jegue ou do cavalo em sua bucetinha pelo menos uma vez, para poder sentir o cheiro e o gosto de uma pica enorme enchendo sua bucetinha e sua boca com muita porra quente.

Numa ida para a baia, ela teve a ideia de chamar as irmãs já descabaçadas pelo pai, para brincarem com os dois animais.
As irmãs logo toparam, mas os pais não poderiam estar em casa ou na fazendo.
Combinaram para o dia em que eles fossem para a cidade e assim aconteceu o que mais desejaram.

Colocaram mini saias, fios dentais atolados nas bucetinhas e no cuzinho, e se direcionaram para onde o cavalo e o jegue estavam para arromba-las de uma forma que nunca iriam esquecer.

Chamaram os animais para dentro da baia e começaram uma sessão de carinhos nas barrigas, virilhas e paus dos animais, até ver os grandes ébanos saindo aos poucos para fora.

Ao verem aquelas picas enormes endurecendo e ficando cada vez maior, decidiram quem seria a primeira a sentir a chapeleta do jegue e o pau do cavalo, entrando em suas bucetas todas úmidas de desejos.

No jogo de escolhas, Luiza foi a premiada a ser arrombada, mas antes tinha que deixar a pica do jegue mais dura que o ferro com punheta, boquete e chupeta.

Ela riu de felicidade e logo começou a punhetar o animal, e em seguindo colocou a boca na chapetela ainda fechada.

Parecia que o jegue já vinha esperando por aquele momento e em pouco tempo, Luiza sentia o líquido escorrer pelo grande orifício da grândola daquele cacete enorme.

A chapeleta se abriu como um girassol e ela abocanhou todinha em sua pequena boca e que jatos de porra, quase a sufocou.

Ali ela ficou por uns minutos e as duas que estavam assistindo e ajudando com as mãos no pau do jegue, pediu para ela parar de chupar e ficar de quatro debaixo do dele.

Luiza tirou a boca e se virou de quatro do jeito que as irmãs pediram.

Como uma linda e gostosa potraquinha a espera daquela pica que provavelmente iria rasga-la meio se entrasse com a violência habitual destes animais.

Coitadinha dela!

Ela mal sabia o que estava para acontecer.
Arrebitou a bunda para cima, abriu bem as pernas e estufou sua pequena buceta para trás.

Fernanda e Tereza estavam tão taradas quanto ela, e não viam o momento em que cada uma ia sentir na buceta depois dela.

Vendo a bucetinha da irmã estufada para trás se olharam e disseram?

Será que essa chapeleta e esse pau vai entrar na bucetinha dela até o fundo para fazê-la relinchar ao ser arrombada?

Será que ela vai aguentar pelo menos a chapeleta?

A buceta de Luiza não era grande, porque ela era a mais nova das irmãs, e apesar de ter um corpinho bem definido e já possuído pelo dog várias vezes, ficava a dúvida se aguentava ao mais de quarenta centímetros que o jegue ia empurrar com aquela chapeleta enorme e já pingando porra dentro dela.

Seguiu-se o plano.

Luiza em posição de ser possuída, pediu para elas ajudarem, fazendo com que o jegue andasse um pouco até sentir a pica dele na sua mão e bunda.

Tereza apenas levantou a chapeleta na direção, e Fernanda segurou aquele ébano duro como pedra na reta exata da bucetinha que ia receber aquele cacete grande, cabeçudo e bem grosso.

O jegue ficou inquieto e cheirou por três vezes aquela bucetinha.

Luiza não aguentou o tesão e urinou pelas pernas com o calor da língua do seu mais novo e tarado algoz.

Tereza colocou a ponta da chapeleta na boquinha da bucetinha da irmã mais nova, e foi esfregando de um lado para o outro até abrir o mínimo que pudesse para dar passagem para uma chapeleta parecida com um chuveiro.

O jegue cheirou mais uma vez sua bucetinha e ao sentir o cheiro da sua urina, levantou as patas e subiu lentamente, deixando Tereza e Fernanda impressionadas com o tamanho daquele pau com uma chapeleta enorme em forma de relevo na ponta com enorme orifício.

Depois de várias tentativas e subidas do jegue que arrancava gemidos e gritos de dor da irmãzinha mais nova, a pica conseguiu preencheu a bucetinha que estufou a boca para fora de tão grande que ficou devido ao tamanho da chapeleta se abrir ainda mais para começar a entrar e sair no pequeno e justo orifício de sexo e prazer de Luiza.

Os beicinhos daquela bucetinha ficaram amostras e expostas para aquele caralho enorme.

Tereza e Fernanda se deliciaram em presenciar a metade da cabeça abrindo passagem da minúscula bucetinha que nunca mais seria a mesma.

Por sua vez, Luiza continuava aos gritos e choros por não estar aguentando tamanha dor e violência das estocadas sem fim.

Luzia urrava não sei se de dor ou prazer, mas continuava de quatro esperando o quanto ia aguentar e por quanto tempo teria que esperar para ele gozar e sair de dentro dela.

Fernanda e Tereza acompanharam o movimento do jegue e no exato momento em que ameaçou em gozar, Luiza, deixou-o que fizesse o resto do trabalho.

Ele estocou uma, duas vezes devagar até ter a certeza de que estava com a chapeleta entrando toda pra dentro da bucetinha de Luiza e ela urrou de dor e tentou dar uma passo a frente.

Foi impossível querer sair debaixo dele.

A pica já estava atolada e não tinha como tirá-la sem antes deixar o jegue alagar sua bucetinha de muita porra.

Fernanda e Tereza ficaram olhando o pau entrar e como estava bem umedecidas, sentiam o mesmo prazer que Luiza e suas bucetas estavam formigando de tanto prazer, que até chegou escorrer porra pelas pernas.

O jegue deu a segunda estocada e o pau foi até a metade e Luiza urrava e gritava, chorava, mas ficava quieta para provar para as irmãs mais velhas que aguentava até mais de quarenta centímetros de qualquer cavalo ou jegue.

Na terceira estocada foi mais um pouco e Luiza chorava.

Na quarta estocada, entrou tudo de uma só vez e ela continuou firme sentindo as bolas batendo nos beiços de sua bucetinha.

As suas pernas amoleceram e tremeram até o ponto de não aguentar toda aquela pica e o peso dele enfiando com força até as paredes do seu útero.

Fernanda falou para Tereza!

Está vendo o tamanho e a grossura daquele pau!

Parece que ficou o dobro do tamanho e da grossura e Luiza aguentou sem querer sair debaixo dele!

Olha como está a bucetinha dela!

Está estufada todinha pra fora, arrombada e pingando sangue !

Nossa que dor ela deve estar sentindo!

Agora não dá para gente tirar ela de lá.
Nisso, o jegue deu mais três estocada bem fortes.

Luiza só não foi ao chão, por ter segurado firme na madeira e ela sentiu sua buceta sendo completamente alagada por um balde de porra fervendo dentro dela.

O jegue ficou parado por um instante até seu cacete ficar um pouco mole.

Fernanda e Tereza se admiraram ao ver o pau saindo da buceta de Luiza.

Viram a chapeleta aberta trazendo para fora, mais de um litro de porra que caiu por entre as pernas entreabertas da caçula das mulheres que estava apenas completando a idade de uma adolescente tarada e louca para sentir o prazer na carne.

O jegue acabou de tirar de dentro daquela bucetinha e Tereza falou para a irmã!

Nossa que rombo ficou a bucetinha da nossa irmã?

Agora qual de nós vai ser a próxima?

Fernanda disse que poderia ser ela e Tereza respondeu que não, e queria ser a segunda a sentir o que irmãzinha havia acabado de sentir.

A irmãzinha não estava conseguindo ficar em pé de tanta dor e rola que sentiu.

O jegue continuou parado e seu pau ainda estava todo para baixo quase esbarrando no chão.

Luiza foi até a cabeça dele e o fez cheirar sua bucetinha cheia de porra com sangue e de urina que tinha mijado antes de tanta vontade de levar uma rola daquele tamanho na buceta.

Ele gostou do cheio e em segundos sua pica começou a subir bem devagar.

Ela abaixou e pegou naquele pau dizendo para Fernanda e Tereza se decidirem qual seria a segunda a ser possuída pelo jegue.

Decidiram que ambas iriam ser arrombadas.
Uma pelo jegue e outra pelo cavalo que tinha o pau ainda mais grosso que o jegue.

Tereza optou pelo jegue por ser mais nova e corpuda, dizendo que aguentava mais do que aquela pica e se desse queria que o jegue enfiasse tudo em sua buceta e depois no seu cuzinho.

Luíza conseguiu endurecer o pau do jegue mais rápido do que pensava.

Passou a mão na sua bucetinha e tirou um pouco da porra que ainda pingada pelo chão.

Pediu para Tereza ficar de quatro e estufar a buceta para trás.

Em seguida esfregou toda aquela porra na buceta dela e fez com o jegue voltasse a cheirar.

Ele cheirou.

Seu pau estava a ponto de bala. Suas bolas balançavam de um lado para o outro.

Não demorou a ameaçar subir encima de Tereza.

Do outro lado Fernanda já estava preparando o cavalo para ser fudida.

Como o cavalo era maior, ela precisava arrumar um jeito dele não subir completamente sobre ela.

Conseguiu uma mesa e a coloquei do lado onde Tereza iria ser arrombada pelo jegue que estava inquieto.

Punhetou o cavalo, chupou até deixá-lo pronto e fez com que ele cheirasse sua buceta.

Cheirou e levantou a cabeça para cima numa tentativa de dizer que queria aquela buceta.
Bem molhada como Tereza, ela ficou de quatro sobre a mesa e com uma das mãos puxou o cavalo e o deixou cheirar sua buceta por várias vezes.

Ele relinchava e ao mesmo tempo queria subir em Fernanda.

Fernanda pediu para Luiza ficar do lado dele e quando subisse era só pegar na pica dele e colocar bem na direção da sua buceta toda inchada de tesão.

O jegue estava pronto e já sabia com ia subir em Tereza sem auxílio, porquê tinha mais força para levantar o cacete até a buceta que ia ser possuída nos minutos seguintes.

Tereza sabia que tão logo ele subisse encima dela, teria que pegar sua rola e encostar em sua buceta.

O cavalo foi para cima de Fernanda e Luiza só levantou aquele cacete enquanto ele se esforçava para encontrar a entradinha daquela buceta.

Conseguiu e deu uma enorme estocada na buceta de Fernanda arrancando dela gritos, dor e urros sem parar.

Tereza esperou o jegue que estava se prepara do para trepar e começar a arrombar aquela buceta sedenta de dar prazer.

Do outro lado Fernanda pegou na pica do seu arrombador e aproximou a pica na porta da sua buceta e logo sentiu sua buceta sendo arrombada por aquela chapeleta gigante, e aos gritos aguentou mais ou menos cinco estocadas violentas.

Ela sentiu sua buceta abocanhar aquela pica enorme e grosso rasgando e arregaçando sua bucetinha para fora.

O cavalo não foi como o jegue e logo deixou o pau sair de dentro daquela buceta cheia de porra e o mínimo de sangue.

Ao sair todo, a buceta expulsou toda porra de dentro e era muito mais de um litro.

Tereza era a última a receber estocada do jegue.

O jegue já estava em cima dela com apenas metade da chapeleta dentro da sua buceta melada.

Do mesmo jeito que arrombou Luiza, ele foi dando estocadas lentas até sentir entrar por completa e assim foi estocando.

Entrou a cabeça!

Chegou até o meio e no ato final empurrou de uma só vez o que estava faltando e Tereza gemia, gritava, chorava e urrava como as suas duas irmãs em suas vezes.

Sua buceta ficou tão aberta e arregaçada para trás, tal qual as bucetas da pequena Luiza e safada Fernanda.

Finalizado o ato, o jegue foi amolecendo seu enorme pau cabeçudo e deixando deslizar para fora, arrancando de dentro da sua buceta mais de um litro de porra com sangue.

Enfim, as três irmãs ficaram todas arrombadas e alargados pelo jegue, cavalo e cachorro da fazenda.

O final ainda não é este.
Continua!!
Não deixei de ler o desfecho

Foto 1 do Conto erotico: Peguei papai arrombando a buceta da mamãe e me dei mal - Parte - VII

Foto 2 do Conto erotico: Peguei papai arrombando a buceta da mamãe e me dei mal - Parte - VII

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Comentários


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narrador Comentou em 03/01/2026

Tenho certeza absoluta que aguentaria a pica de um jegue com chapeleta bem grande estourando a vó vc a da sua bucetinha. Se abra para por um filho no mundo, na há dúvida que aguenta ele por com força até o fundo, fazendo você urrar de dor e prazer ao mesmo tempo.

foto perfil usuario gatabisolteira

gatabisolteira Comentou em 03/01/2026

Cachorro é muito bom e gostoso! Com cavalo, não tenho coragem e é um pau muito grande e grosso!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Peguei papai arrombando a buceta da mamãe e me dei mal - Parte - VII

Codigo do conto:
250926

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
03/01/2026

Quant.de Votos:
4

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4