Mas, curiosamente, esse perigo só me deixou ainda mais excitada. E, mais de uma vez, enquanto meu filho me fodia na minha cama, eu tentava atrasar ao máximo o seu orgasmo. Primeiro deixando ele me penetrar, montado sobre mim, eu rolava por cima dele, e comandava o seu ritmo.
E, antes que ele gozasse, eu me ajeitava na sua cara e fazia ele me chupar por um bom tempo. Então, quando ouvia o barulho do carro do seu pai estacionar na garagem, ele levava o maior susto e corria pro seu quarto. E, por duas vezes, eu ainda o mantive entre as minhas pernas, gozando feito louca na sua boca.
"Mãe, o papai!", ele se desesperava.
"Espera! Só mais um pouco!", eu continuava a forçar a minha buceta no seu pau dentro de mim.
"A chave! Ele tá na cozinha!", ele me lembrava que o pai sempre jogava sua chave sobre a mesa da cozinha.
"Só mais um pouco!", eu agarrava a sua bunda.
E quando finalmente ouvia os passos do pai subindo as escadas, ele agarrava suas roupas e saía correndo pro seu quarto. Ao mesmo tempo, eu me trancava no banheiro e precisava entrar debaixo do chuveiro, terminando de gozar numa bela siririca.
"Oi, meu bem! Chegou mais cedo hoje?", ainda secando meu cabelo, eu recebia meu marido com um beijo. E ele nem desconfiava.
Mas, ao mesmo tempo em que o sexo com meu filho ficava cada dia melhor, não podia dizer o mesmo do desempenho do seu pai. Cada vez mais sem graça, o sexo entre nós aos poucos tava me deixando impaciente na cama. Até que uma noite soltei por acaso:
"Tava pensando... e se a gente fizesse uma coisa a três?", eu acariciava o seu peito.
"Quer dizer, ter uma outra mulher na cama?", ele se empolgava.
"Bem, é uma ideia... mas estava pensando em uma coisa mais intensa, tipo uma dupla penetração!", eu lhe sorria.
"Outro homem?"
"Por que não?", eu insistia.
O resto daquela noite, passamos discutindo quem seria o felizardo com que meu marido iria compartilhar sua esposinha. A princípio, não muito à vontade com a ideia, ele foi cedendo aos poucos. É claro que seus amigos estavam fora de questão, ou qualquer vizinho. Ele não queria que outras pessoas que conhecemos me vissem com outros homens.
E como eu não tinha nenhum amigo íntimo o bastante pra convidar pra minha cama, só me restava uma única opção.
"Por que não alguém mais próximo?", eu arrisquei. "Quem sabe o Caio..."
"O nosso filho?", ele mal podia acreditar.
E ele continuou argumentando como aquilo era absurdo, falando sobre todas as coisas que o preocupavam em relação à sua mulher começar a sair com outros homens para conseguir o sexo satisfatório que precisava.
"Então, a melhor opção é manter isso entre nós... quero dizer, em família..."
Ele penou melhor, considerando as outras opções. Conhecendo bem o Raul, ele nunca deixaria um amigo seu me comer. Mas se a coisa toda ficasse só entre nós, ninguém precisaria saber.
"Além disso, estaríamos dando ao nosso filho uma educação sexual adequada, sem que ele corra nenhum risco por aí!", eu concluí, para finalmente convencê-lo.
"Está bem, mas deixa que eu falo com ele... de homem pra homem!"
Ele se levantou e colocou seu pijama. Então respirou fundo e foi até o quarto do nosso filho. Da porta entreaberta eu podia ouvir a conversa dos dois, e não podia estar mais excitada.
"Tenho algo muito pessoal que queria conversar com você, filho. Mas, se isso te incomodar, é só me pedir pra parar. Sua mãe e eu conversamos e decidimos que, se você quiser, pode se juntar a nós... quero dizer, no nosso quarto."
"Quer dizer, com vocês dois?", meu filho se surpreendeu.
"Só se você quiser, é claro!", ele ponderou. "E não precisa se preocupar com camisinha; sua mãe não pode mais engravidar. Bem, você quer tentar?"
"Sim! Mas tudo bem pra você?"
"Tudo bem, filho, eu e ela já nos entendemos sobre isso."
E eu então pulei de volta na cama, me metendo debaixo dos lençóis. Pude ouvir os passos dos dois, assim que terminaram a sua conversa de pai e filho — uma conversa que duvido meu marido imaginasse um dia ter.
Instantes depois, meu marido e meu filho entraram no nosso quarto, os dois visivelmente nervosos.
O Caio hesitou, sem saber ao certo o que fazer. Mas, pelo volume na frente do seu pijama, percebi que ele estava mais do que excitado. Ele ainda permaneceu onde estava até que eu o encorajasse a se aproximar.
Então, eu puxei o lençol, deixando exposta minha buceta molhada pro meu filho. Nem acreditava que iria tê-lo dentro de mim, e na frente do pai dele. E, pra minha surpresa, o Raul quis incentivá-lo, mostrando como fazer. Nossa, se ele ao menos pudesse ter ideia de quantas vezes meu filho me fodeu naquela mesma cama!
Os dois então começaram a se despir. E, cada um de um lado, eles se deitaram à minha volta. Eu peguei na mão do Caio e fui guiando pelo meu corpo, deixando que ele me tocasse sem medo. E enquanto o seu pai se meteu entre as minhas pernas e começou a me chupar, eu puxei o rosto do meu filho e lhe ofereci o meu peito.
Ele me chupava e ainda me custava acreditar que estava realizando meu sonho: ter meu filho na minha cama sem medo. E eu podia pegar no seu pau, ou, se quisesse, podia até chupá-lo — eu não me contive.
Meu marido olhava o filho meter o pau na minha boca e se surpreendia da safadeza da sua mulher e de como a barreira do incesto já tinha sido superada. Acho que ele agora via como a nossa cama podia ser mais divertida a três, embora talvez não estivesse preparado para ver o filho fodendo a minha boca.
De joelhos ao meu lado, ele acariciava o meu cabelo, metendo na minha boca em movimentos de penetração. E por isso o Raul não esperava, se imaginava que o filho era um garoto tímido. Mas era pra isso que estávamos ali, e eu acariciando a bunda retesada do Caio, enquanto ele me fodia.
"Acho que ele já tá prontinho!", eu dizia pro Raul, masturbando o pau do meu filho todo lambuzado de saliva.
O grande teste do meu marido aquela noite não foi como homem, mas como pai. Talvez compartilhar a sua mulher não foi a sua maior grandeza, mas reconhecer que o filho, mesmo ainda um menino, era tão homem quanto ele.
E quando ele se pôs de lado e o Caio se ajeitou entre as minhas pernas, eu segurei o meu filho pela cintura e me deixei penetrar. Com as pernas à sua volta, eu sentia o seu pau deslizar para dentro de mim, como o ensinei a fazer. E embora o pai achasse que ele ainda era virgem, meu filho já era meu homem há tempos.
Puxei o seu rosto e comecei a beijar seus lábios, sentindo o seu peito contra os meus seios. Sua ereção estava tão dura e pulsante que parecia distender um pouco mais o meu canal vaginal, além do que estava acostumada. Mas eu estava molhada demais pra isso me incomodar. Eu tinha lubrificação suficiente pra ele me foder a noite toda.
Ele então começou a me penetrar com força e eu me ajustei ao seu ritmo. Observei o prazer no seu rosto, e me perguntei por que não deixei aquilo acontecer há muito mais tempo. Talvez ele já tivesse me engravidado, se tivesse começado a me foder há alguns anos.
Meu filho surpreendeu seu pai, não só com o tamanho do seu pau, mas com a disposição com que me penetrava, metendo com força entre as minhas pernas. A cada estocada, eu soltava um pequeno gemido, cravando na sua bunda minhas unhas. Depois de cerca de três minutos, comecei a ter um intenso orgasmo. E conforme a excitação aumentava, eu gemia mais alto, soltando toda a minha luxúria incestuosa.
"Ahhh! Isso, amor, mete com força! Tá me fazendo gozar!"
Ele me segurou firme, me penetrando com estocadas profundas e fortes. Cada vez que ele enfiava o pau no fundo da minha vagina, eu o sentia bater contra o meu colo do útero como se buscasse a entrada do lugar de onde veio. Senti meus músculos internos se contraindo firmemente ao redor dele, agarrando-se à sua ereção e me levando a um novo orgasmo.
"Ai, mãe. Vou gozar!", ele gemia enquanto continuava a me foder. Sentir suas mãos apertando meus peitos, seus lábios sugando meus mamilos com avidez e seu pau se movendo dentro de mim me enchia de um fogo incontrolável. Mas foi saber que era meu filho quem estava me fodendo e me preenchendo com sensações tão eróticas que me levou ao ápice.
Eu podia sentir meu corpo se tensionando em preparação para um orgasmo e minha vagina se contraiu ainda mais no seu pau, apertando ritmicamente, e me tirando gemidos seguidos.
"Me fode, querido! Me fode e goza dentro de mim. Goza bem fundo na minha buceta!", eu me agarrava mais forte na sua bunda.
Mais uma vez, meu filho fez o que eu mandei, me penetrando fundo e ejaculando seu esperma quente dentro de mim. Assim que senti o primeiro jato respingar na entrada do meu útero, eu me juntei a ele em um orgasmo, tremendo com a intensidade do meu clímax, enquanto minha vagina se lubrificava ao longo do seu pau.
E, pra minha surpresa, quando terminou de gozar, sem se conter ou se retirar, ele continuou a me foder. Eu fiquei deitada embaixo dele, gemendo de prazer enquanto seu pau me penetrava sem parar. Gozei tanto que minha vagina molhada continuou formigando, mesmo depois que ele tirou seu pau de dentro de mim.
Mas ele ainda não tinha terminado comigo. Fiquei chocada e excitada ao ver meu filho se ajoelhar na cama, à minha frente. Ele então levantou e abriu as minhas pernas, expondo completamente minha buceta cheia de gozo. E, sem se conter, ele se inclinou e começou a beijar e lamber os meus lábios inchados. Ele lambeu o caminho para cima até cobrir de uma vez o meu clitóris, me fazendo arfar e me contorcer em êxtase enquanto sua língua me fodia freneticamente.
Ele enterrou seu rosto na minha buceta coberta de esperma e bebeu a saborosa mistura dos nossos fluidos sexuais. E como se não bastasse me fazer gozar com seu pau dentro de mim, ele me fez gozar na sua boca duas vezes, antes de finalmente se deitar.
Ao lado, a expressão no rosto do meu marido parecia dizer: "Quem é esse garoto comendo a minha mulher desse jeito, feito um animal no cio?"
Eu apenas continuava a suspirar meio ofegante, tentando recobrar as forças depois de tanto gozar. "É, querido, vai ter que se esforçar pra fazer melhor que isso!", eu sorria pra ele.
Então, nos levantamos e fomos tomar um banho. E, depois de tantas vezes em que fiquei ali, vendo meu filho se masturbar com as minhas calcinhas, agora eu o tinha comigo debaixo do chuveiro.
E ele não conseguia se conter, me beijando e apertando os meus peitos. Enquanto eu brincava com a sua língua, lambendo e chupando na minha boca, me surpreendia que ele ainda estivesse de pau duro, depois de tanto gozar.
"Calma, garoto!", seu pai brincava.
"É, que a mamãe é muito gostosa!", o Caio sorria pra mim.
"Não briguem, meninos. Eu sou todinha dos dois!", e beijava um, depois o outro.
Não sei se estava abusando das provocações, mas estava adorando aquele clima de tensão sexual entre nós, com os dois me querendo toda.
"Que foi, querido?", eu me pendurei no seu pescoço. "É o gosto do pau do seu filho na minha boca!", eu sussurrava no seu ouvido, para provocá-lo.
Então, ele me virou de costas e começou a beijar e chupar o meu pescoço. Podia sentir o seu pau roçando atrás de mim, até que ele abriu a minha bunda e me penetrou. Não esperava aquilo, e tive que me apoiar no meu filho, puxando ele pra mim, e me agarrando ao seu pescoço.
Atrás de mim, eu sentia um pau duro me arregaçar toda, e meu marido continuava a me foder com força. Nossa, ele só metia no meu cu quando tava mesmo louco de tesão. E acho que ver o que o filho fez comigo na cama o deixou muito excitado.
No meio dos dois, eu me entregava à luxúria de ter dois homens ao mesmo tempo me disputando. Enquanto beijava o meu filho, o banheiro se enchia daquele barulho de carne contra carne. Era tão grande o tesão do Raul, que ele me puxava pra também me beijar. E, no meio daquela sacanagem, até um beijo a três rolou.
Quando ele finalmente gozou dentro de mim, gemendo ofegante no meu ombro, eu sentia que estávamos os três numa nova relação. Era um misto de cumplicidade e desejo que não dava mais pra voltar atrás. E quando saímos do banho e voltamos pra cama, parecíamos mais a vontade com a nossa nudez.
Enquanto estávamos deitados, os dois à minha volta, meu marido me disse o quanto me amava e como gostou de me ver com o nosso filho. Mas quase que o Caio acaba entregando o nosso pequeno segredo, quando começou a falar mais à vontade.
"E você, filho, o que achou da sua mãe?"
"Vou te contar a verdade, pai. Desde que eu era pequeno o suficiente pra saber o que era sexo, eu penso em transar com a mamãe!", ele se abria como nunca antes teve coragem. "Quando eu ouvia vocês dois à noite, muitas vezes eu me masturbava pensando nela. E se eu vejo algum vídeo de garotos transando com mulheres mais velhas, eu fico pensando em fazer o mesmo com a mamãe."
"Como qualquer garoto, amor!", eu completei.
"É, filho, qualquer garoto em algum momento sonha em transar com a mãe!", seu pai sorriu.
"E às vezes, uma mãe pode ter muito tesão em querer chupar o seu filho!", eu sorri maliciosamente pro meu marido.
Em seguida, me virei pro meu filho e, depois de masturbar um pouco o seu pau, me inclinei sobre a sua ereção e comecei a chupá-lo. A maravilha do incesto é que seu filho está sempre de pau duro, como se estivesse o tempo todo pronto pra te foder. E depois de instigar meu marido com aquela cena, eu me virei pra ele e o beijei bem molhado, partilhando com ele um pouco do líquido pré-ejaculatório do Caio.
"Seu filho tem um pau gostoso!", eu lhe sorria, lambendo os lábios.
Recostados na cabeceira da cama, os dois tinham aquela expectativa infantil, esperando que eu me decidisse e escolhesse entre o pau de um e do outro. Eu masturbava os dois, cada um de um lado. Mas é claro que escolhi o do meu filho.
E então, apoiada na cabeceira da cama, eu subi no seu colo, me deixando penetrar, e comecei a cavalgar o seu pau. Enquanto eu empurrava meus quadris para baixo, me sentindo preencher completamente, meu filho lambia meus mamilos, até começar a me chupar, ao mesmo tempo em que me fodia.
"Você vem?", eu convidava o meu marido. "Afinal de contas, a ideia era dois ao mesmo tempo, lembra?"
Foi então que experimentei a sensação mais incrível, quando ele se posicionou atrás de mim e abriu minhas nádegas. Enquanto eu continuava a sentir meu filho todo dentro de mim, seu pai começou a lamber meu ânus apertado e me levou a outro orgasmo.
Depois, ele se levantou e suas mãos me empurraram suavemente para frente, sobre o pau do meu filho. Então, senti o pau dele na entrada do meu cu. A sensação era indescritível enquanto ele me penetrava. Eu podia sentir meu interior se preenchendo completamente enquanto ele enfiava centímetro por centímetro do seu pau duro bem fundo no meu cu. Quando ele finalmente chegou à base, parou por um minuto e então começou a deslizá-lo para fora lentamente.
A sensação de ter meus dois orifícios preenchidos pelos dois homens que eu mais amava foi a melhor sensação física que eu já havia experimentado.
Logo, meu filho e o pai dele encontraram um ritmo; ambos saíam dos meus orifícios ao mesmo tempo, me deixando com a sensação de estar totalmente vazia, apenas para me penetrar novamente ao mesmo tempo, me fazendo perder o fôlego. Eu nem me mexi e deixei que eles fizessem todo o trabalho. Apenas me deliciei com as sensações incríveis que queimavam minha bunda e minha vagina.
Então, sem nenhum aviso, senti minha vagina sendo preenchida pelo esperma quente do meu filho. E um calor igualmente intenso invadiu minha bunda enquanto seu pai fazia o mesmo. Meu orgasmo percorreu meu corpo e meu gozo jorrou da minha vagina, cobrindo as pernas e a barriga do meu filho.
Nós três desabamos na cama e nos acariciamos. E mais uma vez eu juntei os dois para um beijo a três. Minha primeira dupla penetração não poderia ter sido mais excitante ou mais satisfatória. Dormimos de conchinha, com meu corpo nu entre os dois. E eu sentia o pau duro do meu filho aninhado na dobra escorregadia e úmida entre as minhas nádegas.
Meu marido de nada desconfiou do nosso segredo e agora eu podia tê-lo na minha cama quando quisesse.
Depois daquela noite, meu filho começou a fazer amor comigo constantemente. Eu e seu pai concordamos que ele poderia me ter quando quisesse. E é claro que, sendo um jovem saudável com um forte desejo sexual, isso significava que ele toda hora queria me comer. Não importava onde eu estivesse ou o que estivesse fazendo, ele simplesmente botava o pau pra fora e me fodia até gozar dentro de mim.


Que tesao isso que vcs fazem,e vc é bem sortuda né
Conto maravilhoso, muito excitante, muito tesão, e no final o mérito é da esposinha fogosa. Adorei
Parabéns pelo conto. Eu tenho uma vida secreta com minha mãe a anos, eu 35 e ela 67. Quando meu pai sai para o trabalho a noite, eu entro no quarto escuro, transamos sem uma única palavra, só muito tesão no ar, gozamos e volto para o meu quarto. No outro dia é como se nada tivesse acontecido. Quem tiver interesse em saber como cheguei neste momento com ela, pode mandar mensagem.Meu zangui 8414408743