Depois de me satisfazer e convencer meu marido a trazer pra nossa cama o nosso filho, agora ele queria ter a sua vez: um trisal.
E pra isso, decidimos que teria de ser uma completa estranha. Uma noite numa boate parecia ser uma boa ideia pra se conhecer outra pessoa. Não sei se era algo moderno ou se era algo que os outros casais sempre fizeram, mas pra nós aquilo era algo novo na nossa relação, pelo menos na era moderna dos encontros amorosos, da qual eu agora fazia parte.
Tudo mudou muito desde a época em que eu namorava. Mas uma coisa ainda estava bem aguçada em mim, o meu desejo por garotos. E o lugar estava cheio deles, com seus corpos malhados e toda a energia da juventude. Mas aquela noite era do meu marido, e deixei que o Raul escolhesse a nossa convidada.
Então ele foi à caça. Enquanto eu tomava uma bebida, ele foi pra pista de dança, tentar a sorte. E não demorou muito e logo ele estava conversando com uma morena. Muito atraente, com longos cabelos escuros, ela era uma mulher de porte avantajado, com cerca de 1,75 m e uns 75 kg, com tudo proporcional, especialmente os seios, que faziam os meus parecerem pequenos.
Enquanto os dois dançavam, eu não conseguia tirar os olhos dela, com uma ponta de ciúmes do Raul ter escolhido um mulherão, se comparando comigo. Então me atrevi a me juntar aos dois na pista de dança.
Como se fossemos todos estranhos num encontro casual, eu comecei a flertar. E de repente, estávamos os três dançando ao som de uma música sensual. Aquilo era muito excitante, mas eu estava fora do mercado há muito tempo, e não sabia jogar aquele jogo, de regras que eram novas pra mim.
Quando ela beijou meu marido, com aqueles seios fartos de encontro ao seu corpo, fiquei com um pouco de ciúme. Mas quando ela me dispensou a mesma atenção, aquilo me deixou sem reação. Nunca tinha beijado outra mulher. E quando inclinou seu rosto pra me beijar de novo, eu aceitei prontamente. Mas fiquei mortificada quando ela acrescentou ao seu beijo uma língua na minha boca.
Surpresa por aquela sua inesperada intimidade, eu lhe sorri meio sem jeito. Até ela dizer calmamente que era bi.
"Por que não vamos tomar um drinque?", meu marido sugeriu. Meu pensamento imediato foi um terminante não. Mas só consegui dizer:
"Se não tiver outros planos".
E meu marido insistiu, completamente excitado pelos seios dela. Depois de alguns instantes, enquanto me olhava curiosa, ela concordou, e fomos pro bar. Acho que precisaria de um pouco mais de álcool pra ir em frente com aquilo.
Estava meio tensa, mas curiosa para saber o que poderia acontecer. Também estava intrigada sobre uma mulher ser abertamente atraída por homens e mulheres. Seu nome era Denise, e ela devia ser uns cinco anos mais nova que eu.
"Que tal a gente sair daqui e ficar mais à vontade?", o Raul sugeriu.
Na hora ele não notou, mas ela só respondeu depois que ele se virou pra mim e eu disse que por mim tudo bem. E o seu olhar pousado em mim continuava a me intrigar. Não sabia se ela estava flertando com ele ou comigo.
No carro, quando o Raul confessou que éramos marido e mulher, havia uma ponta de decepção no seu olhar. Mas ela agora parecia ainda mais intrigada comigo.
"A gente só tava pensando em apimentar um pouco a relação!", ele dizia ao volante.
"Adoro apimentar a relação!", ela me olhou direto nos olhos quando eu me virei pra ela no banco de trás.
Quando chegamos em casa, meu coração começou a disparar, pois não sabia se o Caio estava acordado àquela hora. Mas ainda bem que o silêncio da casa confirmou que ele já tinha ido dormir.
Assim que entramos, os dois foram direto pro quarto, mas tive que parar na cozinha pra pegar uma garrafa de vinho. Algo me dizia que iria precisar. E acho que um pouco de álcool me ajudaria a relaxar.
Assim que entrei no quarto, com a garrafa e as taças na mão, me deparei com aquela linda mulher na minha cama, e me senti um tanto intimidada. Pela luz do banheiro acesa, meu marido devia estar se aliviando. E quando ele voltou do banheiro, estava vestido apenas com uma toalha enrolada na cintura.
"Um brinde à nossa noite?", ele disse sorrindo.
Deitada na cama, a Denise estava coberta pelo lençol, revelando em seus ombros que ela estava completamente nua. Aquilo tornava bastante óbvio o motivo de estarmos ali e o que aconteceria entre nós. Lutando contra o ciúme, olhei pra ela e lhe servi uma taça de vinho.
"Um brinde à sua mulher... e a um cara de sorte!", ainda sem tirar os olhos de mim, ela tinha um sorriso largo.
E enquanto bebíamos, ela se mexeu na cama, fazendo o lençol cair dos seus seios. Aquilo só me confirmou que ela estava mesmo nua... e que seus seios eram realmente lindos.
Se ela fez de propósito, eu não sei, mas na segunda ou terceira vez ela não puxou o lençol de volta. E isso me desconcertava. Não entendia como podia estar excitada com o corpo de outra mulher.
Mas o fato dela estar ali sentada, com os seios à mostra, só aumentava o clima de tensão sexual. Eu não sabia o que dizer ou fazer, então tomei um gole de vinho pra disfarçar, enquanto ela me encarava fixamente.
Então, sem desviar o olhar do meu, Denise disse baixinho e com a voz um pouco rouca algumas das palavras mais eroticamente excitantes que já me foram ditas:
"Por que não fica mais à vontade e tira a roupa?"
Sua voz me atingiu em cheio, parecendo tão convidativa e sensual. Mas eu já tinha tomado duas taças de vinho e percebi que isso poderia estar me afetando, então hesitei enquanto os dois me olhavam, esperando a minha reação.
Sem saber o que fazer, tentei me manter calma, ali sentada enquanto terminava a meia taça de vinho. Então, aceitando que era exatamente o que eu queria fazer, deixei minha taça na mesinha de cabeceira e me levantei.
Em meu vestido solto, com um decote em "v", que descia quase reto até a altura dos joelhos, eu me vi refletida no espelho. De pé, olhei de um para o outro enquanto, com uma coragem que nunca imaginei possuir, levei as mãos às costas e consegui alcançar o fecho. Depois, fui descendo lentamente o zíper, até deixar o vestido me cair dos ombros e deslizar pelo meu corpo, caindo aos meus pés.
Ao fazer isso, acho que fiquei ligeiramente ruborizada, ali de pé, tão-somente de calcinha e sutiã, diante de uma mulher que me encarava.
"Isso, amor ", o Raul me incentivava. "Você tá linda!"
Sem uma palavra, a Denise falava apenas com os olhos. E diante dela, meu marido se levantou e me abraçou, encontrando o fecho do meu sutiã e soltando, para revelar os meus seios. Foi maravilhoso e, com Denise observando, percebi que algo a mais havia se adicionado à situação. Ela também parecia excitada com o meu corpo.
Com a ereção pressionando a toalha contra a minha barriga, ele me conduziu, até a cama. E então me deitou ao lado da Denise, que já havia desistido de se cobrir com o lençol. E quando ela puxou o lençol, eu perdi o fôlego diante da sua buceta de lábios carnudos.
Meu marido se inclinou e puxou a minha calcinha, e agora estávamos as duas nuas na cama. Olhei pra Denise, que me sorriu, curiosa com os pêlos da minha buceta, em comparação com a sua, bem lisinha e com uma borboleta tatuada ao lado.
O Raul então tirou a toalha, revelando seu pau duro, e veio se deitar entre nós duas. Assim que ele me beijou, eu senti mãos femininas nos meus seios, apenas aumentando a minha excitação. E nem me surpreendeu quando a Denise se juntou ao nosso beijo, agora um beijo a três, me deixando arrepiada.
Mas assim que teve a chance, ela quis a minha boca só pra ela. Nossa, ter a sua língua na minha boca, em busca da minha, me deixou completamente molhada entre as pernas. Era uma delícia beijar outra mulher; não sei como nunca tive curiosidade.
Senti uma mistura de excitação e constrangimento. A primeira coisa que me intrigava era o Raul apenas nos observando excitado, enquanto a nossa convidada masturbava o seu pau. E a segunda era a excitação que me causava a presença da Denise, já que eu nunca tinha feito sexo com uma mulher.
Sem me sentir pronta para encará-la, fechei os olhos quando ela me puxou pelo ombro, fazendo com que eu me virasse de costas enquanto o Raul acariciava meu seio e me chupava. Depois de alguns instantes, senti um leve toque no meu seio direito e, ao abrir os olhos, vi que eram as pontas dos dedos dela.
Imagino que ela deve ter percebido a expressão de surpresa no meu rosto, pois seu olhar continuou pousado em mim. Ao mesmo tempo, seu toque no meu mamilo desencadeou uma explosão dentro de mim, fazendo se contraírem as paredes do meu canal vaginal.
Eu estava tão excitada que nem pensei em protestar quando ele deslizou a mão pela minha bunda, cravando as unhas e apertando. Eu estava completamente entregue e qualquer pensamento racional sumiu da minha mente.
Mal podia acreditar no que estava acontecendo. Até ontem eu estava naquela mesma cama com meu filho, gozando em seus braços. Mas, dessa vez, eu estava com outra mulher.
E quando meu marido quis fazer amor com ela, eu deixei. Mais do que isso, eu participei. Foi uma sensação incrível segurar o pau dele colocar uma camisinha e introduzi-lo em outra mulher. E então, ela montou em cima dele, se deixando penetrar, e começou a subir e descer no seu pau.
Enquanto ela forçava a sua buceta, querendo mais carne dentro dela, não havia o menor pudor no seu tesão em beijar o Raul e chupar a sua língua, bem na minha frente. Mas, em vez de ciúmes, aquilo me enchia de tesão. Tanto que não resisti e me ajoelhei ao lado deles e quis mais uma vez participar do seu beijo.
Ela então se virou, cavalgando o pau do meu marido agora de costas, como se quisesse dividir a experiência comigo. E quando me lançou aquele olhar safado, eu sabia que ela estava me convidando. Inclinada sobre os seus seios, eu os acariciei, maravilhada com a diferença entre a suavidade e a plenitude dela.
Isso me deu coragem para ir mais longe, então beijei e acariciei seus seios, ao mesmo tempo em que esfregava seu clitóris e lábios vaginais. E numa troca mútua de prazer, as mãos de ambos percorriam o meu corpo.
Conforme nos aproximávamos de um clímax mútuo magnífico, eu não fazia ideia de quem estava com os dedos dentro de mim ou de quem estavam os lábios em meus mamilos. Tudo o que eu sei é que a intimidade entre nós me levou a uma explosão fantástica de um orgasmo.
E no mesmo instante em que eu gozei, os dois ao meu lado também partilhavam o seu clímax, a Denise gemendo intensamente, e o Raul ejaculando dentro dela. Até que nos deixamos os três cair na cama, exaustos e ofegantes.
Quando meu marido se levantou pra ir ao banheiro, como a maioria dos homens fazem depois do sexo, Denise se aproximou de mim e, segurando meu rosto entre as mãos, sussurrou suavemente:
"Você é muito gostosa, sabia? Só queria ter te conhecido há mais tempo!", e ela então me beijou, enquanto pressionava os seios contra os meus.
"Você também é linda! E, pra uma primeira vez, acho que tão cedo não vou esquecer!", eu acariciava o seu rosto.
"Deve ter alguma afinidade com mulheres. A gente reconhece uma mulher com a mesma afinidade."
Não houve sexo oral. Nem a Denise fez em mim, nem eu nela, embora a ideia não me saísse da cabeça. Mesmo assim, nos fizemos gozar usando nossos dedos enquanto nos beijávamos.
Ao lado, o Raul nos observava, se mostrando excitado com o que via. Pelo jeito é mesmo verdade o que dizem, que os homens ficam loucos de tesão diante de duas mulheres se pegando. E quando ele subiu na cama, nós fizemos amor com ele juntas.
Primeiro as duas, cada uma de um lado, chupando o seu pau. E me surpreendeu que nem foi preciso muito e ele já estava de novo com uma ereção. A Denise engolia tudo, e me admirava vê-la descer até a base, com o pau do meu marido todo na boca. E depois ela me sorriu, me incentivando a fazer o mesmo.
E depois de devidamente lubrificado, eu queria o seu pau dentro de mim. O Raul em então me virou de costas, levantou minha perna e pressionou sua ereção entre as minhas coxas, contra os lábios da minha vagina. E enquanto eu era penetrada por trás, a Denise me comia com os olhos. Com os mamilos eriçados diante de mim, os seios dela pareciam me incitar a chupá-los.
Com um pequeno sorriso nos lábios e um brilho nos olhos, ela pressionou um dos joelhos entre as minhas pernas e acariciou meus seios. E então, ela se inclinou pra me beijar. Era uma sensação incrível a maciez suave dos seus lábios nos meus.
Esse instante mágico durou apenas alguns instantes, quando o Raul começou a se mover para cima e para baixo dentro de mim. O seu ímpeto me tirou o fôlego, e abri a boca em busca de ar. Foi quando ela estendeu a língua e deslizou para dentro da minha boca. E, meio que instintivamente, empurrei minha língua contra a dela, e retribui o beijo.
Aos poucos, o Raul aumentava a intensidade das suas estocadas, e enquanto me penetrava por trás, ele agarrava os meus seios. Mas as suas não eram as únicas mãos a me explorar. Aquela noite havia quatro mãos pelo meu corpo, duas delas femininas, me acariciando de forma muito íntima, e eu estava adorando.
Continuamos nos beijando por um tempo, e o meu marido levantava os meus seios, como se os tivesse oferecendo à nossa convidada. Sem pensar duas vezes, a Denise inclinou-se para a frente, alcançando os meus mamilos, e começou a lamber e mordiscar. Até abrir bem a boca e começar a me chupar.
Enquanto ele estocava para cima e para baixo dentro de mim, as mãos dela percorriam meu corpo, até encontrarem meu clitóris. Então, quando ele começou aquelas estocadas mais longas e lentas, eu sabia que ele estava prestes a gozar. Ao mesmo tempo, a Denise continuava a me acariciar e me beijar, beliscando meus mamilos.
Enquanto me entregava ao prazer que me proporcionava outra mulher, eu mal podia acreditar que fosse tão bom o sexo lésbico. E apesar de casada e com um filho, de repente não via problema algum em perceber que poderia muito bem ser bissexual. Eu agora participava de bom grado disso, beijando seu pescoço e acariciando seus seios fartos.
Havia mãos por todo o meu corpo e, às vezes, eu não conseguia distinguir quem estava fazendo o quê. Tudo o que eu sabia era que o Raul estava profundamente dentro de mim e que Denise me chupava toda. E esses pensamentos estavam na minha mente enquanto eu tinha um orgasmo com uma intensidade que raramente havia experimentado, no exato momento em que me senti cheia de esperma.
Caímos na cama, os dois ainda me acariciando, e ficamos ali deitados. Mas Denise não tinha terminado. E, para ser sincera, eu também não. Ainda podia transar com ela a noite toda.
Deitada nua sobre a cama, longe de estar pronta para dormir, minha mente fervilhava com imagens e sensações da experiência daquela noite. Fiquei feliz por ter tido coragem de arriscar uma coisa tão ousada. Apesar do medo inicial, minha primeira experiência com outra mulher tinha sido maravilhosa, e eu adorei ter conhecido a Denise e cada segundo de estar em seus braços.
No entanto, a lembrança predominante não era essa, nem o seu beijo, nem o seu toque entre as minhas pernas, nem os seus seios em minhas mãos, meus mamilos em sua boca e a sua boca na minha.
Enquanto eu tentava reviver o que havia acontecido entre nós aquela noite, a imagem mais forte que me veio à mente foi algo que não havia acontecido. Apenas uma imagem de um sonho, a sensação de uma língua feminina lambendo a minha vagina. E de tão vívida, era como se ela estivesse ali entre as minhas pernas, me levando a um clímax delicioso.
Mas isso não foi tudo o que aconteceu aquela noite. Além de um sonho erótico, nos braços de outra mulher, o meu mundo se abalou totalmente quando fui despertada do meu sono.
"Você tá cheirando diferente, mãe!", aquela voz me chegava docemente, ainda sonolenta. "E o seu peito tá mais gostoso!", eu pisquei forte duas vezes, até acordar.
Na outra ponta da cama, completamente nu, meu filho tinha se metido entre nós. Apenas havia se confundido entre a Denise e eu.
E ainda sem entender o que acontecia, a nossa convidada se admirava da ereção de um garoto montado em cima dela.
Continua...

Adorei o conto
Belo conto! E desejar passar de sonho para a realidade, é só me contactar! Beijinhos
Minha esposa na primeira vez ficou insegura até a amiga começar a chupar a buceta dela, depois disso quase todos os tabus caíram.