Minha primeira troca de casais e uma surpresa

Ser uma velha safada pode ser uma aventura solitária, num mundo cada vez mais reacionário e repressor ao prazer de uma mulher. E que dirá uma mulher da minha idade! Mas na noite passada eu tive uma conversa com meu marido que me deixou sem palavras... e cheia de ideias.

Ele me confidenciou um segredo que por anos guardou de mim, simplesmente por não saber como dizer. Mas depois do que houve entre nós e o nosso neto, resolveu que era hora de me contar.

Há alguns anos, um dos amigos da praça, de se reunirem pra jogar damas, teve de se internar pra uma operação de apendicite. E ele, como um bom amigo, passou a visitar a mulher do amigo, para confortá-la. Sim meu marido me traía com a vizinha bem debaixo do meu nariz.

Mas a coisa não ficou só nisso. Depois de provar um outro pau, a mulher de repente queria provar dois paus ao mesmo tempo. E depois de virar amante da vizinha, meu marido virou amante dos dois.

Só que a coisa fica ainda melhor, porque depois de uma dupla penetração, o que ela mais gostava era de ver os dois se pegando na cama. E, com o tempo, tanto o marido dela como o meu passaram a gostar de se chupar e se comer, enquanto a velha safada batia uma siririca.

"Quer dizer que se antes você não me chupava por causa do meu clitóris, agora prefere mesmo é um pau!", eu lhe dizia, enquanto ele tentava se explicar.

"Acho que eu tinha medo... porque me dava uma vontade louca de experimentar. Só não tinha coragem!", ele admitiu finalmente.

Bem não é todo dia que seu marido lhe confidencia que sempre teve vontade de chupar um pau. Se isso se devia ao tamanho do meu clitóris, não sei, mas estava feliz que meu marido tenha me contado tudo. Claro que agora só faltava me levar na casa da vizinha pra uma visitinha. E isso eu consegui convencê-lo dois dias depois, de tanto insistir.

Então, naquela noite, me arrumei toda e fomos pra casa da vizinha. O que me surpreendia era que eu costumava cumprimentá-la sempre que voltava do mercado e passava na sua porta. Mas não podia imaginar que foi ela que fez meu marido gostar de chupar um pau.

Toquei a campainha e assim que o portão se abriu e entramos, lá estavam ela e seu marido. Os dois nos receberam na sala com aquele "Vamos entrando!", nos convidando a sentar. E logo ela voltou da cozinha, nos servindo uma xícara de café. No sofá, eu sorria amarelo pra loira de seios fartos, olhando o seu decote, que mostrava um pouco deles. Acho que não fui só eu a me preparar pro nosso encontro.

Cada um ali sentados, nós tínhamos uma certa expectativa. Se o encontro de repente parecia nos intimidar, não demorou e a sinceridade sem rodeios se revelou a melhor coisa para quebrar o gelo.

"Que tal gente brincar de uma coisa?", eu propus. "Uma brincadeira de troca-troca, só pra gente se conhecer melhor!"

Diante de nós, a loira me olhava excitada, mostrando no sorriso uma cumplicidade silenciosa. Imagino que ela não devia se entusiasmar muito com meu marido brocha. Mas talvez eu tivesse uma surpresinha pra ela. Bem, se funcionou com meu neto, e meu marido teve uma ereção, acho que funcionaria de novo, dessa vez com seu amigo... e acho que isso já tinha ficado claro desde o começo que era essa a ideia daquela visita.

Em meio aos olhares de expectativa, quando eu vi, já estávamos bem mais à vontade, e ao meu lado o velho já estava todo atirado, roçando a mão nas minhas costas. Até me pegar pela cintura e, chegando mais perto, me beijava o pescoço impunemente, bem na frente da mulher.

Com as mãos percorrendo o meu corpo, eu sentia a sua língua na minha orelha. Até que me viro e lá está ela na minha boca, à procura da minha. E como não estávamos ali pra uma visitinha de sofá, conversando besteira, eu fui logo pegando no pau dele, que já tinha o dedo metido na minha buceta, por baixo do meu vestido.

Na outra ponta do sofá, a loira de repente parecia ter se transformado. E de esposinha recatada, ela subia no colo do meu marido e beijava a sua boca, esfregando os peitões nele. Mais tarde, eu acabaria me surpreendendo quando soube que ela tinha ficado toda excitada quando soube da nossa visita. Acho que todo homem tem essa fantasia, de ver sua mulher com outra na cama. Mas não imaginava que aquela velha que morava umas cinco casas rua abaixo também queria provar uma xoxota.

Por trás de mim, duas mãos tentavam alcançar o fecho do meu vestido, e quando eu vi ele me desceu pelo corpo, caindo aos meus pés. E o safado não perdeu tempo em se ajoelhar à minha frente e tirar a minha calcinha e me deixando ali exposta e completamente nua.

Assim que ele enfiou a cara no meio das minhas pernas, metendo a língua na minha buceta, eu só fechei os olhos e comecei a gemer, me sentindo foder de um jeito delicioso. Eu me virava e olhava o meu marido, que já tinha tirado toda a roupa da loira. E, com ela de joelhos sobre o sofá, ele lambia a sua bucetona por trás, fazendo balançar os seus peitões.

Enquanto me chupava, o marido dela ia tirando a roupa, e, depois se levantou, batendo uma punheta bem na minha cara, até ir metendo na minha boca. É claro que o máximo que eu conseguia om meu filho ou meu neto era engolir metade. Mas o pau dele me cabia todo na boca, e eu chupava deixando ele me foder.

Enquanto chupava a loira, meu marido desviava o olhar, vendo seu amigo segurar a minha cabeça e meter na minha boca. Mas boquiaberto mesmo ele ficou quando o sujeito sentou no sofá, com seu pau duro apontando pra cima. E eu não resisti e fui sentando nele, me deixando guiar, enquanto aquilo sumia dentro de mim.

Me segurando pela cintura, ele me fazia sentar no seu pau, com meu peso me fazendo cravar todinha nele. Nossa, era como sentar num daqueles enormes consolos, que somem dentro de você e não se sabe pra onde vão, quando você começa a cavalgar aquilo. Mas eu gozava como nunca, me deixando foder, enquanto ele me fazia subir e descer sobre o seu colo.

E, tão perto que estava da sua mulher, não resisti e peguei nos peitos dela, sentindo como eram macios. Mas foi ela quem primeiro caiu de boca nos meus, me chupando sem parar e me levando à loucura, enquanto eu segurava a sua cabeça. E quando eu vi, a sua boca já tava colada na minha, me beijando com o mesmo tesão do marido.

Foi o meu primeiro beijo numa mulher. E, na verdade, aquilo tudo era novidade pra mim. Mas nunca me senti tão excitada, desde que meu filho me levou num motel. Eu me sentia uma menininha curiosa, querendo descobrir e provar de tudo o que a maior parte da minha vida eu nunca experimentei. E ali, diante dos seios fartos da vizinha, tudo o que o meu corpo pedia era pra rolar sobre ela e foder muito a sua bucetona.

Por enquanto, quem fazia isso era o meu marido, que por trás dela meteu seu pau duro, deixando ela surpresa. Meio de quatro no sofá, ela suspirava ofegante a cada estocada. E numa hora em que ele tirou seu pau, metendo dessa vez no rabão dela, eu não me aguentei de vontade e meti dois dedos na sua buceta, toda melada e viscosa de gozo.

Ela tinha aquele grelo enorme, cercado de pêlos, não muito diferente do meu. A não ser pelo tamanho do meu clitóris, que só parecia excipá-la. Enquanto fodia ela com o dedo, fazendo ela gemer e olhando direto no seu olho, eu me enchia de um tesão novo pra mim. Não sei quanto a ela, mas era a minha primeira vez com uma mulher, e eu não me cansava de provar a sua língua na minha boca.

E depois que o meu marido gozou nela, nos beijamos os três, numa cumplicidade gostosa, que só me enchia de tesão. até que não resisti mais e subi em cima dela, chupando a sua buceta cheia de porra.

No meio daquela sacanagem, me saciando com seu gozo, misturado ao esperma do meu marido, eu sinto de repente aquela estocada mais prolongada, enquanto o marido dela metia tudinho e gozava dentro de mim. Depois então que ele tirou seu pau, meio mole e todo melado, a sua porra começou a me escorrer da buceta e o meu grelo continuava a latejar, em meio a um último orgasmo que me tomava, me deixando exausta.

Na mesma hora, a loira desceu do sofá e, de joelhos à frente do marido, meteu a cara no meio das minhas pernas e começou a me chupar, lambendo toda a porra do marido, que me escorria quente das entranhas.

Pra quem no começo parecia tão recatada e comedida em seus gestos, ela de repente havia se transformado numa puta safada. E então, ali no tapete da sala, quando ela se deitou de pernas abertas, toda oferecida, eu não perdi tempo.

Num meia-nove maravilhoso, ao mesmo tempo em que me sentia ser penetrada pela sua língua, eu engolia de vez o seu grelo, que me cabia todo na boca, de tão grande. E enquanto chupava, provando o seu mel, o meu corpo e o dela pareciam encaixar-se perfeitamente, assim como a nossa boca, fosse a minha na sua buceta ou a dela na minha.

Não sei quanto aos dois ali assistindo a tudo, mas eu estava adorando aquilo. Queria ter comigo meu consolo e foder muito a sua bucetona. E que grelo maravilhoso ela tinha, que me enchia de tesão senti-lo todo na boca, chupando e brincando com a língua. Ao mesmo tempo, enquanto ela metia o dedo no meu cu, me fodendo e me chupando, era um sonho.

Enquanto isso, ao lado, os nossos maridos se divertiam um com o outro. Nunca tinha visto dois homens se beijarem, mas os dois faziam isso com muita naturalidade. E não demorou e o meu marido já estava debruçado sobre o Raul, chupando o seu pau.

E em vez de estar chocada, eu olhava o meu marido como se revelando uma parte sua totalmente nova pra mim. Eu olhava encantada o homem com quem eu dormia gemer de um jeito que eu nunca vi. Os dois pareciam ter tanto em se chupar que chegava me dar uma ponta de ciúmes.

Meu marido nunca me chupou daquele jeito, e agora eu o via fazendo um meia-nove com seu amigo. Até que ele se levantou e, passando um pouco de saliva na cabeça do pau do Raul, foi se ajeitando sobre ele. E, olhando como meu marido cavalgava um pau, diria que aquela não era a primeira vez.

Suspirando ofegante, ele subia e descia enquanto era penetrado por baixo. E o nosso vizinho ali deitado, com o pau todo metido nele, acariciava o seu peito, gemendo de prazer. Na verdade, aquela era a mesma expressão no rosto do meu marido. Era incrível como ainda assim ele tinha uma ereção.

E, diante daquilo, eu não resisti a me juntar aos dois. Inclinando o rosto sobre o a cabeça do seu pau, eu estendi a língua, lambendo em volta e participando do seu prazer secreto.

De repente, quando abri a boca e engoli o seu pau, no mesmo movimento em que o Raul metia nele, meu marido fodia a minha boca, segurando a minha cabeça entre as suas pernas e gemendo enquanto eu o chupava. Ao mesmo tempo, sentia uma intensa penetração na minha buceta. E quando olhei, a mulher do Raul tinha sua mão toda enfiada dentro de mim, até o pulso.

Eu me sentia completamente preenchida, numa penetração que mais parecia me abrir toda. Acho que, melhor que uma velha safada, só duas, compartilhando seus homens. E nem me surpreendeu o seu tesão, quando ela tirou a mão de dentro de mim e começou a lamber todo o meu gozo dos seus dedos.

Até que de repente aquela sensação gelada e úmida me fez sobressaltar e de um susto eu me levantei, pra me deparar com um labrador atrás de mim. Com a língua de fora, o cachorro abanava o rabo, e a loira acariciava o seu pêlo. Até que o bicho farejou o cheiro de sexo na sua buceta exposta e começou a lamber avidamente.

De pernas abertas ali deitada no tapete, ela gemia e chegava a abrir os lábios, dando total acesso ao animal, que se deliciava. Pelo visto, aquele tesão todo não era algo novo, e imaginei que já fizessem aquilo há mais tempo. Já tinha ouvido falar disso, de casais que, pra apimentar a relação, além de brinquedinhos, costumam trazer pra cama o cachorro da família.

Confesso que essa nunca foi uma fantasia minha, de deixar um cachorro me foder, mas sei que muitas mulheres tem um grande prazer na experiência. E olhando a loira gemer no tapete, de pernas abertas e com o bicho lambendo a sua buceta, aquilo de repente também foi me enchendo de tesão. Eu acariciava os seus peitos, ao mesmo tempo em que batia uma siririca, olhando o bicho de pau pra fora.

Então, meio sem fôlego, ela se levantou e agora foi a sua vez de buscar o sexo do cachorro, colocando pra fora aquela cabecinha vermelha. E quando eu vi, lá estava o pau do bicho todo pra fora, enorme e pulsante.

E, pra minha surpresa, depois de masturbá-lo um pouco, a loira se inclinou entre as patas do bicho e estendeu a língua, lambendo a cabecinha vermelha, até abrir a boca e começar a chupá-lo. Eu olhava admirada aquela rola enorme sumir todinha na sua boca, ao mesmo tempo em que ela batia uma siririca, suspirando ofegante.

Depois, com aquilo ainda na mão, ela sorria e me oferecia, como se um tira-gosto pra que eu provasse. E, meio desajeitada, eu o segurei na ponta dos dedos e ainda hesitante estendi a língua, lambendo e sentindo o seu gosto incomum. E, não muito diferente de um pau, ele me cabia todo na boca e enquanto o chupava aquele tesão mais me dominava. Era macio e na ponta da língua podia sentir aquele gosto agridoce que tinha o seu gozo.

Mas antes que pudesse de fato prová-lo, a loira o puxou de novo pra si, e depois de mais uma sessão de punheta no bicho, ficou de quatro no tapete e o cachorro prontamente se pôs atrás dela, primeiro lambendo a sua buceta, enquanto abanava o rabinho. Até que, de um gesto só, ele montou nela e começou a penetrá-la.

Ela gemia com o mesmo tesão de ser fodida pelo meu irmão, pouco antes. E agora, enquanto o animal metia nela excitado, com um das mãos ela se tocava entre as pernas, suspirando a cada estocada que levava. E com toda a energia do bicho, enquanto fodia a sua buceta, fazendo os peitos dela balançar, ele tinha a língua pra fora, igualmente ofegante.

Então, depois de meter o pau todinho nela, o bicho parecia ter ficado meio atracado, ambos ligados um no outro. Até que o meu primo puxou o cachorro, e da base do seu pau saiu aquela bola enorme que estava toda enfiada nas entranhas dela. Na mesma hora, da buceta dela escorria o gozo do bicho, que ela aparava com a mão e esfregava nos peitos. Até por fim levar os dedos à boca, provando excitada o visco brilhante.

Confesso que na hora aquilo também me excitou, surpresa de que o cachorro ainda estava de pau duro.

"Não quer experimentar? Parece que ele gostou de você!", ela ainda acariciava o bicho, que abanava o rabinho pra mim.

Na hora nem pensei muito, só me deixei levar pela excitação e curiosidade do que tinha acabado de ver. Acho que de tudo o que eu tinha experimentado até então, aquilo era a única coisa que nunca tinha me passado pela cabeça. E quando eu vi, estava de quatro ali na sala, e o cachorro não perdeu tempo, e em duas tentativas atrás de mim, ele finalmente conseguiu montar em mim, numa série de estocadas que me penetrava.

Eu podia sentir o pau do bicho todo dentro de mim, e enquanto ele metia, eu mais me enchia de um tesão que me dominava. Sobre mim, o seu peso repousava ofegante, naquele seu hálito quente na minha nuca. E eu me surpreendia de estar gozando, sentindo o meu gozo me escorrer por entre as pernas, enquanto era fodida por um cachorro.

À minha frente, a loira me oferecia o peito, que eu abocanhava e chupava sem parar, ao mesmo tempo em que metia dois dedos na sua buceta, olhando bem nos seus olhos e fodendo ela gostoso. Até que, numa última estocada, eu soltei um forte gemido e senti o cachorro gozar dentro de mim, com a sua porra me escorrendo num jorro que me fez gozar mais uma vez. E de repente, eu senti o bicho retirar o seu pau num só gesto, como um enorme consolo que estivesse enfiado em mim.

No sofá, o Raul e meu marido se masturbavam um ao outro, os dois de pau duro diante da cena no tapete. E agora era a loira que se ocupava de me chupar, sorvendo cheia de tesão o visco que me escorria, deixado pelo gozo do seu cachorro. Aquilo era tudo novo pra mim, e eu não sabia que se podia sentir um prazer como aquele, mas acho que podia muito bem me acostumar a visitar mais frequentemente os nossos vizinhos.

Depois, quando fomos pro banheiro tomar uma ducha, a loira ainda queria me beijar, e sob a água morna eu fodia a sua buceta, enquanto ao lado seu marido e o meu faziam o mesmo.

Não sei se a loira tinha o mesmo tesão que eu, mas quando fomos pro quarto, sobre a cama os dois continuaram a se pegar, num meia-nove que parecia mexer com ela. E pelo seu olhar excitado, imagino que os três deviam fazer muito aquilo.

Ver meu marido chupando outro homem talvez fosse algo novo pra mim, da mesma forma como vê-lo de quatro sendo fodido e gemendo com um pau no seu cu. Mas aquilo me excitava de um jeito que eu não esperava. Enquanto metia dois dedos na minha buceta, olhando os dois ao lado, eu suspirava ofegante com a loira grudada nos meus peitos, me chupando.

"Seu marido tem um pau gostoso!", ela me sussurrava. "Como foi que deixou ele de pau duro de novo?"

"Fiz ele me chupar muito!"

"Ah, isso eu também posso fazer!", e ela mais uma vez se meteu entre as minhas pernas, lambendo o meu clitóris.

De volta, com a boca entreaberta, ela vinha me beijar de novo, dessa vez com o gosto do meu gozo na sua língua. Com o corpo colado ao seu, o bico do seu peito me roçando a pele, eu me entregava a outra mulher, reconhecendo nela a mesma safadeza que meu filho despertou em mim. E eu queria mais.

"Vocês dois vão ficar se comendo a noite toda ou vão dar alguma atenção pra gente?", ela se virou pros dois ao lado, e depois voltou-se pra mim. "Já experimentou dois ao mesmo tempo?"

Nossa, nem sei por que isso nunca tinha me passado pela cabeça! Mas agora que ela falou, eu queria muito saber como era.

E como meu marido ainda tinha uma bela ereção, eu montei nele, me deixando penetrar. Enquanto isso, o Raul se ajeitou atrás de mim, abrindo a minha bunda. Cavalgar um pau não era nenhum mistério pra mim, mesmo na minha idade. Mas ter ao mesmo tempo dois paus me fodendo, isso eu não sei se aguentava.

A primeira coisa que eu senti foi aquele dedo molhado de saliva me abrindo. E então ele meteu no meu cu, me tirando um gemido. Sentir aqueles dedos me penetrarem foi apenas um aperitivo ao que estava por vir. E quando eu me virei, o Raul me seguro pela cintura e enfiou tudo de uma vez.

E entre um gemido e outro que eu não conseguia segurar, ele me penetrava por trás, enquanto por baixo meu marido continuava a me foder. até que ele fez uma pausa, esperando pelo seu amigo. Levantei um pouco as pernas para dar acesso ao Raul e logo o seu pau estava todo dentro de mim.

E então os dois começaram a foder ao mesmo tempo. Eles entraram em sincronia e eu estava no paraíso. Enquanto agarrava os meus peitos, o Raul metia com força em mim. Podia sentir as suas bolas batendo na minha bunda, a cada estocada que ele dava no meu cu.

Não há palavras para descrever a sensação de ter dois paus ao mesmo tempo dentro de você. Era como um sonho. E se dois velhos podiam me dar tanto prazer, por um instante imaginei experimentar aquilo com meu filho e meu neto juntos. Só precisava convencer os dois.

Ao lado, a loira batia uma siririca, me vendo gemer no meio dos dois. E não demorou muito pra que o meu marido começasse a gozar dentro de mim. Ele ofegava, me segurando pela cintura, ainda me surpreendendo como tinha se excitado vendo seu amigo me foder.

E por falar nele, enquanto arrombava o meu cu, o Raul me puxou contra o seu corpo, voltando a pegar nos meus seios. E enquanto me penetrava, ele começou a gozar no meu cu, fazendo o meu corpo convulsionar de prazer. Até que desabei exausta no meio dos dois.

Aquela noite foi a primeira de muitas. Um ano inteiro desde o primeiro dia, quando me libertei de uma vida sem prazer e seduzi meu filho. E nunca estive tão satisfeita sexualmente como agora, com meu marido e meu filho. Mas meu neto ainda traria muitas surpresas à nossa vida.

Foto 1 do Conto erotico: Minha primeira troca de casais e uma surpresa


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Comentários


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guguhb Comentou em 06/01/2026

Velha safada e greludinha.. que tesão tão perfeita me add vamos conversar

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eros-slave Comentou em 05/01/2026

Conto muito bom excitante! Escreves muito bem!

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casadospzs Comentou em 05/01/2026

Votado, adorei a foto.

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dosul07 Comentou em 05/01/2026

Parabéns pelo conto. Eu tenho uma vida secreta com minha mãe a anos, eu 35 e ela 67. Quando meu pai sai para o trabalho a noite, eu entro no quarto escuro, transamos sem uma única palavra, só muito tesão no ar, gozamos e volto para o meu quarto. No outro dia é como se nada tivesse acontecido. Quem tiver interesse em saber como cheguei neste momento com ela, pode mandar mensagem.Meu zangui 8414408743




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Ficha do conto

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velhasafada

Nome do conto:
Minha primeira troca de casais e uma surpresa

Codigo do conto:
251057

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
05/01/2026

Quant.de Votos:
9

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1