No dia 17/12, eu, meu sogro, minha sogra e meu cunhado fomos para a casa de praia da família. Como minha esposa e minha cunhada ainda trabalhariam até o dia 19/12, seguimos antes para deixar tudo pronto. A casa vazia, o silêncio e a proximidade criavam um clima diferente, quase elétrico.
Chegamos por volta das 9h. Cada um assumiu uma tarefa. Eu varria, minha sogra organizava, meu sogro cuidava da parte externa e meu cunhado limpava a piscina. Tudo parecia normal, mas eu sentia aquele olhar ocasional do meu sogro, rápido, discreto, porém intenso.
Depois de ajudar minha sogra, ela saiu para o mercado. Fiquei sozinho na casa com ele e meu cunhado. Fui tomar banho na suíte onde ficaria hospedado. A água quente escorria pelo meu corpo quando ouvi uma batida na porta.
Avisei que estava ocupado e sugeri outro banheiro. Mas a voz dele veio baixa, quase suave:
— Sou eu… deixa eu entrar?
Saí do chuveiro para impedir, dizendo que alguém poderia chegar. Ele se aproximou da porta e, em tom tranquilo, respondeu que ninguém perceberia. A casa era grande demais para suspeitas. Havia algo no jeito como ele falava que me desarmava.
Acabei cedendo.
Ele entrou com a toalha e a roupa limpa nas mãos. O vapor envolveu nós dois, criando uma atmosfera íntima, quase irreal. No box, nossos corpos ficaram próximos demais para ser apenas casual.
Ele pediu que eu lavasse suas costas. Passei as mãos devagar, sentindo a pele quente, o músculo sob meus dedos. Quando foi a vez dele me tocar, seu toque não era apenas funcional — era lento, cuidadoso, carregado de intenção. Seu corpo se aproximava do meu, sem pressa, como se testasse até onde eu permitiria.
O silêncio dizia mais do que qualquer palavra.
Ali, entre o vapor, a água e aquela proximidade proibida, eu percebi que não era apenas um banho. Era uma linha sendo cruzada — suave, perigosa e irresistivelmente sedutora.
A mão dele deslizava lentamente por minhas costas, deixando um rastro quente até alcançar minha bunda. Inclinei o corpo à frente, apoiando o antebraço na parede, e abri as pernas, entregue, enquanto os dedos dele continuavam a explorar meu corpo com um toque provocante e delicado.
Eu permanecia ali, de olhos fechados, respirando fundo, completamente rendido àquela sensação. A água caía sobre minha cabeça e escorria por minhas costas, seguindo quase o mesmo caminho que a mão do meu sogro havia traçado, como se prolongasse, em silêncio, aquele momento carregado de desejo.
De repente, seu pau ensaboado começou a deslizar entre a minha bunda, roçando por entre as minhas pernas, ameaçando escorregar para dentro do meu cuzinho.
Eu olhei para trás, com os olhos carregados de desejo, e quase supliquei num sussurro:
— Por favor… enfia esse pau fundo no meu cu.
Ele não hesitou. Seu pau começou a entrar lentamente em mim, fazendo meu corpo inteiro estremecer. A vontade de gemer era enorme, mas o medo de sermos descobertos falava mais alto. Às vezes, o gemido escapava sozinho, abafado, trêmulo, cheio de prazer contido.
Enquanto ele socava em mim, firme e intenso, ouvimos minha sogra chamar pelo nome do meu sogro. Primeiro, a voz dela veio de fora da casa. Depois, de dentro. Ela atravessava os cômodos, chamando, cada vez mais perto.
Quanto mais a voz dela se aproximava, mais forte ele socava. Ele levou as duas mãos à minha boca, tapando-a para impedir qualquer gemido, enquanto eu me contorcia de prazer, com o coração disparado, entre o medo de sermos pegos e o tesão que me fazia perder o controle.
E foi ali, naquele silêncio tenso, onde só existiam nossos corpos, nossos olhares e o som abafado da nossa respiração misturada ao prazer proibido, que ouvimos uma batida na porta.
Ele congelou, com o pau ainda enterrado no meu cu. Então ouvimos a voz da minha sogra:
— Kevin, é você que está aí?
Com a respiração ofegante, a voz trêmula, mas o corpo inteiro em chamas pelo risco que corríamos, respondi:
— Sim, sogra… sou eu.
Ela continuou:
— Você sabe onde o Ademir foi? Não estou achando ele.
E eu, com o pau do próprio Ademir ainda pulsando dentro de mim, menti sem hesitar:
— Não sei… ele não falou nada. Deve ter ido caminhar.
Antes mesmo que ela tivesse tempo de sair completamente do quarto, meu sogro deu uma bombada forte dentro do meu cu, arrancando de mim um gemido involuntário. Para disfarçar, transformei o som em um falso espirro, quase engasgando.
Ela se afastou.
E então ele voltou a me comer, agora com ainda mais força, mais pressa, mais tesão, socando freneticamente, como se o perigo deixasse tudo ainda mais gostoso. Não sei se foi a situação, a adrenalina ou a intensidade, mas não demorei para gozar. Meu corpo se contorcia inteiro, tentando segurar o grito, enquanto eu quase explodia de prazer.
Logo depois, ele soltou um gemido baixo, quase um sussurro, e senti meu cuzinho se encher do leite quente dele, escorrendo pelas minhas pernas e se misturando com a água do banho.
Terminamos em silêncio, ainda tremendo. Nos vestimos, e ele sem saber como iria aparecer para minha sogra. Então sugeri que ele pulasse a janela, desse a volta pela frente da casa e fingisse que estava chegando da rua.
Pelo menos dessa vez, minha sogra acreditou… rs.
Tivemos outras loucuras depois dessa, mas essas eu conto em outro momento.



Vocês são dois loucos. Quase a sogra pega no flagra. E esse sentimento de medo, pavor, tesão e foda gostosa como é? Cara, até eu fiquei paralisado de medo lendo, imagino vocês dois. Mas também tem o lado secreto, arriscado e de ficar por um fio de descoberto que deu mais tesão ainda ao conto. Vou ler todos.😍