Segredos de Verão: No Silêncio da Noite Com o Sogro

Após o ocorrido relatado no conto anterior, eu e meu sogro seguimos nossas rotinas como se nada tivesse acontecido. Mas bastava estarmos sozinhos em algum cômodo para o silêncio se encher de tensão. Ele passava a mão na minha bunda com naturalidade provocante; eu alisava o volume dele por cima do short. Não dizíamos nada — apenas deixávamos o desejo falar por nós.

Naquela mesma noite, depois do jantar, por volta das 21h, estávamos eu, meu sogro, minha sogra e meu cunhado na sala. Minha sogra disse que estava cansada e foi dormir. Meu sogro e meu cunhado ficaram assistindo esportes, e eu, que nunca tive paciência para isso, fui para a suíte onde estava hospedado.

A casa era grande: duas suítes e dois quartos. Eu estava na suíte da frente. Ao lado, um quarto vazio; depois, um banheiro; em seguida, o quarto do meu cunhado. No fundo da casa, a suíte dos meus sogros.

Coloquei um filme, me deitei… e acabei pegando no sono.

Quando acordei, a TV estava desligada. Estranhei. Peguei o celular: quase duas da manhã. Fui ao banheiro urinar e, ao lavar as mãos, notei algo diferente na pia. Branco. Espesso. Meu coração acelerou.

“Se for o que eu estou pensando… ele esteve aqui.”

Fui até a cozinha beber água, tentando organizar os pensamentos. Enquanto bebia, a porta da suíte dele se abriu. O corredor estava escuro, mas a luz suave que vinha do meu quarto iluminou sua silhueta. Era ele. Vestia apenas uma samba-canção de seda preta.

Aproximou-se devagar, colocou a mão na minha bunda e sussurrou, com a voz baixa e carregada de intenção:

— Se em vez de água você quiser leite… eu tenho muito mais leite pra você.

Senti um arrepio inteiro me atravessar. Tesão e medo misturados.

Encostei minha boca em seu ouvido e respondi, quase sem voz:

— O seu leite eu quero sempre… mas alguém pode acordar.

Ele pensou rápido, com aquele sorriso malicioso que já me enlouquecia.

— Vamos pro seu quarto. Se der problema, eu faço como hoje… pulo a janela e digo que estava lá fora.

Concordei com a cabeça.

Entramos no meu quarto. Tranquei a porta, apaguei a luz e deixei apenas o abajur aceso, criando um clima íntimo, quente, quase proibido. Ele se sentou na cama, me puxou para perto, ficando entre suas pernas, e perguntou em voz baixa:

— Viu o presente que deixei pra você na pia?

Disse que sim e perguntei a que horas ele tinha feito aquilo.

Ele se aproximou do meu ouvido e respondeu, quase num sussurro:

— Por volta das dez e meia. O Júnior foi correr na praia, a Tânia dormia… e eu vim aqui te ver. Você estava de bruços, dormindo, com essa bunda empinada e a samba-canção enfiada. Eu não resisti. Comecei a me tocar te olhando… passei a mão em você, mas você se mexeu. Não quis te acordar. Continuei me masturbando, imaginando sua boca no meu pau. Queria gozar nela… mas acabei gozando na pia, só pra você ver o que faz comigo, mesmo dormindo.

Minhas pernas ficaram fracas.

O beijei com fome. Depois parei, encostei a boca em seu ouvido e sussurrei:

— Agora eu estou acordado… e quero seu leite na minha boca.

Empurrei-o suavemente contra a cama e subi sobre ele, beijando-o devagar, provocando. Sentia o pau dele, duro, grande e pulsando por baixo da samba-canção, esfregando no meu humilde pau rsrs.

Da boca desci para o pescoço, depois para o peito. Sem pressa, minha boca e minha língua passeavam pelo seu corpo peludo, provocando arrepios. Ajoelhei-me diante dele, puxei devagar a samba-canção e envolvi seu pau com a mão, sentindo o peso quente pulsar entre meus dedos.

Levei a língua à cabeça do pau dele, desenhando círculos lentos e úmidos.
A cada toque, ele fechava os olhos, a respiração falhava e, com a voz carregada de desejo, sussurrava:

— Não para… engole meu pau, quero te ver engasgando com ele.

Obedeci.

Deslizei o pau dele para dentro da minha boca, centímetro por centímetro, sentindo o calor, o gosto, a tensão crescer entre nós enquanto o silêncio era quebrado apenas pelos nossos gemidos contidos.

Assim como todas as aventuras que vivi com meu sogro, aquela não era diferente. O medo de sermos pegos era grande, mas o tesão e o desejo eram ainda maiores.

Enquanto eu o chupava, ele se levantou da cama e pediu que eu me sentasse no chão, de costas para o colchão, com a cabeça apoiada nele. Em seguida, começou a foder minha boca sem piedade, sem se preocupar com o barulho, sem medo algum.

Cada estocada vinha acompanhada de um engasgo, e as lágrimas provocadas pela falta de ar escorriam pelo meu rosto, misturando-se à saliva que escapava dos meus lábios.

Às vezes, ele parava com o pau cravado na minha garganta, me mantendo preso ali, sem ar, apenas para me ver assim. As lágrimas continuavam caindo enquanto ele me observava com um sorriso de prazer, curtindo minha entrega. Quando eu já estava vermelho, desesperado para respirar, ele finalmente tirava o pau, me dando alguns segundos de alívio… só para voltar a me foder logo em seguida.

Quanto mais perto ele estava de gozar, mais forte e voraz se tornavam as estocadas na minha boca. Eu já não me importava se alguém podia ouvir. Depois de tantos engasgos e gemidos, mesmo tentando me conter, eu sabia que não era o bastante. Talvez meu cunhado ouvisse, mas jamais imaginaria que eu estava ali com o nosso sogro. Minha verdadeira preocupação era minha sogra: se ela acordasse, percebesse a ausência dele e resolvesse procurar.
Mas, naquele momento, o tesão falava mais alto. Não existiam consequências, apenas entrega. Eu me entregando a ele. Ele se entregando a mim.

Então, finalmente, chegou o momento que eu mais aguardava. Senti o primeiro jato quente atingir minha garganta, seguido da minha boca se enchendo daquele líquido espesso e morno. O gosto era suave, com um leve dulçor misturado a um amargor delicado, lembrando um café preto com pouco açúcar — sem o gosto do café, apenas a sensação marcante.

Quando ele tirou o pau da minha boca, já meio mole, molhado e pingando, eu ainda pude degustar seu leite e engolir cada gota, como um gato faminto diante de uma tigela cheia.

Ele foi para o banho, enquanto eu permaneci sentado no chão, recuperando o fôlego, esperando minhas pernas voltarem a ter forças.

Minutos depois, ele saiu do banheiro vestindo apenas a samba-canção. Passou por mim, ainda no chão, e se aproximou. Inclinou-se, falou baixinho no meu ouvido, com a voz carregada de promessa:

— Levanta… toma um banho e vai dormir. Precisa se recuperar pra amanhã. Quero te pegar de jeito!

Foto 1 do Conto erotico: Segredos de Verão: No Silêncio da Noite Com o Sogro

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Segredos de Verão: No Silêncio da Noite Com o Sogro

Codigo do conto:
252416

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
17/01/2026

Quant.de Votos:
7

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