Segredos de Verão - Tudo em Família

Após o ocorrido relatado no conto anterior, levantei-me com o corpo pesado, ainda sentindo cada lembrança da madrugada. Tomei um banho demorado e fui dormir. Meu sogro tinha me deixado completamente esgotado.

Dormi até quase 10h30.

Quando acordei, troquei de roupa, escovei os dentes e fui ver se minha sogra precisava de algo. Ela disse que não, então segui para a piscina. Meu sogro e meu cunhado já estavam lá, dentro d’água, os corpos molhados brilhando sob o sol.

Sentei-me na beirada da piscina, deixando os pés mergulhados. Meu sogro se aproximou devagar, fingindo casualidade, enquanto meu cunhado estava do outro lado. Ele se inclinou e murmurou, quase encostando os lábios no meu ouvido:

— Depois que saí do seu quarto, fui voltar pro meu… e dei de cara com o Júnior saindo do banheiro. Espero que ele não tenha percebido nada.

Meu coração acelerou. A ideia de alguém ter ouvido, desconfiado ou até imaginado o que fizemos me deixou tenso — e, ao mesmo tempo, perigosamente excitado. Tentei manter a expressão neutra, mas minha cabeça fervilhava: e se ele tivesse escutado tudo?
Para disfarçar, puxei conversa. Pouco depois, o Júnior se aproximou de nós. Conversava normalmente, ria, parecia tranquilo demais. Comecei a acreditar que talvez nada tivesse sido percebido.
Meu sogro então se afastou, foi nadar do outro lado. O Júnior aproveitou o momento, chegou mais perto de mim e falou em voz baixa, direta demais para ser inocente:

— O que estava acontecendo no seu quarto essa madrugada?

Na mesma hora, senti o corpo travar. Um frio subiu pela espinha. Ganhei tempo:

— Por que está me perguntando isso?

Ele me encarou, sem desviar o olhar.

— Porque acordei com um gemido abafado. Parecia vir do seu quarto. Eu estava com sono e dormi de novo. Depois acordei e ouvi o chuveiro ligado… você parecia conversar com alguém. Fui até sua porta. Ouvi o sogro falando baixo. Mais tarde, quando fui ao banheiro, vi ele saindo do corredor. Era ele que estava no seu quarto?

Fodeu!

A palavra ecoou na minha cabeça.

Fiquei em silêncio, o tempo passando lento demais. O Júnior aguardava, me olhando como quem já sabia a resposta. Nesse momento, meu sogro voltou e percebeu o clima estranho. Joguei a bomba no colo dele, explicando rapidamente o que o Júnior havia perguntado.

Por um segundo, vi o choque no rosto dele. Depois, respondeu:

— Eu fui beber água e vi a porta do quarto do Kevin aberta. Entrei pra ver se estava tudo bem.

O Júnior sorriu de lado, um sorriso cheio de malícia.

— Quero a verdade — disse. — Porque, se vocês estiverem se divertindo sem mim, vou ficar bem chateado.

Respirei fundo.

— Que tipo de diversão?

Ele soltou uma risada curta.

— Vocês sabem. Ontem, quando ajudei a sogra a procurar o sogro, passei pela janela do banheiro e ouvi barulhos… dois corpos molhados se chocando. Minutos depois, vocês dois apareceram com cabelos molhados, fingindo normalidade. Faz tempo que percebo essa proximidade. E, sinceramente? Estou me sentindo excluído dessa brincadeira.

O silêncio caiu pesado. Eu e meu sogro nos encaramos. Nenhum de nós imaginava que ele tinha percebido tanto.

— Então… — o Júnior continuou, aproximando-se ainda mais — o que realmente acontece entre vocês dois? Não dá pra me incluir nisso?

Olhei para o meu sogro, pedindo permissão com o olhar. Ele assentiu lentamente. Contei tudo, sem entrar em detalhes, mas sem mentir. Pedi que guardasse segredo.

O Júnior ouviu tudo, atento. Quando terminei, ele sorriu — um sorriso safado, confiante.

— Eu guardo o segredo — disse. — Mas com uma condição.

Engoli seco.

— Qual?

— Nunca mais vocês fazem nada sem me chamar. Eu também quero participar. E fiquem tranquilos… sei agradar. Sei dar e sei comer.

Meu sogro abriu um sorriso lento, perigoso, daquele que já prometia problema.

— Combinado — respondeu. — A partir de agora… somos nós três.

O Júnior tem 39 anos, um corpo forte e bem construído, com musculatura densa que transmite poder contido, como algo que pode explodir a qualquer momento. Os ombros largos e o peitoral firme impõem presença, enquanto o abdômen seco e controlado sugere disciplina e autocontrole — do tipo que só existe em quem sabe ir além.
Os braços são sólidos, marcados por músculos cheios, e a tatuagem quebra a ordem do corpo como um aviso silencioso de rebeldia. As pernas são robustas, sustentando tudo com estabilidade e força bruta. A pele, de tom quente e uniforme, realça cada linha, cada tensão escondida sob a superfície.
O rosto, com traços duros e barba curta, carrega uma expressão calma demais para ser inocente. É um corpo que não apenas atrai — intimida, provoca e dá a sensação clara de que se aproximar demais pode ser tão irresistível quanto arriscado.

Era dia 18/12. Minha esposa e sua irmã, esposa do Júnior, só chegariam no dia seguinte, o que nos deixava aquela noite inteira como uma janela perigosa e tentadora. Era a única chance. Chamei meu cunhado e meu sogro e deixei claro: depois que minha sogra dormisse, iríamos nos encontrar no meu quarto. Ainda não confiava totalmente no meu cunhado. Aquela noite seria o teste.

O dia se arrastou de propósito, como se soubesse que eu vivia pela noite. Os olhares entre nós três diziam tudo o que não podíamos falar. Havia curiosidade, tensão, expectativa — e algo cru, quase animalesco, pairando no ar. Eu observava cada detalhe, cada movimento, tentando decifrar até onde ele iria.
Precisávamos ser cuidadosos. Se antes já era arriscado, agora éramos três — e qualquer erro custaria caro.

Depois do jantar, sentamos na sala para assistir a uma série, fingindo normalidade. Por volta das 21h, minha sogra anunciou que ia dormir. O rangido da porta do quarto confirmou quando ela entrou. O silêncio que veio depois pareceu mais alto do que qualquer barulho.
Meu sogro levantou para conferir se estava tudo seguro. Enquanto isso, organizei o espaço com calma calculada. Quando ele voltou, sentamos lado a lado, eu no meio dos dois, próximos demais para ser casual, distantes demais para levantar suspeita.
Eu não queria esperar. Havia curiosidade demais acumulada.

Comecei devagar, como quem não tem pressa, testando limites. Um toque aqui, outro ali, fingindo distração. O ar ficou mais pesado. As reações não demoraram. O controle começou a escapar — não de forma explosiva, mas constante, crescente.
Aproximei-me do meu cunhado, invadindo seu espaço aos poucos, esperando que ele recuasse. Ele não recuou. Quando nossos rostos ficaram próximos demais, não houve mais dúvida. Ele correspondeu me beijando.

Eu estava com corpo meio de lado, com a bunda virada para o lado do meu sogro. Atrás de mim, sentia a presença do meu sogro se tornar mais intensa. Não precisei olhar para saber que ele estava totalmente entregue àquela situação. As mãos, os corpos, a respiração — tudo conspirava para transformar silêncio em cumplicidade.

Enquanto eu e meu cunhado nos beijávamos, minha mão acariciava seu pau, ainda por cima do shorts, e atrás meu sogro colocava a mão por dentro da minha cueca, acariciando meu cuzinho. O clima estava esquentando muito rapidamente. Chamei eles para irmos para o meu quarto.

O Júnior não perdeu tempo. Com um movimento ágil, ele me empurrou levemente para a cama, me fazendo cair de costas. Antes que eu pudesse processar, ele já estava por cima de mim, suas coxas grossas e firmadas pelo ciclismo prendendo meus quadris com uma autoridade que me deixou sem fôlego. O sogro, agindo como se já estivesse em sintonia com ele há anos, posicionou-se logo atrás de mim, elevando meu tronco para que eu ficasse sentado, escorado em seu peito sólido.

A coordenação era perfeita.

Enquanto o sogro mantinha meus braços levemente para trás, expondo meu pescoço e meu peito, o Júnior iniciou o ataque pela frente. Ele não foi gentil. Suas mãos, calejadas e firmes, desceram pelo meu corpo, enquanto sua boca buscava a minha com uma voracidade que misturava o gosto do proibido com a urgência daquela noite única.

— Vamos ver como você se comporta com dois... — o Júnior sussurrou contra meus lábios, sua barba por fazer roçando minha pele e causando um arrepio que me fez arquear as costas.

Nesse exato momento, senti as mãos do meu sogro descendo por trás. Ele conhecia cada curva minha, mas agora havia uma dinâmica nova. Ele segurou minha cintura com força, me estabilizando, enquanto o Júnior, com um sorriso de canto, começou a descer os beijos pelo meu peito, parando exatamente onde o sogro o incitava com pressões estratégicas nos meus ombros.

O Júnior se ajoelhou entre minhas pernas, abrindo-as totalmente, enquanto o sogro, por trás, começou a morder o lóbulo da minha orelha, sussurrando o que pretendia fazer comigo enquanto o outro assistia. Eu estava completamente dominado. Senti o calor do corpo do Júnior à frente e a firmeza do sogro às costas, criando um sanduíche de pele quente e músculos tensos.

— Ele é todo nosso hoje — disse o sogro para o Júnior, sua voz vibrando direto na minha coluna.

Júnior olhou para cima, os olhos verdes brilhando na penumbra do abajur, e assentiu. Ele segurou meu pau com uma mão, enquanto a outra buscava a mão do sogro sobre o meu corpo. Eles se tocaram por um breve segundo, selando o pacto físico ali, sobre mim. O Júnior colocou sua boca quente e úmida sob a cabeça do meu pau e foi deslizando boca a dentro, ele me chupava como eu nunca havia sido chupado antes, comprovando que não era a primeira vez que ele fazia aquilo.

Meu sogro, sempre tão acostumado a dominar, parecia acuado na presença do meu cunhado. Enquanto Júnior me chupava, pedi ao meu sogro que se aproximasse para que eu pudesse chupá-lo. Ele cedeu, e logo eu estava entregue àquele pau. Quando meu cunhado pediu que o sogro se deitasse, começamos os dois a chupar o sogro; parecia uma disputa silenciosa para ver qual genro mamava melhor.
Pouco depois, Júnior deitou-se ao lado do sogro. Passei a alternar entre os dois, perdidao entre sabores, cores e texturas. Em certo momento, enquanto eu me ocupava com Júnior, senti o sogro se levantar e posicionar-se atrás de mim. O calor de sua saliva no meu cuzinho foi o único aviso antes de sentir seu pau forçando a entrada. Com a boca ainda ocupada por Júnior, soltei um gemido abafado. Júnior segurava minha cabeça, mantendo o ritmo, enquanto atrás de mim o sogro deslizava para dentro, preenchendo-me por completo. O estalo do seu saco batendo contra minhas coxas e a sensação de quase engasgar com Júnior — que ostentava dimensões tão impressionantes quanto as do sogro — criavam um cenário de puro êxtase.
De repente, Júnior se levantou e foi para trás, juntando-se ao sogro. Sem aviso, ele meteu em mim de uma vez só, ocupando o espaço que antes era do sogro. Enquanto estocava com vontade, suas mãos percorriam meu corpo, explorando minhas costas, bunda e coxas. O sogro, de pé ao lado, masturbava-se hipnotizado, assistindo a um genro comer o outro.
Foi então que Júnior puxou o sogro para trás de si. Tentei olhar, mas a penumbra dificultava a visão; vi apenas as mãos do sogro descendo pelo peito do meu cunhado, guiadas por Júnior, que direcionava o pau do sogro para o cú dele.
Um gemido alto e inesperado escapou de Júnior, cortando o silêncio da casa onde tentávamos ser invisíveis. Paralisamos. O medo de ouvir a porta do quarto da minha sogra se abrir nos deixou suspensos por segundos que pareceram horas. Nada aconteceu. Retomamos então em uma espécie de "trenzinho" humano: o sogro em Júnior, e Júnior em mim. O vaivém coordenado era hipnótico. Eu olhava para trás e via o rosto do meu cunhado transfigurado entre a dor e o prazer, enquanto o sogro parecia em transe, fodendo mais um de seus genros.
O ritmo acelerou. O sogro socava no Júnior com força, e o impacto reverberava em mim. Senti, então, o primeiro jato quente me inundar, preenchendo cada espaço interno. Júnior, antes tão bruto, agora tremia, com as pernas sem firmeza, enquanto o sogro continuava a socar sem piedade.
Quando Júnior se retirou para o banheiro, exausto, fiquei ali, entregue, com a porra dele escorrendo de mim. O sogro, ainda em busca do ápice, não perdeu tempo. Aproveitando a lubrificação deixada pelo genro, ele me fodia com um vigor renovado. O perigo da situação e a intensidade do momento foram demais para mim; gozei intensamente. Ao sentir meu espasmo, ele também se entregou, e senti o segundo jato da noite me completar.
Fiquei ali, exausto e trêmulo, sem forças sequer para o banho, esperando apenas o som da água parar para que a realidade voltasse ao lugar.



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Ficha do conto

Foto Perfil kevinm
kevinm

Nome do conto:
Segredos de Verão - Tudo em Família

Codigo do conto:
254352

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/02/2026

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