Comi o viadinho novinho e transformei ele em sub

Vamos para a descrição rápida:
Tenho 25 anos, 1.71, ~94kg, malho e pratico outros esportes, sou parrudo, forte e peludo. Pau de 18cm. Sempre fui bonito de rosto, e sou bissexual. Todos os meus contos são 100% reais, sem tirar nem por.

Como já falei, pratico arte marcial desde criança, no mesmo lugar, um clube enorme, que tem outros esportes, do meu bairro. Antes da pandemia, quando eu tinha 19 anos, la estava eu no vestiário desse clube, me trocando para botar o kimono, quando vejo um moleque claramente afeminado, uns 6 anos mais novo, que estava se trocando para o vôlei (descobri depois), olhando fixamente para o meu volume na cueca. Aquilo me deu tesão, mas como tinha mais gente no local, deixei passar, apenas apertando a pica. Vou descrever o viadinho, que se chama Pedro.

Pedro tinha por volta da idade que mencionei (façam as contas), negro, muito magrinho e com uma bundinha levemente arrebitada. Tinha por volta de 1,60, cabelos encaracolados e traços bem femininos. Toda pinta de viadinho novinho que tava doido por pica.

Vida seguiu, e eu fazia o esporte 2x na semana. Na semana seguinte, voltei ao vestiário, e dessa vez estava sozinho. Comecei a trocar de roupa quando de repente, pedro aparece de novo. Ele ja estava com o uniforme do volei, e entrou no vestiário apenas pra me manjar. Ficou enrolando lá, mexendo na bolsa, e não tirava o olho de mim. Eu, que não sou bobo, fiquei apertando o pau para endurece-lo, o que não demorou nada, e ja estava com a pica dando seta na cueca. Mostrei pra ele, que ficou vidrado.

Então, olhei pro corredor do vestiário (era enorme o lugar, tinha um corredor bem grande e separava chuveiros e cabines) para ver se não vinha ninguém. No que vi que estava tranquilo, cheguei perto de pedro, que estava sentado em um banco, posicionei meu pau bem na cara dele, e falei baixinho "mama”. Ele não perdeu tempo, abaixou minha cueca, e caiu de boca na pica com muita vontade e alguma experiencia.
Me mamou por uns 3 minutos, até que chegou alguém e eu sai do vestiário. Essa cena se repetiu algumas vezes ao longo de 2019, e ate tentei comer ele uma vez, sem sucesso pelo lugar.

Aí veio a pandemia, 3 anos se passaram, eu ja com 22 anos, tinha acabado de me mudar de casa para uma nova no mesmo bairro, e aí que começa a historia central do conto.

Estava eu, durante uma tarde de Home Office, sozinho no meu novo apartamento na segunda semana após a mudança, quando bateu o tesão. Decidi instalar o Grindr para procurar um viadinho nas redondezas que quisesse levar leitada de macho. Eu estava numa fase muito dominador violento, curtindo demais bater e humilhar viado. Me enchia de tesão só pensar. Então, meu nome no grindr era "parrudo atv dom”, e só tinha uma foto do meu corpo (parrudo, peludo e forte). Nisso, enquanto rolava o feed do grindr, recebo uma mensagem de uma pessoa a menos de 100 metros de mim, com o nome "novinho psv sgl”, e sem foto. A mensagem era:
“eu conheço esse peitoral peludo”

Eu respondi:
— Hahaha, quem é?

No que prontamente fui respondi com uma foto de rosto, e era Pedro. Agora 3 anos mais velho, um pouco menos afeminado (isso explica o sigilo), mas ainda com corpo e cara de adolescente (afinal, façam as contas…). Não acreditei que era o viadinho. Faziam 3 anos que não o via, e fiquei animado com a pouca distância entre nós.
Logo perguntei se ele estava de bobeira, e desenrolei dele vir pra minha casa. Ele disse que a mãe estava em casa, mas que ja sairia, e marcamos um horário. Não fiquei de papo no app com ele, apenas falei:

— Jae, então da tempo de você se preparar pra levar piroca. Vem pronto.

Passados 40 minutos, ele manda mensagem perguntando se podia ir. Eu prontamente deixei e fui pra janela entender de onde ele viria. Qual a minha surpresa se não ver que o viadinho morava do outro lado da rua, com apenas 2 prédios de diferença? Fiquei chocado e ao mesmo tempo animado porque provavelmente teria um viadinho fixo pra fuder o cuzinho.

Ele chegou, tocou o interfone e eu mandei subir. Ele estava todo tímido, nitidamente mais masculino que 3 anos antes, mas ainda muito magrinho e sem pelos faciais. Tinha ganhado também 5 centímetros. Ofereci agua, ele aceitou, bebeu, e eu falei: "chega aí, vamos pro quarto.”
Como fazia calor, já havia ligado o ar do quarto. Chegamos, conversamos um pouco, ele disse que a mãe era muito homofóbica então não sabia dele, e que por isso não contava pra ela sobre sua sexualidade.
Eu ja estava apenas de short e de pau duro, e não queria servir de ombro amigo. Então depois de ouvir, sentei na cama, puxei ele pela cintura e ordenei que tirasse a camisa. Ele tirou, e pude ver aquele corpinho preto, agora pouco mais desenvolvido, todo magrinho, definido, uma delicia. Levantei, envolvi ainda mais ele nos meus braços e comecei a beija-lo. Ali, vi o moleque que tinha se masculinizado mais, derreter e voltar a ser aquele afeminadinho que eu botava pra mamar antes. E que tesão que fiquei.

O beijei forte e gostoso, dominando ele, até que parei, segurei em seu pescoço pela lateral, olhando no seu olho e falei:

— Hoje você vai servir um macho, tá bom?

Ele concordou com a cabeça fazendo uma cara de puta inexplicável. Ali eu comecei a perceber que tinha um submisso em potencial nas mãos. E, obviamente, não desperdiçaria a chance de desenvolver aquele novinho.

Empurrei a cabeça dele pra ajoelhar e mamar a minha pica. O que o fez rapidamente. Mamava com ainda mais experiência agora, e engolia até a base, botando a pica na garganta, e me olhando. Eu revezava entre enfiar a pica na garganta e bater com ela na cara dele. Até que afastei ele da pica, com pedro ainda ajoelhado, olhei pra ele e falei:

— Vou bater na sua cara. Tá bom?

Precisei perguntar pra não assustar o moleque de primeira. Queria muito um submisso, mas queria mais ainda um cuzinho fixo novinho. Para a minha surpresa, a resposta dele foi:

— Bate com toda força, meu macho.

Caralho. Eu fui a loucura. Abri minha mão e espalmei com força (obviamente não toda, não ia espancar o moleque de primeira) na cara do viado. Ele gemeu igual uma mulherzinha e botou a mão no rosto. Peguei em seus cabelos encaracolados com uma mão, e com a outra tirei a mão dele do rosto, falando:

— Pediu, levou. Não reclama. Agora mama.

E empurrei de novo sua cabeça pro meu pau. Ele voltou a mamar, sem reclamar. Ali as posições já estavam claras, e eu tinha certeza que tinha faturado um viadinho sub pra me servir. Tava cheio de tesão. Mandei ele parar de mamar, dei mais um tapa e cuspi na boca dele. Ele revirou os olhos de tanto que curtiu. Peguei ele pelo pescoço e botei na cama, mandei ficar de quatro. o putinho obedecia a tudo. ajoelhei no chão e comecei a devorar o cuzinho dele, era um cuzinho fechadinho, com pregas, mas duvido que fosse a primeira dele dando. Linguei pra caralho aquele rabo, fudi ele com a lingua, e comecei a enfiar 1 dedo. Ele gemia igual mulherzinha e pedia:

— Ain, devagar meu macho.

Eu dei um tapão no rabo dele e mandei ele calar a boca e aguentar.

— Pediu piroca agora aguenta caladinho, igual putinha.

No que ele só olha pra trás, morde os lábios e faz um "sim” com a cabeça.

Vou a loucura, e começo a botar dois dedos. Depois de um tempo fudendo ele com o dedo e com a lingua, levanto, pego uma camisinha e um lubrificante, boto ele de frango assado, e ja encaixo meu pau na entrada daquele cuzinho. comecei a botar devagar e segurando naquele pescocinho, olhando bem no olho dele. Aquela cara de novinho safado afeminadinho me deixava louco, ele gemia igual uma mulherzinha e isso fazia com que meu pau, que a essa altura ja tava metade dentro, bombasse dentro dele. Depois que entrou tudo, eu dei um tapão na cara dele e tirei o pau todo pra botar tudo de uma vez só. Fiz isso umas 6x. Quando abri bem aquele cuzinho na força, eu mandei o viadinho deitar na cama de bruços e montei nele com todo meu peso. Afundei a cabeça dele no travesseiro e comecei a meter forte sem pena, arrebentando aquele cuzinho. Ele gritava, mas os gritos eram abafados pelo travesseiro. Ele tentava sair da pica, mas eu era pelo menos 30kg mais pesado e forte que ele. Então eu dominava a situação toda.
Quando cansei de bombar daquela maneira, comi ele em outras algumas posições, sempre sem deixar ele encostar no próprio pau, pra durar mais. Mas, o viado babava muito. Ele tava adorando ser usado por macho.
Pra finalizar, botei ele de quatro e meti nele com meu pé no colchão, socando forte pra caralho. Quando senti que ia gozar, tirei a camisinha e mandei ele ajoelhar e mamar. Ele pediu pra eu avisar quando fosse gozar. Levou um tapão e eu disse que gozaria na garganta dele. Ele nada respondeu e seguiu mamando bem gostoso. Quando chegou a hora, urrei bem alto e empurrei a cabeça do moleque pra enfiar meus 18cm na garganta dele, e sem deixar ele sair ou respirar, jorrei todo meu leite nele, que engoliu tudo engasgando na pica e se babando todo. Quando soltei ele e olhei pra baixo, o moleque tinha gozado meu chão inteiro. Mandei ele pro banho e se limpar.

Depois desse dia, ainda comi ele várias vezes, e desenvolvi a submissão do viadinho. Ele vinha me dar já sabendo que ia ser humilhado, levar porrada e leite no cu. Uma vez inclusive comi ele e o primo juntos, mas isso conto depois. Até hoje ele me procura, mas como to casado, evito. Até quando? Só Deus sabe rs


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Comentários


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pequenojo Comentou em 11/01/2026

Queria ser esse viadinho e ter virado tua deposito fixa

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passivo10 Comentou em 11/01/2026

Uau..delícia!! Dar de frango assado é um tesão, além de ser fudida ainda levamos tapas e cuspes na cara... Agora se a putinha gozou no chão, é obrigação lamber tudinho até limpar...

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damiaogomes Comentou em 11/01/2026

Ate parece que o casamento muda alguma coisa quem nasceu para gostar de cu de macho vai casar 10 vezes e vai sempre comer um viadinho




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Comi o viadinho novinho e transformei ele em sub

Codigo do conto:
251774

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
11/01/2026

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