FETICHE DE ESCRITÓRIO - A GAROTA DA COPA

FETICHE DE ESCRITÓRIO III- A Garota Da Copa.
Um conto erótico de Sr.º Tufão 16x6,5cm

Publicado Por By: Tuga069

Data: 21/08/2012

Tudo decorrendo na maior conformidade no escritório, mas essa vida de chefe muda alguns hábitos. Meus horários ficaram mais curtos, tinha dias que eu nem saia pra almoçar direito.

Foi num desses almoços rápidos na copa, que fica no mesmo andar da diretoria, que eu me bati com a Cris. Branquinha, fofinha, e toda despachada:

Eu sei quem é o senhor. É o interino que tá no lugar do homem. Mas não suje minha copa não, que o chefe vai brigar é comigo! Disse rindo pra mim.

Aquilo me cativou na hora. Ela era dinâmica, autônoma, e não tinha medo de falar o que pensava. E não tinha medo de chefe também!

Comia com mais frequência na copa e conversávamos mais. Ela na dela, e eu na minha. Mas, às vezes, o papo ficava picante. Achei que ela estava engordando:

Estou grávida mesmo. Antes que pergunte: produção independente. Vou ser demitida por isso?

Não, claro que não. Fica muito bonita grávida.

O pior não é ficar assim. São os desejos mais loucos que tenho e não consigo realiza-los.

Fala com o chefe, talvez ele possa ajuda-la. Encarei-a com meu sorriso de segundas intenções. Ela entendeu a deixa.

Semana de Balanço de inicio de novo ano civil, alguns funcionários em curso, o ritmo de trabalho diminui, a empresa mais vazia. Fui à copa, e encontrei Cris tomando um cafezinho:

Opa! É da hora?

É. O senhor quer?

Sim.

Quando comecei a tomar, começamos a conversar banalidades. Mas nos encarávamos, e notei que ela vigiava o movimento da porta:

Não vai mais tomar o café?

Ela andou bem devagar, em direção à porta. Discretamente olhou pro corredor. Entrou e fechou a porta:

Sabe, chefe? É que eu tenho um desejo de tomar com leite.

Aquele pedido fez minha pica endurecer rapidamente. Aquela voz meiga, um pedido de uma gestante:

Isso eu não posso negar...

Ela me recostou na pia trouxe uma cadeira e sentou-se na minha frente. Fez tudo com as próprias mãos, sem pressa. Cinto, botão, fecho. Viu o membro desenhado em minha cueca:

Hum... Que delícia de mamadeira eu vou tomar agora!

Cris suspendeu minha camisa, beijou minha barriga. Lambeu meu umbigo. Quando foi alcançando meu pau, baixou minha cueca, fazendo-o pular e bater no meu rosto:

Hum. Grande e grosso...

Mata seu desejo, mata. Vai!

Então, ela abocanhou meu caralho. Só a cabeça, a língua bem na ponta. Depois em movimento circulares. Glande até o saco. E de vez em quando engolia tudo.

Você vai dar leitinho pra sua gravida, não vai?

E voltava a acariciar a cabeça novamente. Como chupava bem minha copeira fofinha!

Eu ia à loucura com aquela boca maravilhosa. E ela punheta, e ela lambia, e ela chupava. Na copa da empresa. Aquilo era muito louco!

Comecei a ofegar e ela entendeu que estava prestes a gozar...

Quero guardar esse leite no um buraquinho. Você deixa? Deixa vai chefe!

Quando não ia fazer objeção nenhuma, o Telemóvel toca e eu atendo. É Keila, a secretaria.

No puro reflexo, segurei a cabeça de minha branquinha e enfiei tudo na sua boquinha e acelerei:

Chefe, ocupado? Disse a secretária.

Sim. No que precisas de mim? Respondi tentando não ofegar mais.

Preciso de umas assinaturas suas aqui. É que eu estou saindo agora. Deixo em sua mesa e depois o Boy leva?

Não... Já estou chegando aí... Espere!

E quem parou foi a Cris, sem entender nada. Eu segurei no coque dela e fodi sua boca rápido. Sentindo um ambiente estranho, a secretária desconfiou:

Tudo bem, chefe?

E eu quase gozando:

Sim, que documentos são esses mesmo?

Da renovação de contrato dos...

Eu a interrompi gozando na boca da fofinha gulosa:

Ahhhh, me lembrei! Disfarcei emendando meu esquecimento. Acho que colou.

Então venha que estou te esperando, e desligou o telefone.

Minha copeira gulosa bebeu todinho. Não sobrou nada de sua dieta:

Hum, estava bom. Mas você vai ficar me devendo o do buraquinho, tá?

Dei uma piscadela confirmando e sai pra assinar os papéis.

A rotina continuava a mesma, e ela como se nada tivesse acontecido. Nossos papos eram divertidos, sacanas, mas essa moleza iria acabar: Fim de mês!

Hora do balancete, relatório pra sair, a advogada viajando, a secretaria em curso, tive que me virar sozinho. Agora nem da sala eu saia mais. Apenas lanchava.

Numa dessas vezes que pedi a Cris para me aprontar alguma coisa rápida e trazer na minha sala, eu tive uma agradável surpresa. Ela trouxe um lanchinho rápido. Colocou em minha mesa.

Meio cansado, e anda concentrado, engoli meu lanche rápido e nem percebi que a Cris estava ali parada esperando eu terminar. Quando levantei a vista, tomei um susto Ela quieta falou:

Queria saber se o senhor esta interessado numa sobremesa? E sorriu maliciosa.

Que delícia de proposta! Estava tudo quase terminado, faltava reorganizar uns relatórios, eu merecia isso!

Só se for agora!

Minha grávida taradinha abriu o todo o uniforme e deixou cair no chão. Estava linda! Seios fartos, barrigudinha, e com fome de sexo!

Enroscamo-nos, ainda em pé, num beijo gostoso e demorado. Como ela estava muito fofa e gostosa.

Hoje eu quero muito, muito leitinho, viu?

Tranquei minha porta, voltei já tirando toda a minha roupa, e ela tratou de tirar também oque faltava e se abriu toda no sofá do escritório:

Vem chupar a bucetinha da mamãe, vem!

Ela se rendeu a minha língua. Ela rebolava devagarinho em minha cara. Estava em dia com o sexo. Fiquei tenso com a desenvoltura dela naquele estado, mas ele me sorriu garantindo que estava tudo bem.

Ela estava com o tesao à flor da pele. Gemia a cada, lambida, chupada, mordiscada que eu dava. Eu fazia tudo isso bem devagar. Queria curti-la aos poucos.

Faz mamãe gozar na sua boquinha faz. Tô esperando você há um tempão. Vai!

Foi só acelerar um pouquinho o ritmo que ela apertou em minha cara sua buceta e tremeu!

Ela caiu de ladinho no sofá e ficou deitada descansando. Eu sentei no sofá colocando suas pernas no meu colo. Alisava seu corpo – cintura, bunda, barriga; e ela adorava.

Quando me curvei um pouco e meu pau roçou na sua bunda, Cris começou a se esfregar em mim. Aos pouco meu membro foi ganhando volume, ela se virou e começou a me punhetar.

Ele estava duro sentei e, antes de mudar de posição, tratei de dar uma mamada naqueles seios enormes dela:

Hum, também gosta de leitinho, não é? Então chupa meu bebê guloso!

Mamei com gosto aquele bico enorme. Ora um, ora outro. Minha gestante estava toda sensível. E nunca estive tão paciente. Que putaria gostosa essa!

Deitei por trás dela e coloquei-a de ladinho. Ela ficou na altura certa. Foi só o tempo de eu dar uma pincelada na sua entradinha e meter tudinho bem devagar:

Ai, assim você me mata. Que gostoso!

E então foi sintonia pura. E rebola, e mexe. E fode. E geme. Cris sabia o que fazia! Não queria nem saber se era horário de almoço fim de mês, fechamento de balancete. Eu queria era fuder. E eu estava fudendo muito minha Cris tesuda ali.

Eu dava umas estocadas fortes e ela amava. Sabia que iria gozar antes de mim. Ela virou-se pra trás, beijou-me e pediu:

Eu vou gozar agora. Você enche de leitinho meu buraquinho de trás, tá?

Fiquei com um tesao imenso com aquele pedido. Fiquei cadenciando os movimento, sentindo ela ofegar, rebolar mais rapidinho e me avisar com o olhar que iria gozar

Agora. Tô gozando... Tô gozando!

E eu a segurei pra que ela não caísse do sofá. na verdade, foi muito mais pra sentir seu corpo tremer, em minhas mãos, de prazer!

Ela estava tarada agora, não descansou muito. Apenas inverteu o lado:

Agora eu quero todo esse leitinho quente jorrando aqui dentro. Me Fode, Vai!

Cris encaixou meu pau no seu cuzinho e eu fui pressionando devagarzinho. A cabeça passou. ela ainda forçou seu corpo para trás e engoliu meu pau inteiro, tva com vontade mesmo de dar aquele rabo!

Come, come logo sua sobremesa vai!

apesar de estar escorregando gostoso seu cuzinho era muito apertado e estava deixando meu pau mais duro ainda:

Ai... Adoro dar o cu... Fode... Que delicia... Assim... Para não!

Ela fala o que vinha na cabeça. E rebolava, e mexia aquele corpão cheio de tesao.

Cadenciei o ritmo. Pausadamente, forte, constante. Estava chegando minha hora:

Quer leitinho, quer?

Sim, enche meu rabinho, vai!

Dei mais algumas socadas e gozei no seu cuzinho inundando aquele cuzinho de porra, Cris arriou o peso do seu corpo no sofá e me puxou para cima dela:

Porra, essa era uma fantasia que eu queria fazer há muito tempo. Fuder na sala do chefe. Obrigado! E me beijou devagar e gostoso.

***

Ela esticou o máximo de tempo possível até sair de licença maternidade. Eu tratei da empresa acompanhá-la devidamente o seu parto. Soube que era menino, quando uma colega dela, funcionaria também da empresa, veio me avisar quando eu tomava um cafezinho na copa:

Chefe?

Sim?

Cris mandou avisar que nasceu um menino. E agradece a toda assistência dada pela chefia...

Eu sorri, foi quando notei uma ruiva linda em minha frente: Eliana-Recepcionista.

Hum, essa assistência é extensiva a todas as funcionárias? Disse ela com sorriso franco e sedutor...

Vêm mais coisas por aí... Aguardem.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
FETICHE DE ESCRITÓRIO - A GAROTA DA COPA

Codigo do conto:
251896

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
12/01/2026

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