Publicado Por: Tuga069
Categoria: Heterossexual
Data: 27/07/2026 13:03:29
Assuntos: Amizade, Anal, Corno, Bissexual, Empregada, Doméstica, Espancamentos, Gritos, Heterossexual, Homossexual, Oral, Sexo Anal, Bissexual, Sexo Brutal, Sexo Vaginal, Traição, Voyeur.
Acorda! Vagabunda!
Zulmira acorda assustada, após receber um tapa na cara, dado pelo seu marido abusivo.
Ela, estava deitada no sofá, em que passou a noite inteira, esperando a chegada do bruto.
Pedrão, chega mais um vez embriagado, após mais voltar de madrugada.
Vamos! Sua cadela! Faça algo, para mim comer!
Zulmira, foi para cozinha, aos prantos.
Já estava desacorçoada de ser tratada com tanto desdém.
Meia hora depois, Pedrão entra gritando, não tem nada ainda!
Você é uma inútil, imprestável!
Zulmira, com os olhos vermelhos de tanto chorar, falou:
Espere mais um pouquinho, esta quase pronto!
Pedrão, então grita: Se em dez minutos, não tiver nada pronto, vou te cobrir de pancadas.
Dez minutos depois, Zulmira foi a sala, avisar!
Mas encontrou o miserável, dormindo e babando no sofá.
Ela o chamou, para comer e Pedrão estupido como era, já levantou, bravo por ser acordado.
Sua piranha! Por que, me tirou do meu sono?
Você me pediu para preparar o que comer! Já esta pronto!
Ela, foi a cozinha e pôs o prato para ele com todo o carinho.
Pedrão, sentou, deu uma garfada, fez uma careta e atirou o prato na parede.
Sua imprestável, nem cozinhar, sabe direito! Plaft!
Zulmira, caiu sentada no chão com golpe, levou a mão na boca ensanguentada.
(Zulmira, tinha cozido, com todo capricho e carinho), mas mesmo assim, Pedrão, arrumava uma desculpa, para humilhar a esposa.
Limpe essa bagunça! Sua inútil! Vou dormir!
Zulmira, aos prantos, fez uma limpeza geral, e foi para quarto.
Mas ao entrar, o marido disse:
Tira a roupa! deita no chão, de bruços! Que vou te enrabar!
Pedrão, nunca, tinha causado tamanha humilhação a esposa!
Nunca, tinha comido o rabo dela!
Zulmira, entrou em desespero, começou a chorar, copiosamente.
Pedrão, pouco se importando, com os sentimentos da esposa.
Enfiou-lhe um tapa na cara e a obrigou deitar no chão gelado.
Montou em cima dela e no seco, a enrabou sem preparação alguma.
Zulmira, soltou um grito muito alto, quando sentiu o pau, rasgando o seu cuzinho.
Aiiiii! Seu brutooo! Tá me machucandoooo!
E Pedrão berrou: Cala a boca cadela suja!!
Quer que o quarteirão inteiro ouça seus lamentos!
E detonou o cuzinho sem dó, por vários minutos!
Zulmira, chorava baixinho e arrependida de ter casado, com um desalmado, sem escrúpulos.
Quando acabou a tortura, Pedrão falou: Hoje você dormir no chão puro, sem cobertas.
Zulmira, obedeceu e chorou boa parte da madrugada, baixinho, com medo de ser espancada, mas mesmo assim conseguiu, dormir pouco.
Zulmira, acordou, logo cedo, foi ao banheiro, se lavou, se trocou, aplicou maquiagem, para esconder as marcas e foi trabalhar.
Ela estava com a cabeça a mil, pelo acontecido daquela noite e (esqueceu) de chamar o Pedrão, naquela manhã.
Obs. De tanto o marido reclamar, ela passou a trabalhar, para ajudar nas despesas.
Mas, o infeliz não reconhecia o esforço da esposa, só a cobrava o tempo todo.
Naquela época, Zumira, trabalhava para mim! Era minha faxineira pessoal!
Naquele dia, ela chegou toda chorosa.
Eu preocupado, sentei ao lado dela, fiz um carinho em seu rosto e puxei ela para um abraço.
Me conta!Oque está acontecendo, com você Zu? Por que está nessas condições?
Zumira, não já estava acostumada, com esse tipo de atenção.
Desabou em prantos...e me contou todos os detalhes, sem esconder nada.
Ele, me bateu de novo Samuca! Me fez cozinhar e jogou a comida na parede! Me humilhou! Me enrabou a força e me fez dormir no chão frio.
Não aguento mais, ser humilhada.
Zulmira, você não pôde, se acostumar com esse tipo de tratamento, denuncia ele.
Ela balança e fala, eu sei! Mas tenho muito medo dele!
Ele a cada dia que passa, está mais bruto.
Tenho receio das consequências, se denunciar ele.
Zulmira, a quanto tempo você é casada com esse monstro?
Ele me pegou da casa de meus pais, quando eu era novinha.
No começo ele era carinhoso, mas foi mudando conforme os anos passavam.
Agora ele só me trata com desprezo.
Não tenha medo! Se precisar de abrigo, conte comigo!
Nos conhecemos a pouco tempo, mas tenho muito carinho e respeito, por você.
Zulmira, viu ali, um fio de esperança.
Foi ao banheiro e lavou o rosto e refez a pouca maquiagem que usava.
Voltou mais calma, tomamos um café reforçado e fui trabalhar, no quintal de casa.(eu era marceneiro na época)
Zulmira trabalhou pensativa, naquele dia. Naquele dia, Pedrão, acorda atrasado e sai bravo para o trabalho.
Aquela imprestável, não me chamou!
(mesmo tendo o relógio despertado várias vezes, o cara não levantou)
Pedrão, já chegou tomando esporro, por chegar atrasado.
Seu encarregado,(Hélio), era tão bruto quanto ele, mas paciente.
Olha, Pedrão, você trabalha bem...mas tem que esforçar em chegar mais cedo, o chefe tá de olho.
Ele cobra de mim e eu tenho que cobrar de você.
Não fica bem, para nenhum de nos dois.
Pedrão, trabalhou espumando de raiva, naquele dia.
Não podia reclamar, pois estava errado Mas, como a vida é injusta...assim que, Zulmira, chegou em casa, depois do trabalho.
Ao entrar, já foi rececionada pelo marido furioso.
Que logo em seguida, enfio-lhe um tapa na cara, a arrastou pelos cabelos e a espancou sem dó.
Pedrão, se trocou, depois saiu foi-se embebedar.
Voltou de madrugada, mas foi direto para cama, sem notar que Zulmira não estava em casa.
Zulmira, me ligou, chorando, naquele dia, explicou a situação e a levei ao hospital, para cuidar dos ferimentos.
Expliquei, para o médico, que o marido a espancou e que ela era minha funcionária.
Fiquei com ela a noite toda, no hospital, que ficou em observação, depois de medicada.(ela não prestou queixa)
Levei-a para minha casa, deixei ela descansando na minha cama e fui dormir no quarto de minha filha.
Enquanto ela estava na casa da avó(que mora na casa ao lado da minha).
De tardezinha, Zulmira acordou e veio me procurar, agradecendo, pelo cuidado.
Abracei-a e beijei sua testa, dizendo não se preocupe, tudo vai ficar bem.
Zulmira, chorou em meus braços por uma meia hora, depois me olhou fixamente e disse, sabe de uma coisa sempre fui fiel a quem não mereceu.
Preciso me sentir amada, desejada e você sempre foi legal comigo.
Me tratando com gentileza e respeito, quero ficar com você!
Zu...sou viúvo...e não quero me comprometer!
Zulmira, pôs a mão na minha boca, e disse, escuta...
Não estou dizendo vou ser sua mulher...
Só estou dizendo que quero trepar com você, quero extravasar, quero gozar.
Sabe, a quanto tempo, eu sei não o que é gozar!?
Meu marido fica meses sem trepar!
E quando resolve, só trepa goza e sai fora!
É um egoísta, que só pensa em si mesmo!
Isso, quando não chega bêbado e me bate!
Quando não está, chega fedendo, nem toma um banho.
Só tira aquele pau fedido e me faz chupar, até engasgar!
Tenho nojo só de olhar para cara dele!
E o pior de tudo...ele me chama de frígida, fresca e Inútil!
As vezes, acho que ele tem outra pessoa!
Pois vive escondendo o celular quando chego perto.
Ou então, fica nos cantos, mandando mensagens.
E então? Vamos trepar!
Se você tem certeza vamos lá!
Zulmira, é uma mulata linda, assim como foi minha primeira namorada.
Com corpo, cheios de curvas, seios médios, quadril largo, cintura fina e uma bunda grande, em formato de coração invertido.
Com 1,70 de altura, de pura gostosura.
Zulmira, veio trabalhar para mim, logo após eu largar, a ex-protituta, que foi amigada comigo.
Então, vamos para o banheiro tomar um banho primeiro?
Convidou ela com entusiasmo.
Falei: Só se for agora! Delícia!
Zulmira, ficou nuazinha na minha frente pela primeira vez.
Deu uma voltinha e disse, o que achou!
Falei, a voltinha foi muito rápida.
Ela de frente para mim, com mãos na cintura, peitos bicudos, mamilos bem negros e uma cona bem cabeluda, pelos que cobria a entrada da buceta.
Falei: Gata, depila a coninha, para mim!
Ela: sério?
Falei: sério!
Ela: O Pedrão, prefere assim!
Falei: Então vai lá dar para ele!
Ela: Nossa! Só foi um comentário!
Falei: Como, você esperava que eu reagisse, a um comentário desse?
Você tá tomando banho, para transar comigo e vem falar da preferência do chifroudo!
Ela: Nossaaa! Ele não é chifrudo ainda!
Falei: Mulher! Mulher! Me desculpe, mas você tá começando a me irritar!
Ela: Você, vai ser bruto, comigo também?
Falei, bruto a ponto de te bater, não! (pensei, a não ser que peça uns tapinhas)
Mas, se realmente, você quer transar comigo, esquece aquele abusador, desgraçado!
Tomamos banho: Enquanto um se molhava outro se ensaboava.
Fiquei curioso! Por que, ela mesma pediu para tomarmos banho juntos.
E agora, ela parecia, mas uma irmã do que futura amante.
Fiquei, olhando mais um pouco...ela tristinha e amoadinha.
(pensei, nossa, ela é muito sensível, deve sofrer bastante)
Chamei: Amorzinho, por que, você tá longe? Por que tá tão tristinha?
Ela, desabou em choro! Você não me quer mais!
Falei: Quem te disse isso!
Ela: Você!
Eu disse, apenas esquece ele!
Vem, cá! Puxei-a para um abraço, levantei o rosto dela, dei um selinho, depois mais um e um terceiro.
Quando, dei por mim, estávamos com os corpos colados, se beijando intensamente.
Meu pau roçando na entrada dela, e ela rebolando de leve.
Começamos, ficar com a respirações ofegantes.
Ela: Aiiii! Que deliciaaa!
Falei: Por favor, amorzinho! Se depile, para mim!
Quero te chupar, com muita vontade! Quero, fazer você enlouquecer de prazer, na minha boca!
Antes de comer essa xaninha suculenta!
Ela: Tá bom, meu gostoso! Vou fazer tudo oque me você pedir!
Virei ela de costas, colei meu pau, no rego dela e fiquei roçando, para cima e para baixo, por uns minutos e a respiração, dela cada vez mais ofegante.
Ela falou sussurrando, vou gozaaar! E rebolou forte!
E eu, continuei!
A pontinha do pau, entrou um vez, quando entrou pela segunda vez, no cuzinho dela!
Ela berrou e gozou estremecendo!
Aaahhhhhh! E, suas pernas amoleceram!
Segurei ela firme, em meus braços.
Esperei, ela se recuperar! E então, falei brincando, só para testar.
Você falou...vou fazer tudo oque me você pedir!
Vai, deixar eu comer esse rabão lindo, também?
Ela, me olhou e falou bem sério: Se aquele miserável, egoísta, que nunca mereceu, comeu a força!
Por que, não você, que está sendo carinhoso comigo!
Falei: Amorzinho, tô brincando! Não quero, te machucar!
Ela: Ah, para com isso! Você acabou de por a cabeça duas vezes!
E, em uma delas, gozei, que cheguei a perder as forças das pernas!
Eu: Sim, mas só foi a pontinha! Nem, chegou a entrar a cabeça toda! Me controlei, para não te machucar!
(pensei: embora, eu quisesse, enfiar até o talo, nesse rabo gostoso)
Ela: Se você for com paciência e carinho, deixo por tudo!
Só arruma um lubrificante anestésico.
Falei, aí não tem graça, onde está a emoção?
Seu, cachorro, safado! quer me arrobar com esse pauzão?
Só um pouquinho!(comecei a rir)
Ela: Pimenta no cu dos outros é refresco!
Falei, eu sopro depois! Ela: Soprar não tira a dor!
Eu: Meu amorzinho, você quer, que eu te depile ou você faz sozinha?
Ela: Depila, para mim! Tenho medo de me cortar! Nunca me depilei!
Eu: Você nunca foi a praia? Ele, nunca me deixou ir!
Apesar de me desprezar, ele é possessivo.
Ela, se sentou, no vaso sanitário, de pernas abertas.
Me pus, entre elas e cortei, primeiro com uma tesourinha e depois, enchi de espuma de barbear e comecei a depilar.
Cada vez que eu passava o dedo, aonde foi barbeado, ela dava uma respiração entrecortada.
Gostei da brincadeira, e comecei a masturba-la, para ela relaxar.
Deixei, lisinha, e ataquei, meti a língua o mais fundo que consegui, fiquei mastubando ela com língua.
Depois fiquei beijando a virilha e mordi a testinha da buceta.
Nisso ela já estava bem molhada e ofegante, ataquei o grelinho, chupei, mordi, beijei, cheirei, voltei a morder e segurei entre os dentes por uns segundos.
Depois, fiquei fazendo um oito, por alguns minutos e ela teve, um orgasmo poderoso.
Amorrr! Que gostooosoo! Aaaahhhhh!
Fiquei, sugando todos seus fluídos, até ela se acalmar.
Virei ela contra a parede com as mãos espalmadas e entrei por trás, em sua xaninha apertada.(para mim, boa parte das xaninhas são apertadas, tenho um bem grosso).
Entrou, macio com dificuldade, até o final, comecei acelerar aos poucos, levando-a ao delírio.
Ploc, ploc, ploc, ploc.
Ela gemendo, conforme eu acelerava.
Ai, ai, ai, aiiiii! Aiiiii! Aiiiiiiii!
Ela, jogando a bunda de encontro a minha virilha.
Explodiu, em mais um gozo forte.
Tomamos banho e fomos comer alguma coisa e descansar.(pelo menos ela).
Eu, fui, a casa da minha sogra(mãe da minha falecida esposa), ver minha filha.(casa ao lado da minha).
Conversar um pouco com elas...tomamos cerveja eu e minha sogra e minha filha refrigerante.(menor, ainda).
Comuniquei a minha sogra, que a empregada estava fugindo do marido abusivo e provavelmente vai morar comigo uns tempos.
Ela, surpresa, falou: Vai com calma, para não se machucar de novo. (sofrimento, após me separar, da ex prostituta, que eu estava amasiado).
Conversamos, sobre a filha dela(saudades), chorei um pouco, ela me abraçou, me deu um selinho e falou que posso contar com ela.
Me despedi e fui para casa descansar.
Chegando lá, fui me deitar no quarto da minha filha, logo a Zulmira aparece na porta, e me vê com os olhos vermelhos e inchados.
Quis saber o motivo, contei que estava com saudades da minha falecida.
Zulmira falou: Posso não apagar a saudade, mas posso amenizar o sofrimento!
Me chamou, vem dormir comigo, esta noite!
Me levantei e acompanhei a pelo corredor, entramos na sala nos agarrando, nos beijando.
Me falou sente-se nessa poltrona, vou dar-te um agrado, ela puxou minha bermuda e me pagou um boque-te bem babado.
Engolindo quase todo meu pau, se engasgou um pouco, me olhou com aqueles olhos negros penetrantes, cobriu meu pau de beijinhos e voltou a engolir, dessa vez até encostar a boca na minha virilha.
Falei: Meu amorzinho oque é isso! Que boca gostosa! Que delícia de boque-te!
Ela ficou por alguns segundos e engasgou!
Falei vai com calma! Temos a noite toda!
Ela, me olhou com desafio e me mamou forte.
Fiquei gemendo com seu boque-te bruto!
Ahhhh! Ahhhh! Assim não vou resistir muito! Você é muito intensa!
Ela: Gloc! Gloc! Gloc! Acelerou e enchi sua garganta!
Se levantou, me puxou pela mão, para o quarto, segui com as com as pernas bambas(depois de um boque-te bruto, né).
Me sentei na beirada da cama, ela foi ao banheiro do quarto. Fiquei esperando alguns instantes, seu retorno.
Ela limpou o rosto, retocou a maquiagem, pôs vestido azul claro, com uma minissaia por baixo e uma lingerie verde piscina, saiu, me olhou com tesão.
Ligou o som, pós a música do(Alice Cooper - How You Gonna See Me Now) e me presenteou com um striptease bem sensual, no final, virou de costas se curvando para frente, empinou a bunda grande e puxou a calcinha da lingerie, dando reboladinhas.
Vi o anelzinho bem negro, meio machucadinho, mas ainda fechadinho.
Bati palmas, chamando-a de rabuda gostosa, minha nega tezuda.
Pegou um anestésico de um pacotinho, me entregou, se pôs de quatro e disse: Vem meu gostoso! Meu cu é todo seu!
Falei: Meu amorzinho, deixa eu te preparar primeiro!
Ela deu uma reboladinha, olhou para trás e mordeu o lábio inferior.
Abaixei o rosto na altura de sua bunda grande,(que ficou gigante, por estar de quatro), cobri de beijos, mordi suas bandas, e massageei seu anelzinho.
Meti a língua nele e masturbei sua xaninha com os dedos, médio e indicador, ficou ofegante rapidinho.
Enchi o dedo com anestésico e massageei bem a entrada por alguns segundos, depois introduzi um dedo, devagar...depois dois e depois três.
Pedi para ela ficar de bruços primeiro, me deitei sobre ela, beijei sua orelha, dei uma mordidinha e uma lambida.
Fiquei paradinho sobre ela, deixando ela comandar a seu tempo.
Ela pegou meu pau, direcionou em seu anelzinho, empinou a bunda, introduziu a ponta da cabeça, fez um som mudo, puxando o ar.
Depois forçou, fazendo uma caretinha,(fiquei emocionado, vendo o seu rostinho com a expressão de dor).
A cabeça passou, e ela gritou!
Aiiii! Porra! Meu cuzinho agora perdeu o resto das preguinhas! E chorou!
Continuei deixando ela, comandar.
Ficamos parados, por uns instantes.
Ela enfiou o rosto no travesseiro, e foi empinando a bunda grande, se introduzindo aos poucos.
Deu um grito abafado, quando encostou na minha virilha.
Ficou parada mais um pouquinho...e começou a empinar a bunda macia e puxar de volta fazendo caretinhas, com os olhos cheios d'água.
Ficamos, por uns instantes, trepando nessa posição.
Com ela, gemendo e dizendo que estava doendo um pouco, mas valia o sacrifício.
Ela: Aii, meu amoor! Meu cuu tá pegando foogooo! Mas, não vouu desistirr!
Depois, ela levantou o rosto, cobertos em lágrimas e pediu para ficar de quatro.
Fiquei, penalizado e perguntei! Amorzinho! Você não quer descansar um pouquinho?
Ela: Nãoo! Sofri com aquele desgraçado, forçada!
Mas, com você, eu sofro, por vontade própria!
E me disse em lágrimas e sorrindo ao mesmo tempo:
Agora é com você meu tesão! Mas vai devagar no início! Tô esfoladinha!
Falei: Amorzinho! Se eu por mais anestésico, nem eu nem você vai sentir nada!
Você não sentir dor e eu não vou sentir prazer algum!
Ela: Não! Está bom, assim! Só vai com calma!
Pus-me atrás dela, segurei em seus quadris e disse: introduz você.
(Aquele, rabo gigante de quatro é a coisa mais linda do mundo)... (Até hoje, depois de 10 anos)
Ela fala: Não amor! Faço questão que seja você a colocar! Apenas mete com carinho!
(sorri e pensei: Essa mulata é doida! Com um pau grosso no cu, falando em carinho!)
Direcionei e introduzi com carinho,(opss, devagarzinho), até o final.
Alisei suas costas e me curvei um pouco, para beijar sua orelha.(queria muito, beijar sua boca, mas era impossível naquele momento).
Acelerei só um pouquinho e mordi sua nuca, ela ficou com a boca aberta, ofegando.
Ficamos assim, por alguns minutos até eu encher seu rabo de porra.
(é claro que ela não conseguia gozar sentindo dores né?)
Mas, após tirar, masturbei ela, depois fiz um oral caprichado, gozou no meu rosto.
Fomos tomar banho, nos secamos e fomos para cozinha.
Tomamos um suco, conversamos, sobre a situação dela com o marido.
Ela disse: Tenho certeza, que ele vai vir aqui, armar um barraco.
Falei, deixe vir! Se perturbar, chamamos a policia! Mas se invadir, eu meto bala!
Ela: Você é doido! Se sujar por esse miserável!
Falei: nada disso! Se invadir, tentando agressão, posso me defender e meter bala, por legítima defesa!dia após a agressão
Pedrão, acordou atrasado de novo, por que a esposa não estava lá para acordá-lo, (Além de uma resaca tremenda).
Mesmo o trabalho sendo perto, chegou várias vezes atrasado.
Desta vez o patrão estava possesso, já chamou o encarregado e ele para o escritório.
Pedrão, já chegou tomando esporro, por chegar atrasado, (mais uma vez).
Olha, Pedrão, você trabalha bem...mas tem que esforçar em chegar mais cedo, ou então, vou ter que te dispensar.
Pedrão, trabalhou com raiva, mas não podia reclamar, pois estava errado, ficou calado e nervoso o dia todo.
No fim da tarde, saiu do trampo e foi direto para a casa do amante. (sim, você leu direito, ele tinha um amante)
Pedrão, era cara, bruto, cheio de marra, que humilhava e espancava a esposa.
Mas tinha um caso de anos, com um homem tão bruto quanto ele.
E adivinha quem era? É quem você está imaginando.
Seu encarregado, Hélio.
Assim que Pedrão entrou, Hélio, já emendou um tapão, no rabo do amante.
Minha putinha, trabalhou emburrada hoje!
Pedrão, sorrio e bejou o amante.
Aquela vagabunda não me chamou hoje para o trabalho!
Quando eu chegar em casa vou cobrir ela de pancadas!
Hélio: Que isso cara!?!
Pedrão: mulher tem que tratar na porrada, quando nos tira do sério!
Hélio: Deixa disso! Tem que tratá-la com respeito, afinal ela é sua parceira da vida.
E demais a mais, por que você depende de mulher, para levantar cedo?
Pedrão desconversou: É, mas quando você morava com a Rosana, as coisas eram diferentes?
Sim, Rosana, era uma mulher especial! Só ela para aguentar meu gênio forte...
Nós,tínhamos, nossos desentendimento, as vezes...mas apesar de tudo...nunca levantei a mão para ela.
Agora, deixa de papo, e ajoelha putinha brava!
Pedrão ajoelhou sorrindo e levou o cacetão a boca, chupando com desespero.
Hélio, levou as mãos na cabeça de seu amante e empurrou até o talo.
Pedrão, engasgou e tirou tossindo! Vai com calma Hélio!
Hélio, gargalhou e disse: Calma porra nenhuma! Puta minha, tem que engolir tudo, sem reclamações!
Pedrão olhou bravo, mas voltou mamar, com afinco. Engasgando, com os olhos cheios d'água, mas não desistiu.
Hélio o fez parar, e disse: Fica de quatro! Agora!
Pedrão: Falou não! E sua vez agora de me chupar!
Hélio: Você, sabe muito bem que eu não chupo!!
Agora, fica de quatro porra!! Antes que eu perca paciência!
Pedrão contrariado, obedeceu, se pôs de quatro, com o rosto no chão.
Hélio, meteu um puta tapasso no rabão do Pedrão.
Pedrão gritou: Aiiii, porraa! Se é doido!
Hélio: Isso é por você me contrariar! Sua putaa! E para de reclamar, senão vai ser pior!
Meteu, mais dois tapão, um de cada lado e disse, putinha rabuda!
Pedrão reclamou de novo! Aiii, aiii, porraaa!
Hélio, só para judiar, apontou o pau, no rabão empinado e entrou de uma vez, sem misericórdia.
Pedrão soltou um puta berro! Aiiiiii, porraaaa! Meu cuzinhooo!
Hélio: Cuzinho é o caralhooo! Cuzãooo! E já levou muito ferro!
E a foda, continuou, alucinante!
Pedrão, sendo enrabado sem piedade!
Chorando e rebolando na vara!
E os tapas no rabo, comendo solto.
Pedrão, gritando que nem uma cadelinha!
Aiiii! Aiiii! Aiiiii! Meu cuuuu, porrraaaaaa!
Pedrão, dormiu abraçado com o seu macho naquela noiteNo outro dia, depois do trampo.
Pedrão apareceu no meu portão, gritando e esmurrando.
Cadê aquela cadela safada! Essa puta, miserável, fugiu de casa!
Vou entrar aí e arrastar ela pelos cabelos se essa puta inútil, não sair logo!
Zulmira, estava tremendo, pálida e apavorada.
Eu cada vez mais revoltado, por ele a espancar e ameaçar bater nela de novo!
Abri o portão e disse, ela não vai mais voltar com você!
Se você continuar a fazer bagunça, aqui no meu portão.
Vou chamar a polícia e já aproveitamos, para denunciá-lo por agressão e lesão corporal.
Temos, seus vizinhos como testemunhas e o laudo médico da agressões sofridas.
Zulmira, vai entrar com o pedido de divórcio, por esses dias.
Os dias passaram e o divórcio foi finalizado.
Zulmira, finalmente se livrou do seu martírio.
Está morando comigo até o dia hoje, fez dez anos em fevereiro.
Não moramos, como marido e mulher, mas sou seu amante fixo por todos esses anos.
Continua trabalhando para mim, com todo carinho e dedicação.
Cuida da minha casa, ajudou eu e minha sogra a cuidar da minha única filha.(e cuida de mim, literalmente, por todos esses anos)
Descobrimos o segredo do corno, através de seus vizinhos, por ouvir os berros(da putinha, sendo enrabada)
Como diz o ditado: Quem com ferro fere, com ferro é ferido.
Agradeço por me prestigiar com sua leitura.
Comente vote com estrelas para me incentivar a contar minhas histórias de vida e outras que me vem a cabeça.
Por Fazedor de cornos.