Eu sou casada há 5 anos, mas meu marido nunca me satisfaz de verdade – pau pequeno, goza rápido. Em viagem de trabalho pro interior de SP, num bar perto do hotel, conheci Jonas, um angolano alto, músculos definidos, sorriso safado e um volume na calça que me deixou molhada na hora. "Quer dançar, brasileira gostosa?", disse ele com sotaque grosso. Dançamos colados, seu pauzão roçando minha bunda, e eu já imaginava traindo o corno.
Fomos pro quarto dele. Ele me jogou na cama, rasgando minha blusa e chupando meus peitos grandes até os bicos ficarem duros. "Vou te foder como homem de verdade", rosnou, enfiando a mão na minha calcinha e dedando minha buceta encharcada. Tirei sua calça e ofeguei: um caralho preto de 25cm, grosso como meu pulso, veias pulsando. Chupei com vontade, engasgando, saliva escorrendo.
Jonas me virou de quatro, cuspindo na buceta e enfiando tudo de uma vez. "Caralho, que apertada!", gemeu, bombando forte, bolas batendo na minha bunda. Eu gritava de prazer, gozando no pau dele pela primeira vez em anos. "Goza dentro, me enche!", implorei. Ele acelerou, rugindo, e explodiu jatos quentes de porra angolana na minha buceta, enchendo até transbordar pelas coxas. Ficamos ali, suados, eu sentindo a leita dele dentro de mim enquanto mandava "Boa noite, amor" pro meu marido.
*No Outro Dia: A Suruba com os Amigos*
No dia seguinte, Jonas me chamou: "Vem pro meu apê à noite. Trouxe surpresas pros seus buracos." Cheguei excitada, e lá estavam eles: Jonas e mais três negões angolanos – Miguel (pau reto e longo), Zé (grosso e tatuado) e Paulo (curvo pra acertar o ponto G). "Hoje vamos te arregaç ar, puta casada", disse Jonas, me despindo nua no meio da sala.
Me jogaram no sofá. Dois chupavam meus peitos e boceta, outro lambia meu cu. Começaram a foder: Jonas na buceta, Miguel na boca. Então veio o insano: dupla penetração vaginal! Zé deitou, eu sentei no pau dele, e Paulo enfiou junto na mesma buceta, esticando meus lábios ao limite. "Olha como aguenta dois paus na xoxota!", riam eles. Eu gozava sem parar, sentindo as cabeças roçando dentro de mim.
Trocaram: dupla penetração anal agora. De quatro, Miguel abriu meu cu com lubrificante, e Zé forçou o segundo pau junto, arrombando devagar. Dor virou êxtase puro – dois caralhos grossos pulsando no meu rabo apertado, enquanto Jonas fodia minha buceta e Paulo a boca. "Vai, negões, me destruam!", pedia eu, traidora total.
A noite toda durou: rodízio de buracos, gozos múltiplos. Todos encheram ela de leite – porra jorrando na buceta, no cu, na boca, nos peitos. No final, eu era um poço de sêmen angolano, vazando de todos os lados, a buceta e o cu piscando abertos. "Seu marido vai comer sobras amanhã", brincou Jonas. Saí mancando, viciada, planejando mais traições.




