Na Casa Grande, Sinhá Moça alimentava seu vício secreto com Jeremias, o negão forte da casa, mas tudo desmoronou quando o Coronel os flagrou. Furioso, ele a condenou à senzala com os oito negões mais dotados por dias inteiros de foda insana.
## Chegada à Senzala
Sábado, sete da noite. Os negões a cercaram como lobos, rasgando o vestido e expondo seu corpo nu e trêmulo. "Olha só a sinhazinha branca pronta pra levar negão na boceta", grunhiu Zé, o mais alto, apertando seus peitos fartos. Sinhá, olhos arregalados mas buceta já pingando de tesão misturado a medo, murmurou: "Por favor, vão devagar... nunca levei tantos de uma vez." Mas João, com pauzão latejante, riu: "Devagar? Você traiu o Coronel com o Jeremias, agora aguenta nós todos!"
O primeiro pau invadiu sua boca gulosa enquanto outro metia fundo na buceta encharcada. "Chupa gostoso, sinhá, engole até a garganta!", mandou Zé, segurando sua cabeça. Ela gorgolejou: "Mmm, que pauzão grosso... me fode mais!"
## Rodízio Sem Fim
De pé contra a parede de palha, Sinhá era passada de mão em mão. Pedro enfiou no cu apertado dela, esticando sem misericórdia: "Tá gostando do negão no rabinho, né, sua puta?" Ela gritou de prazer-dor: "Ai, sim, fode meu cu, Pedro! Me arromba toda!" Ao lado, dois paus roçavam seus peitos, e ela lambia as cabeças babando: "Meus negões lindos, gozem na minha cara... eu quero tudo!"
No chão sujo, de quatro, levaram-na em dupla: vaginal e anal ao mesmo tempo. "Olha ela quicando nos paus pretos!", zombou Manoel, metendo forte. Sinhá urrava: "Mais, Manoel! Enche minha buceta de porra quente... eu sou de vocês agora!" Antônio completou no cu: "Vai levar leite escorrendo, sinhá. Pede pro negão te encher!" Ela implorou: "Enche sim, Antônio, goza no meu rabinho até vazar!"
## Domingo de Gozadeiras
Domingo amanheceu com ela no centro, cavalgando um enquanto chupava outro. "Sua boceta tá inchada de tanto levar, mas ainda mama pau!", provocou Lucas, esfregando na entrada. Exausta mas insaciável, ela respondeu: "Lucas, me fode sem parar... eu gozo mais nos paus grandes de vocês!" Vieram em rodízio, gozando dentro, na boca, nos peitos – ela engolia tudo, gemendo: "Delícia de porra negra... me deem mais, negões!"
Deitada de pernas abertas, três a usavam: um na buceta, um na boca, um no cu. "Tá virando buraco de negão, sinhazinha!", riu Gabriel. Ela babava: "Sim, Gabriel, me usa como puta... fode todos os meus buracos até eu não aguentar!"
## Segunda de Exaustão
Segunda até sete da manhã, o ritmo não parou. Coberta de suor, porra e marcas vermelhas, Sinhá era erguida pra mais uma rodada. "Última gozada, sinhá, abre essa boceta pro meu irmão aqui!", disse o último, Felipe. Fraca mas gozando rios, ela sussurrou: "Felipe, engravida essa puta branca... eu quero carregar negão de vocês!" Eles gozaram em coro, deixando-a largada, buceta e cu transbordando, transformada em escrava do prazer bruto.
Na semana seguinte, o Coronel forçou Jeremias a engravidá-la, mas a senzala havia marcado Sinhá para sempre.





Que sinhazinha deliciosa e insaciável, louco por paus pretos e grossos, bem compridos e bem duros, despejando muita porra em seus buracos dilacerados e mesmo assim, pedindo mais, que delicia. votado e aprovado