A Fazenda do Corno BroxaNo engenho escondido nos fundos de uma casa em Itajaí, a esposa do sinhô, Dona Ana (uma mulata gulosa de 28 anos, peitos leiteiros e buracos sempre famintos), mandou construir um barracão secreto. O marido, o sinhô broxa e impotente, já não fodia mais – pau mole que nem servia pra nada. Ele só assistia, corno manso.Um dia, chegou mais cedo e flagrou: Ana de quatro na palha, quatro escravos negões musculosos fazendo dupla penetração brutal. Dois paus grossos (25cm cada) estourando a boceta e o cu dela ao mesmo tempo – esticando buracos até o limite, porra e sangue misturados escorrendo pelas coxas. Outro chupava os peitos dela, o quarto fodia a boca. Ela gemia: "Arrebenta, negões! Me enchem!"O sinhô, puto mas duro pela primeira vez em anos, mandou matar dois na hora – chicote e faca. Poupo os outros dois: Zé e Manoel, os mais brutos. "Vocês vivem, mas toda semana arrumam mais: dois, cinco, seis, dez negões pra foder minha puta na minha frente!", ordenou. "Abusem dela, estourando buracos, e me façam de corno!"O Ciclo Semanal de AbusoToda semana, ritual na senzala: Ana amarrada de pernas abertas, buceta e cu expostos. Primeira semana: mais dois negões – dupla na boceta, um no cu, sinhô assistindo pauzinho mole na mão.Segunda: cinco – gangbang total, tripla penetração (dois no cu, um na boceta), tapas na cara, mordidas nos peitos. Porra jorrava como leite.Terceira: seis – ela montada em um, outros revezando buracos, sinhô lambendo a porra que escorria.Chegou a dez, depois mais de 20 negões por noite – uma orgia insana. Duplas e triplas em todos os buracos: boceta arrombada por dois paus de 30cm, cu prolapsado com três, boca e mãos cheias. Eram brutais – socos na bunda, chupões roxos, dedos no útero. Ana gritava: "Estoura tudo, me gravida! Bunda escorrendo leite e porra!" Sinhô no canto, masturbando fraco, limpando o resto.Gestações e o Rei DoenteEm dois anos, Ana pariu dois filhos negões – bebês morenos, prova dos negões. Peitos inchados de leite, boceta permanente escorrendo. O sinhô, agora doente e fraco como rei decadente, só assistia das sombras, pau broxa pra sempre. Mas a farra continuava: "Mais negões, abusem da minha rainha puta!"
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