Casada deu na rua real

**O Segredo do Branco**
História real

Era uma tarde quente de verão na periferia da cidade. A esposa trai com branco dotado, baixinho, 1,70. O nome dele era Branco, chamavam ele. O pau dele tinha 28 centímetros da grossura de uma 600 de Coca. O nome dela era Gisele. O nome dele é Gustavo.

A Gisele foi buscar um X. Ela saiu, era seis horas da tarde. Só que já tava demorando três horas e meia, o corno foi atrás. Aí passou por uma rua. Viu um casal agarrado no meio da rua, né, abraçado, daí ele voltou e ficou escondido, espiando. Era ela e o cara se agarrando. Aí ele ficou espiando.

Eles foram pra um depósito de uma loja de material de construção, onde tinha os milheiros de tijolo. Eles começaram a se pegar, ele levantou a saia dela, puxou a calcinha pro lado e meteu a pica. E a hora que eles tavam se beijando, aí ele tirou o pau pra fora assim, ela viu o tamanho, ela se assustou. E já caiu de boca. Aí ele comeu ela ali. O corno ficou espiando. Quando deu, eles foram embora, o corno foi pra casa.

Gustavo, escondido atrás de uma pilha de tijolos, sentia o coração bater forte no peito enquanto observava cada detalhe. Gisele, com sua saia jeans levantada até a cintura, gemia baixinho enquanto Branco, o baixinho de 1,70m de pele clara e corpo forte, a segurava firme. O pau dele, enorme, 28 centímetros de comprimento e grosso como uma garrafa de 600ml de Coca, entrava devagar no começo, abrindo a buceta molhada dela. Gisele se contorcia de prazer, as mãos apertando os ombros dele.

— Caralho, Branco... que pica é essa... — murmurava ela entre beijos molhados.

Branco metia com ritmo, estocadas profundas que faziam os tijolos tremerem levemente. O barulho molhado, o cheiro de sexo no ar quente do depósito. Gustavo, o corno, assistia tudo paralisado, o próprio pau duro na calça, mas sem coragem de se tocar ali. Ele via a esposa chupando com fome depois, a boca esticada ao máximo ao redor daquela grossura impressionante, baba escorrendo pelo queixo.

Quando terminaram, Gisele limpou a boca, arrumou a roupa e os dois saíram rindo baixinho. Gustavo correu para casa primeiro, coração acelerado.

Aí ela chegou em casa, quando não falou nada. Aí fui comer ela o couro assim, vi que a buceta dela tava arregaçada, toda assada, sabe? E inchada. Aí na hora o couro já sentiu a folga. Gustavo tirou a calcinha dela no quarto escuro e meteu. A buceta estava quente, aberta, escorregadia de porra alheia. Ele sentiu a diferença imediata — o que era apertado agora engolia ele com folga, os lábios inchados e vermelhos roçando nele. Ele gozou rápido, misturando sua porra com a do Branco, mas não disse nada naquela noite.

Outro dia ela disse que ia na casa da Paula Maria, que era sete horas da noite. Ela tomou banho, depilou a buceta, fez o geral, fez a chuca no cu e saiu, era sete horas da noite. Saiu aquela calcinha fio dental socada. E disse que era na casa da Paula.

Lá pelas uma da manhã, Gustavo foi na casa da Paula, a porta tava trancada. A Paula tava dormindo, as crianças dormindo. A Gisele tinha ido de bicicleta e tava a bicicleta lá na casa da Paula, mas a Gisele não tava lá. O corno ficou na esquina esperando. Cinco e meia da manhã ela vem subindo a rua. Só que o corno não viu ela com ninguém. Ela disse que tava na casa de outra mulher.

Gustavo a esperou na sala. Quando ela entrou, ele não perdeu tempo. Levantou a saia dela ali mesmo no corredor. A calcinha fio dental estava enfiada, toda molhada e suja. Ele bateu a buceta dela. A buceta dela tava toda gozada. Na hora que ele levantou a saia dela, a calcinha tava enfiada. É um cita, cheio de porco filho. Porra grossa escorrendo pelas coxas, o cheiro forte de sexo recente.

Aí eles foram pra casa, o corno tirou a roupa dela, abriu as pernas dela, abriu o cinto desvirilado. Aí ele falou assim: pra quem que tu tá batendo? Quem é que tá te comendo? Daí ela contou tudo. Daí ela disse que era o Branco, mas que só tinha dado pra ele três vezes.

Gisele, nua no sofá com as pernas abertas, confessou chorando e gemendo enquanto Gustavo enfiava os dedos na buceta gozada:

— Foi o Branco... só três vezes, amor... ele me come gostoso...

O corno já tinha ido no banheiro do posto de gasolina, que é aqueles mictório aberto, e o corno deu uma manjada. O pau era do tamanho de um desodorante Axé mole. Daí ela sumiu que deu pro Branco. O corno pediu pra ela contar como é que foi, perguntou o tamanho do pau dele. Daí ela mostrou as fotos no celular e tinha vídeo dele comendo ela, ela chupando o pau dele.

Nos vídeos, via-se Gisele de joelhos no carro, engolindo o máximo que conseguia daquela pica grossa, olhos lacrimejando. Em outro, Branco metendo por trás, a bunda dela tremendo a cada estocada forte.

Daí o corno falou o seguinte: Sábado tu diz pra ele vir aqui em casa, nós vamos tomar um gole e nós dois vamos ter que comer, eu quero ver ele te comer. O corno conhecia o Branco, sabe? Só que o Branco não sabia que o corno sabia que ele tava comendo a mulher dele. O corno convidou ele pra ir lá na casa dele tomar uma cerveja.

**A Terceira Parte – O Encontro dos Três**

Sábado chegou. Tava lá os dois tomando cerveja, conversando. Aí quando veio apareceu a Gisele e ela se assustou quando viu o Branco. Aí ela entrou na cozinha. Depois o corno falou pra ela o seguinte: ó, vem cá que tu vai, volta aqui. E já tirou a roupa dela e deixou ela pelada.

Gisele ficou nua no meio da sala, corpo moreno brilhando de nervoso e tesão, seios pesados, buceta depilada já molhando. Branco arregalou os olhos, mas sorriu devagar.

Gustavo, sentado no sofá, mandou:

— Agora mostra pra mim, Branco. Come minha mulher do jeito que você gosta.

Branco não pensou duas vezes. Tirou a roupa, revelando o pau já duro, 28 centímetros grossos como 600 de Coca. Gisele caiu de boca na frente do marido, chupando com fome.

— Branco... me dá essa pica... que saudade...

Ela lambia, chupava, engasgava, mãos nas bolas pesadas. Branco segurava a cabeça dela e fodia a boca devagar.

Depois ele a colocou no sofá, abriu as pernas bem abertas na direção de Gustavo. Meteu a pica grossa. Gisele gritou de prazer:

— Branco, come! Branco, me fode! Branco, fode forte! Branco, me dá pica!

Ele estocava fundo, a barriga batendo na buceta inchada dela. O barulho molhado era alto. Gustavo assistia de perto, pau na mão, vendo o pau enorme do Branco desaparecer dentro da esposa.

Gisele rebolava, unhas cravadas nas costas dele:

— Assim, Branco! Mais forte! Me arregaça essa buceta!

Eles trocaram posições. Ela cavalgando, pulando no pau grosso, seios balançando na cara de Branco. Depois de quatro no chão, ele metendo por trás enquanto ela olhava para o marido:

— Olha, Gustavo... olha como o Branco me come... melhor que você...

Branco metia sem parar, suado, gemendo. Gisele gozou várias vezes, o corpo tremendo, squirt escorrendo.

No clímax, ela pediu alto:

— Agora me dá leite, me dá leite, Branco! Goza dentro! Enche minha buceta de porra!

Branco rugiu e gozou forte, jatos grossos enchendo ela até transbordar. Quando tirou, a porra escorria abundante pela buceta arregaçada.

Gustavo meteu logo em seguida, sentindo a folga total e o calor da porra do Branco misturada. Gozou rápido, adicionando mais.

Mas não parou aí. Os três continuaram. Gisele de quatro, Branco no cu dela devagar (depois de muita lubrificação e gemidos), enquanto Gustavo metia na buceta. Dupla penetração completa. Ela gritava:

— Branco, me fode! Gustavo... os dois! Me enchem!

Horas de sexo intenso: boquetes, posições variadas, Gustavo lambendo a buceta gozada enquanto Branco metia, Gisele pedindo mais pica e mais leite. O corno tava vendo tudo, participando, excitado pela humilhação e pelo prazer da esposa.

No final, exaustos no sofá, Gisele entre os dois, uma mão no pau de cada, sorriu satisfeita:

— Agora vocês dois vão me comer sempre que eu quiser...

A noite terminou com mais rodadas, porra por todo lado, e a promessa de que aquilo viraria rotina. Gustavo, o corno, finalmente aceitou seu lugar, vendo a esposa ser completamente satisfeita pelo pau enorme do Branco.

Foto 1 do Conto erotico: Casada deu na rua real

Foto 2 do Conto erotico: Casada deu na rua real

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Foto 5 do Conto erotico: Casada deu na rua real


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Ficha do conto

Foto Perfil paliocarter
paliocarter

Nome do conto:
Casada deu na rua real

Codigo do conto:
267398

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/07/2026

Quant.de Votos:
2

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