**Os Dois Mendigos Negões – A Apresentação no Sítio**
Era uma manhã quente e silenciosa no sítio isolado de Santa Catarina. Júlia, uma loira de 32 anos, corpo cheio e pele clara, estava completamente sozinha em casa. O marido tinha viajado a trabalho e só voltaria no dia seguinte. Ela vestia apenas uma sainha jeans curta que mal cobria a bunda e uma blusinha fina branca, sem sutiã, os bicos dos seios marcando o tecido com o calor.
Por volta das 9h, ouviu batidas fortes no portão. Foi atender. Eram dois mendigos negões altos e fortes. Um media 1,90m, ombros largos, barba grande e olhar faminto. O outro 1,85m, musculoso, com cicatrizes nos braços. Os dois estavam sujos, com roupas velhas rasgadas.
Eles pediram 10 pila e um prato de comida pra limpar o pátio cheio de mato. Júlia sentiu pena e deixou os dois entrarem.
Eles pegaram as inchadas e começaram a trabalhar. Júlia preparou dois pratos grandes de comida e levou uma jarra de água gelada. Enquanto eles comiam e bebiam, suados, ela reparou nos volumes grandes nas calças velhas.
Quando voltava pra dentro de casa, derrubou o celular. Ao se abaixar, a sainha subiu completamente, mostrando a buceta lisinha e sem calcinha pros dois mendigos. Eles pararam de comer e se olharam com desejo.
Mais tarde, quando Júlia saiu novamente pra ver o serviço, os dois agiram rápido. O de 1,90m agarrou ela por trás, tapando a boca com a mão enorme e suja. O outro segurou os braços.
— Cala a boca, vadia rica! Hoje a senhora vai ser nossa puta o dia inteiro! — rosnou o grandão.
Eles arrastaram Júlia até a mesa grande de madeira no meio do quintal. Rasgaram a blusinha e a sainha dela, deixando ela completamente nua. Amarraram os pulsos bem abertos na cabeceira da mesa e os tornozelos abertos nas pernas da mesa, deixando ela de quatro, bunda empinada, buceta e cu totalmente expostos.
Antes de começar, o grandão pegou um pano sujo do chão, amordaçou ela bem forte, amarrando atrás da cabeça. Júlia só conseguia gemer abafado: “Mmmphhh! Mmmphhh!”
— Agora sim… vamos fazer uma apresentação com essa branquinha gostosa — riu o de 1,85m.
Eles começaram a “apresentação”. O de 1,90m (pau de 24 cm grosso e veiado) agarrou o cabelo dela e enfiou o pau sujo na boca por cima da mordaça, forçando a cabeça entre os lábios. Ao mesmo tempo, o outro cuspiu na buceta dela e meteu tudo de uma vez com força bruta.
— Aaaahhh caralho! Que buceta apertada e quentinha da patroa! — gritou ele, socando forte, bolas batendo na bunda dela.
Os tapas começaram a estalar. Mão aberta na cara dela por cima da mordaça, tapas pesados na bunda, deixando as nádegas vermelhas e ardendo.
— Toma tapa, vadia! Isso é pra você aprender a mostrar a buceta pro negão!
— Pé de pinga! Tem uma pica do negão aqui pra te arregaçar inteira! Pede pica, puta! — gritavam eles.
Júlia só conseguia gemer abafado e tremer. Eles trocavam de buraco o tempo todo. Um metia na buceta, o outro no cu, depois invertiam. Davam tapas constantes na cara e na bunda, cuspiam nela, riam e faziam piadas enquanto usavam ela como uma boneca sexual na mesa.
Depois de quase uma hora socando separado, eles decidiram fazer dupla penetração na buceta. O grandão tirou o pau do cu dela, cuspiu bastante na rola dele e na buceta já inchada. Os dois se posicionaram atrás e enfiaram os dois paus juntos na buceta de Júlia.
— Aaaaaaiiiii! Mmmphhh!!! — tentou gritar ela, o corpo inteiro tremendo com a dor e o prazer extremo.
Os dois negões socavam juntos com força bruta, esticando a buceta dela ao limite, a mesa rangendo alto. Os tapas não paravam: na bunda, na cara, nos peitos.
— Toma duas picas de mendigo negão, sua puta branquinha! Arregaça essa bucetinha! — gritavam eles sem parar.
— Olha como aguenta duas rolas! Isso é apresentação, vadia!
Eles continuaram assim por muito tempo, alternando buracos, dupla penetração vaginal e anal, tapas constantes, xingamentos e gemidos abafados dela. Gozaram seis vezes no total: enchendo a buceta, o cu e a cara por cima da mordaça de porra grossa e quente.
No final, deixaram Júlia amarrada e amordaçada na mesa, corpo todo marcado de tapas vermelhos, buceta e cu arrombados, porra escorrendo pra todo lado, enquanto o sol batia forte no quintal.
Os dois mendigos pegaram o dinheiro da casa, comeram o resto da comida e fugiram, deixando ela ali exposta.




