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Era aniversário do Cuca (Gugu). Ele e a esposa Gisele tinham convidado três colegas de trabalho para a festa em casa. Eram exatamente 19h30 quando Wellington Moreno, Alan e Marcos chegaram. A casa estava com luz baixa, música tocando e muita bebida na mesa.
Wellington, o escuro alto de 1,90m, magro, narigudo, com aquele pau monstruoso de 23cm de comprimento e grossura de lata de refrigerante. Seu irmão Alan, negão gordinho de 100kg, barriga de cerveja e um cacete grosso de 20cm. Marcos, branquelo de 1,70m, magrinho, pau normal de 18cm.
Gisele estava um tesão: vestidinho curto preto, colado no corpo, e uma calcinha fio-dental branca completamente atolada na bunda grande e empinada, marcando o rabo redondo e a bucetinha inchada.
Começaram bebendo e dançando forró bem coladinho. Os corpos se esfregavam sem vergonha. Wellington dançava atrás dela, roçando aquele volume enorme na bunda macia de Gisele, enquanto Alan apertava a cintura e Marcos passava a mão nas coxas dela. Gisele ria, rebolava e já estava molhada.
Cuca (Gugu) já estava bem bêbado. Por volta das 23h ele desmaiou no sofá, roncando alto, completamente apagado.
— Olha aí, Gi… teu marido dormiu — disse Wellington com um sorriso safado, erguendo o vestidinho dela por trás e passando a mão grande na bunda gostosa. — Agora tu vai ter que dar pra gente aguentar a noite toda.
Os três ficaram pelados rapidinho. Botaram Gisele de quatro em cima da mesa da sala. Wellington foi o primeiro: encostou a cabeça grossa do pauzão na buceta molhada e meteu tudo de uma vez. Gisele gemeu alto, agarrando a borda da mesa enquanto ele socava fundo, aquelas bolas pesadas batendo.
— Caralho, que buceta apertada… — grunhiu ele.
Alan enfiou o pau grosso na boca dela, fodendo a garganta, enquanto Marcos chupava os peitos grandes e apertava os mamilos. Trocaram de posição várias vezes. Cada um comeu ela um por um, gozando dentro da buceta e do cu. Wellington encheu a buceta de porra quente, Alan gozou no cu e Marcos na boca. Gisele gozava sem parar, tremendo, calcinha destruída no chão.
Já eram duas da manhã. Os gemidos altos ecoavam. No apartamento de baixo, uma família de baianos escutou tudo. Eram quatro negões dotados: Alan (23 anos, 22cm), Agnaldo (25 anos, 23cm), Irineu (50 anos, 28cm, o mais grosso e experiente) e Tiago (30 anos, 20cm).
Eles subiram quietinhos, espiaram pela janela entreaberta e viram Gisele sendo comida em cima da mesa, porra escorrendo pelas coxas.
— Porra, nós também queremos! — disse Irineu abrindo a porta.
Wellington, Alan e Marcos se olharam, riram, vestiram a roupa e foram embora, deixando Gisele sozinha com os quatro baianos.
— Agora é nossa vez, vadia — falou Irineu, tirando o monstro de 28cm pra fora.
Eles botaram Gisele de novo na mesa. Irineu meteu primeiro no cu, abrindo ela inteira com aquele pauzão grosso. Gisele gritou de prazer e dor misturados. Alan (o jovem) enfiou na buceta, Agnaldo na boca e Tiago apertava os peitos, chupando os mamilos.
Eles comeram ela sem parar até as 7 horas da manhã. Trocaram de buraco, gozaram dentro, no rosto, nos peitos, na bunda. Irineu era o que mais metia, socando fundo e enchendo o útero dela de leite quente. Gisele estava destruída, buceta e cu vermelhos, inchados, escorrendo porra dos quatro.
Antes de irem embora, filmaram tudo: Gisele sendo duplamente penetrada, gozando como uma puta, boca cheia de porra, pedindo mais.
— Se tu abrir a boca pra alguém, a gente mostra esse vídeo pra todo mundo — ameaçou Irineu. — E quando o Cuca não tiver em casa, tu vai ser nossa puta particular. Entendeu?
Gisele, exausta, coberta de sêmen, só balançou a cabeça concordando, ainda com o cu piscando de tanto leite.
Cuca continuava desmaiado no sofá, sem fazer ideia do que tinha rolado.
Já eram quase 11h da manhã quando Gugu acordou com a cabeça latejando de tanta bebida. Ele estava caído no sofá da sala. Olhou para o lado e viu Gisele dormindo profundamente na cama, só com o vestidinho preto curto ainda no corpo, todo amassado e sujo de manchas brancas. A calcinha havia sumido completamente.
Ele sorriu com tesão, ainda com a mente meio nebulosa da noite anterior. Ajoelhou-se na cama, abriu devagar as pernas grossas e macias da esposa e abaixou o rosto entre elas. Mal encostou a língua na buceta inchada e vermelha, sentiu um gosto forte e salgado. Um leite branco grosso e viscoso escorria devagar do buraco dela, misturado com os fluidos dela. A bucetinha estava toda estufada, os lábios inchados e vermelhos, marcada de chupões e dedos.
Gugu parou, surpreso, e enfiou dois dedos. Mais porra escorreu, escorrendo pelo cu também, que piscava inchado e aberto.
— Que porra é essa...? — murmurou ele.
Acordou Gisele balançando o corpo dela.
— Gi... amor, acorda. Que que aconteceu aqui? — perguntou, voz rouca.
Gisele abriu os olhos devagar, o corpo todo dolorido, buceta e cu latejando. Olhou para o marido com cara de quem ainda estava sentindo os paus enormes dentro dela.
— Ai, Gugu... — gemeu baixinho, voz cansada e safada. — Os teus amigos me comeram a noite toda...
Gugu sentiu o pau endurecer instantaneamente.
— Como assim? Eu apaguei e...
— Primeiro o Wellington, o Alan e o Marcos... me botaram em cima da mesa e me foderam um atrás do outro. Gozaram tudo dentro de mim. Depois... os vizinhos de baixo ouviram os gemidos. Quatro negões baianos subiram... o Irineu com um pau de 28cm... eles me comeram até as sete da manhã. Me encheram inteira de leite, filmaram tudo... — confessou ela, mordendo o lábio, enquanto mais porra escorria da buceta inchada.
Gugu ficou olhando o estrago, o creme branco escorrendo da esposa destruída. Passou os dedos na mistura e levou à boca da Gisele, que chupou obediente.
— Então tu virou a puta da vizinhança agora? — perguntou ele, excitado pra caralho.
Gisele sorriu cansada, abriu mais as pernas e respondeu:
— Se tu quiser... eles falaram que quando você não estiver em casa, eu vou ter que dar pra eles. E se eu abrir a boca, vão mostrar o vídeo pra todo mundo...
Gugu não aguentou. Enfiou o rosto de novo na buceta inchada e cheia de porra alheia, chupando tudo com fome enquanto Gisele gemia fraca, segurando a cabeça dele.
A noite de aniversário tinha virado algo muito maior.




