Era um dia quente pra caralho na praia. Gisele e Guto tinham estendido a canga na areia. Gisele tava gostosa pra dedéu no biquíni minúsculo, corpo moreno brilhando, seios quase pulando pra fora, bunda empinada. Por volta das onze e pouco, quase uma hora da tarde, Guto levantou e falou:
— Vou ali pedir o almoço. Uma porção de isca de peixe, uma caipira, um suco e uma cerveja gelada. Demoro um pouco, tá lotado.
Guto saiu andando pela areia. Assim que ele sumiu, uns cem metros adiante, apareceu o vendedor ambulante haitiano. Negão alto, forte, pele escura, óculos, corrente dourada, carregando cangas e saídas de praia. Parou na frente da canga dela.
Quando ele se abaixou pra mostrar as telas, a bermuda folgada abriu e o pau dele saltou pra fora. Mesmo mole, era monstruoso: uns vinte centímetros grossos feito um latão de Coca, pesado, veioso. Gisele arregalou os olhos, a buceta piscou e molhou na hora.
Ela olhou pros lados, viu que o corno tava longe, e tomou coragem:
— Tá calor demais... Vamos mergulhar ali comigo?
O haitiano sorriu, largou as mercadorias e foi com ela. Entraram na água. Assim que a água bateu na cintura, Gisele cruzou as pernas na cintura dele, enfiou a mão na bermuda e pegou aquele pauzão.
— Me fode, negão... Me fode, negão... — sussurrou ela no ouvido dele, voz tremendo de tesão.
Ele puxou o biquíni pro lado e enfiou a rola grossa de uma vez. Gisele mordeu o ombro dele pra abafar o gemido.
— Ai, caralho! Me fode, negão! Me fode, negão! Que pauzão gostoso...
O haitiano segurou a bunda dela e começou a socar forte dentro d’água. Ondas batendo nos corpos, pau entrando e saindo fundo. Gisele rebolava desesperada:
— Me fode, negão! Me fode mais forte, negão! Assim... me arregaça essa buceta!
Ele virou ela de costa, Gisele apoiada nas ondas, e meteu por trás, batendo fundo. Depois pegou as duas pernas dela, abriu bem, suspendeu e enfiou de frente de novo. Gisele trancou os tornozelos nas costas dele, olhos revirando de prazer:
— Me fode, negão! Me fode, negão! Enfia tudo! Me dá essa pica grossa! Tá me arrombando!
Foram uns trinta minutos de foda bruta dentro do mar. Gisele gozou duas vezes, corpo tremendo inteiro, unhas cravadas nas costas dele. No final o haitiano rosnou e gozou lá no fundo, enchendo a buceta dela de porra quente. Saíram da água. Gisele com as pernas bambas, porra escorrendo pela coxa misturada com água salgada. Ela pegou o contato dele e sussurrou:
— Amanhã eu te chamo pra me foder de novo, negão.
Guto voltou quase duas horas depois com o almoço. Sentou do lado, sem imaginar nada. Gisele, com a buceta ainda cheia de leite de negão, só sorriu e comeu a isca de peixe como se nada tivesse acontecido.
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**O Gangbang no Quarto dos Haitianos**
No dia seguinte, Gisele não aguentou a vontade. Mandou mensagem cedo pro haitiano:
— Quero te ver hoje. Me leva pra algum lugar bom.
Ele respondeu:
— Te busco de moto. Vai ser especial.
Gisele saiu de casa dizendo pro Guto que ia passar o dia com uma amiga da lanchonete. Vestiu saia curta, blusa decotada, sem sutiã, sem calcinha. O haitiano pegou ela e levou direto pro casarão grande onde morava com os outros. Um quarto enorme, bagunçado, com mesa de sinuca no centro, colchões no chão, várias camas.
Chegaram de tarde. Assim que entraram, Gisele viu que não era só ele. Tinha uns vinte negões haitianos ali — todos altos, fortes, musculosos, olhando pra ela com cara de quem não comia mulher há meses. O haitiano fechou e trancou a porta.
— Hoje tu vai ser a puta de todos nós — disse ele.
Os caras não perderam tempo. Cercaram Gisele, arrancaram a roupa dela rasgando tudo. Deixaram ela completamente pelada no meio do quarto. Peitos grandes balançando, buceta depilada já molhada, bunda redonda. Eles tiraram os paus pra fora — todos enormes, pretos, grossos, alguns de 20, 25, até maiores. Fizeram uma roda em volta dela.
Gisele caiu de joelhos, salivando:
— Caralho... que monte de pica... Me dá tudo, negão...
Ela começou a chupar um por um. Segurava dois paus com as mãos, chupava um fundo, engasgando, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos peitos, lambia as bolas, passava pro próximo:
— Me dá essa pica, negão... Me fode a garganta, negão...
Enquanto chupava, outros passavam a mão na buceta e no cu dela, metiam dedo, apertavam os peitos. Quando chegou no último, o cara pegou ela no colo, jogou em cima da mesa de sinuca, abriu as pernas bem abertas e meteu tudo de uma vez na buceta.
— Aaaai! Me fode, negão! Me fode, negão! — gritou Gisele.
Ele socou forte, brutal, cinco minutos seguidos. Depois veio o próximo, e o próximo. Um por um foi comendo a buceta dela na mesa. Cada um metia uns cinco minutos, revezando rápido pra dar tempo pra todos. A mesa balançava, barulho molhado ecoava no quarto. Gisele não parava de gritar:
— Me fode, negão! Me arregaça! Me come forte! Me dá pica grossa! Assim, negão! Me fode, negão! Me enche!
Depois de quase uma hora todo mundo ter passado na buceta, viraram ela de quatro na mesa. Começaram a comer o cu. Um cuspiu, enfiou devagar no começo, depois socou fundo. Gisele gritava de prazer:
— Ai, que grosso no cu! Me fode no cu, negão! Me fode, negão! Arregaça meu cu!
Vários passaram no cu, um atrás do outro. Depois veio a parte pesada: dupla penetração. Um deitado na mesa, Gisele sentou na pica dele na buceta. Outro veio por trás e enfiou no cu. DP anal e vaginal ao mesmo tempo.
— Manda buceta no cu! Manda buceta no cu! — ela delirava. — Me fode, negão! Me fode, negão! Os dois juntos! Me arromba! Tá me destruindo!
Eles socavam sincronizado, forte, brutal. Gisele gozava sem parar, squirt escorrendo, corpo tremendo. Trocavam de posição o tempo todo: dois na buceta (DP vaginal), um no cu e um na boca, três paus ao mesmo tempo. Erguiam ela no colo, dois segurando as pernas abertas, dois metendo ao mesmo tempo. Tapa na cara estalando, tapa forte na bunda deixando marca vermelha, cabelo puxado, pescoço apertado.
— Me fode, negão! Me fode, negão! Me enche de leite! Goza dentro! Enche essa puta! Bate na minha cara! Bate na bunda! Me arregaça!
A orgia durou horas. Brutal, sem parar. Gisele era passada de mão em mão, de pau em pau. Buceta e cu completamente arregaçados, inchados, vermelhos. Eles gozavam dentro, fora, na boca, nos peitos, na cara. Jatos grossos de porra branca contrastando com a pele morena dela. Ela engolia, tomava no rosto, no cabelo.
Por volta das dez da noite, depois de horas de gangbang insano, os vinte haitianos tinham gozado várias vezes cada um. Gisele tava destruída: deitada na mesa de sinuca, pernas abertas, buceta e cu escancarados, escorrendo rios de porra. Cheia de leite, cheia, cheia, cheia de leite. Porra escorrendo por todo o corpo, cara melada, cabelo grudado.
Ela mal conseguia andar quando saiu. O haitiano que pegou ela na praia ajudou a vestir uma blusa e a saia rasgada. Levou ela até o ponto. Gisele voltou pra casa de ônibus, pernas tremendo, vazando porra no banco.
Chegou tarde. Guto tava esperando. Assim que ela entrou, ele sentiu o cheiro forte de sexo. Tirou a roupa dela, abriu as pernas e viu o estrago: buceta e cu destruídos, inchados, cheios de porra seca e fresca de vários negões.
— Caralho, Gisele... o que foi isso?
Ela sorriu fraca, voz rouca de tanto gemer:
— Me fode agora, corno... que hoje eu tomei leite de vinte negões haitianos...
Guto meteu na bagunça toda, sentindo a folga total, e gozou em menos de um minuto.
A putaria com os haitianos só tinha começado. Gisele virou a vadia oficial do casarão, voltando várias vezes pra levar mais gangbang brutal.




