**O Marido Descobre**
Depois de quase dois meses de encontros quase diários, Luana estava cada vez mais ousada. Seu corpo mudara: a buceta mais inchada, marcas de chupões escondidas com dificuldade, e ela andava com um sorriso constante de quem estava sendo bem comida.
Roberto, o marido, começou a desconfiar. Um dia, ele resolveu fazer uma surpresa e foi buscá-la “depois da corrida”. Quando chegou perto da pensão onde Mamadou morava, viu Luana saindo do quartinho, cabelo bagunçado, pernas bambas, short de corrida com uma mancha úmida na virilha.
Ele seguiu ela de longe até em casa. À noite, enquanto Luana tomava banho, Roberto pegou o celular dela e leu as mensagens. Fotos, áudios e vídeos. Em um deles, Luana estava de quatro no quartinho, sendo comida por Mamadou enquanto chupava Amadou. O áudio era claro:
— Me fode mais forte, Mamadou! Arregaça minha buceta! Quero leite de vocês três!
— Toma pica senegalesa, puta casada! — respondiam os negões, dando tapas altos que ecoavam.
Roberto ficou paralisado, pau duro apesar da raiva e da humilhação. Ele esperou ela sair do banho.
— Luana… que porra é essa? — perguntou, mostrando o celular.
Ela congelou por um segundo, depois sentou na cama com cara de quem não tinha mais volta.
— Eu traí você, Roberto. E gostei pra caralho — disse ela, sem rodeios. — Você nunca me comeu como eles. São três negões angolanos… não, senegaleses. Paus enormes, resistentes, me enchem de porra todo dia.
Roberto estava vermelho, mas o pau latejava na calça.
— Me conta tudo — pediu, voz rouca.
Luana sorriu safada e contou com detalhes:
— Eles me fodem de segunda a sábado. Às vezes os três juntos. Me arrombaram a buceta e o cu. Ontem mesmo eu levei dupla vaginal e depois dupla anal. Gritei pedindo pra eles acabarem comigo… “Me enche de leite, me arregaça, me destrói!”. E eles gozaram tudo dentro. Saí de lá vazando porra pelos dois buracos.
Enquanto falava, Luana abriu as pernas e mostrou a buceta ainda inchada, com marcas recentes.
Roberto não aguentou. Tirou o pau pequeno e enfiou nela. Entrou fácil, deslizando na buceta molhada e cheia de resto dos negões.
— Sente o gosto deles, corno — provocou Luana. — Tá sentindo a porra dos paus grandes?
Roberto gozou em menos de um minuto, misturando sua porra com a dos senegaleses.
No dia seguinte, Luana foi de novo. Voltou à noite e contou pro marido, agora corno assumido, tudo o que rolou:
— Hoje foram os três de novo. Mamadou me comeu primeiro, depois Amadou e Ousmane meteram juntos no meu cu. Eu gritava: “Mais forte! Arregaça meu cu! Quero mais pica! Me enche de leite angolano!”. Gozei tantas vezes que perdi conta. No final eles gozaram na minha boca e eu engoli tudo olhando pra eles.
Roberto, completamente rendido, pedia mais detalhes enquanto batia punheta. Luana virou a puta oficial dos senegaleses e o marido virou o corno que ouvia tudo.
E assim continuou: ela indo todo dia pra pensão levar rola grossa, e Roberto em casa esperando a esposa voltar arrombada e cheia de porra pra contar a história.




