João morava em uma casa isolada nos arredores de Santa Maria, Rio Grande do Sul, com Ana, sua esposa de 28 anos. Ela era um tesão: morena clara, 1,65m, peitos 38D firmes que balançavam livres debaixo das blusas, bunda redonda e empinada que fazia vizinhos babarem, e uma buceta rosada e apertada que ele mal preenchia com seu pauzinho medíocre. Casados há cinco anos, o sexo era morno – Ana fingia orgasmos por pena. Mas João tinha uma obsessão secreta: ver negões de pauzão destruindo ela. Passava noites em sites pornô, gozando em vídeos de "BBC gangbangs". "Ela merece porra de verdade", pensava.
Decidiu agir. Sem contar nada pra Ana, contatou Marcus por um app anônimo de fetiches extremos. "Quero cinco negões fortes pra invadirem minha casa sexta à noite. Fingam estupro na minha esposa – brutal, dupla penetração, encham ela de leite. Eu assisto escondido e pago 10 mil." Marcus, um ex-segurança de 2 metros, 120kg de músculos e pau de 28cm grosso como lata, topou. Mas ele era ganancioso: chamou mais seis brothers do rolê – Denzel, Tyrone, Jamal, Rocco, Biggs e os gêmeos Zeke e Zek – total de 11 paus pretos monstruosos, todos tarados por putas brancas.
Sexta-feira, 22h. Ana tava sozinha – João fingiu viajar a negócios, mas se escondeu no armário do quarto com celular filmando. Ela tomou banho, vestiu uma camisola preta transparente que mal cobria a bunda, e deitou pra ver Netflix na cama king size. Luzes baixas, corpo relaxado, peitos arfando.
A van preta parou do lado de fora. Os 11 desceram silenciosos, máscaras pretas, luvas. Marcus arrombou a porta da frente com um chute – alarme desligado por João. Subiram as escadas como predadores. Ana ouviu o barulho e sentou na cama, coração acelerado. "João? É você?"
A porta do quarto explodiu. Marcus invadiu primeiro, agarrando ela pelo pescoço e jogando na cama. "Cala essa boca de puta, branquinha!" Ana gritou, debatendo-se: "Socorro! Saiam daqui!" Mas Denzel e Tyrone a imobilizaram, amarrando pulsos e tornozelos com cordas grossas presas nos postes da cama. Pernas escancaradas, buceta exposta pela camisola rasgada. "Por favor, não... eu tenho marido!", implorou, lágrimas escorrendo.
Marcus riu, pau já duro saindo da calça. "Seu marido é um corno que pediu pra gente foder você. Mas relaxa, vadia, vamos te assar." Ele enfiou os 28cm na boca dela sem aviso, sufocando gemidos em golfadas. Os outros tiraram as roupas: paus de 25-30cm balançando, veias pulsantes, bolas cheias de porra negra acumulada. Começaram o banquete.
**Primeira Noite: A Invasão Brutal**
Dois paus na boca alternando – Marcus e Jamal fodendo a garganta dela até baba e vômito escorrerem pelos queixos. Tapas na cara: "Engole, puta! Prova pau de negão de verdade!" Tyrone e Denzel atacaram os peitos, chupando mamilos duros de medo, mordendo até sangrar levemente. Biggs meteu três dedos na buceta virgem de gangbang, esticando: "Tá molhada já, safada. Adora ser estuprada."
Primeira dupla penetração: Marcus deitou e puxou Ana pro colo, enfiando o monstro no cu seco dela. Ela urrou de dor, corpo convulsionando. Rocco se juntou, forçando o pau na buceta ao lado – não dupla, mas esticando os dois buracos juntos com violência, socando em ritmo selvagem. "Sente isso, vadia! Seus buracos vão virar crateras!" Tapas ritmados na cara, cabelo puxado pra trás. Ana gozou forçada, esguichando apesar do terror, corpo traindo-a.
Os outros revezavam: Zeke e Zek nos peitos, gozando nas tetas; Denzel no cu agora, arrombando com óleo de porra anterior. Encheram ela de leite – cargas quentes jorrando na buceta, cu, boca. João filmava tudo do armário, gozando nas calças três vezes, vendo a esposa ser passada como boneca inflável.
Pararam ao amanhecer, deixando-a amarrada, corpo suado e melado, buceta e cu vermelhos e pulsando. "Amanhã voltamos, puta. Descanse esses buracos." Saíram, trancando a casa.
**Segunda Noite: A Destruição Total**
Ana passou o dia em pânico, corpo dolorido, buracos assados latejando. Ligou pra polícia, mas o sinal tava bloqueado pelos negões (João sabotou). Noite caiu, e eles voltaram – dessa vez sem máscaras, confiantes. Arrombaram de novo, encontrando ela tentando fugir pela janela. "Pra onde vai, nossa vadia?"
Amarraram mais forte, agora com algemas extras nos joelhos, forçando pernas num ângulo impossível. Orgia total: triplas penetrações – dois na buceta, um no cu; depois inverso. Tyrone e Biggs esticavam a xoxota com paus paralelos, socando como pistões, enquanto Marcus fodia o cu por baixo. "Olha esses buracos abertos, brothers! Ela tá pronta pra ser nossa porca!" Violência pura: tapas que inchavam o rosto, unhas cravadas nas coxas, cabelo usado como alça pra puxar.
Fizeram ela cavalgar um pau enquanto dois metiam na boca; de quatro no chão, cu e buceta bombardeados. Gozadas nonstop – 11 cargas por buraco, barriga inchando de tanto leite negro engolido e injetado. No clímax, forçaram dupla anal: dois paus no cu apertado, rasgando com sangue e porra, enquanto outro enchia a buceta.
João quase foi pego saindo do esconderijo pra cheirar de perto, mas escapou. Os negões riram: "Seu corno deve tá gozando agora. Essa puta vai parir mulato nosso."
**O Depois: Assada e Grávida**
Foram embora domingo de manhã, deixando Ana largada – corpo coberto de porra seca, rosto roxo de tapas, buceta e cu abertos como túneis, latejando vazios. Ela chorou por dias, traumatizada. João voltou "do negócio", fingindo choque, mas chupava a buceta assada dela toda noite, lambendo o gosto residual de 11 negões, pau duro como nunca.
Três meses depois, teste positivo: grávida. DNA? Mistura negra. Ana nunca soube do plano do corno. Ele criaria o filho deles, lambendo pra sempre o segredo.
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