**A Noite em que Gisele Virou a Putinha dos Negões**
Paulo estacionou o carro na rua escura do bairro. Eram quase 23h. Ele precisava de mais uma "braba" com o Irineu, o negão traficante que dominava a região. Irineu era conhecido por ser grosso, alto, musculoso e, segundo os boatos, ter um pau descomunal. Gustavo nunca imaginou que sua própria esposa, Gisele, já estava lá dentro há quase duas horas.
Gisele, loira de 27 anos, corpo gostoso, seios médios firmes e bunda redonda, tinha mentido para o marido que ia dormir cedo. Na verdade, ela tinha ido até a casa do Irineu sozinha, atraída pelo perigo e pelo tesão que sentia por aqueles negões. Quando chegou, já bebeu três doses de whisky puro. Agora estava completamente bêbada, rindo alto, vestindo apenas um shortinho jeans curto e uma blusinha fina sem sutiã.
Na sala, Alan, Irineu, Agnaldo, Dvd, Wesley e Valdir — seis negões fortes e bem dotados — olhavam para ela como lobos.
— Olha só essa branquinha casada... veio atrás de rola preta mesmo — disse Irineu, rindo.
Gisele riu, já mole de álcool, e rebolou no sofá. Alan não perdeu tempo. Puxou ela pelo cabelo, enfiou a mão dentro do shortinho e começou a dedar a buceta dela na frente de todos. Gisele gemeu alto, as pernas abrindo automaticamente.
— Que bucetinha molhada... sua putinha — rosnou Alan.
Em poucos minutos o shortinho e a blusinha foram arrancados. Gisele ficou completamente nua, de quatro no sofá surrado. Alan meteu o pauzão grosso na buceta dela de uma vez. Gisele gritou de prazer e dor. Irineu enfiou o pau na boca dela, fazendo ela engasgar. Os outros assistiam, já tirando as roupas.
Eles usaram ela sem piedade. Wesley e Valdir chupavam os peitos dela enquanto Dvd e Agnaldo batiam na cara e na bunda. Gisele gozava sem parar, o corpo tremendo, leite escorrendo pelas coxas.
Depois de quase uma hora de sexo selvagem, Gisele apagou. Bêbada demais, o corpo mole caiu no sofá, esperma escorrendo da buceta e do cu.
Mas os negões não pararam.
Quando Gisele acordou, grogue e confusa, sentiu uma dor gostosa e profunda. Irineu estava socando forte na buceta dela e Alan metia no cuzinho ao mesmo tempo. Dupla penetração bruta.
— Ahhh... que... que isso... — murmurou ela, ainda zonza.
Assim que a visão clareou e ela percebeu que estava sendo comida por dois negões enormes, em vez de gritar ou pedir para parar, Gisele mordeu o lábio inferior e falou com a voz rouca de tesão:
— Soca... soca mais forte... me arromba... acaba comigo! Quero sentir esses paus destruindo minha bucetinha e meu cu!
Os negões riram e aceleraram. Irineu segurava as coxas dela bem abertas enquanto Alan dava tapas fortes na cara e metia fundo no rabinho. Gisele gritava de prazer:
— Isso! Me fode! Me rasga! Sou a putinha de vocês! Mais forte! Me enche de porra!
Wesley e Agnaldo se aproximaram e enfiaram os paus na boca dela, fazendo um rodízio. Dvd e Valdir batiam punheta assistindo. Gisele engasgava, baba escorrendo, mas não parava de rebolar contra os dois paus que a invadiam.
— Olha como a branquinha casada tá pedindo rola preta — riu Alan, metendo com mais violência no cu dela.
Eles revezaram por quase uma hora. Cada um gozou dentro dela. Primeiro Alan encheu o cuzinho de porra quente. Depois Irineu gozou fundo na buceta. Agnaldo e Wesley gozaram na boca, obrigando ela a engolir. Valdir e Dvd gozaram nos peitos e na cara.
Gisele estava destruída: buceta e cu vermelhos e arrombados, porra escorrendo dos dois buracos, rosto e cabelo melados, corpo cheio de marcas de tapas e chupões.
Foi nesse momento que a porta da sala abriu.
Gustavo tinha entrado.
Ele ficou paralisado na porta, vendo sua esposa loira, nua, sendo usada pelos seis negões. Gisele olhou para ele, olhos vidrados de álcool e tesão, e falou com a voz mole:
— Gustavo... eles tão me fodendo... olha como me encheram... o pau deles é muito maior que o seu...
Irineu riu alto e falou:
— Entra, corno. Sua mulher chegou faz tempo. Tá sendo nossa piranha desde cedo.
Gustavo não conseguiu falar. Só assistiu, o pau duro dentro da calça, enquanto Alan voltava a meter na buceta da Gisele na frente dele. Gisele gemia olhando para o marido:
— Me desculpa, amor... mas eu amo isso... soca mais, Alan! Acaba com a buceta da tua putinha!
Os negões continuaram o gangbang na frente de Gustavo. Fizeram ela cavalgar, de quatro, de lado, sempre com dois paus dentro ao mesmo tempo. Gisele gozava sem parar, gritando safadezas, pedindo para serem mais brutos.
No final, todos gozaram de novo dentro dela. Buceta e cu transbordando porra grossa preta. Gisele, exausta, olhou para Gustavo e murmurou:
— Leva eu pra casa... mas amanhã eu volto...
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**Fim do conto.**