**A Gravidez dos Negões**
Depois de seis meses sendo comida quase diariamente pelos três senegaleses, Luana descobriu que estava grávida. O teste deu positivo. Ela sabia que não era do marido — Roberto quase não encostava mais nela, e quando encostava, gozava rápido demais. A criança era de um dos três: Mamadou, Amadou ou Ousmane.
Quando contou para os negões, eles sorriram orgulhosos.
— Vai ser um filho forte, africano — disse Mamadou, passando a mão na barriga ainda lisa dela.
Para a surpresa de todos, Roberto, o corno manso, aceitou a situação. Virou quase um fetiche pra ele. Luana continuou dando pra eles durante toda a gestação.
No começo, com dois meses de gravidez, ela ainda ia ao quartinho da pensão. Mamadou, o favorito dela, era o que mais comia. Ele era carinhoso, mas fodia com força controlada.
— Como tá minha puta grávida? — perguntava ele, chupando os peitos dela que já começavam a crescer.
— Tá com mais tesão… me fode devagar hoje, mas fode gostoso — pedia Luana.
Mamadou metia devagar, fundo, enquanto ela gemia baixinho:
— Isso… enche minha buceta grávida… quero leite todo dia.
Quando os três estavam juntos, era suruba completa. Luana de quatro, barriga começando a aparecer, Mamadou na buceta, Amadou no cu e Ousmane na boca.
— Vocês vão me comer grávida também? — provocava ela.
— Claro, vadia. Essa buceta agora é nossa — respondiam, socando com cuidado, mas firme.
Luana gemia alto:
— Me arregaça devagar… aaaaiii que delícia… quero porra de vocês três dentro de mim!
Eles gozavam na buceta, no cu e na boca dela. Luana saía de lá com a barriga e as coxas meladas.
Com cinco meses de gravidez, a barriga já estava bem visível. Mesmo assim, ela não parava. Mamadou era o que mais ia nela sozinho. Ele colocava ela de lado, entrava devagar e socava ritmado enquanto acariciava a barriga.
— Esse filho é meu, né? — perguntava ele, metendo mais fundo.
— Pode ser… eu gosto mais do seu pau — respondia Luana gemendo. — Me enche de leite de novo!
Os três juntos continuavam acontecendo. Luana de quatro ou sentada, barriga grande balançando, levando pica na buceta e no cu ao mesmo tempo.
— Cuidado com o bebê… mas não para! Me arregaça! — implorava ela, gozando forte.
Roberto, em casa, esperava a esposa chegar. Quando ela voltava com a buceta inchada e vazando porra, ele caía de boca, lambia tudo e depois metia o pau pequeno, sentindo os restos dos negões.
— Você é mesmo uma puta… — dizia ele, excitado.
— Sou. E vou continuar dando pra eles até parir — respondia Luana.
A gestação toda foi assim. Luana continuou levando rola grossa dos três senegaleses até o final.
Quando o bebê nasceu, no hospital, a surpresa foi grande. Luana é loira, pele clara. Roberto também é branco. Mas o neném nasceu com a pele bem escura, cabelo cacheado forte — um negão lindo e saudável.
Os três senegaleses foram visitar. Mamadou olhou o bebê e sorriu:
— É meu. Olha essa cara.
Roberto, manso e rendido, aceitou. Assinou a certidão como pai. Em casa, Luana amamentava o bebê negão enquanto Mamadou metia nela por trás, devagar.
— Continua me comendo mesmo agora… — gemia Luana.
— Essa buceta é minha pra sempre — respondia ele, socando.
Roberto assistia tudo, pau duro na mão.
A família agora era assim: Luana, o corno Roberto, o filho negão e os três negões que continuavam comendo a mãe sempre que queriam.


