Esposa Violada na praia deserta

O cheiro de maresia de Florianópolis sempre me trazia uma nostalgia agridoce, um lembrete constante de que minha vida adulta começou com uma fuga desesperada no calor de 2008. Eu tinha apenas dezesseis anos, uma pele que ainda não conhecia o peso das escolhas erradas e uma virgindade que entreguei a Gustavo como se fosse um passaporte para a liberdade. Ele tinha vinte e cinco, um homem feito que minha família via como um predador, mas que eu enxergava como meu salvador. Fugimos para a Ilha da Magia sob o manto da noite, deixando para trás os gritos de desaprovação dos meus pais e a segurança sufocante do interior. No começo, cada dia era um banquete de descobertas. Morávamos em um quartinho pequeno, o som das ondas era nossa trilha sonora e o amor dele parecia bastar. Mas o tempo é um erosivo cruel. Sete anos depois, o brilho daquela fuga tinha se transformado em uma rotina pálida de contas a pagar e silêncios no jantar. Eu trabalhava em uma lanchonete barulhenta no centro, o avental sempre manchado de gordura, enquanto Gustavo se perdia em seus próprios cansaços. Foi nesse hiato de emoção que Irineu apareceu. Ele não era sutil. Irineu era um homem imenso, um negro de ombros largos e um sorriso que prometia perigos que eu, na minha ingenuidade de esposa entediada, comecei a desejar. Ele era o dono do pedaço em uma das comunidades que cercavam a região, e o magnetismo dele me puxava como uma correnteza.
        A primeira vez que trouxe um pedaço daquela vida para dentro de casa foi em uma terça-feira chuvosa. Gustavo estava sentado no sofá, os olhos fixos na TV, quando tirei uma bucha de maconha do bolso do jeans apertado.
        — O que é isso, Gisele? — ele perguntou, a voz carregada de uma surpresa que beirava o medo.
        — Ganhei de um cliente lá na lanchonete, Gu. — Menti com uma facilidade que me assustou. — Ele disse que era para relaxar. Um presente pelo bom atendimento.
        Gustavo pegou o pequeno embrulho plástico, cheirando-o com desconfiança.
        — Um cliente? Que tipo de cliente dá droga de graça assim? — Ele me olhou de cima a baixo, meus cabelos ainda úmidos da chuva, o piercing no meu umbigo brilhando sob a luz fraca da sala.
        — Ah, você sabe como é o povo que frequenta o centro. — Dei de ombros, sentando-me ao lado dele e sentindo o cheiro do sabão em pó na sua camisa, um contraste gritante com o perfume amadeirado e agressivo que Irineu exalava. — Ele foi gentil. Disse que eu parecia tensa.
        — Não quero você envolvida com esse tipo de gente, Gi. — Ele suspirou, mas não jogou a droga fora. — É perigoso. Floripa não é mais a mesma de quando chegamos.
        — Eu sei me cuidar, Gustavo. — Toquei o rosto dele, sentindo a barba por fazer. — É só um agrado. Não vai acontecer de novo.
        Mas aconteceu. E não era sobre a droga. Era sobre o dono dela. Minhas conversas com Irineu nos fundos da lanchonete tinham se tornado o ponto alto dos meus dias. Ele me olhava como se eu fosse uma fruta madura pronta para ser esmagada, e eu adorava a sensação de ser desejada daquela forma bruta.
        — Você é muito bonita para ficar limpando mesa de marmanjo, Gisele. — Irineu me disse em um sábado à tarde, enquanto eu entregava o pedido dele. — Um desperdício de mulher.
        — É o que paga as contas, Irineu. — Sorri, sentindo meu estômago dar voltas.
        — Passa lá no meu barraco hoje depois do serviço. — Ele inclinou o corpo para frente, a voz um sussurro grave que vibrou na minha espinha. — Tenho uma coisa melhor que aquela bucha de fumo para te dar.
        — Não sei... O Gustavo me espera para o jantar. — Tentei manter a fachada de esposa fiel, mas minhas pernas já estavam bambas.
        — O Gustavo não precisa saber de nada que acontece no morro. — Ele piscou, os olhos escuros brilhando com uma malícia indisfarçável. — Aparece lá. Vou te esperar com uma gelada.
        Saí do serviço às oito da noite. O cansaço das horas em pé foi substituído por uma adrenalina elétrica. Peguei o ônibus, subi as ladeiras da favela com o coração martelando contra as costelas. O barraco do Irineu ficava no topo, uma construção de madeira e brasilit que parecia vigiar a cidade lá embaixo. Quando bati na porta, meu corpo todo tremia.
        Irineu abriu a porta com um copo de cerveja na mão, mas ele não estava sozinho. Atrás dele, o espaço pequeno estava ocupado por outros cinco homens. Todos negros, altos, com músculos que pareciam esculpidos em ébano.
        — Ih, a patroa chegou! — Um deles exclamou, rindo.
        Recuei um passo, o susto estampando no meu rosto.
        — Irineu? — Minha voz saiu aguda, quase um sussurro. — O que eles estão fazendo aqui? Achei que era só a gente.
        Irineu riu, uma risada profunda que ecoou pelas paredes finas, e me puxou para dentro pelo braço, fechando a porta com um chute.
        — Calma, branquinha. Esses aqui são meus manos. — Ele apontou para cada um. — Aquele ali é o Agnaldo, o meu primo Alan — um homem que parecia ainda maior que Irineu, com o volume entre as pernas denunciando um dote colossal —, e esses dois são os manos haitianos que chegaram agora na área. O outro é o Jeferson.
        — Eu não... eu não esperava tanta gente. — Olhei em volta, sentindo-me minúscula. A luz amarela de uma lâmpada nua criava sombras longas. O cheiro de suor, cerveja e fumo preenchia o ar.
        — Relaxa, Gisele. — Alan, o primo, deu um passo à frente. — A gente só veio beber e trocar uma ideia. Você não é de recusar uma boa companhia, é?
        — Bebe um pouco, gatinha. — Agnaldo me estendeu um copo de plástico cheio de uma mistura forte de cachaça com limão. — Para tirar esse susto do rosto.
        — Eu preciso ir logo... — Tentei dizer, mas Irineu já estava atrás de mim, as mãos grandes apertando minha cintura, o polegar roçando a borda da minha calcinha que aparecia acima do jeans.
        — Você não vai a lugar nenhum. — Ele sussurrou no meu ouvido. — A noite está só começando. Toma a bebida.
        Bebi o primeiro copo rápido demais, a queimação na garganta ajudando a anestesiar a lógica. Depois o segundo. O terceiro. O álcool subiu como uma névoa, transformando meu medo em uma curiosidade lasciva. O ambiente ficou mais quente. A música que saía de um rádio de pilha era um funk proibidão, batidas graves que pareciam ditar o ritmo do meu sangue.
        — Olha só como ela tá ficando soltinha. — Alan comentou, os olhos fixos nos meus peitos que subiam e desciam rapidamente sob a blusa azul justa.
        — Gosta de um dote, Gisele? — Um dos haitianos perguntou em um português arrastado, sua mão grande e calejada descendo pelo meu braço. — Lá na minha terra, mulher como você não volta inteira para casa.
        — Eu... eu nunca... — Comecei a dizer, mas as palavras se embolaram.
        — Nunca levou pau de verdade, né? — Irineu me virou de frente para ele, me prendendo contra a parede de madeira. — O Gustavo é um frouxo. Você quer saber o que é homem, não quer?
        — Quero. — A palavra escapou antes que eu pudesse contê-la. O desejo proibido, alimentado por anos de tédio, finalmente rompeu a barragem.
        — Então mostra para os manos o que você trouxe aí embaixo. — Agnaldo ordenou, sentando-se em um sofá velho, já abrindo a braguilha e libertando um membro escuro, grosso e latejante que me fez arregalar os olhos.
        Irineu puxou minha blusa para cima com um movimento brusco, expondo meus seios. O ar frio do morro bateu na minha pele, fazendo meus mamilos se arrebitarem instantaneamente.
        — Olha o tamanho dessas tetinhas. — Alan se aproximou, apertando a carne macia com força. — Perfeitas para a gente brincar.
        — Tira o resto, Irineu. — Jeferson disse, a voz rouca de desejo. — Quero ver se o que tem entre as pernas é tão bom quanto o que tem em cima.
        Em segundos, eu estava nua no centro do barraco, cercada por seis gigantes. Eu parecia uma boneca de porcelana perto deles. Minha pele pálida contrastava violentamente com a escuridão daquelas mãos que me exploravam sem delicadeza. O piercing no meu umbigo refletia a luxúria nos olhos deles.
        — Deita aí na mesa. — Irineu comandou. — Hoje você vai ser a nossa marmita.
        Eu obedeci, o álcool me tornando dócil. Deitei sobre a mesa de madeira bruta, sentindo as farpas tocarem minhas costas. Meus joelhos foram empurrados para as laterais, escancarando minha intimidade para o escrutínio daqueles seis homens.
        — Caralho, que bucetinha limpinha. — Agnaldo se aproximou, enfiando dois dedos grossos em mim de uma vez. — Tá bem úmida. Ela tá querendo, moleque!
        — Deixa eu batizar primeiro. — Irineu disse, posicionando-se entre minhas pernas.
        O pau dele era uma tora negra, a cabeça larga e roxa de sangue. Quando ele encostou em mim, senti um choque elétrico. Ele não usou lubrificante. Com um esturro, ele empurrou tudo de uma vez.
        — Ahnnn! — O grito saiu da minha garganta, misto de dor e um prazer agoniante. Senti minha carne esticar ao limite, as paredes da minha vagina lutando para acomodar aquele volume absurdo.
        — Aguenta, puta! — Irineu começou a estocar com violência, cada batida fazendo a mesa ranger e meus seios balançarem freneticamente. — É disso que você gosta, né? De pau de traficante!
        — Sim! — Eu gemia, as mãos agarrando as bordas da mesa. — Mais forte, Irineu!
        — Minha vez de entrar na brincadeira. — Alan se aproximou por trás, levantando meu quadril. — Abre o rabo, Gisele. Quero ver se cabe o meu primo aqui também.
        — Não... os dois não... — Tentei protestar, mas a excitação era tamanha que meu corpo já não me pertencia.
        Alan não esperou. Ele cuspiu na mão, passou no seu membro imenso — que era visivelmente maior que o de Irineu — e mirou no meu ânus. Senti a ponta romba forçar a entrada estreita.
        — Relaxa o esfíncter, branquinha. — Ele deu um tapa forte na minha bunda, a marca dos seus dedos ficando vermelha instantaneamente na minha pele clara. — Deixa o negão entrar.
        Com um empurrão decidido, ele rompeu a resistência. A sensação de ter dois membros colossais me preenchendo simultaneamente foi paralisante. Eu estava sendo esticada por dentro, meu ventre estufado pelo volume da carne deles. Irineu socava minha frente enquanto Alan destruía meu fundo. O som era obsceno: o estalo da pele batendo, o ruído úmido da fricção e os meus gemidos descontrolados.
        — Olha só, ela tá levando nos dois buracos e pedindo mais! — Agnaldo ria, aproximando seu pau do meu rosto. — Chupa aqui, vadia. Não deixa o meu mole.
        Abri a boca e recebi o membro de Agnaldo. O gosto era forte, salgado, o cheiro de homem e desejo me embriagando mais que a cachaça. Eu engasgava enquanto ele enfiava até o fundo da minha garganta, suas mãos segurando minha cabeça com firmeza.
        Os dois haitianos não ficaram apenas olhando. Um deles pegou um dos meus braços, o outro o outro, e começaram a massagear meus mamilos com força, quase os torcendo, enquanto esperavam sua vez.
        — Você é muito apertada, Gisele. — Irineu ofegava, o suor pingando do seu rosto direto no meu peito. — Vou te alargar tanto que o Gustavo nunca mais vai te sentir.
        — Pode me estragar... — Eu balbuciava entre as golfadas no pau de Agnaldo. — Me enche de leite... me faz sua puta...
        A noite se transformou em um borrão de carne e fluidos. Eles se revezavam. Quando Irineu saía, Jeferson entrava. Quando Alan cansava de me comer por trás, um dos haitianos assumia o posto, trazendo uma agressividade que eu nunca imaginei existir. A dupla penetração se repetiu várias vezes, em posições diferentes. Em um momento, eu estava de quatro, com um pau na buceta e outro no cu, enquanto os outros quatro me cercavam, gozando no meu rosto, no meu cabelo, nas minhas costas.
        — Engole tudo, Gisele! — Gritou um dos haitianos, descarregando uma jato espesso de esperma quente na minha boca.
        Eu bebi o leite dele, sentindo o líquido viscoso escorrer pelo meu queixo e pescoço. Eu já não era mais a esposa do Gustavo. Eu era um receptáculo, um pedaço de carne sendo usado e abusado por seis homens que não tinham a menor intenção de serem gentis.
        — Vira de costas agora. — Alan ordenou, sua voz como um trovão. — Quero ver esse seu rabo piscando para mim.
        Ele me colocou em uma posição humilhante, meus joelhos dobrados, a cara contra a madeira suja. Ele entrou com tudo no meu ânus, sem qualquer aviso. A dor foi aguda, mas o prazer que se seguiu foi devastador. Eu sentia meu reto se dilatando, a pressão aumentando a cada estocada profunda.
        — Isso... quebra tudo... — Eu implorava, minha voz já rouca de tanto gritar.
        — Vou gozar dentro, hein! — Alan avisou, acelerando o ritmo. — Vou te deixar estufada de leite de negão!
        Senti o jato quente e abundante inundar meu interior. Ele não parou até que a última gota fosse expelida. Quase ao mesmo tempo, Irineu, que estava me comendo pela frente, também atingiu o clímax.
        — Toma o meu também, sua puta! — Ele berrou, enterrando o pau até o colo do útero e despejando uma carga massiva de esperma dentro da minha buceta.
        Eu sentia os dois líquidos se misturando dentro de mim, uma sensação de peso e preenchimento absoluto. Mas eles não tinham terminado. Agnaldo, Jeferson e os dois haitianos ainda estavam famintos.
        — Minha vez de encher esse reservatório. — Agnaldo me puxou para o colo dele, me fazendo sentar no seu pau imenso.
        A cada troca, a cada nova rodada, eu ficava mais debilitada. Minha buceta estava inchada, em carne viva, as bordas vermelhas e latejantes. Meu ânus ardia como se tivesse sido invadido por brasas. Mas a humilhação era o que mais me excitava. Eu via o sêmen deles escorrendo pelas minhas coxas, formando poças no chão do barraco.
        — Olha só como ela tá toda lambuzada. — Jeferson comentou, passando a mão na minha barriga coberta de sêmen e levando aos lábios. — Gosto de puta de qualidade.
        — Bebe mais um pouco, Gisele. — Irineu me entregou outra dose de cachaça. — Você tem que aguentar até o sol nascer.
        Eu bebi. Perdi a noção do tempo. Lembro-me de ser carregada, de ser colocada em posições que desafiavam minha anatomia, de sentir dois, às vezes três paus tentando entrar em mim ao mesmo tempo. O som dos tapas na minha bunda ecoava como tiros no silêncio da madrugada da favela.
        — Ela é muito gulosa! — Um dos haitianos ria enquanto me via tentar chupar dois paus de uma vez. — Come tudo, branquinha!
        O cansaço físico começou a pesar. Minhas pernas tremiam incontrolavelmente. Eu estava "assada", a fricção constante de doze mãos e seis membros gigantescos tinha removido as camadas superficiais da minha pele íntima. Cada movimento agora era uma mistura excruciante de dor e êxtase.
        — Acho que ela já teve o suficiente por hoje. — Irineu disse, finalmente, quando os primeiros raios de sol começaram a aparecer por entre as frestas do brasilit.
        Eu estava jogada no sofá velho, nua, coberta de suor, sêmen e marcas de dentes e dedos por todo o corpo. Minha buceta estava tão inchada que eu mal conseguia fechar as pernas. O sêmen — o "leite" deles — continuava a escorrer de mim, um rastro branco e viscoso sobre o tecido gasto do sofá.
        — Acorda, Gisele. — Alan me deu um tapa leve no rosto. — Hora de voltar para o seu marido.
        — Eu... eu não consigo andar... — Tentei me levantar, mas minhas pernas falharam.
        — Consegue sim. Pensa no Gustavo te esperando com o café da manhã. — Irineu riu, jogando minhas roupas sujas em cima de mim. — Se veste logo. Não queremos você vagando pelada pelo morro a essa hora.
        Vesti-me com dificuldade. O jeans, que antes era apertado, agora parecia um instrumento de tortura contra minha pele irritada. Minha calcinha ficou instantaneamente encharcada pelo sêmen que continuava a sair de mim. Eu me sentia pesada, "estufada". Cada passo que eu dava, sentia o líquido viscoso escorregar pelas minhas pernas.
        — Valeu pela diversão, Gi. — Agnaldo piscou para mim. — Quando quiser mais, o morro tá de portas abertas.
        — É... obrigada. — Minha voz mal saía.
        Saí do barraco cambaleando. A descida do morro foi um pesadelo. O impacto de cada passo fazia minha buceta latejar e meu ânus protestar. Eu sentia o cheiro deles em mim — um odor forte de sexo grupal que perfume nenhum conseguiria esconder. O sol de domingo começava a esquentar Florianópolis, mas eu sentia calafrios.
        Peguei o primeiro ônibus da manhã. Sentei-me no fundo, tentando não gemer de dor quando o veículo passava por buracos. Eu sabia que as pessoas podiam ver meu estado: o cabelo desgrenhado, os olhos fundos, as marcas roxas no pescoço que eu tentava inutilmente cobrir com a gola da blusa. Mas o que ninguém via era o que eu carregava dentro de mim: o creampie de seis homens diferentes, um coquetel de sêmen que parecia ferver no meu útero.
        Cheguei em casa por volta das sete da manhã. A porta estava destrancada. Gustavo estava sentado à mesa da cozinha, uma caneca de café fumegante à sua frente. Ele não tinha dormido. Quando me viu entrar, seus olhos se encheram de uma mistura de alívio e horror.
        — Gisele? Onde você estava? — Ele se levantou, vindo em minha direção. — Eu liguei para a lanchonete, eles disseram que você saiu às oito ontem! Liguei para hospitais, para a polícia...
        — Eu... eu me perdi, Gu. — Comecei a mentir, mas minha voz falhou. — Fui beber com umas amigas e perdi o ônibus... acabei dormindo na casa de uma delas.
        Ele parou a poucos centímetros de mim. O silêncio na cozinha era ensurdecedor. Eu podia ouvir o tique-taque do relógio na parede e a minha própria respiração curta.
        — Você está horrível, Gisele. — Ele estendeu a mão para tocar meu rosto, mas eu recuei instintivamente. — O que são essas marcas no seu pescoço? E por que você está andando desse jeito?
        — Não é nada... eu só estou cansada. — Tentei passar por ele para ir ao banheiro, mas ele segurou meu braço.
        — Que cheiro é esse? — A voz dele tremeu. — Você cheira a... a sexo. E a bebida barata.
        — Gustavo, por favor, eu só quero tomar um banho. — Senti uma gota de sêmen escorrer pela minha coxa, por baixo do jeans. O pânico começou a subir.
        — Você me traiu, não foi? — Ele perguntou, os olhos marejados. — Com quem? Com aquele "cliente" que te deu a maconha?
        — Não foi bem assim... — Eu não conseguia sustentar a mentira. A dor física e a exaustão emocional eram grandes demais.
        — Quantos eram, Gisele? — Ele gritou, me sacudindo pelos ombros. — Me fala a verdade!
        — Foram eles, Gustavo! — Eu explodi, as lágrimas finalmente descendo. — O Irineu e os amigos dele! Eu não tive escolha... eles me deram bebida... eles me usaram a noite toda!
        Gustavo recuou como se tivesse levado um soco. Ele olhou para minhas pernas, para o volume estranho no meu jeans que o sêmen acumulado criava.
        — Eles gozaram dentro de você? — Ele sussurrou, a face pálida de náusea.
        — Sim. — Respondi, a voz agora fria, desprovida de qualquer resto de decência. — Todos eles. A noite toda. Eu levei pau de seis negões, Gustavo. Coisas que você nunca teve coragem de fazer comigo.
        Ele caiu sentado na cadeira, cobrindo o rosto com as mãos. Eu não senti pena. Senti uma estranha sensação de poder. Eu tinha cruzado uma linha da qual não havia retorno.
        — Sai daqui, Gisele. — Ele disse, sem olhar para mim. — Vai tomar seu banho e limpa essa sujeira. Depois, você some da minha frente.
        Fui para o banheiro. Tirei a roupa lentamente, observando os estragos no espelho. Minha buceta estava inchada, os grandes lábios esticados e vermelhos. Meu ânus estava dilatado, uma marca escura de abuso. Quando tirei a calcinha, uma quantidade impressionante de sêmen escorreu para o chão — um leite branco, grosso, que carregava o DNA de seis homens da favela.
        Entrei debaixo do chuveiro. A água morna batendo na carne viva me fez soltar um grito abafado. Eu esfregava meu corpo com força, mas parecia que o cheiro e a sensação daqueles paus gigantescos nunca iriam sair da minha memória. Eu ainda podia sentir Alan me rasgando por trás, Irineu me batizando pela frente. O prazer daquela violação ainda pulsava em mim, competindo com a dor.
        Enquanto a água levava o sêmen pelo ralo, eu olhei para o meu umbigo. O piercing brilhava, uma pequena joia no meio de tanta ruína. Eu tinha saído de casa aos dezesseis anos em busca de aventura, e agora, aos vinte e poucos, eu tinha encontrado o abismo. Eu era a esposa que voltou para casa "estufada", "assada" e cheia de "leite".
        Saí do banho e

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Ficha do conto

Foto Perfil paliocarter
paliocarter

Nome do conto:
Esposa Violada na praia deserta

Codigo do conto:
258733

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
05/04/2026

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