**O Senegales na Praia de Itapema**
Luana, uma morena casada de 29 anos, corpo sarado de quem malha, ia correr todas as manhãs na praia de Itapema, em Balneário Camboriú. Seu marido Roberto mal encostava nela direito — pau pequeno e gozava em menos de dois minutos. Ela vivia frustrada.
Um dia, enquanto alongava na areia, conheceu Mamadou. Um senegalês alto, quase 1,90m, músculos definidos do trabalho pesado, pele negra brilhante e um sorriso perigoso. Vendia pulseiras e artesanato na praia. Conversaram, ele elogiou o corpo dela com sotaque forte:
— Você é a mulher mais gostosa que eu vi aqui no Brasil. Esse bundão… nossa senhora.
Luana ficou molhada na hora. No terceiro dia, aceitou o convite para ir ao quartinho simples que ele alugava numa pensão perto da praia.
Mal fechou a porta, Mamadou a prensou contra a parede, tirou a regata dela e atacou os seios grandes, chupando e mordendo os bicos com fome.
— Que peitos lindos… vou te foder como você nunca foi fodida — rosnou ele.
Luana gemeu só com os dedos dele. Ele tirou o short dela e enfiou dois dedos grossos na buceta encharcada.
— Tá molhada pra caralho… quer pica né, casada safada?
— Quero… me fode, Mamadou…
Ele tirou a bermuda. O pauzão saltou: 24 cm, preto, grosso, veias pulsando. Luana se ajoelhou e chupou com vontade, babando, engasgando, olhando pra cima com olhos pidões.
— Isso… chupa gostoso… assim… aaaahhh — gemia ele, segurando o cabelo dela.
Depois ele a jogou na cama, abriu as pernas dela e enfiou a língua na buceta, lambendo o clitóris rápido. Luana gritava:
— Ai meu Deus! Que língua boa… não para!
Ele subiu, cuspiu no pau e meteu tudo de uma vez. Luana arregalou os olhos e soltou um grito alto:
— Aaaaaaiiiii que pauzão! Vai devagar… tá muito grande!
Mamadou não teve piedade. Começou a socar forte, fundo, bolas batendo na bunda dela.
— Toma pica africana, brasileira! Gosta né? Fala!
— Gosto… me fode… me arregaça toda! — implorava ela, unhas cravadas nas costas dele.
Ele acelerou, batendo forte. Luana gozou pela primeira vez, tremendo e apertando o pau dele:
— Tô gozandooo! Aaaahhh!
— Goza no meu pau, puta! — ele rosnava, dando tapas nos seios dela.
Mamadou gozou logo depois, rugindo e enchendo a buceta dela de porra quente, jatos grossos que transbordaram. Ficaram abraçados, suados.
— Você agora é minha puta brasileira — disse ele, passando a mão na buceta cheia de porra.
Desde então virou rotina. Luana “saía pra correr” quase todos os dias. Mamadou comia ela no quartinho, na praia quase vazia de madrugada, ou até atrás das barracas.
Uma tarde, quando Luana chegou, Mamadou não estava sozinho. Dois amigos senegaleses dele — Amadou e Ousmane — também altos, fortes e bem dotados, estavam sentados na cama. Ela parou na porta, surpresa.
Mamadou sorriu:
— Trouxe reforço pra te arregaçar de verdade hoje. Topa?
Luana mordeu o lábio, olhou os três paus já duros e respondeu baixinho:
— Quero… me acabem.
Os três negões avançaram. Tiraram a roupa dela em segundos. Amadou e Ousmane chupavam um peito cada, Mamadou lambia a buceta dela. Luana gemia alto:
— Ai que delícia… três bocas em mim… aaaahhh!
Eles a jogaram na cama. Mamadou meteu na buceta dela primeiro, socando forte.
— Me fode Mamadou! Mais forte! Arregaça minha buceta!
Amadou enfiou o pau na boca dela, fodendo sua garganta. Ousmane beliscava os bicos e dava tapas nos seios.
— Isso, engole a pica… boa puta casada! — dizia Amadou.
Eles trocaram várias vezes. Depois veio a dupla penetração. Mamadou deitou, Luana sentou no pau dele e Amadou enfiou junto na buceta, esticando ela ao limite.
— Aaaaaaiii tá muito grosso! Vocês vão me rasgar! — gritava ela, dor misturada com prazer.
— Aguenta, vadia! Pede pica! — mandou Mamadou.
— Quero mais pica! Me arregaça! Me acaba! — implorava Luana, rebolando desesperada.
Ousmane metia na boca dela enquanto os dois socavam a buceta. Luana gozava sem parar, o corpo tremendo.
Depois trocaram para dupla anal. De quatro, Amadou abriu o cu dela com cuspe e lubrificante e enfiou devagar. Ousmane forçou o segundo pau junto.
— Nãããao… tá muito grande… aaaaiii que delícia! Me destrói o cu! — gritava ela, lágrimas nos olhos de prazer.
Mamadou fodia a buceta ao mesmo tempo, tripla penetração completa. Luana estava destruída, gemendo sem parar:
— Me enche de leite! Goza dentro! Quero porra de todos vocês! Arregaça mais! Me fode forte! Acaba comigo!
Os três negões gozaram várias vezes: na buceta, no cu, na boca, nos peitos, na barriga. Porra escorria de todos os buracos. Luana ficou deitada, pernas abertas, buceta e cu piscando abertos, corpo coberto de sêmen.
— Vocês me destruíram… — sussurrou ela, sorrindo satisfeita.
— Amanhã tem mais — disse Mamadou, dando um tapa na bunda dela.
Luana voltou pro hotel mancando, mandou mensagem pro marido: “Corrida longa hoje, amor. Tô exausta ??”.
E já planejava o próximo encontro com os três senegaleses




