Era 1:30 da tarde de um dia quente. Gisele, com seus 18 anos, estava sozinha em casa tomando banho. A água quente escorria pelo corpo jovem dela: pele morena clara brilhando, seios firmes com bicos duros, bunda redonda empinada e a bucetinha recém-depilada já molhada não só pela água. Ela passava a mão entre as pernas, pensando no pauzão do negão, quando ouviu a porta do banheiro abrir.
Agnaldo, o negão haitiano de 26 anos, alto, forte, pele negra brilhante e músculos definidos, entrou sem pedir licença. Ele já estava tirando a roupa, o pau semi-duro balançando pesado entre as pernas — 24 cm de grossura brutal, como uma lata de 600ml de refri, veias saltadas e cabeça grossa roxa.
— Tá tomando banho pra mim, safada? — rosnou ele, abrindo a porta do boxe.
Gisele tomou um susto gostoso e sorriu, virando de frente pra ele, água escorrendo nos seios. Não disse nada, só abriu as pernas um pouco. Agnaldo entrou no chuveiro, agarrou ela pela cintura e a puxou contra o corpo dele. O pauzão já duro pressionou contra a barriga dela. Ele a beijou com fome, língua invadindo a boca enquanto apertava a bunda dela com as duas mãos grandes.
— Hoje eu vou te arregaçar bem, mulher do corno — murmurou ele no ouvido dela.
Agnaldo virou Gisele de costas, encostou ela na parede do banheiro e levantou uma perna dela. Esfregou a cabeça grossa do pau na entrada da bucetinha molhada e meteu devagar no começo, centímetro por centímetro, abrindo ela. Gisele gemeu alto, sentindo o pau enorme esticando suas paredes apertadas.
— Ai, negão... que pauzão... vai devagar primeiro...
Mas Agnaldo não teve piedade. Segurou firme na cintura dela e começou a socar forte, brutal, o pau entrando e saindo quase todo, batendo fundo no útero. A água do chuveiro batia nos corpos, fazendo barulho molhado junto com o estalo das bolas pesadas contra a bunda dela. Gisele gritava de prazer, unhas arranhando a parede.
— Isso, negão! Me arregaça! Come a mulher do corno! O pauzinho dele é pequenininho, só faz cócegas... o teu que me arregaça de verdade! Me fode forte!
Agnaldo acelerou, metendo cada vez mais fundo e rápido, uma mão apertando o seio dela, a outra dando tapas fortes na bunda molhada. Gisele tremia, gozando pela primeira vez no chuveiro, bucetinha apertando o pauzão dele.
— Porra, que buceta gulosa... — grunhiu Agnaldo.
Ele tirou o pau, virou ela de frente, levantou as duas pernas dela no ar e meteu de novo, fodendo ela suspensa contra a parede. Gisele se segurava nos ombros dele, gritando:
— Mais forte, negão! Arregaça essa bucetinha! Enche ela de porra!
Depois de minutos socando no chuveiro, Agnaldo desligou a água, pegou Gisele no colo como se ela não pesasse nada, pau ainda dentro dela, e carregou até o quarto. Ele a jogou na cama de casal, abriu as pernas dela bem abertas e meteu de novo com tudo.
Agora na posição papai e mamãe, Agnaldo dominava total. Segurava os pulsos dela acima da cabeça com uma mão, a outra apertando o pescoço levemente enquanto socava fundo e forte. A cama rangia, o corpo de Gisele balançava inteiro a cada estocada.
— Obedece, vadia. Levanta essa bunda pra mim — mandou ele.
Gisele obedecia na hora, empinando o quadril, recebendo o pauzão até o fundo.
— Sim, negão... sou tua puta... come a mulher do corno bem gostoso... o pau dele não vale nada, só faz cócegas... o teu me arregaça toda, me abre inteira!
Agnaldo metia sem parar, suor escorrendo do corpo negro brilhante. Ele dava tapas nos seios, beliscava os bicos, puxava os cabelos cacheados dela.
— Pede mais, safada.
— Mais! Me fode mais forte! Arregaça essa bucetinha novinha! Quero sentir esse pauzão me destruindo! Enche, negão! Enche de leite quente! Goza dentro de mim!
Ele acelerou ainda mais, socadas brutais, fundo e rápido. Gisele gozava de novo, squirt molhando a cama, corpo convulsionando.
— Eu vou gozar, negão! Me enche! Enche essa buceta do corno!
Agnaldo rugiu, segurou firme e gozou forte: jatos grossos, quentes e abundantes enchendo a bucetinha dela até transbordar. Porra escorrendo pela bunda de Gisele enquanto ele ainda dava estocadas finais, empurrando o sêmen bem fundo.
Eles ficaram uns minutos recuperando o fôlego, pau ainda dentro. Gisele, ofegante, passou a mão na cabeça dele e falou sorrindo:
— Amanhã tu vem me comer de novo, né negão? Quero mais dessa porra toda. E traz aquele teu primo haitiano também... eu dou pra vocês dois. Quero os dois paus pretos me arregaçando ao mesmo tempo. Vou chupar um enquanto o outro me fode. Pode trazer ele amanhã, tá?
Agnaldo riu, deu um tapa na bunda dela e puxou o pau devagar, vendo a porra escorrer.
— Pode deixar, putinha. Amanhã nós dois vamos te encher até vazar.
Gisele lambeu os lábios, já excitada de novo, sabendo que o corno do Gustavo chegaria mais tarde pra comer os restos gozados




