Mentiu traiu escondido e se fudeu foi forçada

Noite da Gisele**

Gisele era casada com Paulo há 6 anos. Aos 29 anos, ela tinha um corpo que virava cabeças: bunda grande e empinada, cintura fina, seios firmes, pele morena clara e um rosto de safada inocente. Paulo, o marido corno manso, vivia pedindo pra ela contar fantasias, mas nunca imaginava que a esposa já estava realizando as dela nas costas dele.

Naquela noite, Gisele saiu do trabalho às 22h e, em vez de ir pra casa, foi direto pra vila. Alan, o negão traficante conhecido na região, estava esperando. Alto, musculoso, pele bem preta, 22cm de rola grossa, venosa e com uma cabeça enorme.

Assim que ela entrou no barraco, Alan não perdeu tempo. Agarrou ela pela cintura, beijou com força e já enfiou a mão por baixo da saia, sentindo a calcinha molhada.

— Saudade dessa bucetinha gulosa, hein vadia? — rosnou ele.

Gisele gemeu, já tirando a blusa. Alan jogou ela na cama, abriu as pernas dela e enfiou a língua grossa na buceta, chupando com fome enquanto ela rebolava na cara dele. Depois levantou, tirou o pau pra fora e mandou:

— Chupa até babar, puta.

Gisele mamou com vontade, engasgando no pauzão, baba escorrendo pelos cantos da boca. Alan segurava a cabeça dela e fodia sua garganta. Depois virou ela de quatro e meteu tudo de uma vez. Os 22cm entraram fundo, abrindo a buceta dela. Ele socava forte, dando tapas na bunda enquanto ela gritava de prazer:

— Ai caralho... que pauzão... me fode Alan... mais forte!

Eles foderam até 1:30 da manhã. Alan gozou três vezes dentro dela: uma na boca, duas na buceta. Gisele estava destruída, pernas tremendo, buceta inchada e escorrendo porra.

Ela se vestiu rápido, deu um beijo no negão e saiu. No caminho pra casa, resolveu passar por um atalho — uma rua abandonada, com casas velhas e sem movimento.

Foi aí que tudo mudou.

Cinco homens negros, fortes, apareceram do nada. Eram haitianos, morando na região. Um deles agarrou ela por trás, tapando a boca. Os outros cercaram.

— Olha o que achamos rapaziada... uma vadia gostosa voltando da putaria.

Gisele tentou gritar, mas levaram ela arrastada pra dentro de uma casa abandonada, sem luz, só um colchão sujo no chão.

Eles rasgaram a roupa dela em segundos. Um segurou os braços, outro abriu as pernas. O primeiro, um negão bem grande, enfiou o pau grosso sem piedade na buceta já melada de Alan. Gisele gritou de dor.

— Para... por favor... eu sou casada!

Eles riram.

— Casada é? Então hoje vai virar puta de haitiano.

Foram revezando a noite inteira. Um metia na buceta enquanto outro enfiava na boca. Depois viraram ela de quatro e começaram a arrombar o cu. Gisele chorava, gemia, implorava. Mas o corpo traía — a buceta escorria, ela gozava contra a vontade enquanto eles a destruíam.

Eles gozavam dentro sem parar. Buceta, cu, boca, seios. Porra escorrendo por todo lado. Um após o outro, sem descanso. Eram brutais: tapas fortes na cara, no peito, na bunda. Puxavam o cabelo, chamavam ela de puta, vadia, cadela de negão.

— Toma leite de haitiano, sua branquela safada!

Até às 7h da manhã eles usaram ela. Quando terminaram, Gisele estava destruída: buceta e cu inchados, vermelhos, escorrendo porra de cinco homens. O corpo cheio de marcas de tapas e mordidas. Ela mal conseguia andar.

Eles riram, jogaram a calcinha dela na cara e mandaram ela ir embora.

Gisele saiu só de calcinha, o resto das roupas rasgadas ficou pra trás. Andou cambaleando pelas ruas quase vazias. Paulo, o corno manso, estava esperando na rua da casa da Cris (onde ela tinha dito que ia dormir), preocupado porque ela não atendia o telefone.

Quando ele viu a esposa subindo a rua praticamente nua, só de calcinha, corpo marcado, cabelo bagunçado, pernas tremendo e porra escorrendo pelas coxas, ficou paralisado.

— Gisele?! Que porra aconteceu?!

Ela chegou perto dele, olhos vermelhos de choro, voz rouca de tanto gemer e gritar a noite toda. Encostou no peito dele e falou baixinho:

— Fui estuprada, Paulo... cinco haitianos... numa casa abandonada... eles me comeram a noite inteira... gozaram dentro de mim... na buceta... no cu... eu não consegui escapar...

Paulo ficou em choque. Mas Gisele, ainda com a buceta latejando cheia de porra alheia, sentiu o pau do marido endurecer contra ela.

Ela olhou pra baixo, viu a ereção dele e deu um sorrisinho fraco:

— Tá excitado, né corno? Eles me arrombaram todinha... me encheram de leite... quer ver como ficou minha buceta?

Paulo engoliu seco, sem conseguir falar. Gisele segurou a mão dele e colocou por baixo da calcinha encharcada. Os dedos dele entraram fácil na buceta inchada e quente, cheia de porra dos haitianos.

— Sente como eles me destruíram... — sussurrou ela. — Agora me leva pra casa... e me limpa com a língua.

---

**Fim.

Foto 1 do Conto erotico: Mentiu traiu escondido e se fudeu foi forçada

Foto 2 do Conto erotico: Mentiu traiu escondido e se fudeu foi forçada

Foto 3 do Conto erotico: Mentiu traiu escondido e se fudeu foi forçada

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Ficha do conto

Foto Perfil paliocarter
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Nome do conto:
Mentiu traiu escondido e se fudeu foi forçada

Codigo do conto:
264373

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
14/06/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5