Negão Everton e as Filmagens
Depois de toda essa putaria acumulada, Guto, o corno, quis levar pra outro nível. Ele conheceu um negão de 4 da sua cidade. Negão forte, pau de 24 centímetros. O nome dele era Everton. Guto conversou com o negão que queria ser corno, que a esposa só traía ele escondido, queria descobrir, mas nunca com ele junto, né? Aí falou pro negão, ó, mandou o Instagram dela, o perfil dela. Era Gisele. E o corno era Guto.
Aí o negão mandou o convite de amizade, ela aceitou, depois ele mandou uma mensagem, ela respondeu. E Guto falou pra ele, né? Vai em cima dela, pá, coisa assim. Se ela, se tu ver que não vai rolar. Ela lavou, oferece, ó, te dou 300 reais. Primeiro tu chama sozinha, tu vai com ela sozinha. Mas daí tu fala que tem o primo teu lá e quando ela compra a água, vocês dois. Aí é a primeira vez que tu come ela sozinha, aí na segunda assim tu oferece 500 pra tu comer ela com o teu primo.
Everton foi pra cima com tudo. Flertou pesado, mandou foto do pau enorme. Gisele aceitou os 300 reais. Saiu do trabalho mais cedo, encontrou com ele num posto ali nas dores, foi pro motel, deu pra ele lá até as sete e meia da noite. Só não deu o cu dessa vez, né? Everton rasgou a camisinha e encheu a durex. Gisele gemia alto:
— Everton, que pica grossa de negão! Me fode forte! Me arregaça essa buceta!
Ele socava fundo, batendo as bolas na bunda dela, segurando o cabelo. Gozou muito dentro, porra quente enchendo ela. Depois ficaram conversando, ela toda melada, rindo safada.
Everton filmou tudo com o celular: o momento que rasgou a camisinha, as estocadas fortes, Gisele de quatro pedindo pica, o gozo dentro. Tirou várias fotos do pau entrando, da buceta aberta, do rosto dela gozando. Mandou tudo pro Guto por mensagem. Guto assistiu várias vezes, pau duro, batendo punheta enquanto via a esposa sendo comida pelo negão.
Na segunda vez, Everton ofereceu 500 reais pra comer ela com o primo. Gisele aceitou de novo. Marcou no motel. Ela saiu do trabalho. Primeiro comeu sozinha com Everton, depois o primo entrou. Logo veio o terceiro, escondido no banheiro. Aí eles fizeram de tudo, mano. Dupla penetração, um no cu, um na buceta, um na boca. Trocavam, davam tapa na cara dela, tapa forte na bunda, puxavam o cabelo.
Gisele delirava entre os paus:
— Me arregaça! Me come! Everton, primo, terceiro... me dá pica! Me enche de leite! Goza dentro! Sou a puta de vocês! Bate na minha cara! Bate na bunda! Me fode forte!
Everton filmou tudo de novo: os três negões revezando na esposa do corno, os tapas, os gemidos, os gozos dentro da buceta, do cu e da boca. Tirou fotos close da porra escorrendo, da cara dela suja de leite, da buceta arregaçada. Mandou o vídeo completo e as fotos pro Guto, que assistiu em casa, excitadíssimo.
Guto respondia as mensagens: “Manda mais, filma ela pedindo leite.” Everton obedecia, gravando Gisele gritando “me dá leite, me enche!” enquanto os três gozavam nela.
Essa putaria com Everton, o primo e o terceiro virou rotina. Gisele pegava dinheiro, era comida por três negões, filmada, e depois voltava pra casa pro Guto comer os restos. A buceta e o cu sempre inchados, assados, cheios de porra. Guto abria as pernas dela, via tudo, metia sentindo a folga e gozava.
Juntando com os antigos: o Branco baixinho de 1,70 com seu pau de 28cm no depósito, o Irineu, Alan, Aguinaldo, Valdir, Marquinho e Nando da biqueira (que engravidou ela), o Tiago da lanchonete. Gisele era a puta de todos. Na lanchonete atendia sorrindo, mas a calcinha vivia molhada de porra velha.
Nas noites, quando Guto convidava alguns pra casa, ela ficava pelada no meio, pedindo:
— Branco, come! Irineu, me fode! Everton, soca forte! Tiago, me arregaça! Alan, Aguinaldo, Valdir, Marquinho, Nando... me dá pica! Me dá leite! Enche essa puta!
Os tapas estalavam na cara e na bunda. Paus entravam em todos os buracos. Gozos misturados enchiam ela. Everton sempre filmando mais um pouco pra mandar pro corno.
Guto vivia feliz no seu papel. Espiava quando conseguia, recebia os vídeos do Everton, via a esposa virando puta completa, traindo por dinheiro, por prazer, por tudo. A gravidez do Irineu só deixou ela mais safada, dando até os cinco meses.
A vida seguiu assim por muito tempo: Gisele trabalhando na lanchonete da Lúcia de dia, sendo puta de luxo à noite com o Branco, Everton e todo o resto. Guto, o corno satisfeito, assistindo, comendo depois, sentindo a folga e amando cada segundo da humilhação.
Ela pedia sem parar em todas as sessões: “Me come, me arregaça, me dá pica, me enche de leite, bate na cara, bate na bunda, sou a puta de vocês!” E os homens obedeciam, filmando, gozando, marcando ela como propriedade.
Fim da história, mas a putaria nunca terminava. Gisele virou a puta oficial do morro, e Guto o corno mais feliz do mundo.




