A Esposa Novinha e os Amantes (Versão Alongada

**Conto Erótico – A Esposa Novinha e os Amantes (Versão Alongada)**

Gisele tinha 18 anos, uma esposa novinha recém-casada com Gustavo, de 24 anos. Ela tinha um corpo jovem e irresistível: pele morena clara, cabelos cacheados longos, seios firmes que balançavam quando andava, cintura fina, bunda redonda e empinada, e no começo do casamento uma bucetinha bem apertadinha que Gustavo adorava comer todo dia. Moravam em uma casa simples perto da BR-101, em Porto Belo. Gustavo trabalhava o dia inteiro na construção e no guincho, enquanto Gisele atendia no pedágio e cuidava da casa.

A putaria começou logo nos primeiros meses. Uma tarde, Gisele saiu de casa às 6:20 dizendo que ia resolver umas coisas na rua. Às 8:30 Gustavo estranhou a demora e foi atrás na lanchonete. No caminho, viu um casal abraçado no meio da rua. Parou o carro, voltou um pouco e reconheceu: era Gisele com um cara branco, da altura dela, um pouco mais baixo, lavador do posto de gasolina. Eles entraram numa rua lateral e foram pra garagem de uma loja de material de construção, cheia de pilhas de tijolo e brita.

Gustavo se escondeu atrás dos tijolos e espiou tudo. Gisele estava de joelhos, chupando o pau do branco com fome. Quando o pau dele ficou duro, era enorme, do tamanho de uma garrafa de cerveja de 600 ml, grosso, venoso e latejando. Ela babava, engasgava, lambia as bolas pesadas. Depois virou de quatro, o cara levantou a saia dela, puxou a calcinha pro lado e meteu fundo, comendo ela ali mesmo, socando forte contra os tijolos. Gisele gemia baixinho, empinando a bunda pra tomar tudo. O branco gozou dentro, enchendo a bucetinha novinha de leite quente e grosso.

Gustavo voltou pra casa antes dela, pau duro de tesão e raiva. Quando Gisele chegou, ele a jogou na cama, tirou a roupa dela e comeu ela com força, sentindo a buceta ainda melada da porra do outro.

— Quem é aquele cara que tava te comendo atrás da loja de tijolo? — perguntou socando fundo.

Gisele, gemendo, confessou:
— É o branco, lavador ali do posto de gasolina... só três vezes, amor. Me perdoa...

Mas era só o começo. O buraco era muito maior. Sérgio, um colega velho do Gustavo, 62 anos, narigudo, que trabalhava no guincho, também estava comendo ela. Um dia, às 1:30 da tarde, enquanto Gustavo trabalhava, Sérgio apareceu na casa. Gisele abriu de shortinho curto. Ele falou direto, sem enrolação:

— Não der pra mim ou eu vou contar pro teu marido.

Ela ficou com medo, mas a buceta molhou. Ajoelhou na sala, baixou a calça dele e viu o pau grosso como um desodorante, torto mas bem duro. Sérgio comeu ela de quatro no sofá, depois de lado, socando com vontade de velho tarado. Gozou muito, enchendo ela de leite grosso e velho. Gisele gozou tremendo, viciada no perigo.

No domingo, mais ou menos 4:00 da tarde, Gisele estava sozinha em casa. Passou na frente da casa na rua um vendedor ambulante batendo palma: um negão haitiano de 26 anos forte, vendendo DVD e jogos de Play 2 pirata. Gustavo estava em casa e chamou ele pra dentro.

— Pode entrar, vamos ver os filmes, vamos ver os jogos...

Ficaram uns 40 minutos olhando, testando os jogos. A conversa fluía e Gisele não reclamou. Gustavo, excitado com a ideia, botou uma venda nos olhos dela e falou:

— Amor, vou te mostrar uma coisa que tu nunca viu.

No ouvido do negão (Agnaldo), sussurrou:
— Deixa o pau pra fora e bota pra fora.

O negão foi no banheiro, deixou o troço pra fora — parecia um tronco — e parou na frente dela. Gustavo tirou a venda.

Gisele tomou um susto enorme:
— Meu Deus! O que que é isso? Que coisa grande...

O pau dele tinha 24 cm, grosso como uma lata de 600 de refri, preto brilhante, veias saltadas. Gustavo pegou a mão dela:

— Amor, segura pra tu ver. É pesado.

Ela pegou, apertou, começou a masturbar devagar:
— Ui, que estranho...

Gustavo mandou:
— Quer provar? Lambe pra tu ver o gosto.

Gisele, de vestido sem calcinha, começou a chupar. Lambia a cabeça grossa, tentava engolir o máximo, babava toda, chupou uns 10 minutos com vontade. Gustavo mandou:

— Vai, negão. Bota pra comer ela.

Agnaldo pôs ela de quatro no sofá e meteu fundo. Socava forte, brutal, batendo as bolas pesadas na buceta. Gisele gritava de prazer:
— Ai, que pauzão! Me fode, negão!

Nos 12 minutos de socada intensa, Agnaldo gozou, enchendo ela de leite quente e muito.

No dia seguinte, Gustavo estava saindo pra trabalhar, 1:20 da tarde. Pegou o celular dela e viu mensagem do contato “DVD”. Ele se ligou que era o negão. Saiu de casa e ficou esperando na esquina. 1:30 o Agnaldo chegou de moto, entrou na casa e ficou até as 5 horas da tarde.

Gustavo entrou pelo terreno do vizinho e espiou pela veneziana. O negão tava comendo ela forte, socando na posição papai e mamãe. Agnaldo falou alto:
— Eu vou gozar, eu vou gozar!

Gisele respondeu gemendo alto:
— Vai negão, me enche de leite! Vai negão, me enche de leite pra aquele corno chupar minha buceta toda gozada!

Agnaldo gozou bastante dentro dela. Gustavo viu tudo, voltou pra casa com o pau latejando e comeu ela à noite, sentindo a buceta cheia.

Gisele também dava pro patrão dela no pedágio. Ele era casado, mas sempre chamava ela pro escritório ou pro banheiro e comia ela rapidinho, metendo forte e gozando dentro.

Um dia, no pedágio, ela vendeu uma tag Premium pra um caminhoneiro negão de 50 anos. O movimento tava ruim, então ela falou baixinho:
— Se tu comprar tag Premium eu tô precisando... tô a buceta pra tu agora.

Foram pra cabine do caminhão. O caminhoneiro tinha um pau da grossura de uma lata de refri, enorme. Botou camisinha, mas no meio da foda bruta a camisinha rasgou. Ele comeu ela com força, socando fundo, e gozou muito, enchendo a bucetinha de leite quente. À noite, quando Gustavo comeu ela, sentiu o buraco bem maior:

— Pô, ela era apertadinha e agora você tá no buracão. Tá dando pra outro, né?

Gisele confessou aos poucos. Gustavo descobriu que ela tava dando pra vários: o branco do posto no mato, o Agnaldo (o vendedor haitiano), o Alan (amigo do Agnaldo que também aparecia), o Irineu (outro negão que ela conheceu no pedágio), o Tiago (amigo do bairro), o Sérgio (o velho do guincho), o patrão do pedágio, o caminhoneiro negão de 50 anos e mais alguns. No total, uns sete ou oito amantes diferentes enchendo a esposa novinha de porra.

Gustavo virou corno completo. Passou a gostar de espiar, confrontar e comer a esposa cheia de leite alheio. Marcava encontros, assistia escondido ou de perto.

Numa tarde, chamou o Agnaldo, Alan e Irineu juntos. Gisele foi comida pelos três negões ao mesmo tempo: um na buceta, outro no cu, outro na boca, dupla penetração forte, socadas brutais. Eles gozavam dentro, rodando os buracos, enquanto Gustavo assistia e masturbava.

Com o Sérgio, o velho tarado voltava sempre, comendo ela de tarde e enchendo de porra velha. Com o patrão, ela dava no pedágio mesmo, às vezes no carro dele. Com o caminhoneiro negão, ele parava sempre no pedágio e fodia ela na cabine, pau grosso arrombando tudo.

Gisele, com 18 anos, estava viciada. Voltava pra casa com a buceta arrombada, gozada, e Gustavo comia ela sentindo o gosto dos outros, limpando com a língua e depois metendo no buracão que os amantes deixavam.

A vida do casal virou isso: putaria constante, Gisele sendo comida por brancos, pretos, velhos, caminhoneiros e amigos, sempre voltando cheia de leite pro corno do marido que amava ver e participar.

Fim (por enquanto).

Foto 1 do Conto erotico: A Esposa Novinha e os Amantes (Versão Alongada

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Esposa Novinha e os Amantes (Versão Alongada

Codigo do conto:
264603

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
16/06/2026

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