Depois de quase dois meses de encontros cada vez mais intensos, a tensão dentro de casa estava insuportável. **Gustavo** sabia de tudo. Ele próprio tinha armado o plano, passado o contato do Everton, incentivado os vídeos, e agora via a mulher afundando cada vez mais. O coração dele batia forte toda vez que Gisele pegava o celular. A excitação misturada com ciúme e humilhação o consumia.
Uma noite, o Everton mandou uma mensagem pra Gisele que mudou tudo:
— Morena, tô com meus primos Naldo e Alan aqui. Dois negões bons também. 22cm e 23cm. Querem te foder junto comigo. Te pagamos 500 reais pra você aguentar nós três no sábado de manhã. Topa virar nossa puta por umas horas?
Gisele leu a mensagem e ficou parada na cama, ao lado do marido. O coração dela acelerou. Ela sentiu a buceta pulsar só de imaginar. Respondeu depois de alguns minutos:
— Tá bom… mas tem que ser rápido. Vou falar que vou trabalhar.
Gustavo, que fingia dormir, viu tudo. A tensão tomou conta dele. Ele mandou mensagem pro Everton em particular:
— Quero que vocês destruam ela. Gozem dentro, gravem tudo. Quero ver ela quebrada.
O sábado chegou carregado de eletricidade. Gisele acordou cedo, nervosa. Tomou banho, depilou tudo, colocou um vestidinho curto preto, sem sutiã, calcinha fio-dental. Gustavo fingiu normalidade no café da manhã, mas o ar estava pesado. Ele sentia o cheiro do perfume dela mais forte que o normal. Às 7h40 ela deu um beijo rápido no filho e saiu.
— Vou pro turno extra na escola — mentiu.
A tensão de Gustavo explodiu assim que a porta fechou. Ele sabia que ela estava indo pro motel encontrar três negões. Ficou andando de um lado pro outro em casa, pau duro, imaginando a cena.
Enquanto isso, Gisele dirigia com o coração na boca. Chegou no motel às 8h em ponto. O Everton, Naldo e Alan já estavam no quarto. Assim que ela entrou, a tensão sexual explodiu. Os três trancaram a porta. Olhares famintos. Sem dizer quase nada, jogaram ela na cama king size.
Os três tiraram a roupa ao mesmo tempo. Três paus pretos enormes surgiram: 24cm do Everton, 23cm do Alan e 22cm do Naldo. Grossos, veiosos, latejando. Gisele sentiu um frio na barriga misturado com tesão insano.
Eles cercaram ela. Gisele, tremendo de excitação e nervoso, pegou dois paus com as mãos (Everton e Alan) e começou a chupar o do Naldo. Mamava com desespero, babando, engasgando, olhos lacrimejando. Troca constante: chupava um, masturbava os outros dois. A tensão no quarto era palpável — respirações pesadas, gemidos baixos, o som molhado da boca dela.
— Olha essa puta casada nervosa… — murmurou o Naldo.
Enquanto ela chupava, dedos grossos invadiram sua buceta e cuzinho ao mesmo tempo. Dois dedos na frente, um atrás, abrindo, preparando. Gisele gemia com o pau na boca, corpo tremendo.
A foda começou pesada. Everton meteu primeiro na bucetinha dela de quatro, socando forte. A tensão dela se transformou em gritos:
— Ai caralho… soca, Everton! Me fode forte!
O Naldo enfiou o pau na boca dela enquanto o Alan apertava os peitos com força. Eles revezavam sem piedade. Um comia a buceta, outro o cu, outro a garganta. Dupla penetração intensa: Everton no cu, Naldo na buceta, Alan na boca. Gisele urrava, corpo suado, tremendo:
— Mais forte! Soca essa buceta! Arromba meu cu! Me come, filho da puta! Quero mais rola!
A tensão sexual era brutal. Eles não davam descanso. Gozavam dentro — primeiro Everton enchendo a buceta, depois Naldo no cu, Alan na cara. E continuavam. Gisele gritava sem parar, voz rouca:
— Me dá leite! Enche tudo! Soca mais fundo! Eu sou puta de vocês! Me fode! Me arromba!
Eles gozaram várias vezes, em todos os buracos. A cama estava molhada de suor, porra e baba. Gisele estava destruída, buceta inchada e vermelha, cu arrombado, cara melada, cabelo grudado no rosto. Pararam só às 11h30. Deram os 500 reais e mandaram:
— Semana que vem queremos de novo.
Gisele se arrumou como deu, pernas tremendo, e saiu. Chegou em casa ao meio-dia. O coração de Gustavo quase parou quando ouviu a chave na porta. Ela tomou um banho rápido, mas a porra ainda escorria de dentro dela.
Às 13h30 ela deitou pra “dormir”. Gustavo foi junto, tensão máxima. Assim que ela abriu as pernas, ele caiu de boca na bucetinha inchada. O cheiro forte de sexo alheio invadiu suas narinas. Ele enfiou a língua e sentiu o líquido grosso, quente, salgado escorrendo:
— Que que é isso, Gisele…? Tá com muito corrimento hoje…
Ela respondeu com a voz fraca, ainda sensível:
— É corrimento… deixa quieto, amor…
Mas Gustavo sabia. Era porra de três negões misturada. A tensão dele estava no ápice. Ele chupou com fome, lambendo tudo, enfiando a língua fundo na buceta arreganhada e cheia de leite. O gosto forte, azedo, a humilhação completa. Ele chupou por longos minutos, engolindo o que conseguia, pau latejando.
Depois subiu e meteu na buceta dela toda gozada. Estava absurdamente folgada, quente, escorregadia com a porra alheia. Ele metia sentindo o barulho molhado da porra dos outros. Gisele gemia baixinho, exausta:
— Vai devagar…
Gustavo gozou rápido, misturando sua porra com a dos três. Deitou ao lado dela, coração disparado, sabendo que ele mesmo tinha criado aquela tensão toda.




