Sexta-feira à noite. Gustavo olhou a esposa e falou sem rodeio:
— Gisele, vamos sair. Vamos jogar sinuca, tomar cerveja… mas bota uma saia. Sem calcinha.
Ela riu, foi no quarto e voltou de saia curta preta. Quando se virou, Gustavo viu a buceta depilada sem nada por baixo. Passou a mão, enfiou dois dedos e sentiu ela já molhada.
— Porra… já tá pingando só de eu mandar.
— Porque você fala essas merdas de corno safado. Vamos logo.
No barzinho as mesas ficavam do lado de fora. Quase vazio. Começaram a jogar e beber. Gustavo levantava a saia dela de propósito, mostrava a buceta para o nada. Até que chegou Aguinaldo, o negão vendedor ambulante. Grande, voz grossa, aquele olhar que já conhecia o corpo dela de outras noites.
Gustavo convidou:
— Entra aí, joga com a gente.
Aguinaldo aceitou. As apostas subiram. Gustavo, cada vez mais ousado, levantava a saia de Gisele na frente dele e enfiava os dedos.
— Olha como minha mulher tá. Sem calcinha. Toda molhada pra você.
Aguinaldo riu baixo:
— Buceta gostosa. Já comeu ela hoje, corno?
— Ainda não. Mas pode olhar à vontade.
Gustavo disse que ia no banheiro e ficou escondido. Assim que ele sumiu, Aguinaldo puxou Gisele, sentou ela na mesa de sinuca, enfiou dois dedos e fez ela chupar o pau grosso ali mesmo. Ela engolia com vontade, babando, até Gustavo voltar. Os dois se separaram rápido. Aguinaldo, com o pau duro marcando a calça, falou que ia no banheiro. Gisele se levantou e foi atrás.
Eles entraram no banheiro feminino. Aguinaldo trancou a porta, virou a chave e já empurrava Gisele contra a pia.
— Sobe aí, puta. Sobe nessa pia agora.
Ela sentou na borda fria. Ele ergueu a saia até a cintura, abriu as pernas dela com força e olhou a buceta molhada, brilhando.
— Porra… tá pingando. Sua vadia.
Ele cuspiu na mão, passou no pau e enfiou tudo de uma vez. Gisele gritou, as unhas cravando no ombro dele.
— Aaaaah… inteiro… você enfiou inteiro, porra…
— Cala a boca e sente. Essa é a primeira vez que eu vou gozar dentro dessa buceta hoje. Quer o leite?
— Quero… me dá… me enche…
Aguinaldo começou a socar. A pia balançava. O pau grosso sumia e reaparecia, molhado. Ele segurou o pescoço dela com uma mão e deu um tapa seco no rosto com a outra.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo. Fala que é minha puta.
— Sou sua puta… sua vadia… me fode mais forte…
Outro tapa. A marca vermelha apareceu na bochecha. Ele bateu na bunda dela também, o som estalando alto no banheiro pequeno.
— Essa bunda é minha. Essa buceta é minha. Seu marido tá lá fora sendo corno e você tá aqui pedindo pica.
— Tô pedindo… me dá essa pica… soca mais fundo… quero sentir você gozar dentro…
Aguinaldo aumentou a velocidade. As estocadas eram pesadas, o barulho molhado enchendo o lugar. Gisele já tremia.
— Vou gozar… porra… tô gozando…
— Goza na minha pica, puta. Aperta.
Ela gozou forte, a buceta contraindo em volta do pau dele. Aguinaldo não parou. Continuou socando fundo, o suor escorrendo no peito escuro.
— Agora é minha vez. Abre essa buceta. Vou te encher. Primeira gozada dentro de você hoje. Quer?
— Quero… por favor… me enche de leite… goza tudo dentro… quero sentir escorrendo depois…
Ele enterrou até o fundo, segurou o cabelo dela e gozou com força. Os jatos quentes batendo fundo. Gisele sentiu cada pulsação, a porra enchendo ela pela primeira vez naquela noite. Aguinaldo ainda deu umas estocadas lentas, empurrando o leite para dentro, até a última gota.
— Pronto. Agora você tá marcada. Cheia do meu leite.
Ele tirou o pau. Um filete branco já escorria da buceta dela, descendo pela pia. Gisele ficou ofegante, as pernas abertas, olhando a porra sair.
— Porra… você gozou muito…
— E ainda vai gozar mais. Lá em casa. Agora limpa essa cara e vamos.
Eles saíram. Nove minutos depois estavam de volta na mesa. Gustavo fingiu que não sabia de nada. Mas quando Gisele se sentou, ele viu o filete grosso de porra escorrendo pela coxa interna dela, descendo devagar. O primeiro leite de Aguinaldo dentro da esposa. Gustavo engoliu seco, o pau doendo.
A história continuou. Eles voltaram a jogar. Gustavo, a voz rouca, propôs a aposta alta:
— Eu aposto a minha esposa. Se você ganhar, passa a noite com ela lá em casa.
Gisele protestou, mas ele mandou calar a boca. Jogaram. Gustavo perdeu. Aguinaldo puxou ela pelo cabelo na hora, tirou o pau ainda sujo da primeira gozada e mostrou na cara do marido:
— Olha aqui, corno manso. Esse pau já gozou dentro da tua esposa. Primeira vez hoje foi no banheiro. Agora vou encher ela de novo. E você vai ver.
Puxou Gisele para o bequinho. Botou de costas, ergueu a saia e enfiou. Começou a comer ela de pé enquanto Gustavo assistia. Tapa na bunda, tapa no rosto, ela pedindo mais leite.
— Me fode… me enche de novo… quero mais porra dentro…
Aguinaldo gozou outra vez ali mesmo, empurrando fundo. Depois os três foram para a casa do casal. Aguinaldo mandou Gustavo dormir no sofá.
— Você fica aí, corno. Eu vou comer sua puta a noite toda. Vou deixar ela cheia de leite.
No quarto ele jogou Gisele na cama e enfiou de novo. A cama batia na parede. Ele xingava, batia, ela pedia.
— Sua puta… sua esposa de corno… pede leite direito.
— Me dá leite… goza dentro de novo… enche essa buceta… sou sua puta…
Ele gozou mais vezes. Por volta das quatro da manhã saiu de moto e voltou com o primo haitiano, outro negão ainda mais dotado. Os dois entraram no quarto. Gustavo ouviu tudo da sala.
O haitiano enfiou sem cerimônia. Gisele gritou com o tamanho. Aguinaldo enfiou na boca dela ao mesmo tempo. Depois os dois quiseram a buceta. Esticaram ela, socaram juntos, bateram na bunda e na cara. Ela pedia leite dos dois, pedia para não pararem. Gozaram dentro várias vezes. A buceta dela virava um rio branco.
Até as oito da manhã os dois comeram ela. Quando pararam, Gisele estava destruída, as pernas abertas, a porra dos dois escorrendo sem parar. A primeira gozada tinha sido no banheiro, na pia. O resto da noite foi só continuação.
Aguinaldo se vestiu, olhou para Gustavo na porta e falou:
— Sua puta tá cheia. Começou no banheiro e terminou aqui. Pode limpar se quiser, corno.
Gustavo se aproximou da cama. Gisele, a voz rouca, abriu mais as pernas:
— Vem… limpa sua puta… ou quer que eu continue escorrendo na sua cama com o leite deles?
Ele ajoelhou e começou a lamber. Ela segurou a cabeça dele e murmurou, cansada e safada:
— Isso… engole tudo… a primeira foi no banheiro… e ainda tem muito mais…




