Dívida na prisão a esposa que pagou

Marido preso
Dívida na prisão
Esposa que pagou

O Ricardo estava preso há quase quatro meses. Tráfico de pequeno porte, mas o suficiente para ficar trancado. A esposa, trinta e seis anos, corpo ainda firme, seios pesados, bunda larga, ia visitá-lo todo sábado. Naquele sábado ela chegou cedo, passou pela revista e sentou na mesa de visita.

O marido estava pálido e nervoso.

— Eles vão te chamar — ele murmurou. — Não grita. Não faz escândalo.

Três homens se aproximaram. Chefões da cadeia. Negros, grandes, tatuados, olhares frios. Um deles, o mais alto, falou baixo:

— Teu marido pegou droga fiado. Cinco mil. Não pagou. A gente vai cobrar de outro jeito.

Ela tentou recuar.

— Vocês estão loucos…

Eles não discutiram. Puxaram ela para um canto mais escuro do pátio de visita, atrás de um muro baixo. Em menos de um minuto a blusa estava rasgada, a calça puxada para baixo. Ela queria gritar, mas a mão grande tampou a boca.

— Teu marido morre hoje se você fizer barulho — um deles sussurrou no ouvido.

Eles a viraram de quatro contra a parede. O primeiro enfiou sem lubrificação, grosso e seco. Ela mordeu o próprio braço para não gritar. O segundo esperou a vez e entrou na boca. O terceiro segurava o cabelo e falava:

— Toda semana. Sábado. Você vem, passa rapidinho no marido e sobe pra célula. Meia hora numa, meia hora na outra. Até pagar os cinco mil. Com juros vai dar dez.

Uma hora e meia depois ela saiu cambaleando, a calcinha encharcada de porra de três homens. Foi até o marido, deu um beijo seco e falou só:

— Eles abateram mil da dívida. Sábado que vem de novo.

No sábado seguinte ela mal olhou para o Ricardo. Beijou rápido e foi levada pelos mesmos três. Dessa vez não ficou no pátio. Subiram para as células.

Primeiro uma célula com cerca de vinte homens. O cheiro de suor, mofo e desinfetante. Eles já sabiam. Ela foi empurrada para o meio. Roupas rasgadas de novo. Um por um. Meia hora cronometrada. Alguns com camisinha, a maioria sem. Gozavam dentro, na boca, nas costas, no rosto. Ela era virada, empurrada, segurada por vários ao mesmo tempo. Quando o tempo acabou, a levaram para a célula do outro lado do corredor. Mais nove homens. Mesma coisa.

Saiu da penitenciária com a saia colada nas coxas, porra escorrendo até o joelho. Em casa tomou banho quente por quase uma hora e ainda sentia o volume dentro dela.

Os sábados seguintes seguiram o mesmo ritual. Sempre o beijo rápido no marido, sempre a mesma frase baixa:

— Hoje foram mais mil.

A dívida não diminuía no ritmo que ela esperava. Os juros subiam. Os homens aumentavam. Dez, quinze, vinte por sábado. Algumas vezes ela ficava quase duas horas no total. Cem sem camisinha, noventa com. O número foi subindo. Cento e vinte… cento e cinquenta… até chegar perto de cento e oitenta e nove.

Ela aprendia a posição que doía menos, a respiração que evitava engasgar, o jeito de deixar o corpo mole para não se machucar mais. Mesmo assim saía marcada: chupões no pescoço, unhas nas nádegas, a buceta inchada e latejando por dias.

Num dos sábados mais longos, o chefe mandou:

— Hoje a dívida acaba. Todo mundo que quiser.

Foram quase trinta homens só naquele dia. Ela perdeu a conta de quantas vezes gozaram dentro. Quando o último saiu, ela não conseguia fechar as pernas. Dois agentes a carregaram até o banheiro das visitas para ela se limpar minimamente antes de sair.

No carro, no caminho de casa, ela dirigia com as mãos tremendo. A calcinha nova que tinha colocado já estava de novo encharcada. Em casa trancou o banheiro e ficou debaixo do chuveiro até a água esfriar. Depois se olhou no espelho: o corpo da mulher casada que agora carregava o cheiro e a porra de quase duzentos presos.

Na segunda-feira o advogado ligou. A dívida estava quitada. O Ricardo seria transferido para um regime mais leve em breve.

Ela desligou o telefone, sentou na beira da cama e abriu as pernas. Ainda sentia. Ainda latejava. Ainda escorria um pouco quando apertava.

O preço tinha sido alto. Mas a conta estava paga.


No último sábado a dívida tinha que acabar de uma vez.

Ela chegou, deu o beijo seco no Ricardo e foi levada direto. Dessa vez não eram duas células separadas. Juntaram todo mundo que ainda queria. Quase trinta homens no mesmo espaço apertado, quente, fedendo a suor e mofo.

Os três chefões estavam na frente.

— Hoje acaba. Todo mundo come. Sem enrolação.

Eles a empurraram para o meio. A roupa foi rasgada em segundos. Alguém já deu o primeiro tapa no rosto, forte, estalando. Ela cambaleou. Outro veio por trás e estapeou a bunda com a mão aberta, deixando a marca vermelha na hora. Depois outro tapa no rosto, e outro na bunda. O ritmo não parava: tapa na cara, tapa na bunda, enquanto os primeiros já enfiavam.

O primeiro pau entrou seco na buceta. Ela gritou e levou mais um tapa na boca. Viraram ela de quatro. Outro enfiou no cu sem preparar nada. A dor foi seca, cortante. Ela sentiu rasgar. Continuaram mesmo assim. Enquanto um socava o cu, outro metia na buceta, e um terceiro enfiava na garganta. Tapa na cara toda vez que ela engasgava. Tapa na bunda toda vez que ela tentava fechar as pernas.

Eles trocavam sem descanso. Um saía, outro entrava. A buceta já sangrava, o sangue misturado com a porra dos que gozavam dentro. O cu também sangrava, o fio vermelho escorrendo pela coxa junto com o esperma. Mesmo assim ninguém parava. Mais tapas no rosto, deixando a boca inchada e o lábio cortado. Mais tapas na bunda, a pele já roxa e quente.

Em algum momento ela perdeu a conta. Só sentia o corpo sendo usado, virado, segurado por várias mãos. Gozavam dentro, puxavam, enfiavam de novo. O sangue não parava. A cada estocada no cu ela sentia a carne aberta. A cada estocada na buceta o sangue saía mais forte.

Quando o último finalmente gozou e tirou o pau, ela não conseguia se levantar. O chão embaixo dela estava manchado de vermelho e branco. A buceta latejava aberta, sangrando. O cu também, o fio de sangue escorrendo sem parar. O rosto estava marcado de tapa, a bunda batida até ficar roxa.

Dois homens a carregaram até o banheiro das visitas. Ela mal conseguia ficar de pé. Limpou o que deu, mas o sangue continuava saindo. Vestiu a roupa rasgada por cima e saiu da penitenciária cambaleando, as coxas vermelhas, a calcinha imediatamente encharcada de sangue e porra.

No carro, no caminho de casa, ela sentia cada solavanco. A cada freada o cu e a buceta latejavam e sangravam mais. Chegou em casa, trancou o banheiro e se olhou no espelho: o rosto inchado de tapa, a bunda roxa, e entre as pernas o sangue ainda escorrendo misturado com tudo que tinham deixado dentro.

A dívida estava paga. O corpo dela que pagou o preço final.
                                


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Dívida na prisão a esposa que pagou

Codigo do conto:
270917

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
27/08/2026

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