---
Eram duas horas da tarde de uma terça-feira quente. O sol batia forte no asfalto. O Ricardo tinha emprestado o Palio pra ela aprender a dirigir melhor. Ele estava no trabalho e só voltaria à noite. A senhora, trinta e oito anos, corpo ainda firme, seios pesados, bunda larga e buceta sempre depilada, dirigia devagar pelo bairro.
Parou no sinal vermelho. Do lado esquerdo apareceu o flanelinha. Neguinho magrinho, pele escura, short de praia bem justo que marcava o volume. O pau estava mole, mas mesmo assim descia pela perna esquerda como se fosse uma garrafa de água mineral deitado. Ela não conseguiu desviar o olhar.
Ele se aproximou da janela, sorrindo:
— Lava o carro, tia?
Ela engoliu em seco, a boca já seca de tesão.
— Qual o teu nome?
— Wesley.
— Quer dar uma volta comigo, Wesley?
Ele riu, sem acreditar.
— Agora? Tá sozinha?
— Tô. Meu marido tá trabalhando.
Wesley olhou pros lados e falou baixo:
— Meu irmão tá ali no estacionamento do mercado. Tem que levar ele junto.
— Tá bom. Chama ele.
Ela estacionou no mercado. Wesley voltou com o irmão: outro neguinho de dezoito anos, também magro, short apertado. Os dois entraram no banco de trás. O irmão se chamava Douglas. No caminho ela perguntou:
— Tem mais gente na tua casa?
— Só meus primos e o meu vô. Pedro, Miguel, Tiago… e o vô Nelson.
— Leva eu lá.
A casinha era numa vila apertada, barraquinha de madeira e laje. Entraram. A casa cheirava a café e suor de homem. Wesley trancou a porta e levou ela pro único quarto. A cama de casal era estreita, colchão velho, lençol surrado.
Assim que a porta fechou, ela já ajoelhou. Puxou o short de Wesley. O pau mole caiu pesado, grosso, a cabeça escura quase do tamanho de um ovo de galinha. Ela engoliu o máximo que conseguiu. Douglas tirou a roupa do lado e o pau dele também era grande, um pouco mais fino, mas comprido. Ela revezava a boca entre os dois, babando, chupando as bolas, pedindo pra eles cuspir na cara dela.
Em meia hora a buceta dela já escorria pela coxa. Wesley a jogou de quatro na cama, cuspiu na entrada e enfiou de uma vez. Vinte e quatro centímetros entraram até as bolas. Ela gritou no travesseiro. Douglas se posicionou na frente e enfiou na boca. Os dois começaram a foder no ritmo: um socando a buceta, o outro a garganta.
A porta abriu. Entraram os três primos e o vô. Todos já pelados, paus duros apontando pro teto. Pedro (23 cm), Miguel (22 cm), Tiago (25 cm) e o vô Nelson, sessenta e poucos anos, magro, barriga pequena, e o pau mais grosso de todos: vinte e nove centímetros de comprimento e a circunferência de uma garrafa de cerveja.
Wesley tirou o pau dela e falou:
— Chegou a turma toda, tia. Agora é pra geral.
Ela olhou pra fila de paus pretos e só abriu a boca e as pernas. O vô foi o primeiro a se aproximar. Segurou o pau grosso com as duas mãos e esfregou a cabeça na cara dela.
— Chupa direito, minha filha.
Ela abriu a boca o máximo que conseguiu. A cabeça enorme mal entrava. O vô foi empurrando devagar, até a garganta dela engasgar. Enquanto isso Tiago se ajoelhou atrás e enfiou os 25 cm na buceta de uma vez. Ela gemeu no pau do vô. Pedro e Miguel se revezavam dando tapa na bunda e apertando os seios.
Começou a rodada. Cada um fodia um tempo e trocava. Wesley e Douglas já tinham gozado uma vez cada um dentro dela. A porra escorria misturada com o suco dela, fazendo barulho molhado a cada estocada. O vô gostava de foder devagar e fundo, girando o quadril pra ela sentir a grossura. Toda vez que ele entrava inteiro ela soltava um gemido longo, as unhas cravadas no colchão.
— Olha o tamanho desse buraco, netos… a tia tá aberta pra caralho — o vô falava, puxando as nádegas dela pra mostrar.
Eles a viraram de lado, de barriga pra cima, de quatro de novo. Em uma hora ela já tinha gozado três vezes. A cama rangia sem parar. O cheiro de sexo tomava o quarto inteiro. Suor escorria dos corpos pretos sobre a pele dela.
Às três e meia da tarde o vô gozou pela primeira vez. Enterrou até o fundo e disparou jatos quentes e grossos direto no útero. A quantidade foi tanta que quando ele tirou o pau um fio branco e grosso escorreu imediatamente. Wesley enfiou de novo em cima da porra do vô e fodeu mais dez minutos até gozar também. Depois veio Tiago, depois Pedro, depois Miguel, depois Douglas de novo.
Eles não usavam camisinha. Todos gozavam dentro. A buceta dela fazia barulho de porra batida a cada nova penetração. Em alguns momentos dois tentavam entrar juntos: um na buceta e outro tentando o cu. O cu ainda estava apertado, então só o dedo e a língua entravam por enquanto. O vô lambeu o cu dela longamente enquanto o neto fodia a buceta.
Às quatro horas ela já estava completamente destruída. Boca inchada, seios marcados de tapa e dedo, buceta vermelha e aberta, porra escorrendo sem parar pela coxa e molhando o colchão. Mesmo assim ela pedia mais:
— Mais… enfia tudo… quero sentir os seis…
O vô deitou de costas e a mandou montar. Ela desceu devagar no pau de garrafa de cerveja. Quando chegou no fundo soltou um grito e gozou de novo, o corpo todo tremendo. Os outros se posicionaram em volta: um na boca, dois nas mãos, e os restantes esperando a vez de enfiar de novo.
Eles foderam até as cinco da tarde em ponto. O último a gozar foi o vô, pela segunda vez. Ele a colocou de quatro, abriu as nádegas e enterrou tudo, socando forte até travar e despejar mais uma carga dentro. Quando tirou, a buceta ficou aberta, latejando, um rio de porra branca escorrendo e pingando no chão de cimento.
Ela não conseguia fechar as pernas direito. Os seis homens estavam sentados ou deitados pelo quarto, paus ainda semi-duros, cobertos de saliva e creampie. Wesley trouxe um pano úmido e limpou o suor do rosto dela. O vô acariciou o cabelo:
— Pode voltar quando quiser, minha filha. A porta tá aberta.
Ela se vestiu devagar, a calcinha logo encharcada de novo com tudo que ainda escorria. Saiu da casinha cambaleando, subiu no Palio e dirigiu de volta pra casa. O banco do motorista ficou manchado. Chegou em casa às cinco e meia, tomou banho longo, mas mesmo depois do banho ainda sentia o volume e o calor da porra de seis homens dentro dela.
Quando o Ricardo chegou à noite, ela estava deitada no sofá, pernas abertas debaixo do robe. Ele perguntou se o treino de direção tinha sido bom. Ela só sorriu e abriu o robe.
— Foi ótimo, amor. Aprendi bastante coisa hoje.
E a porra ainda escorria devagar pela coxa dela
O vô falou pra ela pode vir aqui quando você quiser




