Quando saí da lanchonete da Vila, fui trabalhar de saladeira numa churrascaria na BR-101, em Balneário Camboriú.
Foi aí que o Gustavo zerou meu celular e recuperou as conversas. Achou três mensagens com o gaúcho. Ele era dono de uma cancha de bocha, três quadras de casa. Baixinho, um metro e sessenta e dois, narigudo, pau grosso pra caralho, daqueles que estica a calça. Eu tinha pedido cem reais emprestado. Ele falou que eu podia pagar com xerecard.
Eu saí de casa a pé. O motel ficava perto. O Gustavo me seguiu sem eu ver. Entrei no quarto com o gaúcho. Ele já tava de pau duro. Me empurrou pra cama, puxou minha calça, abriu minhas pernas e enfiou de uma vez. Meteu forte, sem dó. Me virou de quatro, segurou meu cabelo e gozou fundo duas vezes. Eu fiquei uma hora e meia lá. Saí com a porra escorrendo pela calcinha.
Cheguei em casa. O Gustavo já tava esperando. Passou a mão direto na minha buceta e sentiu. Tava toda gozada, mole, molhada de leite de outro. Ele não falou nada na hora. Depois foi até a cancha, chamou o gaúcho e falou na cara:
— Eu sei que tu acabou de comer minha mulher. Ela chegou em casa cheia de porra. Qual a fita?
O gaúcho não negou. Falou que eu tinha pedido dinheiro e quis pagar com buceta.
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Pouco tempo depois apareceu o Everton. Vinte e poucos, quase trinta. A gente se falava escondido. Marquei de encontrar com ele em Balneário. Falei pro Gustavo que ia no banco. Saí dez e meia da manhã e só voltei seis horas da tarde.
Fiquei o dia inteiro com o Everton. Ele me comeu no quarto, no banheiro, de novo no quarto. Gozou dentro várias vezes. Eu nem tomei banho. Cheguei em casa fedendo a sexo.
O Gustavo me puxou pro quarto com a luz apagada. Ajoelhou e começou a chupar minha buceta. Sentiu o cheiro e o gosto de borracha e de porra de outro homem. Continuou chupando mesmo assim. Depois me meteu e sentiu que alguém tinha gozado lá dentro. Ligou a luz. Minha buceta tava inchada, beiços de fora, vermelha de tanto levar pau. Ele tirou mais de cinquenta fotos.
No outro dia, às sete da noite, me levou no posto de saúde. O médico era amigo dele. Mostrou as fotos. O médico olhou e falou:
— Vixe… isso aí levou madeira a tarde toda. E madeira grossa.
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Janeiro de 2016. Eu falei que a mãe tava doente e que ia ficar um tempo no Sul.
No ônibus o motorista me chamou no fundo. Me comeu no banheiro do ônibus, rápido e grosso, gozou dentro e voltou dirigindo como se nada tivesse acontecido.
Chegando lá eu reencontrei o Rudinei. Colega de escola. Baixinho, baixinho, mas dotado pra caralho — pau grosso e comprido. A gente começou a se ver. Ele me comia quase todo dia. Me virava, me fazia chupar, gozava dentro sem camisinha. Eu deixava.
Voltei pra Santa Catarina já grávida dele. O bebê nasceu em novembro. A conta não fechava com o Gustavo. Foi feito em fevereiro, mais ou menos. Eu sabia de quem era.