Castigo da esposa interracial, grupal, brutal, orgia, cuckold

Castigo da esposa
interracial, grupal, brutal, orgia, cuckold,

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A morena casada tinha exatamente vinte anos. Pele morena clara, cabelo longo e escuro, corpo firme, peitos médios e firmes, bunda redonda e cintura fina. Naquela sexta-feira, por volta das seis e meia da tarde, ela estava no banheiro de casa se depilando. A lâmina deslizava devagar pela buceta lisa, tirando os últimos pelos. Ela se olhava no espelho e sentia o tesão subir só de imaginar o que poderia acontecer naquela noite. O marido, o corninho, estava na sala vendo televisão. Eles tinham um acordo silencioso: ela podia sair, provocar, e ele podia seguir de longe.

Às sete horas ela saiu. Saia curta de tecido fino, sem calcinha, blusinha justa que marcava os seios e um chinelo. O cheiro do banho ainda estava nela. Chegou na praça por volta das sete e meia. Lá estavam três moleques negros: um de um metro e sessenta, outro de um e setenta e o mais alto de um e oitenta. Pau de vinte e nove, vinte e sete e vinte e cinco centímetros, respectivamente. Eles bebiam um kit de cerveja e fumavam maconha num canto mais escuro da praça.

Ela se aproximou, pediu um gole. Eles ofereceram. Ela bebeu, puxou um baseado, riu, conversou. O tesão já estava evidente. Às oito e meia o mais ousado, Wellington, falou baixo:

— Vem pro mato ali. A gente te mostra uma coisa.

Ela levantou a saia um pouco, mostrou que não tinha calcinha e disse que topava. Os três se levantaram. O corninho, que já estava escondido atrás de uma árvore desde que ela chegou, os seguiu de longe.

No mato escuro, longe das luzes da praça, Wellington puxou o cabelo dela com força e beijou a boca dela de forma agressiva. Os outros dois já tinham tirado as calças. Três paus pretos duros e grossos apontavam para ela. Um veio por trás, abriu a bunda dela e enfiou dois dedos no cu enquanto outro passava o dedão grosso na buceta já molhada. Wellington enfiou o pau na boca dela de uma vez, segurando a cabeça.

— Chupa direito, puta.

Ela engasgou, baba escorrendo pelo queixo. O de trás cuspiu na mão e começou a foder o cu dela com os dedos enquanto o outro esfregava a cabeça do pau na entrada da buceta. Logo Wellington tirou o pau da boca, virou ela de quatro no chão de terra e gritou:

— Abre essa bunda.

Wellington cuspiu no próprio pau e enfiou de uma vez na buceta. Ela gritou alto:

— Ai caralho! Fode forte! Rasga essa buceta!

O corninho, escondido a poucos metros, batia uma devagar, ouvindo tudo. Os três se revezavam. Um fodia a buceta, outro enfiava no cu, o terceiro enfiava na boca. Ela gritava sem parar:

— Pede pica! Pede pica! Enche de leite! Quero leite no fundo!

Ficaram quase quarenta e cinco minutos ali. Os três gozaram: um dentro da buceta, outro no cu e o terceiro no rosto e na boca dela. Ela engoliu o que pôde e limpou o resto com a mão. Quando os três se arrumaram, ela se levantou cambaleando, a saia ainda erguida, porra escorrendo pelas coxas.

Por volta das nove e meia ela foi para a casa da amiga Paula. O corninho segurou os três moleques na saída do mato.

— Eu vi vocês comendo minha mulher. Vocês querem ganhar uma grana?

Os três olharam desconfiados. Ele tirou duzentos reais e mostrou.

— Arruma o máximo de amigo negão que vocês tiverem. Time de futebol inteiro. Onze, doze, quinze, vinte se conseguir. Traga tio, vizinho, primo, velho também. Uma da manhã na minha casa. Eu pago mais. Ela vai dar pra geral.

Wellington sorriu e disse que ia arrumar. O corninho passou o endereço e o horário.

À meia-noite a morena chegou em casa. O marido a esperava na porta. Eles conversaram pouco. À meia-noite e meia ele a levou pro quarto, tirou a roupa dela, algemou as mãos dela atrás das costas, amarrou as pernas abertas na cama e vendou os olhos. Ligou uma música alta pra abafar os sons da rua. Depois desceu e abriu a porta da frente.

Às uma da manhã chegaram. Os três originais mais sete: Everton, Ewerton, Alan, Agnaldo, Irineu, Tiago, Wesley, Wagner, Marquinhos e Valdir. Idades misturadas: um de quarenta e quatro, um de trinta, um de cinquenta e seis, outros na casa dos vinte e trinta. Alturas baixas e médias. Paus de vinte e dois a trinta e dois centímetros, todos pretos, grossos, veias saltadas. Alguns já chegaram de pau duro.

O corninho os levou pro banheiro primeiro.

— Todo mundo limpo. Chuveiro rápido e sobe.

Um por um eles lavaram o pau e subiram pro quarto. A morena estava de quatro na cama, algemada, vendada, a buceta e o cu já molhados de novo. O corninho falou alto o suficiente pra ela ouvir:

— Eu vi você dando pra aqueles três no mato. Agora você vai dar pra geral. Cala a boca e engole.

Ele tirou a venda só o tempo suficiente pra ela ver a fila de paus pretos. Depois colocou de novo. Wellington foi o primeiro a enfiá-lo na boca dela. Outro se posicionou atrás e enfiou na buceta de uma só vez. Ela gritou no pau:

— Porra! Que pau grosso!

Começou a orgia. Dois na boca, um na buceta, um tentando o cu. Quando o de trás tirou, outro enfiou. Dupla penetração vaginal e anal ao mesmo tempo. Ela gemía alto, a saliva escorrendo, o corpo balançando com cada estocada. O corninho filmava tudo de um canto, batendo uma devagar.

Everton fodia a buceta com força enquanto Agnaldo enfiava no cu. Irineu e Tiago se revezavam na boca dela. Wesley cuspia no pau e entrava no cu sem dó. Wagner puxava o cabelo dela e enfiava até o fundo da garganta. Marquinhos e Valdir esperavam a vez, punhetando.

Eles trocavam de posição sem parar. Ela de quatro, de lado, de barriga pra cima com as pernas abertas pelas mãos de dois deles, sentada no pau de um enquanto chupava outro. Dupla penetração o tempo todo: um pau na buceta e outro no cu, ou dois na buceta quando conseguiam. O corninho mandava:

— Fode mais forte. Ela aguenta.

Ela gritava:

— Mais! Rasga! Enche de porra!

Às três da manhã já tinha porra escorrendo da buceta, do cu e da boca. Alguns gozaram dentro, outros no rosto, nas costas, nos peitos. O corninho limpava a venda de vez em quando só pra ela ver quantos ainda faltavam.

Às quatro e meia eles ainda estavam fortes. Um dos mais velhos, o de cinquenta e seis, enfiou o pau grosso no cu dela e ficou martelando enquanto dois jovens fodiam a boca e a buceta. Ela gozava em sequência, o corpo tremendo, a voz rouca de tanto gritar.

Às seis da manhã a maioria já tinha gozado duas ou três vezes. Alguns voltavam pro banheiro, lavavam o pau e entravam de novo. O quarto cheirava a sexo, suor e porra. A cama estava encharcada. A morena estava completamente destruída: algemas marcando os pulsos, boca inchada, buceta e cu abertos e vermelhos, porra seca e fresca cobrindo o corpo.

Às sete e quarenta e nove da manhã o último gozou na boca dela. O corninho desligou a câmera, agradeceu os homens, pagou o combinado e os mandou embora. Fechou a porta, subiu, tirou as algemas e a venda. A morena estava deitada de lado, respirando pesado, o corpo todo sujo.

Ele se deitou atrás dela, abraçou e falou baixo:

— Foi bom?

Ela só murmurou um “sim” rouco e se encolheu contra ele. Os dois ficaram ali, sujos, até o sono vencer.

A gravação ficou só com o corninho. Ninguém mais tirou foto ou filmou. A morena, no dia seguinte, ainda sentia cada pau dentro dela quando andava. E já pensava na próxima sexta.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Castigo da esposa interracial, grupal, brutal, orgia, cuckold

Codigo do conto:
270878

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
27/08/2026

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