Sete casais da lituânia se mudam pra ilha isolada na África

**Conto completo – versão longa**

Os sete casais letões desembarcaram na ilha isolada no final de uma tarde quente. O barco do guia local se afastou e sumiu na linha do horizonte. Eram quatorze adultos e treze filhas 1 de 11 ,3 de 12 1 de 13 ,5 de 14 e 3 de 16 Todas loiras, pele clara, cabelos longos, corpos jovens e macios que ainda não conheciam o sol africano de verdade. Os homens carregavam caixas de remédios, livros, ferramentas e lonas. As mulheres caminhavam atrás, suadas, os vestidos leves colados nos corpos.

O povoado tinha cerca de cento e cinquenta homens adultos e cento e trinta mulheres. Pele escura, corpos fortes, cicatrizes de rituais. O chefe os recebeu em silêncio. Em três meses a escola de lona, o ambulatório e a pequena igreja já funcionavam. As esposas lecionavam, atendiam dentes, faziam massagens e curativos. As filhas ajudavam, distribuíam água, ensinavam o alfabeto.

Foi no quarto mês que os maridos começaram a conversar entre si à noite. Todos queriam a mesma coisa. Queriam ver as esposas com os homens da tribo. Alguns já tinham confessado. Outros ainda não. O desejo era claro: serem cornos, assistirem, ouvir, sentir o cheiro depois.

A professora de vinte anos, casada com o homem de trinta, foi a primeira a atravessar a linha de forma aberta. Ela ensinava as crianças pela manhã. Depois das aulas, quatro alunos de 12,13,14,16, altos, ombros largos — ficavam. Diziam que queriam aprender mais. Ela fechava a cortina da sala de lona. Os quatro a colocavam sobre a mesa de madeira. Um puxava a saia, outro abria a blusa. Dois entravam nela ao mesmo tempo enquanto os outros esperavam. Ela gemia baixo. Quando voltava para a cabana, o marido já sabia. Os quatro estavam sentados com ele.

— Eles me contaram — disse o marido. — Disseram que te comem depois da aula. Agora querem te comer aqui. Se não, contam para todo mundo.

Ela olhou para os quatro e depois para o marido. Tirou o vestido. Deitou na esteira. Os quatro se revezaram. Dois a penetraram ao mesmo tempo, um na frente e outro atrás, enquanto ela chupava o terceiro. O marido assistiu de perto, mão no próprio pau, sem tocar. Quando terminaram, ela estava cheia, escorrendo, com marcas dos dedos pretos nas coxas claras. Combinaram: uma vez por semana, “aula extra” na casa dela.

Na semana seguinte vieram cinco. Depois seis. A professora aprendia a abrir as pernas mais rápido, a engolir mais fundo. O marido só assistia ou, às vezes, limpava o que escorria dela com a língua.

A dentista de trinta e oito anos, casada com o homem de cinquenta, começou de forma parecida. Nos atendimentos pedia para o paciente abrir a boca. Quando a cortina estava fechada, a mão preta descia pela saia. Em pouco tempo ela já estava de quatro na cadeira odontológica improvisada, boca aberta e pau de um homem da tribo dentro dela enquanto outro esperava. O marido descobriu quando um dos pacientes foi até a cabana e contou tudo. O dentista letão só disse:

— Faz aqui agora. Na minha frente.

Ela obedeceu. Tirou o jaleco branco. Deitou na esteira. O homem da tribo a montou sem pressa. O marido ficou de joelhos ao lado, segurando a mão dela enquanto o outro gozava dentro. Depois daquele dia a dentista passou a atender “casos especiais” no final da tarde. Três, quatro homens por sessão.

A fisioterapeuta de quarenta e dois anos fazia massagens nas costas dos homens que reclamavam de dor. Em pouco tempo as massagens viraram sexo. Ela ajoelhava entre as pernas deles, usava a boca, depois se virava e pedia para entrarem. O marido dela, o de cinquenta, já sabia. Um dia chegou em casa e encontrou três homens esperando. A mulher estava nua, ajoelhada, boca ocupada. Ele só se sentou e assistiu. Quando um deles a puxou para o colo e a fodeu de frente, o marido letão se aproximou e beijou o peito dela enquanto o outro subia e descia.

A médica de cinquenta e dois anos, casada com o homem de sessenta, demorou um pouco mais. Era a mais reservada. Mas o chefe da tribo e dois conselheiros a chamaram para um “exame” na cabana deles. Ela voltou horas depois com o vestido amarrotado e as coxas molhadas. O marido perguntou. Ela contou. Ele pediu para ver. Na noite seguinte os três homens entraram na cabana do casal. A médica foi colocada de quatro. Os três se revezaram. O marido de sessenta anos ficou sentado, mãos nos joelhos, assistindo o pau preto entrar e sair da mulher que ele conhecera há décadas. Quando o último gozou dentro dela, o marido se aproximou e lambeu o excesso que escorria.

A outra professora, a de vinte anos casada com o homem de trinta, foi pega pelo zelador da escola. Um homem de sessenta anos, pele escura como coca-cola, um metro e setenta, pau grosso de quase quarenta centímetros. Ele a puxou para o banheiro improvisado da tenda-escola. Comeu ela em pé, contra a parede de lona. Depois no mato atrás. Depois em uma sala vazia. Quando foi até a cabana do casal e contou, o marido já esperava. A mulher de vinte anos chegou ao meio-dia. O marido disse:

— Ele está te comendo na escola. Agora quer comer aqui na minha frente. Tira a roupa.

Ela tirou. O velho a colocou de quatro na esteira. Entrou devagar, abrindo ela. O marido ficou ajoelhado ao lado, segurando o cabelo dela enquanto o zelador fodia. O pau grosso esticava a boceta apertada. Ela gemia alto. Quando o velho gozou fundo, o marido beijou a boca da esposa e depois lamiu o que escorria.

As outras esposas seguiram o mesmo caminho. Em poucos meses todas já tinham rotina. Escola, ambulatório, consultório odontológico, massagens — tudo se transformava em encontros sexuais. Os maridos sabiam. Alguns assistiam todos os dias. Outros só ouviam os relatos à noite, quando as mulheres voltavam cheias e cansadas. Os homens da tribo escolhidos eram sempre os mais altos, os de pau mais grosso, os que sabiam segurar as loiras com força.

As filhas observavam tudo. Treze loiras de cabelos longos, peitos firmes, bocetas ainda apertadas. Dez delas começaram a se envolver com os garotos da idade delas. Os jovens da tribo as levavam para o mato depois das aulas. As meninas voltavam com marcas de dedos nas coxas, com o cheiro de sêmen na pele. Três delas preferiram os mais velhos. Um de setenta, um de sessenta e oito e um de cinquenta e oito. Os três tinham paus pesados, veias saltadas, e sabiam usar. As três filhas iam até as cabanas deles à noite. Deitavam de costas, abriam as pernas e deixavam os velhos entrarem fundo. Gozavam engasgando, com as mãos nos ombros largos e escuros.

Uma das filhas da professora de vinte anos foi a primeira a engolir gozo de três homens diferentes na mesma noite. Outra, filha da dentista, aprendeu a ser fodida por dois ao mesmo tempo enquanto o terceiro esperava a vez. As meninas conversavam entre si. Contavam detalhes. Riam. Pediam mais.

Os maridos das esposas mais velhas às vezes observavam as próprias filhas. Não tocavam. Só olhavam. O desejo de serem cornos se estendia agora também às meninas. Ver a filha de dezoito anos de quatro, com a boca aberta e um pau preto grosso saindo e entrando, fazia o pau dos pais letões endurecerem sem que eles precisassem tocar.

Passaram-se meses. As esposas já não fingiam mais. Chegavam em casa e tiravam a roupa na frente dos maridos. Contavam quantos tinham comido aquela tarde. Mostravam o sêmen escorrendo. Alguns maridos lambiam. Outros só assistiam enquanto a mulher se limpava. As filhas faziam o mesmo. Contavam para as mães e, às vezes, para os pais. “Hoje o de setenta me fodeu duas vezes. Ele goza muito.” As mães só acenavam com a cabeça.

No final do primeiro ano todas as esposas estavam grávidas. Todas as treze filhas também. Barrigas ainda pequenas, mas visíveis. Os homens da tribo tocavam as barrigas com orgulho. Os maridos letões tocavam também, sentindo o volume que não era deles. Ninguém falava em voltar para a Letônia.

As cabanas foram ampliadas. Novas tendas foram armadas. Uma área foi reservada para os rituais. Duas vezes por semana, à noite, as esposas e as filhas eram levadas para o centro do povoado. Os maridos sentavam em um semicírculo. As mulheres e as meninas ficavam nuas no meio. Os homens da tribo — dez, quinze, vinte — se aproximavam. Começavam a tocar, a beijar, a abrir pernas. Em pouco tempo era um emaranhado de corpos. Loiras de quatro, de costas, de lado. Paus pretos entrando em bocetas claras e em bocas abertas. Gritos, gemidos, o som molhado de pele batendo em pele. Os maridos assistiam em silêncio, alguns se masturbando devagar, outros apenas com os olhos fixos.

Uma das esposas mais velhas foi colocada de quatro no centro. Cinco homens se revezaram nela. Quando o quinto gozou, ela estava tão cheia que o sêmen escorria em fio até o chão. Uma das filhas de dezoito anos foi levantada no colo por dois homens. Eles a penetraram ao mesmo tempo enquanto ela beijava um terceiro. O pai dela, sentado a poucos metros, não desviou o olhar.

As mulheres da tribo observavam de longe, algumas rindo baixo. Não interferiam. O chefe aprovava. A ilha tinha novos corpos claros para usar e novas barrigas para encher.

As esposas aprendiam a gozar com mais facilidade. As filhas também. O corpo das loiras se adaptava. As bocetas que antes apertavam demais agora abriam com mais facilidade para os paus grossos. As gargantas engoliam mais fundo. As mãos aprendiam a segurar dois paus ao mesmo tempo enquanto a boca trabalhava em um terceiro.

Uma noite a professora de vinte anos foi usada por oito homens seguidos. O marido contou cada um. Quando o oitavo terminou, ela mal conseguia fechar as pernas. Ele a carregou de volta para a cabana e limpou o excesso com um pano úmido, depois com a língua. Ela dormiu com a mão dele entre as coxas.

A dentista passou a atender apenas homens adultos. Cada “consulta” durava horas. O marido dela às vezes ficava do lado de fora da tenda, ouvindo os gemidos da mulher e os grunhidos dos pacientes.

A fisioterapeuta descobriu que gostava de ser fodida enquanto fazia massagem em outro homem. Ela ajoelhava, massajava as costas de um enquanto outro entrava nela por trás. O marido assistia da porta.

A médica de cinquenta e dois anos foi a que mais se transformou. No começo resistia. Depois pedia. Pedia paus mais grossos. Pedia para gozarem dentro. Pedia para o marido assistir de perto. Uma noite ela ficou de joelhos no meio de seis homens. Engoliu quatro gozadas e recebeu duas dentro da boceta. O marido de sessenta anos a beijou na boca depois, sentindo o gosto dos outros.

As treze filhas se dividiam. Algumas preferiam os jovens fortes que as fodia com pressa e energia. Outras queriam os velhos de paus pesados que demoravam mais e gozavam em quantidade. Três delas passaram a dormir nas cabanas dos homens de setenta, sessenta e oito e cinquenta e oito. Acordavam com o pau já dentro. Engravidaram das primeiras semanas.

Os maridos não impediam. Pelo contrário. Alguns pediam detalhes. “Como foi com o de setenta hoje?” “Ele te fodeu forte?” “Você engoliu?” As filhas respondiam com naturalidade. Às vezes demonstravam. Sentavam no colo do pai e contavam enquanto um homem da tribo esperava do lado de fora.

No final do segundo ano as barrigas estavam grandes. As esposas andavam mais devagar. As filhas também. Mesmo grávidas continuavam sendo usadas. Os homens da tribo gostavam do volume. Seguravam as barrigas enquanto fodia. Os maridos assistiam e, em alguns casos, beijavam a barriga da esposa ou da filha logo depois que o outro homem saía de dentro.

As tendas de ritual cresceram. Agora havia espaço para mais gente. Duas vezes por semana o povoado inteiro quase se reunia. As loiras — esposas e filhas — ficavam no centro. Os homens da tribo se aproximavam em grupos. Começava devagar. Mãos pretas nos peitos claros. Bocas nos pescoços. Depois as pernas se abriam. Os paus entravam. O som se espalhava pela noite. Gemidos em letão misturados com palavras da língua local. Os maridos sentados, alguns com o pau na mão, outros apenas olhando, todos sabendo que aquelas mulheres e meninas não voltariam mais para a Europa do mesmo jeito.

Uma das filhas de 14 anos, já de seis meses de gravidez, foi colocada de quatro no meio do círculo. Dois homens a penetraram ao mesmo tempo — um na boceta, outro no cu. Ela gritou, mas não pediu para parar. O pai dela assistia de perto. Quando os dois gozaram, ela ficou ali, aberta, escorrendo, enquanto outro se aproximava.

A professora de vinte anos, também grávida, foi usada por um grupo de jovens. Eles a beijavam, chupavam os peitos inchados, se revezavam dentro dela. O marido contava quantas vezes ela gozava. Perdeu a conta depois da quinta.

A dentista, a fisioterapeuta, a médica, as outras professoras — todas passaram pelas mesmas noites. Todas engravidaram. Todas continuaram abrindo as pernas. Todas voltavam para as cabanas com o corpo marcado e o sêmen de vários homens escorrendo.

Os maridos cornos tinham o que queriam. Eram cornos. Eram espectadores. Às vezes limpavam. Às vezes beijavam a boca da mulher logo depois que ela engolia outro. Nunca pediam para parar.

A ilha os engoliu. A Letônia ficou longe. As barrigas cresceram. As noites de ritual continuaram. As esposas e as filhas aprenderam a viver nua na maior parte do tempo, prontas, abertas, disponíveis. Os homens da tribo usavam. Os maridos assistiam. E o ano se transformou em dois, depois em três, sem que ninguém falasse mais em voltar.

---

**Um ano e meio depois**

Depois de um ano e meio na ilha, a situação mudou de forma definitiva. Os homens da tribo que mais comiam as esposas e as filhas passaram a morar nas cabanas dos casais letões. Não era mais visita. Era moradia. Cada casa agora tinha um ou dois negros fixos, além dos maridos cornos.

Na cabana da professora de vinte anos e do marido de trinta, quatro homens jovens passaram a dormir lá. Eles mandavam. A professora acordava com pau na boca. O marido dormia no canto, ouvindo os gemidos. Durante o dia os quatro a fodia na frente dele sempre que queriam. No chão, na esteira, contra a parede. O marido só assistia ou limpava depois. Às vezes um deles mandava o corno ajoelhar e segurar as pernas da esposa enquanto fodia. Ele obedecia.

Na casa da dentista, três homens fixos. Um deles era o mais grosso da tribo. Ele comia a dentista de manhã, à tarde e à noite. O marido de cinquenta anos ficava sentado numa cadeira baixa, vendo o pau preto abrir a mulher. Quando o negro gozava dentro, mandava o corno lamber. O dentista letão baixava a cabeça e limpava tudo, engolindo o que escorria da boceta da esposa.

A fisioterapeuta tinha dois homens morando com ela e o marido. Eles a usavam o tempo todo. Enquanto ela tentava cozinhar, um a puxava, abaixava a saia e entrava. O marido via da porta. À noite os dois a fodia ao mesmo tempo na frente do corno. Um na boceta, outro no cu. Ela gemia alto. O marido batia punheta no canto, sem permissão de gozar perto deles.

A médica de cinquenta e dois anos agora dividia a cabana com o chefe e dois conselheiros. Eles mandavam nela. Ela atendia no ambulatório de dia e à noite era comida sem parar. O marido de sessenta anos dormia no chão, longe da esteira principal. Quando um dos negros queria, mandava a médica ajoelhar e chupar na frente do corno. Depois a virava e fodia. O velho letão assistia em silêncio, o pau duro, sem tocar.

A outra professora de vinte anos ficou com o zelador de sessenta anos e mais dois homens. O pau de quarenta centímetros do zelador abria ela todos os dias. O marido assistia de perto. Muitas vezes o zelador mandava o corno segurar a esposa enquanto ele entrava fundo. “Abre ela pra mim.” O marido abria as pernas da mulher com as mãos e via o pau grosso sumir dentro.

As filhas de também foram absorvidas. Algumas continuavam nas cabanas dos pais, agora dividindo espaço com os negros que as comiam. Outras foram morar direto com os homens mais velhos. As três que gostavam dos de setenta, sessenta e oito e cinquenta e oito quase não voltavam mais. Acordavam com pau dentro, engravidavam de novo, eram fodidas o dia inteiro.

Nas casas, a rotina era clara. Os negros mandavam. As esposas e filhas obedeciam. Os maridos cornos serviam. Traziam água, limpavam o sêmen do chão, seguravam pernas, lambiam quando mandavam, assistiam tudo. Não tinham mais voz. A casa não era mais deles.

Uma manhã típica na cabana da professora de vinte anos: ela acordava com um pau na boca e outro esfregando no rosto. O marido já estava acordado no canto, olhando. Os quatro homens se revezavam. Um fodia a boca, outro a boceta, os outros esperavam. Quando gozavam, mandavam o corno limpar. Ele engolia. Depois a professora era colocada de quatro e os quatro a usavam de novo. O marido ficava ajoelhado ao lado, segurando o cabelo dela quando mandavam.

Na casa da dentista o ritual era parecido. O negro mais grosso a acordava enfiando o pau sem avisar. Ela gemia. O marido via. Depois do café (preparado pelo corno), ela era fodida de novo na mesa. O negro gozava dentro e mandava o marido chupar a boceta até ficar limpa. O dentista letão obedecia, ajoelhado entre as pernas da esposa, lambendo o sêmen quente enquanto o negro assistia rindo.

A fisioterapeuta era usada enquanto tentava trabalhar. Os dois homens a puxavam a qualquer hora. Um dia o marido chegou e encontrou ela de quatro no chão, um pau no cu e outro na boca. Ele só se sentou e esperou a vez de limpar.

A médica de cinquenta e dois anos agora raramente vestia roupa dentro de casa. Os três negros a mantinham nua. Quando um queria, ela ajoelhava. Quando outro queria, ela deitava e abria as pernas. O marido de sessenta anos ficava no canto, vendo a mulher que ele amava ser arrombada várias vezes ao dia. Às vezes um deles mandava o corno beijar a boca da esposa logo depois que ela engolia. Ele beijava, sentindo o gosto.

As filhas viviam a mesma coisa. filha da professora, agora dividia a esteira com dois jovens da tribo na casa dos pais. O pai via a filha ser fodida todas as noites. Ela gemia o nome dos negros. O pai batia punheta escondido. Outra filha, a que gostava do de setenta, quase não saía da cabana do velho. Ele a fodia de manhã, à tarde e à noite. Ela engravidou de novo. Quando visitava os pais, o velho ia junto e a comia na frente deles.

Os rituais continuavam duas vezes por semana, mas agora eram ainda maiores. Todas as esposas e filhas no centro, nuas, barrigas grandes ou recém-paridas. Dezenas de homens. Os maridos sentados em volta, assistindo. Muitos já nem se tocavam mais. Só olhavam. O espetáculo era suficiente.

Depois de um ano e meio, a hierarquia estava clara. Os negros mandavam nas casas. As loiras abriam as pernas. Os cornos serviam. Ninguém falava em Letônia. As crianças que nasciam eram escuras. As esposas amamentavam e logo depois eram fodidas de novo. As filhas de dezoito anos, agora mães, continuavam sendo usadas como se ainda fossem só bocetas disponíveis.

Uma noite, na cabana da médica, o chefe falou para o marido de sessenta anos:

— Essa casa é nossa agora. Ela é nossa. Você só assiste.

O velho letão acenou com a cabeça. A médica já estava de quatro, recebendo o pau do chefe. O corno ficou sentado, olhando, enquanto o som molhado enchía a cabana.

Na casa da professora de vinte anos os quatro jovens faziam fila. Ela engolia um, recebia outro, gozava, engolia de novo. O marido limpava o chão entre uma e outra.

Na casa da dentista o negro grosso a fodia de frente, segurando as pernas abertas, enquanto o marido ajoelhava ao lado e beijava a barriga grávida dela.

Na casa da fisioterapeuta os dois homens a usavam ao mesmo tempo, um em cada buraco, e mandavam o corno segurar as mãos dela para ela não se mexer.

As filhas repetiam o mesmo padrão em suas próprias rotinas. Uma delas, de dezoito anos, estava de quatro no chão da cabana dos pais enquanto dois negros a fodia. O pai e a mãe assistiam. A mãe, grávida de novo, já estava sendo usada por outro homem no canto.

O tempo passou. Dois anos. Dois anos e meio. Três. As casas não eram mais dos letões. Os negros mandavam. As esposas e filhas eram comidas toda hora, na frente dos cornos, sem pausa. Os maridos serviam, limpavam, seguravam, lambiam quando mandavam. E assistiam. Sempre assistiam.

A ilha os engoliu por completo. Não havia mais volta. Só o som constante de pele preta batendo em pele clara, gemidos de mulheres loiras e o silêncio obediente dos cornos que um dia sonharam com uma viagem de solidariedade.

Foto 1 do Conto erotico: Sete casais da lituânia se mudam pra ilha isolada na África

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Ficha do conto

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paliocarter

Nome do conto:
Sete casais da lituânia se mudam pra ilha isolada na África

Codigo do conto:
272132

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
12/09/2026

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