A Turista e o Ritual da Aldeia

A Turista e o Ritual da Aldeia**

A luz do sol tropical caía pesada sobre a clareira da aldeia, filtrada pelas folhas densas das árvores altas. O ar cheirava a terra úmida, fumaça de fogueira e suor masculino. Clara, a turista europeia de pele pálida como leite, cabelos castanhos claros presos em um rabo de cavalo bagunçado, sardas delicadas espalhadas pelo rosto redondo e olhos azuis enormes e brilhantes, estava ajoelhada no centro do círculo de homens. Nua. Completamente. Os seios pesados e fartos balançavam a cada respiração rápida, os mamilos rosados endurecidos pelo contraste entre o ar quente e o olhar intenso de dezenas de corpos negros enormes ao redor.

Eles eram gigantes. Africanos altos, musculosos, com ombros largos como troncos, peitos largos e braços veias saltadas. A pele escura, quase preta em alguns, brilhava com suor. E entre as pernas… os pênis. Flácidos. Hiper flácidos. Enormes além de qualquer medida racional. Alguns pendiam até o meio da coxa, outros quase tocavam o chão quando os homens se inclinavam. A circunferência era absurda — grossos como o braço dela, veias grossas e escuras, glande enorme e pesada balançando com o menor movimento. Um deles, o maior de todos, o chefe, tinha um pênis flácido tão longo e grosso que, quando ele se aproximou, a ponta escura e macias pousou sobre o peito dela, cobrindo-lhe um seio inteiro. Clara engoliu em seco, os olhos azuis arregalados, a boca entreaberta. Ela tinha pedido ajuda. Tinha se perdido na trilha. Tinha chegado à aldeia faminta e assustada. Agora estava ali, no meio do ritual que eles chamavam de “acolhimento”.

— Ela veio sozinha — murmurou um dos homens, a voz grave. — A pele clara… o corpo pequeno…

Clara levantou o olhar. O chefe, um homem de quase dois metros e meio, se aproximou mais. Seu pênis flácido, hiper enorme, roçou o ombro dela, deixando um rastro quente e úmido. O cheiro era forte, masculino, animal. Ela sentiu o coração disparar, mas o medo se misturava a uma excitação que a deixava molhada entre as pernas. Os seios pesados subiam e desciam. Ela estava feliz. Estranhamente feliz. O corpo reagia antes da mente.

O chefe tocou o cabelo dela com dedos grandes e ásperos. Depois desceu a mão até o seio, apertando a carne macia. Clara arquejou. Os outros homens se aproximaram, formando um círculo mais apertado. Pênis negros flácidos, mega enormes, balançavam a poucos centímetros do rosto dela. Um deles, quase tão grosso quanto sua coxa, roçou a bochecha. Outro tocou o ombro. Ela estendeu a mão, quase sem pensar, e envolveu o mais próximo. A pele era quente, macia por fora, mas o peso era impressionante. Nem ereto ainda, e já era maior que o torso dela quando ela o levantava.

— Ritual — disse o chefe, a voz baixa. — Você pede ajuda. Nós damos. Você fica. Você recebe.

Clara olhou para ele, os olhos azuis enormes e detalhados brilhando. “Eu… eu pedi ajuda”, sussurrou. A voz saiu rouca. “Por favor…”

O chefe sorriu. Seu pênis flácido, hiper gigante, se ergueu um pouco só com a proximidade do corpo pálido dela. Ele se ajoelhou atrás dela, o tronco enorme cobrindo-a por completo. As mãos grandes desceram pelas costelas, apertaram a cintura fina e depois abriram as coxas dela. Clara gemeu quando dois dedos grossos deslizaram entre os lábios molhados. Ela já estava escorrendo. O polegar encontrou o clitóris e fez círculos lentos. Enquanto isso, outro homem se ajoelhou na frente, segurando o próprio pênis flácido — ainda macio, mas tão longo que a glande quase tocava o chão — e o aproximou da boca dela.

Clara abriu os lábios. A cabeça escura e larga encheu sua boca. O gosto era salgado, forte. Ela chupou o que conseguia, a língua rodeando a glande enquanto as mãos tentavam envolver o restante do eixo que continuava flácido e pesado. O homem grunhiu, a mão grande segurando a nuca dela. Ao redor, os outros se tocavam. Alguns levantavam os próprios pênis hiper flácidos e os esfregavam contra as costas, os seios, as nádegas de Clara. A pele pálida contrastava violentamente com o negro profundo. Um pênis especialmente grosso foi esfregado entre os seios enormes dela; a circunferência era tão grande que quase não cabia, e ainda assim o homem o movia devagar, o peso da carne flácida fazendo os seios balançarem.

O chefe atrás dela empurrou um terceiro dedo. Clara gemeu ao redor do pênis na boca. O chefe tirou os dedos, engordou a própria mão com saliva e saliva dela, e então posicionou a cabeça do seu pênis — ainda quase completamente flácido, mas já inchando — contra a entrada molhada. A glande sozinha era maior que o punho dela. Ele empurrou. Clara gritou, o som abafado. A entrada se abriu devagar, dolorosamente, deliciosamente. Centímetro após centímetro o eixo grosso e escuro desaparecia dentro dela. O chefe avançava com paciência de quem sabia que o corpo pequeno precisava de tempo. Quando a metade estava dentro, Clara já tremia, as unhas cravadas nas coxas do homem à sua frente. O pênis na boca dela agora começava a endurecer, mas ainda assim a maior parte continuava pesada e flácida, caindo para o lado.

— Tão apertada — rosnou o chefe. — Tão quente.

Ele começou a se mover. Cada estocada era profunda, o peso do pênis hiper enorme fazendo a barriga dela se distender ligeiramente a cada investida. Os seios balançavam violentamente. Outros homens se aproximaram. Um se ajoelhou ao lado e empurrou a cabeça do próprio pênis flácido contra o seio dela, esfregando a glande no mamilo até o líquido pré-sêmen brilhar na pele pálida. Outro elevou o pênis e o colocou sobre o ombro dela, deixando-o pendurado como uma serpente pesada. Clara estendeu as duas mãos e agarrou dois eixos diferentes, apertando, massageando, sentindo a pele macia e as veias grossas sob os dedos. Eles eram todos enormes. Todos flácidos ainda em graus diferentes, mas todos maiores que qualquer coisa que ela já tivesse visto.

O ritmo do chefe aumentou. O pênis dentro dela agora estava semi-ereto, o volume quase impossível. Clara sentia cada centímetro, cada veia. O prazer subia em ondas quentes. Ela gemia alto, os olhos azuis marejados, o rosto redondo e sardento corado. “Mais… por favor… mais…” A voz saía quebrada. O homem na frente empurrou mais fundo na boca dela. Outro se posicionou ao lado e esfregou o pênis flácido contra a bochecha, a glande deixando rastros úmidos. Clara estava cercada. Pênis negros hiper flácidos por todos os lados — alguns sendo segurados, outros balançando livres, outros sendo esfregados em sua pele. O cheiro de sexo e suor dominava tudo.

O chefe tirou o pênis quase por completo e depois cravou fundo de uma vez. Clara gritou. O orgasmo veio sem aviso, o corpo se contraindo ao redor da grossura absurda. O chefe rosnou e acelerou, as estocadas agora mais profundas, o saco pesado batendo contra ela. Quando ele gozou, foi um jorro quente e espesso que encheu Clara por dentro, escorrendo pelas coxas pálidas enquanto ele continuava a se mover, o pênis ainda grosso e parcialmente flácido mesmo depois do clímax. O volume era tanto que o excesso escorria em fios brancos contrastando com a pele escura do eixo e a pele clara dela.

Ele se retirou com um som molhado. Clara caiu para frente, ofegante, o rosto apoiado nas mãos de outro homem. Imediatamente outro se posicionou atrás dela. Este era ainda mais grosso na base. Ele esfregou a glande flácida entre os lábios molhados e cheios de sêmen, depois empurrou. Clara gemeu alto, o corpo cedendo. O segundo homem começou a foder com força, as mãos enormes segurando a cintura dela. Na frente, dois homens se alternavam na boca dela — um pênis flácido grosso sendo chupado enquanto o outro era massageado entre os seios. Clara usava as mãos, a boca, os seios, tudo o que podia. O ritual exigia que ela recebesse. E ela recebia.

Horas se passaram. O sol descia. Clara foi virada, levantada, colocada de quatro, sentada no colo de um homem enquanto outro entrava por trás. Em um momento ela estava deitada de costas no chão de terra, as pernas abertas o máximo possível, enquanto o chefe a penetrava de novo, o pênis hiper enorme distendendo-a até o limite. Os outros se ajoelhavam ao redor, esfregando os pênis flácidos no rosto, nos seios, nas mãos dela. Um homem mais jovem, mas ainda gigantesco, ajoelhou-se sobre o peito dela e deslizou o pênis flácido entre os seios enormes, masturbando-se com a carne macia e pálida até gozar em jatos grossos que cobriram o pescoço e o queixo de Clara. Ela lambia o que conseguia alcançar, os olhos azuis fixos nos rostos dos homens.

Eles falavam pouco. Sons guturais, grunhidos, ordens curtas. Clara respondia com gemidos e pedidos. “Mais fundo… mais grosso… me enche…” A excitação não diminuía. Cada novo pênis que entrava nela — alguns ainda quase completamente flácidos, o peso e a grossura já suficientes para esticá-la — a levava a outro orgasmo. O corpo dela estava coberto de suor, saliva e sêmen. Os seios marcados por dedos e por glans esfregadas. As coxas tremiam. O cabelo colado à testa. Mas o rosto permanecia bonito, redondo, as sardas contrastando com o rubor, os olhos azuis ultra grandes brilhando de prazer e de uma espécie de êxtase.

Quando o terceiro homem gozou dentro dela, o quarto já estava pronto. Este usou a boca primeiro, forçando o pênis flácido hiper longo até a garganta de Clara, o excesso caindo pelos lados da boca. Depois a virou de lado e penetrou-a enquanto outro se ajoelhava na frente e esfregava a própria glande no clitóris inchado dela. Clara gritou o nome de ninguém, apenas sons. O prazer era constante agora, uma onda contínua. Os homens se revezavam. Alguns apenas observavam, segurando os próprios pênis flácidos enormes e se tocando lentamente, o olhar fixo no corpo pequeno e pálido sendo aberto e preenchido.

A noite caiu. Fogueiras foram acesas. Clara foi carregada para uma esteira de folhas. Lá o chefe se deitou de costas e a colocou sobre ele, o pênis flácido ainda impressionante se erguendo sob o peso do corpo dela. Clara se abaixou, guiou a cabeça escura e enorme até a entrada e desceu. O volume a fez gemer alto, as unhas cravadas no peito largo do homem. Ela começou a se mover, subindo e descendo, os seios balançando pesadamente. Outros homens se aproximaram. Um ajoelhou-se atrás e esfregou o pênis flácido entre as nádegas dela, a glande pressionando o outro orifício. Clara arquejou quando a pressão aumentou e a cabeça começou a entrar. A penetração dupla foi lenta, cuidadosa, mas inevitável. O segundo pênis, ainda macio e grosso, se acomodou dentro dela enquanto o primeiro continuava a se mover. Clara ficou presa entre os dois corpos negros enormes, o próprio corpo pálido e pequeno contrastando de forma obscena. Os seios eram apertados por mãos grandes. A boca era preenchida por um terceiro pênis flácido que ela chupava com avidez.

O ritmo aumentou. Os dois homens dentro dela se moviam em sincronia, o peso e a grossura fazendo Clara gritar a cada estocada. O orgasmo veio em ondas, um atrás do outro, o corpo se contraindo violentamente. Quando o homem de trás gozou, o jorro quente encheu o segundo orifício e escorreu. O chefe logo o seguiu, o sêmen jorrando em volume absurdo dentro da vagina já cheia. Clara caiu sobre o peito dele, ofegante, o corpo tremente. Mas o ritual não acabava. Outros homens ainda esperavam. Pênis negros hiper flácidos ainda pendiam ao redor dela, alguns sendo levantados e oferecidos à boca, outros sendo esfregados em sua pele suada e marcada.

Ela os aceitou todos. Um após o outro. Em diferentes posições. De joelhos, de quatro, de costas, sentada, de lado. Cada pênis era uma experiência nova de volume e peso. Alguns endureciam mais, outros permaneciam pesadamente flácidos mesmo durante o ato, a carne macia e gorda se movendo dentro dela com um atrito diferente, quase mais íntimo. Clara aprendia a abrir a boca o máximo possível, a relaxar a garganta, a usar as mãos para massagear o que não cabia. Os seios eram usados como almofadas, como túneis, como alvos. O sêmen cobria o corpo pálido em camadas. O cheiro era intenso. O som de pele batendo em pele, de gemidos graves e agudos, de respiração ofegante, enchia a noite da aldeia.

Em um momento, Clara foi colocada de joelhos no centro novamente. Os homens formaram um círculo apertado. Pênis negros flácidos, mega enormes, hiper flácidos, foram apontados para ela. Ela usou as duas mãos e a boca, indo de um para o outro, chupando, lambendo, apertando. Quando um gozava, o jorro quente atingia o rosto, os seios, o cabelo. Ela engolia o que podia, deixava o resto escorrer. Os olhos azuis permaneciam abertos, o rosto bonito e redondo sujo de prazer. A expressão era de êxtase. De entrega. De felicidade profunda e carnal.

O chefe se aproximou pela última vez naquela noite. Levantou Clara nos braços como se ela não pesasse nada e a carregou até a maior cabana. Lá, sozinhos por um momento, ele a deitou e se posicionou entre as pernas dela. O pênis flácido hiper gigante, ainda impressionante mesmo depois de várias ejaculações, foi guiado até a entrada inchada e molhada. Ele entrou devagar, profundamente, até o fundo. Clara envolveu o tronco enorme com os braços e as pernas o máximo que conseguiu. Eles se moveram juntos, sem pressa. O chefe beijou a boca dela, a língua grande e quente explorando. As mãos grandes apertavam os seios, os quadris, as nádegas. Clara gemia no beijo, o corpo respondendo a cada movimento profundo.

Quando ele gozou novamente, foi um fluxo longo e quente que a preencheu por completo. Clara veio logo depois, o orgasmo longo e tremulo, o corpo se apertando ao redor dele. Eles permaneceram unidos por longos minutos. O pênis dentro dela lentamente amolecia ainda mais, mas o volume continuava a mantê-la aberta e cheia.

Lá fora, os outros homens ainda se tocavam, ainda conversavam em voz baixa, ainda esperavam. O ritual da aldeia não era uma noite só. Clara sabia. Ela tinha pedido ajuda. Tinha encontrado a aldeia. Tinha sido cercada por aqueles corpos negros enormes e por aqueles pênis hiper flácidos, mega enormes, maiores que o torso dela, de circunferência absurda. E ela estava feliz. Muito feliz. O corpo pálido e perfeito, os seios enormes, o rosto redondo e sardento, os olhos azuis ultra grandes — tudo isso agora pertencia àquela clareira, àqueles homens, àquele prazer sem fim.

Na manhã seguinte o sol nasceu sobre a mesma cena. Clara ajoelhada novamente, nua, os seios pesados, o corpo marcado, cercada por dezenas de pênis negros flácidos hiper enormes. Os homens se aproximavam um por um. Ela os recebia com a boca, com as mãos, com a vagina ainda sensível e molhada. O chefe observava, o próprio pênis flácido gigante pendendo entre as pernas, satisfeito. O ritual continuava. A turista europeia branca, linda, feliz, pedia mais. E os homens africanos gigantes, musculosos, de pele escura, davam. Sem pressa. Sem limite. Com o peso e a grossura de cada pênis flácido hiper enorme lembrando a Clara, a cada segundo, o tamanho da diferença entre o corpo pequeno e pálido dela e a força carnal que a cercava.

E assim se passaram os dias. Cada amanhecer trazia novos toques, novas penetração, novos jorros quentes. Clara aprendia os corpos, os cheiros, os gostos. Aprendia a abrir-se mais, a pedir mais fundo, a usar cada parte de si para acomodar aqueles eixos negros hiper flácidos. Os aldeões assistiam, participavam, se alternavam. Alguns apenas seguravam os próprios pênis enormes e se masturbavam vendo o corpo branco sendo usado. Outros entravam nela enquanto ela chupava outro. A agressividade era controlada, mas presente — mãos grandes apertando, empurrões profundos, vozes graves ordenando. Clara respondia com gemidos de prazer e com o corpo sempre disposto.

Em uma tarde especialmente quente, o chefe a colocou de quatro no centro da aldeia. Vários homens se reuniram. Um após o outro entraram nela, alguns ainda com o pênis quase completamente flácido, o peso fazendo o movimento lento e pesado, outros semi-duros e ainda mais volumosos. Clara gemia sem parar, os seios balançando, o rosto apoiado nos antebraços, os olhos azuis semicerrados de prazer. Quando o último gozou, o sêmen escorria pelas coxas em fios espessos. Ela foi virada de costas. O chefe se ajoelhou sobre o peito dela e deslizou o pênis flácido hiper enorme entre os seios. Clara apertou a carne macia ao redor do eixo grosso e ele se moveu até gozar no pescoço e no queixo dela. Ela lambia, engolia, pedia mais.

A noite seguinte foi ainda mais intensa. Clara foi levada para uma clareira menor, onde apenas os homens mais altos e mais bem dotados a cercaram. Ali o ritual se tornou quase uma cerimônia. Eles a untaram com óleos. Esfregaram os pênis flácidos em todo o corpo dela. Entraram nela em sequência, um de cada vez, enquanto os outros tocavam, chupavam os seios, beijavam a boca. Clara perdeu a conta dos orgasmos. O corpo inteiro parecia um único nervo exposto. Quando finalmente a deixaram descansar, ela dormiu no meio deles, o corpo pequeno e pálido cercado por troncos negros e por pênis flácidos que descansavam sobre suas coxas, seu ventre, seus seios.

E assim a história continuava. Dias se transformavam em semanas. Clara não pensava mais em voltar. A ajuda que pedira se transformara em pertencimento. O corpo perfeito, os seios enormes, o rosto redondo e sardento, os olhos azuis ultra grandes — tudo isso era agora o centro da atenção daqueles homens africanos gigantes. E os pênis negros hiper flácidos, mega enormes, de circunferência hiper, maiores que o torso dela, maiores que qualquer medida racional, continuavam a cercá-la, a penetrá-la, a cobri-la, a preenchê-la. Sempre flácidos o bastante para o peso ser sentido, sempre grossos o bastante para esticá-la, sempre prontos.

No final de uma dessas noites longas, Clara estava deitada de lado, o corpo cansado e satisfeito. O chefe estava atrás dela, o pênis ainda dentro, parcialmente flácido, mantendo-a aberta. Outro homem dormia na frente, o próprio eixo hiper enorme descansando entre os seios dela. Clara sorria. Os olhos azuis se fechavam. A aldeia respirava ao redor. O ritual nunca realmente terminava. E ela, a linda turista europeia branca, nua, feliz, cercada por homens negros africanos enormes e por aqueles pênis negros flácidos gigantes, hiper enormes, hiper flácidos, não queria que terminasse.

O sol nasceria de novo. E com ele, mais toques, mais penetração, mais prazer. O corpo pálido dela continuaria a receber. Os pênis negros hiper flácidos continuariam a cercá-la. E a aldeia tribal africana continuaria a ecoar com os gemidos de uma mulher que pedira ajuda e encontrara muito mais do que imaginava.

Foto 1 do Conto erotico: A Turista e o Ritual da Aldeia

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Ficha do conto

Foto Perfil paliocarter
paliocarter

Nome do conto:
A Turista e o Ritual da Aldeia

Codigo do conto:
272022

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
11/09/2026

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