Primeiramente, meu nome é Mauro, eu tenho 37 anos e sou pai do Lucas, um rapaz de 1,65, cabelos escuros, corpo magro, que completou 18 anos recentemente.
Eu sempre fui um pai bem próximo do meu filho, como trabalho de home office eu costumo levar ele nos lugares, seja na escola, na aula de inglês e há cerca de uns 4 anos atrás o Lucas quis porque quis começar a fazer natação, então matriculei ele numa academia com piscina aqui no bairro, mas o único horário disponível era o das 22 horas. Eu achei um pouco tarde, mas o Lucas queria tanto que eu tive que aceitar.
Ele fazia aula duas de natação duas vezes por semana e eu sempre levava ele, voltava para casa e buscava ele por volta das 23:30. Mas comecei a achar estranho que sempre que eu ia buscar meu filho as luzes da academia já estavam todas apagadas.
Algumas semanas depois do que o Lucas começou a fazer natação, eu fui buscar ele e mais uma vez já estava toda a academia apagada, menos a luz da recepção. Eu vi um homem saindo, ainda enxugando o cabelo com uma toalha pequena. Ele era alto, musculoso, com os cabelos úmidos e uma mochila de esportes nas costas. Notei que ele tinha um certo volume na bermuda de moletom.
- Boa noite, tudo bem? Você viu se o Lucas ainda está lá dentro? Ele é mais ou menos da altura do meu ombro, tem cabelo escuro. - Perguntei para o homem.
- Lucas? Ah sim. Ele ainda está no vestiário. Ele já deve estar acabando, você está procurando ele? Se você estiver, corre lá que ainda dá tempo de pegar ele. - O homem respondeu.
- Se ele já está acabando, acho que vou esperar então. - Respondi.
Essa cena se repetiu algumas vezes. Sempre eu precisava ficar esperando o Lucas do lado de fora da academia, o moleque sempre se atrasava, parecia que ficava demorando de propósito.
Uma noite, eu estava esperando no carro e vi dois homens saindo da academia. Um deles parecia na casa dos vinte anos, já o outro parecia ter uns 50 anos. Era um pouco gordo, calvo.
Eu fiquei ouvindo a conversa deles a uma certa distância, mas como já era tarde, dava para ouvir bem o que eles falavam.
- Cara, sério, valeu mesmo pela dica - falou o rapaz mais jovem. - Que boquinha deliciosa, o moleque é um prodígio.
O homem mais velho riu.
- Não te falei? É o melhor. Dá pra ver que ele adora levar rola também.
- É todo dia isso? - o mais jovem perguntou.
- Terça e quinta. Depois do último horário da piscina. Até o professor aproveita. Quem vai perder um novinho desses, não é mesmo? - respondeu o mais velho, caindo na risada.
O mais velho deu uma pegada no pau por cima da calça, claramente já estava duro e era um belo cacete. Os dois logo se despediram e foram embora.
Fiquei imaginando se era por isso que Lucas sempre demorava. Será que tinha algum aluno que estava fazendo sexo com os outros homens nessa academia? Talvez o Lucas estivesse aproveitando para se descobrir. Fiquei imaginando meu filho sendo mamado por um desconhecido e comecei a ficar excitado dentro do carro. Imaginei até meu filho comendo o cu do tal moleque que os dois homens tinham comentado. Será que ele estaria usando as camisinhas que eu dei para ele? Já fazia um bom tempo desde que eu conversei com ele sobre sexo.
Comecei a acariciar meu pau duro na cueca, quando vi o professor Ricardo saindo da academia. Ele saiu sozinho, vestindo um moletom com capuz e shorts de tactel preto, delineando bem suas coxas musculosas. Ele me viu no carro e imediatamente sorriu e veio em direção a mim. Claramente ele não estava usando cueca e seu pênis balançava fazendo um volume que chegava a beirar a metade da coxa. O homem era um cavalo.
Eu rapidamente escondi minha ereção.
- Boa noite! Tudo bem, Mauro? O Lucas deve sair em uns cinco minutos, já já ele está aí.
- Ah, obrigado. - Era difícil manter contato visual com o Ricardo, já que aquela rola enorme estava a apenas alguns centímetros da janela do carro.
- Disponha. O seu filho é realmente muito dedicado. Ele está indo muito bem nos treinos, já está aguentando bem mais do que quando ele chegou.
- Sim, ele é bem esforçado. - Respondi. - Parece que é bem movimentado aqui esse horário..
- Ah sim, temos alguns alunos que gostam de ficar até o final, aproveitar tudo que a academia tem para oferecer.. - Ricardo deu um sorriso de leve. Ele segurou o pau bem rapidamente, mas não pude deixar de notar.
- Antes de você sair eu ouvi dois homens falando que às vezes rola uma brotheragem aí na academia?
- Bom, eu não diria que é uma brotheragem, acho que é o tesão que fica no ar depois do exercício físico, a rapaziada sente vontade de aliviar e, sabe como é, um monte de macho junto, o tesão fala mais alto. - Ricardo agora claramente ficando excitado.
- E o Lucas, meu filho, você sabe se ele participa dessas coisas? Eu sei que ele é novo, deve ter curiosidade, mas fico um pouco preocupado.
- Ah sim, o Lucas, ele participa sim. Mas não acho que seja motivo pra se preocupar, ele parece gostar bastante.
- Os caras tavam falando que tem um novinho que sai distribuindo boquete. - Falei, dando uma apalpada na minha ereção. Fiquei imaginando meu filho numa fila, de vários caras recebendo sexo oral de um desconhecido e o Lucas um pouco tímido, colocando o pau pra fora para que o estranho lhe sugasse até retirar a última gota de sêmen de seu saco.
- Sim, tem sim. Você já experimentou o boquete dele? - Ricardo me perguntou. Achei a pergunta um pouco estranha.
- Receber um boquete de outro homem? Não, não. Bom, só quando eu aprontava com meu primo, mas isso já faz muito tempo. - Respondi.
- Porra cara, eu adoro. Uma garganta profunda é bom demais. Sabe o que é?
- Sei o que é. Mas nunca.. recebi - falei em voz baixa.
- Nunca? - Ricardo fez uma expressão de surpresa seguida por um brilho de oportunidade - Minha nossa, está desperdiçando a vida amigo. Não tem nada igual. A sensação de ultrapassar o fundo da garganta, manja? Sentir seu pau entrando no pescoço do garoto..
Meu pau já estava super duro nas minhas calças e o do professor Ricardo também. Ele continuou:
- É isso. A mão, a boca, é bom também. Mas foder uma garganta é uma delícia. É tão apertada quanto o cuzinho. E aí você goza direto na garganta dele, vai tudo pro estômago. Você tira o pau e tá limpinho. É uma maravilha!
- Assim eu vou ficar com vontade de experimentar - Brinquei, mostrando pro Ricardo que meu pau já tava quase soltando leite só por aquela conversa.
- Eu imaginei até que você já tivesse experimentado. - Ele deu risada. - Bom, vou indo nessa, Mauro. Logo, logo o Lucas chega por aí. Boa noite! - Ricardo se despediu e seguiu caminho.
Não comentei nada com o Lucas aquele dia. Demorou ainda alguns minutos para ele aparecer, ele parecia relaxado, mas fiquei sem jeito de perguntar se ele estava praticando algum tipo de banheirão na academia. Mesmo sabendo que sim, e morrendo de curiosidade para saber dos detalhes, se o tal novinho mamava bem, se eu deveria me matricular e quem sabe começar a participar da farra também. Já sou um homem mais velho, mas seria divertido relembrar os velhos tempos. Por outro lado, eu não queria invadir o espaço do Lucas, ele estava descobrindo sua sexualidade e se eu entrasse nesse ambiente eu poderia acabar atrapalhando nossa amizade.
Alguns dias depois, novamente eu estava à espera de Lucas depois da aula, mas ele estava demorando muito. Acho que Lucas nunca havia demorado tanto. As luzes da academia já estavam todas apagadas e notei que o recepcionista fechou as portas e voltou para dentro da academia.
Esperei mais uns 15 minutos e decidi descer do carro e ir até lá. Dei uma olhada pela porta de vidro, mas notei que ainda estava aberta. Abri e entrei sem fazer muito barulho. Dentro da academia o ar estava quente e pesado, carregado com o cheiro residual de cloro e suor.
Havia uma faixa de luz vinda dos vestiários. Fui caminhando em direção à ela, mas antes que eu pudesse empurrar a porta, ela se abriu de dentro. Era o recepcionista. Ao fundo, eu conseguia ouvir claramente os gemidos e sons de sexo vindo do vestiário.
- Oi, você deve ser o Mauro, né? À procura do Lucas? - Perguntou o recepcionista, arrumando a camiseta polo para dentro da calça - Melhor esperar um pouquinho, o Ricardo está lá dentro com ele ainda. Não deve demorar muito não.
- E o outro rapaz está lá com eles? - Perguntei.
- Outro rapaz? Não, só os dois mesmo - Ele olhou para minha cara com desdém;
Por um momento fiquei na dúvida se o recepcionista estava querendo ocultar a presença do putinho que fazia mamada em todos os alunos, incluindo meu filho. Mas então ouvi claramente os gemidos que eram sem dúvida a voz de Lucas, e só aí caiu a minha ficha. Meu filho era o novinho que estava praticando relações sexuais com todos aqueles homens. Talvez até o recepcionista, que me olhava com um sorriso de canto de boca enquanto terminava de se ajeitar.
Eu não consegui me mover. Os gemidos continuavam, ritmados, acompanhados do som do impacto suave e úmido de pele contra a pele. Ricardo dizia algumas baixarias e meu filho só conseguia gemer e gemer igual a uma putinha levando rola.
- Talvez seja melhor o senhor aguardar no carro. - Falou o recepcionista.
Voltei para o carro. Ainda se passaram uns 10 minutos, que mais pareciam uma eternidade.
Fiquei imaginando o Ricardo, com aquele pau que ele ficava exibindo por aí, sem cueca, metendo forte no meu filho naquele vestiário sujo. Meu filho sentando no colo dele, sendo segurado pela cintura, rebolando com o pau atolado no cu. Ou de pé, contra a parede, com o professor dele vindo por trás e martelando todas as pregas dele. Comecei a me masturbar no carro pensando na cena e gozei na minha cueca. Limpei a mão com um pedaço de papel higiênico que estava no porta-luvas.
Dali a pouco, saíram Lucas, Ricardo e o recepcionista, que trancou a academia vazia. Lucas entrou no carro e ainda vi Ricardo dando um tchau de longe para mim. Ele havia acabado de arrombar meu filho e sorria para mim com toda tranquilidade. Foi aí que eu entendi que quando ele perguntou se eu já havia experimentado sexo oral, ele estava se referindo a Lucas.
- Foi boa a aula hoje Lucas? Você demorou.
- Foi sim pai. A gente fica até mais tarde porque o professor me passa uns treinos, é muito bom.
- E os outros alunos fazem esses... treinos... a mais também, ...junto com você?
- Alguns sim.
- Entendi. Tá bem tarde já, vamos embora logo. Chegando em casa, precisamos falar desses treinos seus aí...
(Imagens dos atores Nick Pulos e Damien Grey)





Que delicia, imaginei sendo o seu filho, a putinha da natação, e em breve a putinha do papai
connanboy